Brasil

Fim da ilusão: Brasil cai diante da Noruega e amplia o maior jejum em Copas

As palavras de Kento Shiogai, ainda durante a disputa da Copa do Mundo de 2026, soaram duras para muitos torcedores brasileiros. Ao afirmar que “a Seleção Brasileira não é mais a mesma de outros tempos”, o atacante japonês não desrespeitou a camisa pentacampeã do mundo. Pelo contrário. Apenas verbalizou uma realidade que, por mais dolorosa que seja, vem sendo confirmada dentro de campo. A eliminação para a Noruega nas oitavas-de-final apenas reforça aquilo que os resultados já vinham mostrando há algum tempo. A tradição continua intacta. O futebol apresentado, infelizmente, já não acompanha essa mesma grandeza. Depois da Bélgica, em 2018, da Croácia, em 2022, agora foi a vez da Noruega colocar fim ao sonho tupiniquim. Há, porém, um detalhe que torna a situação ainda mais preocupante. Se nas duas últimas edições o Brasil ao menos alcançou as quartas-de-final, desta vez sequer conseguiu chegar entre as oito melhores seleções do…

Sem identidade, Brasil sofre contra Marrocos e começa Copa sob desconfiança

Toda a expectativa criada em torno da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 transformou-se em frustração após o empate frente o Marrocos. Antes da bola rolar, a torcida tupiniquim acreditava que a chegada de Carlo Ancelotti poderia representar uma mudança significativa no desempenho da equipe. No entanto, os 90 minutos disputados em New Jersey mostraram um Brasil ainda sem identidade coletiva e longe de apresentar um futebol compatível com o peso de sua camisa. O resultado de 1 a 1 acabou sendo recebido com alívio por muitos torcedores, diante das dificuldades encontradas ao longo da partida. Aliás, se houve uma seleção que deixou o gramado com a sensação de que poderia ter conquistado a vitória, essa equipe foi Marrocos, que demonstrou organização, intensidade e maturidade tática durante boa parte do confronto. A atuação confirmou que a histórica campanha na Copa do Mundo de 2022, quando alcançou…

Com Neymar e mais 25, a Copa de 2026 começou para a Seleção Brasileira

A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 começou cercada de oba-oba, espetáculo midiático e uma sensação de que a Confederação Brasileira de Futebol ainda não aprendeu absolutamente nada com os erros do passado. Em um evento promovido no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a CBF transformou aquilo que deveria ser apenas o anúncio de uma lista de 26 jogadores em um verdadeiro show de entretenimento. Celebridades foram convidadas, holofotes foram acesos e até o apresentador Luciano Huck apareceu no local, sem que ninguém entendesse exatamente o motivo da sua presença. Em vez de transmitir seriedade, concentração e foco total na Copa do Mundo, a imagem passada pela entidade foi justamente a contrária. A Seleção Brasileira começou sua caminhada no Mundial de forma barulhenta, teatral e desnecessariamente festiva. E isso, sinceramente, preocupa. O mais curioso é que a própria história recente da Seleção Brasileira…

A virada sofrida em Tóquio calou o insuportável oba-oba da mídia tupiniquim

Com o encerramento das Eliminatórias da Copa de 2026, o Brasil adentrou a penúltima Data Fifa do ano tendo pela frente amistosos contra Coreia do Sul e Japão, celebrados pelo fato dos pentacampeões mundiais enfrentarem a diferente escola asiática, algo bastante raro em meio ao calendário cada vez mais recheado até no que diz respeito ao futebol de seleções. E com um ciclo inteiramente arruínado, que teve início com Ramon Menezes, passou por Fernando Diniz, Dorival Júnior, e terminou as Eliminátorias com Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira desembarcou na Ásia tendo como principal objetivo realizar os últimos testes a fim de recuperar todo o tempo perdido, lembrando que a 5ª colocação no torneio qualificatório foi a pior do Brasil desde que o mesmo começou a ser disputado no atual formato. Aliás, uma posição que, há quatro anos, seria suficiente apenas para classificá-lo à repescagem, visto que até 2022 apenas quatro…

Acabou a série: Carlo Ancelotti é o novo treinador da Seleção Brasileira

Agora é oficial: Carlo Ancelotti será o sucessor de Dorival Júnior na Seleção Brasileira, que deste modo terá um treinador estrangeiro no comando pela quarta vez na história, sendo a primeira desde Filpo Nuñez em 1965. Sim, a novela envolvendo a Seleção Brasileira e Carlo Ancelotti chegou ao fim, aliás, uma verdadeira série composta por várias temporadas já que a primeira aproximação do presidente da CBF, Edinaldo Rodrigues, junto ao treinador do Real Madrid ocorreu há dois anos, e em meio as frustradas tentativas para contratá-lo os pentacampeões mundiais foram comandados por Ramón Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior. No entanto, a pífia campanha na Copa América e nas Eliminatórias resultou na demissão de Dorival Júnior após 16 partidas à frente do Brasil. Ao mesmo tempo, a temporada aquém das expectativas do Real Madrid, marcada pelas quedas na final da Copa do Rei e nas quartas-de-final da Champions League, além…

A maior ‘porrada’ desde o 7 a 1, retrata a realidade da Seleção Brasileira

Ao se despedir de 2024 na 5ª colocação da tabela das Eliminatórias da Conmebol, em meio aos amargos empates em 1 a 1 contra Venezuela e Uruguai, Dorival Júnior sabia perfeitamente que a primeira Data Fifa deste novo ano seria crucial para definir o seu rumo à frente da Seleção Brasileira. Apesar de ter assumido o posto antes ocupado de maneira provisória por Fernando Diniz apenas no início de 2024, a pressão sobre Dorival Júnior era enorme por conta do pífio futebol praticado pelo Brasil, somado a decepcionante campanha na Copa América, em que os pentacampeões mundiais caíram frente o Uruguai nas quartas-de-final, ao perderem nos pênaltis depois do empate sem gols no tempo regulamentar. A propósito, a queda diante do Uruguai ficou marcada pela patética cena de Dorival Júnior, excluído da roda feita pelos atletas antes das cobranças das penalidades, pedindo permissão para falar através do gesto de levantar…

A chegada de Dorival Júnior ainda não surtiu efeito na Seleção Brasileira

Embora composta por míseros seis jogos, a passagem relâmpago de Fernando Diniz pela Seleção Brasileira deixou diversas marcas negativas, como por exemplo: a primeira derrota sofrida pelo Brasil frente o Uruguai em 22 anos; o inédito revés diante da Colômbia em Eliminatórias; a pior campanha em todos os tempos no torneio após seis rodadas; e o fim da invencibilidade de 58 jogos como mandante na competição. Consequentemente, 2023 acabou sendo o pior ano da Seleção Brasileira ao longo da história, e Fernando Diniz — o “tampão” da CBF até a ilusória chegada de Carlo Ancelotti — conseguiu a façanha de ser demitido registrando mais derrotas do que vitórias em sua curta trajetória de seis meses e 38% de aproveitamento à frente do Brasil (3D – 2V – 1E), dando lugar ao sucessor Dorival Júnior. Contudo, depois de uma ótima estreia contra a Inglaterra, que terminou com o triunfo pelo placar…

O fantasma das quartas de final volta a aterrorizar o Brasil

Após ser eliminada por Bélgica e Croácia nas quartas de final das últimas duas Copas do Mundo, agora foi a vez da Seleção Brasileira ser eliminada neste mesmo estágio da Copa América, ao cair frente o Uruguai, em Las Vegas. Pois é, já se tornou comum vermos o Brasil sucumbir em quartas de final, especialmente em Mundiais, tendo em vista que as quedas diante de França, em 2006, e Holanda, em 2010, também ocorreram a três jogos da decisão, o que significa que o único hiato envolvendo as cinco Copas do Mundo anteriores deu-se em 2014, quando os brasileiros foram goleados por 7 a 1 nas semifinais. A propósito, o maior vexame da história das Copas, a julgar que jamais um país sede detentor do maior número de títulos mundiais será goleado por 7 a 1 em uma semifinal, completa dez anos exatamente na data de hoje, menos de 72…

Dorival Júnior, o novo Ancelotti da CBF

Como já era esperado o “All-In” dado pelo presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, para contratar Carlo Ancelotti não surtiu efeito, uma vez que o treinador italiano optou pela continuidade no Real Madrid ao renovar o seu contrato por mais duas temporadas. A propósito, ao contrário de boa parte da mídia tupiniquim, que alimentava nas pessoas a falsa ilusão de que Carlo Ancelotti comandaria o Brasil, eu sempre deixei claro, seja através de cada artigo escrito aqui no SoccerBlog, seja por intermédio de cada vídeo postado em nosso canal no YouTube, que isso não aconteceria, obviamente, baseado em tudo o que vinha sendo noticiado pelos principais portais espanhóis, e por saber que treinadores do mais alto escalão internacional preferem trabalhar em grandes clubes europeus, já que a relação deles junto às seleções de seus respectivos países é diferente da dos brasileiros. Seja como for, o tempo escancarou o que estava mais…

Em turbulência, Seleção Brasileira não vê boas perspectivas neste fim de ano

Derrotada nas Eliminatórias pela primeira vez em oito anos, com Neymar gravemente lesionado, e separada a cinco pontos de distância da líder Argentina. Eis a atual situação da Seleção Brasileira após quatro partidas sob o comando do interino Fernando Diniz. Pois é, a enorme euforia criada em razão da goleada por 5 a 1 sobre a “saco de pancadas” Bolívia, logo na rodada inicial das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 marcada pela estreia de Fernando Diniz como técnico do Brasil, onde diversos jornalistas ufanistas diziam que o futebol ofensivo e envolvente estava de volta a seleção cinco vezes campeã mundial, sucumbiu rapidamente após a queda diante do Uruguai por 2 a 0 no estádio Centenário, lembrando que os brasileiros não perdiam dos uruguaios há 22 anos, e por dois gols de diferença há exatas quatro décadas. Obviamente, a suada vitória pelo placar mínimo sobre o Peru, e o…

Fernando Diniz, o tampão da CBF até a chegada de Ancelotti

Enquanto a espera por Carlo Ancelotti continua, a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) anunciou oficialmente que Fernando Diniz será o treinador da Seleção Brasileira até junho de 2024, o que obrigará a dividir as tarefas junto ao Fluminense neste período. Pois é, não é surpresa pra ninguém que Carlo Ancelotti foi o nome escolhido pela CBF para comandar o Brasil neste novo ciclo que teve início após a saída de Tite e terminará depois da Copa do Mundo de 2026, mas como o vínculo contratual do treinador do Real Madrid ainda é válido por mais um ano, e o interino Ramon Menezes colecionou duas desastrosas derrotas em três jogos no cargo, a entidade optou pela contratação de Fernando Diniz para ser o “tampão” do técnico italiano. Na minha opinião, trata-se de mais uma decisão equivocada tomada pela CBF, em especial porque existe o risco de Carlo Ancelotti não desembarcar em…

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