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	<title>Copa do Mundo- SoccerBlog</title>
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	<title>Copa do Mundo- SoccerBlog</title>
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		<title>Croácia: a força dos guerreiros balcânicos em sua sétima Copa do Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:44:33 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">Faltam apenas 11 dias para a estreia da Croácia em sua sétima Copa do Mundo. Um feito que ganha contornos ainda mais impressionantes quando lembramos da história recente do país. Afinal, a independência croata só foi conquistada em 1991, após o colapso da antiga Iugoslávia, e foi seguida por um dos conflitos mais sangrentos da Europa moderna. Mesmo com uma população inferior a quatro milhões de habitantes, a seleção balcânica transformou-se em uma das maiores forças do futebol internacional nas últimas décadas.</p>



<p class="has-medium-font-size">A trajetória croata em Copas do Mundo é uma das mais fascinantes da história recente do futebol. Desde sua primeira participação, em 1998, quando conquistou um surpreendente terceiro lugar na França, a Croácia passou a figurar entre os países mais respeitados do cenário mundial. O que parecia uma campanha isolada acabou se transformando em uma tradição competitiva que atravessou gerações e consolidou a identidade vencedora dos Bálcãs.</p>



<p class="has-medium-font-size">Nas últimas duas edições da Copa do Mundo, a Croácia escreveu alguns dos capítulos mais marcantes de sua história. Em 2018, na Rússia, chegou pela primeira vez à decisão do torneio, sendo derrotada pela poderosa França. Quatro anos depois, no Catar, voltou a surpreender o planeta ao alcançar as semifinais e terminar entre as quatro melhores seleções do mundo. Poucos países conseguiram apresentar tamanha regularidade em um período tão curto.</p>



<p class="has-medium-font-size">É verdade que a campanha na Eurocopa de 2024 ficou muito abaixo das expectativas. Inserida em um grupo extremamente complicado, que contava com Espanha e Itália, a Croácia acabou eliminada ainda na fase de grupos. O desempenho gerou questionamentos sobre o futuro daquela geração que tantas alegrias proporcionou aos torcedores croatas. Entretanto, o ciclo pós-Euro foi utilizado para corrigir problemas e reorganizar a seleção para o principal objetivo do quadriênio.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="117263" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/06/134196928221705637-6-e1780665843586.jpg" alt="" class="wp-image-117263"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>De acordo com a última atualização, a Crácia ocupa a 11ª posição <strong>do ranking da FIFA</strong>, estando a frente dos campeões mundiais Itália e Uruguai.</strong></figcaption></figure>
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<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Se existe uma palavra capaz de definir esta seleção croata, essa palavra é experiência. Enquanto diversas seleções apostam na renovação de seus elencos, a Croácia chega à Copa do Mundo sustentada por jogadores que acumulam centenas de partidas internacionais. A maturidade competitiva tornou-se uma marca registrada da equipe comandada por Zlatko Dalic, que mais uma vez aposta na capacidade dos veteranos para enfrentar os desafios do torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">O principal símbolo dessa geração continua sendo Luka Modric. Aos 40 anos de idade, o lendário meio-campista prepara-se para disputar sua última Copa do Mundo. Maestro absoluto do time há mais de uma década, Modric permanece como referência técnica, tática e emocional para seus companheiros. Sua capacidade de controlar o ritmo das partidas, encontrar espaços e tomar decisões sob pressão segue sendo um diferencial que poucas seleções possuem no futebol mundial.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ao lado de Luka Modric, outros nomes experientes continuam desempenhando papel fundamental. Mateo Kovacic retorna após um longo período afastado por lesão e chega com a missão de oferecer dinâmica e qualidade ao setor central. No ataque, Ivan Perisic segue sendo uma das lideranças do elenco, enquanto Andrej Kramaric permanece como uma importante referência ofensiva. Juntos, eles representam a espinha dorsal de uma equipe acostumada a disputar grandes competições.</p>



<p class="has-medium-font-size">A elevada experiência do elenco pode ser observada também através dos números. Entre todas as seleções europeias classificadas para a Copa do Mundo, apenas Áustria e Suíça apresentavam média de idade superior aos 29 anos da Croácia. Trata-se de um dado que evidencia claramente a filosofia adotada por Zlatko Dalic. Ao invés de promover uma renovação radical, o treinador optou por preservar jogadores que já provaram sua capacidade nos momentos mais decisivos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Durante boa parte da última década, o meio-campo croata foi considerado um dos mais qualificados do planeta. A combinação formada por Luka Modric, Mateo Kovacic, Marcelo Brozovic e Ivan Rakitic proporcionava equilíbrio, criatividade e controle de jogo em altíssimo nível. Essa geração permitiu à Croácia competir de igual para igual contra qualquer adversário, independentemente do tamanho ou da tradição do oponente.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="378" data-id="117261" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/06/134196928221705637-5-e1780665748989.jpg" alt="" class="wp-image-117261"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Luka Modric compõe a lista dos atletas com 40 ou mais anos de idade que disputarão a Copa de 2026, (Craig Gordon, Cristiano Ronaldo, Guillermo Ochoa, Edin Dzeko, Manuel Neuer e Vozinha).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, com as aposentadorias de Marcelo Brozovic e Ivan Rakitic, uma nova responsabilidade surge para os remanescentes. Nesse contexto, a principal esperança de renovação atende pelo nome de Petar Sucic. Considerado uma das maiores promessas do futebol croata, o meio-campista da Inter de Milão oferece versatilidade ao setor central. Capaz de atuar como volante ou em posições mais avançadas, ele representa a ponte entre a geração histórica e o futuro da Croácia.</p>



<p class="has-medium-font-size">A presença de Petar Sucic amplia as possibilidades táticas da sleção croata. Graças às características do jovem meio-campista de 22 anos de idade, o técnico Zlatko Dalic consegue alternar o sistema entre o 4-2-3-1 e o 3-4-3 sem comprometer o equilíbrio coletivo. Essa flexibilidade tornou-se uma das principais armas da Croácia ao longo do ciclo de preparação para a Copa do Mundo. Dependendo do adversário, os Bálcãs foram capazes de adotar posturas mais ofensivas ou conservadoras sem perder sua identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Os resultados obtidos durante as Eliminatórias reforçam o otimismo dos torcedores. A Croácia garantiu classificação como líder de sua chave de maneira invicta. Em oito partidas disputadas, conquistou sete vitórias e um empate, marcando 26 gols e sofrendo somente quatro. Em um grupo que contava com República Tcheca, Montenegro, Gibraltar e Ilhas Faroe, os croatas demonstraram superioridade técnica e consistência defensiva do início ao fim da campanha.</p>



<p class="has-medium-font-size">Agora, o desafio será ainda maior na Copa do Mundo. A Croácia está inserida no Grupo E, ao lado de Inglaterra, Panamá e Gana. A estreia acontecerá justamente contra os ingleses, em Dallas, em um confronto que poderá definir os rumos da chave. Segundo projeções da FIFA, trata-se do segundo grupo mais difícil da competição, tornando cada ponto conquistado extremamente valioso na luta pela classificação às oitavas-de-final.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, se existe algo que a história recente ensinou ao futebol é que jamais se deve subestimar a Croácia. Foi a seleção croata que eliminou o Brasil na última Copa do Mundo e transformou mais uma vez o improvável em realidade. Acostumados a superar obstáculos dentro e fora dos gramados, os guerreiros balcânicos chegam aos Estados Unidos carregando o mesmo espírito competitivo que marcou sua trajetória. </p>



<p class="has-medium-font-size">E, liderados por Luka Modric em sua despedida dos Mundiais, os croatas sonham em escrever mais um capítulo inesquecível na história do mundo da bola.</p>
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		<title>Com Neymar e mais 25, a Copa de 2026 começou para a Seleção Brasileira</title>
		<link>https://www.soccerblog.com.br/2026/05/19/com-neymar-e-mais-25-a-copa-de-2026-comecou-para-a-selecao-brasileira/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=com-neymar-e-mais-25-a-copa-de-2026-comecou-para-a-selecao-brasileira</link>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 17:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 começou cercada de oba-oba, espetáculo midiático e uma sensação de que a Confederação Brasileira de Futebol ainda não aprendeu absolutamente nada com os erros do passado. Em um evento promovido no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a CBF transformou aquilo que [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A convocação da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 começou cercada de oba-oba, espetáculo midiático e uma sensação de que a Confederação Brasileira de Futebol ainda não aprendeu absolutamente nada com os erros do passado. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em um evento promovido no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, a CBF transformou aquilo que deveria ser apenas o anúncio de uma lista de 26 jogadores em um verdadeiro show de entretenimento. Celebridades foram convidadas, holofotes foram acesos e até o apresentador Luciano Huck apareceu no local, sem que ninguém entendesse exatamente o motivo da sua presença. Em vez de transmitir seriedade, concentração e foco total na Copa do Mundo, a imagem passada pela entidade foi justamente a contrária. A Seleção Brasileira começou sua caminhada no Mundial de forma barulhenta, teatral e desnecessariamente festiva. E isso, sinceramente, preocupa.</p>



<p class="has-medium-font-size">O mais curioso é que a própria história recente da Seleção Brasileira já mostrou inúmeras vezes que esse tipo de ambiente costuma terminar mal. Em 2006, por exemplo, o Brasil viveu um verdadeiro carnaval durante a preparação para a Copa da Alemanha. Os pentacampeões mundiais pareciam mais preocupados com festas, publicidade e glamour do que propriamente com futebol. O resultado foi um fracasso enorme diante da França nas quartas-de-final. </p>



<p class="has-medium-font-size">Depois daquele trauma, a CBF apostou em Dunga para reorganizar a casa. E embora Dunga tivesse limitações evidentes como treinador, algo precisa ser reconhecido: ele blindou completamente a Seleção Brasileira do circo midiático. Em 2010 havia disciplina, silêncio e foco. Talvez faltasse talento dentro de campo, mas sobrava organização fora dele. Exatamente o contrário do que vimos agora nesse evento promovido pela CBF antes da Copa de 2026.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Hoje, a camisa mais pesada do planeta encontrou os ombros de quem está pronto para dar a vida por ela 🫵<br><br>Cada gota de suor, cada dividida, cada grito de gol. A partir de hoje, o batimento cardíaco de mais de 200 milhões de brasileiros está sintonizado com um único objetivo: A… <a href="https://t.co/oGm9PadCMd">pic.twitter.com/oGm9PadCMd</a></p>&mdash; brasil (@CBF_Futebol) <a href="https://twitter.com/CBF_Futebol/status/2056539699305390513?ref_src=twsrc%5Etfw">May 19, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">É verdade que Carlo Ancelotti não pode ser responsabilizado sozinho pelo espetáculo armado pela entidade tupiniquim. Afinal, a CBF adora transformar tudo em produto de entretenimento. No entanto, é impossível ignorar que o técnico italiano sabia perfeitamente onde estava entrando. Ele conhece o peso de uma Copa do Mundo, a pressão que envolve a camisa da Seleção Brasileira e certamente poderia ter vetado esse tipo de exposição exagerada. Bastava anunciar a lista de convocados de maneira simples e objetiva, como praticamente todas as outras seleções fizeram. Mas não. Preferiu participar do evento, aceitar a festa e permitir que o início da caminhada do Brasil rumo ao Mundial fosse marcado por um clima de oba-oba absolutamente incompatível com o tamanho do desafio que vem pela frente.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como toda convocação de Copa do Mundo, a lista apresentada por Carlo Ancelotti veio recheada de polêmicas, questionamentos e escolhas bastante discutíveis. Começando pelos goleiros, a principal surpresa foi a presença de Weverton, do Grêmio. O detalhe mais curioso é que ele havia deixado o Palmeiras justamente por perder espaço para Carlos Miguel. Ainda assim, Ancelotti decidiu levá-lo como terceiro goleiro atrás de Alisson e Éderson. Dessa forma, o Brasil repetirá exatamente o mesmo trio do Mundial de 2022. A ausência de Bento acabou sendo consequência direta da falha grotesca cometida recentemente em partida do Al-Nassr contra o Al-Hilal, na Arábia Saudita. No futebol de seleção, especialmente às vésperas de uma Copa, erros pesam demais. E o ex-jogador do Athletico Paranaense pagou caro por isso.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="818" height="1024" data-id="116970" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OTHER-818x1024.jpg" alt="" class="wp-image-116970" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OTHER-818x1024.jpg 818w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OTHER-240x300.jpg 240w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OTHER-768x961.jpg 768w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/OTHER.jpg 863w" sizes="(max-width: 818px) 100vw, 818px" /></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">No setor defensivo, as escolhas também chamaram bastante atenção. As convocações de Danilo e Alex Sandro, ambos do Flamengo, evidencia de forma clara e evidente a enorme carência de laterais de alto nível. Hoje, talvez essa seja uma das posições mais frágeis do futebol nacional. Não à toa, a tendência é que o zagueiro Roger Ibañez atue improvisado na direita, da mesma forma que ocorreria com o titular Éder Militão, cortado da Copa do Mundo em virtude de uma lesão.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pelo lado esquerdo, Douglas Santos aparece como provável titular para maior apoio ao ataque. Já a dupla de zaga deve ser formada por Marquinhos e Gabriel Magalhães, dois jogadores que vivem grande fase no futebol europeu. O problema é que o equilíbrio defensivo do Brasil dependerá muito do funcionamento coletivo, porque individualmente esse sistema ainda transmite algumas inseguranças. Principalmente nas laterais. E em Copas do Mundo, qualquer fragilidade costuma ser punida de maneira cruel.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se a defesa gera dúvidas, o meio-campo talvez seja o setor mais questionável dessa convocação. Carlo Ancelotti levou apenas cinco meio-campistas, algo extremamente arriscado para uma competição longa e desgastante como uma Copa do Mundo. O treinador claramente priorizou atacantes e pontas, deixando o setor de criação e sustentação bastante enxuto. E algumas escolhas realmente são difíceis de compreender. A convocação de Fabinho, por exemplo, parece injustificável neste momento. O volante caiu muito de rendimento no futebol saudita e está longe de viver sua melhor fase. Enquanto isso, nomes como João Gomes, do Wolverhampton, ficou de fora mesmo realizando temporadas muito superiores em termos de intensidade, regularidade e desempenho competitivo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro nome que faz enorme falta nessa lista é Joelinton. O jogador do Newcastle vive uma excelente fase há bastante tempo e oferece exatamente características que o meio-campo brasileiro atualmente não possui: força física, imposição, marcação agressiva e chegada na área adversária. Além dele, André, também do Wolverhampton, parecia ter espaço garantido nessa convocação pela consistência apresentada ao longo da temporada. Até mesmo Gerson, atualmente no Cruzeiro, parecia merecer mais oportunidades do que Lucas Paquetá, que atravessa um momento técnico bastante irregular. São escolhas que inevitavelmente geram questionamentos, especialmente porque o setor de meio-campo costuma decidir Mundiais.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116982" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-26-e1779209553636.jpg" alt="" class="wp-image-116982"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Com sete dos 26 convocados atuando no Brasil, esta foi a lista com o maior número de atletas que atuam no país desde 2002, quando Luiz Felipe Scolari chamou 13 jogadores dos clubes locais.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">No ataque, Carlo Ancelotti preferiu apostar em juventude, velocidade e jogadores de um contra um. A principal surpresa foi a permanência definitiva de Endrick entre os convocados. O jovem atacante ganhou espaço nas últimas listas e confirmou presença na Copa do Mundo devido ao bom futebol praticado no empréstimo ao Lyon. Outro nome que apareceu foi Rayan, recentemente contratado pelo Bournemouth, numa convocação que até pode ser entendida como aposta de futuro. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, fica impossível ignorar a ausência de João Pedro. Mesmo em uma temporada pra lá de decepcionante do Chelsea, o atacante balançou as redes 15 vezes e foi eleito o melhor jogador dos <em>Blues</em> no período, estando em alta no futebol inglês, a julgar pelo interesse do Barcelona em contratá-lo. Contudo, ele acabou ignorado por Carlo Ancelotti, muito provavelmente por conta das más atuações nos amistosos contra França e Croácia, numa das decisões mais questionáveis dessa convocação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro debate inevitável envolve Gabriel Martinelli. Embora seja um jogador útil taticamente, ele sequer é titular do Arsenal. Enquanto isso, Antony vive talvez o melhor momento da carreira desde que chegou ao Betis. O brasileiro reencontrou seu futebol clube andaluz, voltou a ser decisivo e apresentou atuações muito mais consistentes. Em termos puramente técnicos e de fase atual, ele parecia estar à frente de Martinelli. Mas Carlo Ancelotti optou por manter um perfil mais coletivo e disciplinado na parte tática. É uma escolha compreensível sob certo aspecto, mas que com certeza continuará sendo debatida até o início da competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">E então chegamos ao grande nome dessa convocação: Neymar. Era impossível ser diferente. O momento em que Carlo Ancelotti pronunciou o nome do camisa 10 foi recebido com enorme euforia pelos convidados presentes no Museu do Amanhã. E sinceramente? Caso Neymar não estivesse na lista, a sensação era de que o treinador italiano seria imediatamente vaiado naquele ambiente montado pela própria CBF. O nome de Neymar vinha sendo preparado emocionalmente desde os amistosos recentes do Brasil nos Estados Unidos. Tudo indicava que sua convocação já fazia parte do roteiro montado pela entidade. E agora, aos 34 anos, o jogador do Santos disputará sua quarta Copa do Mundo vestindo a <em>Amarelinha</em>.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116980" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-25-e1779209384905.jpg" alt="" class="wp-image-116980"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Neymar continua sendo o maior goleador da Seleção Brasileira ao longo da história com 79 tentos assinalados em 128 aparições com a &#8220;Amarelinha&#8221; — dois gols a mais que Pelé, em 92 jogos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A grande questão é que Neymar chega novamente cercado por expectativas gigantescas. Em 2014, sofreu a grave lesão nas quartas-de-final. Em 2018 e 2022, caiu nas quartas sob o comando de Tite. Entre esses fracassos, o Brasil ainda carregou o trauma eterno do inesquecível 7 a 1 sofrido contra a Alemanha na semifinal do Mundial de 2014. Caso não conquiste o título em 2026, a Seleção Brasileira completará impressionantes 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo. Um jejum gigantesco para a maior campeã da história do futebol. Isso ajuda a explicar a verdadeira comoção nacional que presenciamos em torno da convocação do camisa 10, tendo em vista que sem ele a atual geração não passa a mínima confiança aos torcedores</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, o sentimento deixado por essa convocação é bastante contraditório. Existe qualidade individual, talento ofensivo e um treinador absolutamente vencedor no comando técnico. Carlo Ancelotti conhece o futebol como poucos e tem currículo suficiente para despertar esperança no torcedor brasileiro. Porém, ao mesmo tempo, o ambiente criado pela CBF passa uma sensação perigosa de desorganização emocional, excesso de marketing e pouca seriedade institucional. O Brasil começou a Copa do Mundo de 2026 muito mais preocupado em transformar o anúncio da lista de convocados em espetáculo do que propriamente em transmitir foco competitivo. E isso, historicamente, nunca foi um bom sinal.</p>



<p class="has-medium-font-size">A verdade é que a caminhada brasileira rumo ao hexacampeonato começou cercada por dúvidas, polêmicas e uma atmosfera que lembra mais entretenimento do que futebol. Talvez tudo isso desapareça quando a bola rolar, no caso, se Carlo Ancelotti conseguir blindar o grupo internamente e transformar o talento individual em um time competitivo. Todavia, o primeiro passo dado pela Seleção Brasileira rumo à Copa de 2026 definitivamente não foi o ideal. O Brasil começou sua jornada de maneira errada, em meio a flashes, celebridades e um oba-oba totalmente desnecessário. Agora resta saber como essa história terminará dentro das quatro linhas.</p>
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		<title>Itália fora da Copa de 2026 e crise histórica se agrava ainda mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:54:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Gennaro Gattuso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2017, foi a Suécia. Quatro anos depois, a Macedônia do Norte. Desta vez, a carrasca atende pelo nome de Bósnia e Herzegovina, apenas a 71ª colocada no ranking mundial, responsável por eliminar a seleção italiana na repescagem das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Pois é, um novo golpe, mais um capítulo de um [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Em 2017, foi a Suécia. Quatro anos depois, a Macedônia do Norte. Desta vez, a carrasca atende pelo nome de Bósnia e Herzegovina, apenas a 71ª colocada no ranking mundial, responsável por eliminar a seleção italiana na repescagem das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, um novo golpe, mais um capítulo de um roteiro que parecia impensável há pouco mais de uma década. A <em>Azzurra</em>, tetracampeã mundial, agora acumula ausências que já não cabem mais na categoria de acidente. Trata-se de uma sequência que escancara uma transformação profunda. Um abismo de longos 12 anos sem disputar um Mundial. E quando olhamos esse cenário com frieza, a conclusão é inevitável: a Itália deixou de ser exceção e passou a ser ausência recorrente.</p>



<p class="has-medium-font-size">É impressionante observar como a percepção mudou ao longo do tempo. A primeira ausência foi tratada como um acidente de percurso, algo fora da curva. A segunda já levantou questionamentos mais profundos, mas ainda assim envolta em certo grau de incredulidade. Porém, a terceira elimina qualquer margem para ilusão. Agora não se trata mais de coincidência, tampouco de fatalidade. Trata-se de uma realidade consolidada. Uma queda estrutural que vai muito além de um jogo ou de uma geração específica. A camisa pesa, a história impõe respeito, mas o presente já não responde à altura. E no futebol de elite, tradição sem desempenho é apenas memória.</p>



<p class="has-medium-font-size">Para os italianos mais velhos, isso soa como um trauma interminável. Para os mais jovens, uma normalidade inquietante. Há uma geração inteira que simplesmente nunca viu a Itália disputar uma Copa do Mundo. E se a classificação só vier em 2030, estaremos falando de 16 anos de ausência. Um intervalo que muda completamente a relação emocional de um país com sua seleção. O que antes era rotina se torna expectativa distante. O que antes era orgulho natural, hoje precisa ser reconstruído. E isso diz muito sobre a profundidade da crise.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116206" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-e1775405611383.jpg" alt="" class="wp-image-116206"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A Itália se tornou a primeira seleção campeã do mundo a ficar de fora de três Copas consecutivas. Os italianos não disputam o mata-mata de um Mundial desde o título de 2006.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A última imagem da Itália em uma Copa do Mundo remonta a 2014, no Brasil. Naquele momento, sob o comando de Cesare Prandelli, a <em>Azzurra</em> se despediu ainda na fase de grupos após derrota para o Uruguai, com gol de Diego Godín na Arena das Dunas. Um jogo que, à época, já representava frustração, mas que hoje ganha contornos ainda mais pesados. Porque aquela eliminação não foi o fundo do poço, mas sim o início de um ciclo de declínio. E quando revisitamos aquela escalação, percebemos que poucos nomes ainda seguem em atividade. O tempo passou, e com ele, a capacidade de reposição também se perdeu.</p>



<p class="has-medium-font-size">Naquele Mundial, a Itália caiu em um grupo que, em teoria, não era dos mais complicados, com Uruguai, Costa Rica e Inglaterra. Inclusive, venceu os ingleses na estreia, o que dava sinais de competitividade. Mas o desempenho ao longo da fase de grupos revelou fragilidades importantes. E mais do que isso, expôs problemas estruturais que seriam agravados nos anos seguintes. A partir dali, a seleção tetracampeã do mundo entrou em um ciclo de instabilidade que nunca mais foi completamente corrigido. O que veio depois foram eliminações traumáticas e uma crescente perda de identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Grande parte desse cenário está diretamente ligada à desorganização da Federação Italiana de Futebol (FIGC). A falta de um projeto sólido de desenvolvimento nas categorias de base comprometeu a renovação do elenco. A Itália passou a revelar menos jogadores, perdeu competitividade na formação e, como consequência, viu sua seleção principal sofrer com escassez de talento. A ponto de recorrer à naturalização de atletas como solução emergencial. Um recurso que, por si só, já evidencia o tamanho do problema. Porque quando uma potência histórica precisa importar identidade, algo está profundamente errado.</p>



<p class="has-medium-font-size">E é importante deixar claro: não é necessário ter Roberto Baggio, Francesco Totti ou Alessandro Del Piero para superar a Bósnia numa repescagem de Eliminatórias. A questão vai muito além da ausência de craques históricos. Trata-se também de um problema coletivo, tático e de ideia de jogo. A Itália até continua produzindo bons treinadores, como Francesco Farioli, Raffaele Palladino, Vincenzo Italiano e Simone Inzaghi, além de referências como Carlo Ancelotti e Antonio Conte. Mas a seleção não consegue traduzir essa riqueza em campo. Há um desalinhamento claro entre o que se produz nos clubes e o que se pratica na equipe nacional.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="441" data-id="116217" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-1-e1775406577365.jpg" alt="" class="wp-image-116217"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Curiosamente, a Itália ocupa apenas a 12ª colocação no ranking de seleções da FIFA, não estando situada nem mesmo entre os Top 10 do futebol mundial na atualidade.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A escolha por replicar modelos de sucesso recentes, como o sistema com três zagueiros utilizado pela histórica Juventus eneacampeã italiana, e nos dias atuais pela Inter de Milão, acabou se tornando uma armadilha. O 3-5-2 exige características muito específicas, especialmente no ataque. Jogadores como Lautaro Martínez e Marcus Thuram conseguem potencializar esse sistema. A Itália, não. E quando se tenta reproduzir um modelo sem ter as peças ideais, o resultado é previsibilidade. Falta criatividade, falta improviso, falta aquele jogador capaz de quebrar linhas. E o jogo se torna mecânico, facilmente neutralizado por adversários mais organizados.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mesmo com um meio-campo tecnicamente interessante, formado por nomes como Manuel Locatelli, Nicolò Barella e Sandro Tonali, a equipe não consegue dar o salto de qualidade necessário. Porque falta o maestro. Falta aquele jogador capaz de ditar o ritmo, de controlar o tempo do jogo, de criar a partir do caos. O coletivo até funciona em determinados momentos, mas esbarra na limitação individual. E no futebol moderno, especialmente em jogos decisivos, essa diferença pesa. E pesa muito.</p>



<p class="has-medium-font-size">As escolhas no comando técnico também tiveram papel determinante nesse cenário. A passagem de Luciano Spalletti, embora curta, ainda apresentava alguma coerência de ideia. Ele assumiu após a saída surpreendente de Roberto Mancini, campeão da Euro 2020, e tentou dar continuidade a um projeto. Mas a e eliminação na Liga das Nações e a derrota pesada para a Noruega fragilizaram sua posição. O ciclo foi interrompido cedo demais. E, mais uma vez, a Itália optou por recomeçar em vez de ajustar.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116226" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-2-e1775407277121.jpg" alt="" class="wp-image-116226"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Estônia, Israel, Moldávia, Noruega, Irlanda do Norte e Bósnia. Estes foram os oponentes da Itália nos oito jogos sob a liderança de Gennaro Gattuso (6V-1E-1D).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A chegada de Gennaro Gattuso simboliza bem essa mudança de direção. A aposta foi muito mais emocional do que racional. Um ídolo, um nome forte, alguém capaz de resgatar a competitividade. Mas intensidade sem estrutura não sustenta projeto. E os números falam por si. Diante de adversários mais frágeis, os resultados até vieram. Mas nos jogos decisivos, contra seleções mais organizadas, a Itália falhou. A goleada por 4 a 1 sofrida para a Noruega em pleno San Siro é um retrato claro disso. E contra a própria Bósnia, a incapacidade de vencer selou o destino.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ideia da Federação, liderada por Gabriele Gravina e com o apoio de Gianluigi Buffon, era resgatar o espírito combativo. Algo semelhante ao que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tentou ao apostar em Dunga no passado. Mas o futebol exige muito mais do que motivação. Exige organização, leitura de jogo, adaptação. E nesse aspecto, Gennaro Gattuso ficou aquém. Sua limitação tática acabou sendo determinante. E embora não seja possível afirmar que com Luciano Spalletti o desfecho seria diferente, é razoável dizer que as chances de classificação seriam maiores.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com a eliminação confirmada, a Itália já inicia um novo processo de reconstrução. Gabriele Gravina e Gianluigi Buffon deixaram seus cargos, Gennaro Gattuso não permanecerá, e a Federação busca um nome experiente para liderar o próximo ciclo. Entre os favoritos, surgem nomes como Massimiliano Allegri, Antonio Conte, Gian Piero Gasperini e até mesmo um possível retorno de Roberto Mancini. O objetivo é claro: reconstruir a identidade e preparar a <em>Azzurra</em> para 2030. Mas o desafio vai muito além da escolha de um treinador.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque, no fim das contas, o sinal mais preocupante não é a eliminação em si. É a naturalização dela. A Itália já não surpreende mais ao ficar fora de uma Copa do Mundo. E isso, talvez, seja o maior sintoma da crise. Um país que já foi sinônimo de tradição, de solidez defensiva, de competitividade máxima, hoje busca se reencontrar. E enquanto essa reconexão não acontece, a seleção italiana segue distante do lugar que um dia foi seu por direito: o topo do futebol mundial.</p>
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		<title>Sem Cristiano Ronaldo, Portugal expõe sua principal dependência no Azteca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2026 15:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Copa 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Martínez]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Portuguesa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Portugal deixou o Estádio Azteca com um empate sem gols diante do México, mas o resultado em si foi apenas um detalhe dentro de um contexto muito maior. O amistoso revelou mais do que números frios no placar, trouxe à tona uma sensação que paira sobre a seleção portuguesa há algum tempo: a importância de [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Portugal deixou o Estádio Azteca com um empate sem gols diante do México, mas o resultado em si foi apenas um detalhe dentro de um contexto muito maior. O amistoso revelou mais do que números frios no placar, trouxe à tona uma sensação que paira sobre a seleção portuguesa há algum tempo: a importância de Cristiano Ronaldo.<br></p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, a ausência de Cristiano Ronaldo escancarou uma lacuna que não é apenas técnica, mas também emocional e simbólica dentro da selecão portuguesa. Em um cenário de preparação para a Copa do Mundo, jogos como esse servem justamente para expor fragilidades ocultas. E Portugal, sem sua principal referência, mostrou dificuldades claras na construção ofensiva. Faltou presença de área, faltou imposição e, principalmente, faltou aquele jogador que muda a dinâmica de um jogo. O empate, portanto, foi mais diagnóstico do que resultado. Um retrato fiel de uma equipe ainda dependente de seu maior nome.</p>



<p class="has-medium-font-size">Cristiano Ronaldo, aos 41 anos, continua sendo uma peça central na engrenagem da seleção portuguesa, algo que poucos imaginariam há alguns anos. O maior artilheiro da história das seleções não carrega apenas números, mas uma influência que transcende estatísticas. Sua presença em campo altera comportamentos, reposiciona adversários e eleva o nível de confiança dos companheiros. Mesmo sem a explosão física de seus melhores anos, Ronaldo compensa com inteligência, leitura de jogo e posicionamento cirúrgico. É o tipo de jogador que entende o tempo do jogo como poucos na história. No Azteca, sua ausência foi sentida justamente nesses detalhes invisíveis que não aparecem nas estatísticas. Portugal teve a posse, teve circulação, mas faltou decisão. E quando falta decisão, falta alguém que a tome.</p>



<p class="has-medium-font-size">A comparação com Gonçalo Ramos, principal alternativa na função, evidencia ainda mais essa diferença de patamar. O atacante do PSG é útil, tem características interessantes, mas ainda distante do nível de influência que Cristiano Ronaldo exerce. Não se trata apenas de qualidade técnica, mas de peso dentro do jogo. O camisa 7 intimida, desloca linhas defensivas, cria espaços mesmo sem tocar na bola. Ramos, por outro lado, ainda busca afirmação em um cenário de alto nível. E isso ficou claro contra o México, onde Portugal encontrou dificuldades para transformar posse em perigo real. A equipe circulava a bola, mas sem profundidade, sem ruptura. Faltava aquele movimento que quebra a defesa, aquele gesto técnico que muda o rumo da jogada. E, mais uma vez, o nome que faltava era o mesmo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="116145" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134175321766992735-14.jpg" alt="" class="wp-image-116145"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Cristiano Ronaldo lidera a lista dos maiores artilheiros por seleções na história somando o montante de 143 gols em 226 partidas defendendo as cores de Portugal.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Mas o amistoso não deve ser analisado apenas sob a ótica da ausência de Cristiano Ronaldo. Roberto Martínez utilizou o confronto como um verdadeiro laboratório para desafios que vão muito além das quatro linhas. Jogar no Estádio Azteca significa enfrentar altitude, desgaste físico e condições completamente diferentes do habitual europeu. E esse tipo de experiência será fundamental na próxima Copa do Mundo. O torneio, que será disputado em três países, exigirá adaptação constante das seleções. Não se trata apenas de futebol, mas de logística, recuperação física e capacidade de lidar com ambientes distintos. Portugal, nesse sentido, começa a construir sua preparação de forma estratégica. Cada amistoso carrega um objetivo maior. E esse empate, apesar de morno, cumpre uma função importante dentro desse planejamento.</p>



<p class="has-medium-font-size">A escolha por enfrentar México e Estados Unidos neste momento não é aleatória. Trata-se de uma tentativa clara de antecipar cenários que serão vividos no Mundial. Altas temperaturas, deslocamentos longos e o desgaste físico farão parte da rotina das seleções. Portugal, ao se expor a essas condições desde já, busca reduzir o impacto quando a competição começar. A ideia de estabelecer base no sul da Flórida, próximo a Miami, reforça esse planejamento. Ali, os jogadores poderão se ambientar ao calor e à umidade, fatores que podem influenciar diretamente no desempenho. Em torneios desse nível, detalhes fazem diferença. E a preparação fora das quatro linhas pode ser tão decisiva quanto qualquer ajuste tático. Roberto Martínez entende isso e trabalha para minimizar qualquer tipo de surpresa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro ponto relevante dentro desse processo é o cuidado com o aspecto mental dos jogadores. A temporada europeia é longa e desgastante, e chegar a uma Copa do Mundo em alto nível exige mais do que preparo físico. Por isso, a decisão de conceder dias de descanso após o fim da temporada se mostra essencial. Roberto Martínez pretende dar aos atletas um período de uma semana próximo das famílias antes da concentração definitiva. Essa estratégia busca preservar o equilíbrio emocional do grupo, evitando desgaste psicológico antes mesmo do início da competição. Em torneios curtos, onde a pressão é constante, a mente pode ser determinante. E Portugal tenta construir um ambiente confortável para seus jogadores. Um ambiente que permita foco total quando a bola rolar.</p>



<p class="has-medium-font-size">Dentro de campo, a seleção portuguesa possui um dos elencos mais qualificados tecnicamente do futebol mundial. O meio-campo, em especial, é o grande ponto forte da equipe. Jogadores como Vitinha e João Neves representam uma nova geração que alia intensidade, qualidade técnica e inteligência tática. Ambos foram peças fundamentais na conquista recente do Paris Saint-Germain na Champions League, mostrando maturidade em alto nível. Ao lado deles, nomes como Bruno Fernandes e Bernardo Silva oferecem criatividade e capacidade de decisão. Trata-se de um setor que combina juventude e experiência de forma equilibrada. E que, em teoria, deveria garantir controle de jogo em qualquer cenário.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116156" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134175321766992735-15-e1774969216706.jpg" alt="" class="wp-image-116156"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Contra o México, a seleção portuguesa obteve o quatro empate sem gols sob o comando de Roberto Martínez, já que placares similares ocorreram em 2024, diante de Eslovênia, França e Escócia. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Nas laterais, Portugal também apresenta profundidade e qualidade. Nuno Mendes, pela esquerda, é um dos laterais mais completos da atualidade, combinando força física, velocidade e capacidade ofensiva. Pela direita, João Cancelo e Diogo Dalot oferecem opções diferentes, mas igualmente eficazes. Cancelo, com sua versatilidade e qualidade técnica, e Dalot, com sua consistência defensiva e apoio ao ataque. Esse leque de opções permite variações táticas importantes ao longo das partidas. E dá a Martínez alternativas para adaptar a equipe conforme o adversário. Em um torneio como a Copa do Mundo, ter soluções diferentes é fundamental. E Portugal, nesse aspecto, está bem servido.</p>



<p class="has-medium-font-size">No setor ofensivo, as opções também são numerosas e de alto nível. Rafael Leão, Pedro Neto e Francisco Conceição representam velocidade, drible e capacidade de desequilíbrio. São jogadores capazes de quebrar linhas e criar situações de perigo em espaços reduzidos. Cada um com características distintas, mas todos com potencial para decidir jogos. Ainda assim, a presença de Cristiano Ronaldo altera completamente a dinâmica desse setor. Com ele, os pontas encontram referência na área, alguém que finaliza e ocupa buracos de forma inteligente. Sem ele, o jogo perde objetividade. E isso ficou evidente diante do México. Portugal tinha a bola, mas não tinha profundidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se há um setor que ainda levanta dúvidas, esse setor é a defesa. Rúben Dias é a principal referência, um líder técnico e emocional dentro da equipe. No entanto, as opções ao seu redor não apresentam o mesmo nível de segurança. Falta profundidade, falta consistência em algumas peças. Em Copas do Mundo, onde a solidez defensiva costuma ser determinante, essa é a principal fragilidade que os portugueses ainda buscam estabilidade.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Não houve golos no Azteca num jogo em Portugal apresentou domínio nos principais registos ofensivos, mas com um total de 3 remates enquadrados pelas 2 equipas nos 90 minutos <a href="https://t.co/KjP4WilRjF">pic.twitter.com/KjP4WilRjF</a></p>&mdash; Playmaker (@playmaker_PT) <a href="https://twitter.com/playmaker_PT/status/2038092335041462617?ref_src=twsrc%5Etfw">March 29, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O grupo de Portugal na próxima Copa do Mundo também apresenta desafios específicos. A equipe enfrentará adversários como Colômbia, além de confrontos frente Jamaica ou Congo, além do Uzbequistão. Cada jogo em um contexto diferente, com condições climáticas distintas. Miami, por exemplo (Colômbia), exigirá adaptação à umidade intensa, enquanto Houston (demais partidas da fase de grupos) oferece ambiente controlado em estádio coberto. Essa variação exige preparação detalhada. E reforça a importância dos amistosos atuais. Cada experiência conta. Cada jogo é um passo dentro de um processo maior.</p>



<p class="has-medium-font-size">A gestão de Roberto Martínez, até aqui, mostra uma preocupação clara com todos esses aspectos. Não se trata apenas de montar um time competitivo, mas de criar um ambiente propício para o sucesso. A logística, o planejamento e o cuidado com os jogadores fazem parte de uma estratégia mais ampla. Martínez sabe que tem um elenco talentoso nas mãos. Mas também sabe que talento, por si só, não garante títulos. É preciso organização, preparação e equilíbrio. E Portugal parece caminhar nessa direção.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, a questão que permanece é a dependência de Cristiano Ronaldo. Diferentemente do Mundial anterior, quando Fernando Santos optou por deixá-lo no banco em determinados momentos, Roberto Martínez já deixou claro seu posicionamento. Cristiano terá papel central na equipe. Sua experiência, sua liderança e sua capacidade de decisão são vistas como indispensáveis. E o amistoso contra o México apenas reforçou essa percepção. Portugal é uma seleção forte, talentosa, organizada. Mas, sem seu maior nome, ainda perde parte de sua identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">No fim das contas, o empate no Azteca não entra para a história como um resultado relevante. Mas serve como alerta. Portugal tem elenco, tem estrutura e tem um projeto sólido. Mas ainda gira em torno de um jogador que desafia o tempo e redefine limites. Cristiano Ronaldo segue sendo o eixo de uma seleção que busca, mais uma vez, o protagonismo mundial. E, enquanto isso for verdade, sua ausência continuará sendo sentida — não apenas no placar, mas na alma do jogo.</p>
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		<title>Liderado por Dick Advocaat, Curaçao alcançou o suprassumo do futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 17:55:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[América]]></category>
		<category><![CDATA[Concacaf]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Curaçao]]></category>
		<category><![CDATA[Dick Advocaat]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[SoccerBlog]]></category>
		<category><![CDATA[The Blue Wave]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 18 de novembro se tornou um marco na história de Curaçao, pequena ilha caribenha composta por cerca de 156 mil habitantes, que ao empatar com a Jamaica, em Kingston, carimbou o passaporte rumo à sua primeira Copa do Mundo. Contudo, é importante salientar que a caminhada de Curaçao nas Eliminatórias teve início em [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O dia 18 de novembro se tornou um marco na história de Curaçao, pequena ilha caribenha composta por cerca de 156 mil habitantes, que ao empatar com a Jamaica, em Kingston, carimbou o passaporte rumo à sua primeira Copa do Mundo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, é importante salientar que a caminhada de Curaçao nas Eliminatórias teve início em junho do ano passado, quando os comandados de Dick Advocaat golearam Barbados por 4 a 1 na primeira dentre as sete vitórias e três empates obtidos ao longo do qualificatório, o que significa que a vaga na Copa de 2026 veio através de uma campanha invicta nas Eliminatórias, representada também pelo montante de 28 gols marcados e apenas cinco sofridos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, Curaçao adentrou a última rodadas das Eliminatórias precisando de um empate contra a Jamaica que, separada a apenas um ponto devido a segunda melhor campanha do grupo, necessitava de uma simples vitória para garantir a classificação. Diante do exposto, como essa verdadeira decisão teve como palco o Estádio Nacional, em Kingston, o favoritismo ficou todo do lado dos jamaicanos, motivados pelo &#8220;mar amarelo&#8221; de 35 mil torcedores em torno das quatro linhas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda que outro enorme obstáculo encarado por Curaçao na capital jamaicana foi lidar com a ausência de Dick Advocaat, que em virtude de um problema de saúde vivido pela esposa precisou retornar à Holanda no último sábado (15). Em outras palavras, a <em>Onda Azul</em> não contava com o principal responsável pelo sucesso nas Eliminatórias à beira do campo, onde o auxiliar-técnico, Dean Gorre, coordenou os curaçauenses.</p>



<p class="has-medium-font-size">Para quem não sabe, o experiente Dick Advocaat já dirigiu 14 clubes e oito seleções ao longo da carreira. A propósito, o treinador de 78 anos de idade disputará a Copa do Mundo pela terceira vez, após comandar a Coreia do Sul no Mundial de 2006, e a Holanda na edição de 1994, nos Estados Unidos, país ao qual retornará em 2026 à frente de Curaçao. Soma-se a isso, a participação da Rússia na Euro 2012, também sob a liderança do técnico holandês.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="380" data-id="113271" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/CatSerial-1-e1763560308755.jpg" alt="" class="wp-image-113271"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Com a classificação de Curaçao ao Mundial de 2026, Dick Advocaat se tornará o treinador mais velho a disputar uma Copa do Mundo no auge dos 78 anos de idade.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, a ligação de Curaçao com a Holanda não diz respeito somente ao técnico Dick Advocaat, mas também aos jogadores. Para se ter uma ideia, dos 24 jogadores convocados nessa última Data Fifa, nada menos que 23 são holandeses de nascimento, porém com alguma ascendência no país do Caribe (pais ou avós), o que retrata que a seleção curaçauense soube usar bem os laços junto aos europeus para se fortalecer.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, esse vínculo deve-se ao fato de que durante os anos de 1954 e 2010, Curaçao fez parte das Antilhas Holandesas, do mesmo modo que Aruba, Bonaire, Santo Eustáquio e São Martinho. Todavia, ao fim deste período o país se separou do restante, ainda que como uma ilha constituinte ao Reino dos Países Baixos, razão pela qual cidadãos curaçauenses recebem passaportes holandeses. À vista disso, sem chances de defender as cores da <em>Laranja Mecânica</em> em função do maior nível técnico, muitos atletas nascidos na Holanda optaram por vestir a camisa da <em>Onda Azul</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, outro detalhe curioso é que Dick Advocaat não era a escolha ideal da Federação de Futebol de Curaçao (FFK), tendo em vista que o nome predileto da entidade era o de Bert van Marwijk, pois o treinador da Holanda na fase final da Copa do Mundo de 2010, eliminada diante da Espanha nas semifinais, havia treinado diversos jogadores curaçauenses nas categorias de base da seleção holandesa. Mas tanto ele, como a segunda alternativa, Louis van Gaal, rejeitaram os convites que lhes foram oferecidos. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">An island dream! Curaçao qualify for their first-ever <a href="https://twitter.com/hashtag/FIFAWorldCup?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#FIFAWorldCup</a>. 🇨🇼🤩<a href="https://twitter.com/hashtag/WeAre26?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#WeAre26</a> <a href="https://t.co/QXsBTbNjzh">pic.twitter.com/QXsBTbNjzh</a></p>&mdash; FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) <a href="https://twitter.com/FIFAWorldCup/status/1990980346255642965?ref_src=twsrc%5Etfw">November 19, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Sabendo disso, foi Dick Advocaat quem entrou em contato através de um telefonema com o presidente da FFK, Gilbert Martina, para informar que estava disponível para assumir o cargo. Como resultado, coube ao novo treinador de Curaçao descobrir quais jogadores holandeses tinham origens curaçauenses para definir a montagem do plantel, lembrando que somente Tahith Chong dentre a mais recente lista de convocados, formado no Manchester United, nasceu no país do Caribe.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, o jogador mais renomado de Curaçao é Leandro Bacuna, ex-meio-campista do Aston Villa, que contabiliza o maior número de jogos pela seleção com 68 aparições. Além dele, o seu irmão Juninho é outro destaque curaçauense. Atualmente no Gaziantep, da Turquia, o camisa 7 já atuou por Huddersfield Town, Rangers e Birmingham desde que iniciou a carreira há uma década no Groningen. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Curaçao faz história e é o país mais pequeno de sempre a apurar-se para o Mundial! 🇨🇼 <a href="https://t.co/RgMFC3Mm02">pic.twitter.com/RgMFC3Mm02</a></p>&mdash; B24 (@B24PT) <a href="https://twitter.com/B24PT/status/1990979446996602921?ref_src=twsrc%5Etfw">November 19, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, fica evidente porque nem mesmo a atmosfera do Estádio Nacional da Jamaica foi capaz de intimidar os curaçauenses no jogo mais emblemático de todos os tempos da seleção de Curaçao, tanto é que eles retornaram de Kingston com a inédita classificação à Copa do Mundo na bagagem, que inclusive já os coloca como o menor país em termos de extensão territorial e população a figurar num Mundial, superando a Islândia, em 2018, com 350 mil habitantes.</p>



<p class="has-medium-font-size">É bem verdade que a vaga foi assegurada na base do drama, a exemplo do empate sem gols depois de três bolas na trave da Jamaica ao longo dos noventa minutos, além de um pênalti marcado pelo árbitro a favor dos anfitriões, mas desmarcado em seguida pelo VAR. Seja como for, o principal objetivo de Curaçao era evitar a derrota e o ponto conquistado na capital jamaicana colocou a <em>Onda Azul</em> no, até então, inimaginável suprassumo do futebol. </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, daqui a 204 dias essa maravilhosa história continuará sendo escrita por Dick Advocaat e companhia limitada, porém através de um novo capítulo nos gramados norte-americanos, mexicanos e canadenses!   </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/11/19/liderado-por-dick-advocaat-curacao-alcancou-o-suprassumo-do-futebol/">Liderado por Dick Advocaat, Curaçao alcançou o suprassumo do futebol</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>180 minutos separam a Itália da Copa do Mundo de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 16:40:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Gennaro Gattuso]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Italiana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 24 de junho de 2014 pode ser considerado um verdadeiro marco na história do futebol italiano, afinal trata-se da data da última aparição da Itália numa Copa do Mundo, em que a Azzurra se despediu de forma precoce na fase de grupos da edição realizada no Brasil, devido a derrota por 1 a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O dia 24 de junho de 2014 pode ser considerado um verdadeiro marco na história do futebol italiano, afinal trata-se da data da última aparição da Itália numa Copa do Mundo, em que a <em>Azzurra</em> se despediu de forma precoce na fase de grupos da edição realizada no Brasil, devido a derrota por 1 a 0 frente o Uruguai na Arena das Dunas .</p>



<p class="has-medium-font-size">De lá pra cá, foram duas duríssimas quedas diante de Suécia e Macedônia do Norte, respectivamente, nos playoffs das duas Eliminatórias passadas, que impediram com que a Itália participasse das Copas de 2018 e 2022. Até aí nenhuma novidade, mas a grande surpresa é que aquele fatídico 24 de junho de 2014 parece se eternizar na memória dos torcedores italianos, tendo em vista que o fantasma da repescagem voltou a assombrá-los pela terceira vez consecutiva.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, embora situada num grupo considerado acessível antes do início das Eliminatórias ao lado de Noruega, Israel, Estônia e Moldávia, <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/11/17/noruegueses-carimbam-o-passaporte-rumo-ao-mundial-de-2026/">a Itália não imaginava que Erling Haaland, Martin Odegaard e companhia despontariam através de uma campanha de 100% de aproveitamento no torneio.</a> E olha que o alerta já foi sinalizado pelos escandinavos logo na partida de estreia contra a própria seleção italiana, derrotada por 3 a 0 em Oslo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, por mais que a Itália tenha vencido os seis demais jogos até o reencontro com os noruegueses, a realidade é que os tetracampeões mundiais adentraram a última rodada das Eliminatórias tendo a missão quase impossível de vencê-los por 9 gols de diferença em Milão. A propósito, no final das contas uma goleada que até aconteceu, porém por parte da Noruega ao bater os comandados de Gennaro Gattuso por 4 a 1 em pleno San Siro. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="396" data-id="113187" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-13-e1763471905681.jpg" alt="" class="wp-image-113187"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A Itália estreou e deu adeus a fase de grupos das Eliminatórias perdendo da Noruega. De resto, foram seis vitórias nos outros seis compromissos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o trauma dos italianos em Eliminatórias é tamanho que o revés por 3 a 0 para a Noruega logo na rodada inicial rendeu a demissão do técnico Luciano Spalletti após menos de dois anos, ou míseros 23 jogos no cargo,&nbsp;lembrando que mesmo sabendo da saída ele ainda chegou a dirigir a <em>Azzurra</em> na partida seguinte contra a Moldávia, dando adeus registrando 11 vitórias, seis empates, seis derrotas, e uma decepcionante campanha na Eurocopa de 2024. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, os seis jogos restantes das Eliminatórias foram disputados pela Itália sob a liderança de Gennaro Gattuso, que embora não fosse o plano A acabou sendo o nome que sobrou na mesa juntamente com Daniele De Rossi para suceder Luciano Spalletti, depois da negativa por parte de Claudio Ranieri. Em outras palavras, uma situação que retrata a total desorganização da FIGC (Federação Italiana de Futebol) ao promover a demissão de um técnico sem nem ao menos ter uma segunda alternativa como opção da próxima escolha.</p>



<p class="has-medium-font-size"> A explicação para essa aposta era resgatar o espírito da seleção tetracampeã mundial em 2006 por intermédio do seu perfil enérgico, intenso e de extrema paixão de Gennaro Gattuso, da mesma maneira que ocorria em relação ao principal concorrente pela vaga Daniele De Rossi, atualmente no Genoa. Seja como for, os motivos só poderiam ser os apontados, visto que o técnico de 47 anos de idade acumulou trabalhou de razoáveis a ruins em suas passagens por Milan, Napoli, Valencia, Olympique de Marselha e Hadjuk Split.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, ainda que seja injusto apontar o treinador como o grande responsável pelos problemas que já assolam a Itália há quase uma década, é inegável que a seleção italiana não apresentou nenhuma evolução com Gennaro Gattuso, apesar das cinco vitórias conquistadas nos cinco primeiros jogos desde a sua chegada, que o transformaram no terceiro treinador da história da <em>Azurra</em> a alcançar tal feito, depois de Edmondo Fabbri (1962 e 1963) e Azeglio Vicini (1986 e 1987). </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="390" data-id="113264" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-15-e1763485030288.jpg" alt="" class="wp-image-113264"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Seis vitórias, duas derrotas, 21 gols marcados, 12 tentos sofridos e 75% de aproveitamento, definem em números, a caminhada da Itália nas Eliminatórias da Copa de 2026. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, será com Gennaro Gattuso à beira do campo que a Itália terá a última oportunidade para superar o drama dos playoffs, o que significa que o momento é de analisar os prós e contras da seleção, como por exemplo, achar uma grande liderança dentro das quatro linhas, uma condição rara no futebol italiano onde Luka Modric segura as rédeas no Milan, Lautaro Martínez e Hakan Çalhanoglu na Inter de Milão, enquanto Romelu Lukaku rege com maestria a orquestra do Napoli, vide a crise vivida sem o camisa 9. </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, trata-se de uma circunstância mais atual considerando que a Itália sempre teve emblemáticos líderes em campo, indo desde Gianluigi Buffon a Fabio Cannavaro a Gennaro Gattuso, ou desde Alessandro Del Piero a Francesco Totti a Andrea Pirlo, e isso levando em conta somente este período recente, ao qual podemos incluir também a Euro 2020, ganha pelos próprios italianos com Giorgio Chiellini, Leonardo Bonucci e Jorginho assumindo o peso da responsabilidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, cabe a Gennaro Gattuso desenvolver essa virtude que já nasce com o atleta, sobretudo porque Sandro Tonali e Nicolò Barella apresentam esse tipo de perfil. Ademais, o que a Itália mais necessita é quebrar alguns paradigmas, dentre os principais, o conceito tático em que driblar é praticamente um crime mediante a adoração pela aplicação defensiva, pelo posicionamento, e pela circulação de bola com, no máximo, dois toques.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, é claro que essa drástica mudança na filosofia de jogo já deveria ter sido planejada há pelo menos quatro anos, e não às vesperas dos playoffs das Eliminatórias com um treinador que não tem o mínimo potencial para promovê-la. Por essa razão, o ideal é Gennaro Gattuso depositar todas as fichas no desenvolvimento de uma liderança e, em especial, no traballho do lado mental dos jogadores, certamente, abalados pelas últimas duas campanhas no qualificatório. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vice-colocada do grupo I das Eliminatórias, a Itália é uma das 16 seleções que disputará a repescagem, porém será uma das quatro cabeças de chave dos playoffs. Assim, a <em>Azzurra</em> enfrentará um oponente do quarto pote na semifinal, em 26 de março, e caso avance o vencedor do duelo entre as seleções do segundo e terceiro potes na decisão, em 31 de março, quando saberemos ao certo se os italianos marcarão um &#8220;hat-trick&#8221; de ausência em Copas, ou estarão de volta após doze longos anos.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ver!</p>
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		<title>Noruegueses carimbam o passaporte rumo ao Mundial de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 17:39:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Landslaget]]></category>
		<category><![CDATA[Noruega]]></category>
		<category><![CDATA[SoccerBlog]]></category>
		<category><![CDATA[Stäle Solbakken]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após longos 28 anos de espera, a Noruega, enfim, está de volta à Copa do Mundo. Inclusive, por intermédio de um retorno digno de aplausos mediante aos 100% de aproveitamento nas Eliminatórias, com direito a uma goleada por 4 a 1 sobre a Itália na última rodada, em pleno San Siro. A propósito, este extenso [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Após longos 28 anos de espera, a Noruega, enfim, está de volta à Copa do Mundo. Inclusive, por intermédio de um retorno digno de aplausos mediante aos 100% de aproveitamento nas Eliminatórias, com direito a uma goleada por 4 a 1 sobre a Itália na última rodada, em pleno San Siro.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, este extenso período de ausência retrata claramente que pelo menos duas gerações de torcedores da Noruega jamais sentiram a emoção de acompanhá-la em ação numa Copa do Mundo, algo que também abrange a Eurocopa, tendo em vista que a última e única participação dos noruegueses no torneio continental deu-se há exatos 25 anos, quando eles caíram na fase de grupos da Euro 2000. </p>



<p class="has-medium-font-size">E levando em consideração que a mais recente aparição da Noruega em Mundiais ocorreu em 1998, nota-se porque aquela seleção norueguesa foi sempre considerada a melhor de todos os tempos, lembrando que nomes como Henning Berg, Oyvind Leonhardsen, Ole Gunnar Solskjaer e Tore André Flo integravam a <em>Landslaget</em> que, por incrível que pareça, derrotou o Brasil por 2 a 1, de virada em Marselha, na 3ª rodada do estágio inicial da Copa do Mundo da França, alcançando assim o maior feito de sua história sob o comando do lendário Egil Olsen.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que outra emblemática figura que defendeu as cores da seleção eliminada pela Itália pelo placar mínimo nas oitavas-de-final da Copa de 1998 foi o ex-meio-campista Stale Solbakken, nada menos que o atual comandante da Noruega. Após passagens por HamKam, Copenhague, Colônia e Wolverhampton, o técnico de 57 anos de idade assumiu o comando norueguês em março de 2021. Desde então, foram 52 partidas compostas por 31 vitórias, 10 empates, 11 derrotas, 120 gols marcados e outros 52 sofridos.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="113112" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Four-1-e1763387102250.jpg" alt="" class="wp-image-113112"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Stale Solbakken é o segundo treinador com mais jogos no comando da Noruega (52), estando somente atrás de Egil Olsen (125). Todavia, ele é o líder em taxa de vitórias com um alto índice de 59,6%.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, juntando a vasta experiência de ter vivenciado a fase mais áurea da seleção norueguesa dentro de campo, Stale Solbakken vem passando, fora das quatro linhas, todo o seu conhecimento à atual que tem tudo para superar aquela do final do século passado, a exemplo da exímia campanha dos escandivanos nas Eliminatórias, marcada pelo montante de 37 gols assinalados e apenas cinco sofridos no decorrer das oito vitórias conquistadas nos oito jogos disputados no qualificatório.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, o único jogo das Eliminatórias que os pupilos de Stale Solbakken não balançaram as redes o mínimo de três vezes ocorreu no triunfo sobre a Estônia, por 1 a 0, em Tallinn. Não à toa, eles adentraram a rodada final podendo perder da Itália por até 8 gols de diferença no San Siro, em virtude do elevadíssimo saldo construído na competição. Ainda assim, a Noruega carimbou a vaga na Copa do Mundo da maneira que lhe é mais peculiar: goleando os tetracampeões mundiais por 4 a 1.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que os noruegueses saíram em desvantagem no placar, e foram ao intervalo perdendo por 1 a 0. Em contrapartida, o gol de Antonio Nusa, aos 18 minutos da etapa final, literalmente abriu a porteira da Noruega, a julgar pelos dois tentos seguintes do artilheiro Erling Halland, além do último marcado por Strand Larsen, já nos acréscimos. Logo, o troco da duríssima queda nas oitavas-de-final da Copa de 1998 sobre a Itália, veio 27 anos depois, e com requintes de crueldade.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Seleções com mais gols marcados em 2025:<br><br>39 &#8211; 🇳🇴 Noruega<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>31 &#8211; 🇪🇸 Espanha<br>30 &#8211; 🇲🇦 Marrocos<br>29 &#8211; 🇵🇹 Portugal<br>28 &#8211; 🇳🇱 Holanda <a href="https://t.co/vpGOT2rg4H">pic.twitter.com/vpGOT2rg4H</a></p>&mdash; Sofascore Brasil (@SofascoreBR) <a href="https://twitter.com/SofascoreBR/status/1990179239484965337?ref_src=twsrc%5Etfw">November 16, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, os 39 gols da Noruega em 2025 resultam numa incrível média de 2,9 por jogo. Com 16 marcados somente nas Eliminatórias, Erling Haaland registra, sozinho, o mesmo número da França e soma mais do que outras 42 seleções, incluindo Alemanha (10), Dinamarca (14), Suiça (13) e Polônia (11), por exemplo. Pois é, e tudo isso sem que os noruegueses contassem com a presença do cerebral, Martin Odegaard, em três dos oitos compromissos no torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, isso sinaliza o quão qualificado é o conjunto norueguês, que embora tenha o privilégio de contar com um dos melhores atacantes do mundo na atualidade, se destaca pela força coletiva. Para se ter uma ideia, além do camisa 9, sete outros atletas da Noruega disputam a Premier League. Tratam-se de Martin Odegaard (Arsenal), Sander Berge (Fulham), Kristoffer Ajer (Brentford), Jorgen Strand Larsen (Wolves) e Oscar Bobb (Manchester City).</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, outros despontam em outras grandes ligas europeias, tais como o habilidoso ponta do RB Leipzig, Antonio Nusa, e o ótimo lateral-direito do Borussia Dortmund, Julian Ryerson, ambos na Bundesliga, o seguro zagueiro do Bologna, Torbjorn Heggem, na Serie A, e o goleador Alexander Sorloth, atualmente jogando a LaLiga, onde veste a camisa do Atlético de Madrid. Isso explica porque o treinador de Israel, Ran Ben Shimon, goleado pelos noruegueses no mês passado, afirmou que apenas a Espanha é capaz de rivalizar com a Noruega no momento. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">¡Noruega regresa a la <a href="https://twitter.com/hashtag/CopaMundialFIFA?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CopaMundialFIFA</a> luego de 28 años! 🇳🇴🔙<a href="https://twitter.com/hashtag/Somos26?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Somos26</a> <a href="https://t.co/TJriQGYUY4">pic.twitter.com/TJriQGYUY4</a></p>&mdash; Copa Mundial FIFA 🏆 (@fifaworldcup_es) <a href="https://twitter.com/fifaworldcup_es/status/1990173362514252242?ref_src=twsrc%5Etfw">November 16, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda que demasiadamente exagerada, a declaração do técnico Ran Ben Shimon traduz porque essa Noruega, de Stale Solbakken, pode realmente quebrar todos os paradigmas. Soma-se a isso, o fato de que as decepcionantes campanhas nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022 e da Eurocopa de 2024, serviram para o aprendizado e a evolução deste grupo repleto de jovens jogadores, cuja média de idade é de somente 25,8 anos, o que significa que o futuro se mostra pra lá de promissor a curto, medio e longo prazos à seleção norueguesa. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a realidade é que a reunião desta série de novatos talentosos, aliada tanto ao eficaz trabalho desenvolvido pela NFF (Federação Norueguesa de Futebol) nas categorias de base, quanto ao perfil audacioso de Stale Solbakken, foram os pontos determinantes para o notável sucesso da Noruega que, como resultado, aderiu a uma identidade ofensiva e dinâmica, fugindo totalmente da marcante característica de ter seleções físicas, conservadoras e pragmáticas. </p>



<p class="has-medium-font-size">Por essas e outras, ao contrário das três participações anteriores, desta vez a Noruega jogará uma Copa do Mundo com plenas condições de competir, visto que a geração de Erling Haaland, Martin Odegaard e companhia, definitivamente, extinguiu o status de mera coadjuvante.        </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>Cabo Verde, a seleção que transformou esperança em história</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Oct 2025 20:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Bubista]]></category>
		<category><![CDATA[Cabo Verde]]></category>
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		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Tubarões Azuis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A seleção mais simpática da Copa do Mundo de 2026. Assim podemos definir Cabo Verde, e não apenas pelo país integrar a comunidade lusófona, algo que sempre nos une aos demais que também falam o idioma português, mas principalmente por vermos a alegria de uma nação tão pequena e sofrida realizar o sonho de disputar [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/10/15/cabo-verde-a-selecao-que-transformou-esperanca-em-historia/">Cabo Verde, a seleção que transformou esperança em história</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">A seleção mais simpática da Copa do Mundo de 2026. Assim podemos definir Cabo Verde, e não apenas pelo país integrar a comunidade lusófona, algo que sempre nos une aos demais que também falam o idioma português, mas principalmente por vermos a alegria de uma nação tão pequena e sofrida realizar o sonho de disputar um Mundial.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, uma condição tão natural ao Brasil — que não valoriza esse tipo de façanha porque a cada quatro anos para na frente da televisão para torcer em Copas do Mundo — se trata de um feito inédito na história de Cabo Verde, país de 525 mil habitantes, composto por dez ilhas, e apenas 4.033 km², cuja independência de Portugal deu-se em 1975. Não à toa, o conjunto de arquipélagos localizado na costa noroeste da África é a segunda nação menos populosa a se classificar ao maior evento esportivo do planeta — estando somente atrás da Islândia —, e a menor em termos de dimensão.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, uma classificação considerada quase impossível antes da bola rolar nas Eliminatórias, sobretudo porque os <em>Tubarões Azuis</em> estavam situados no mesmo grupo que Camarões — que participou de 8 dos últimos 11 Mundiais —, tendo ainda a Angola despontando como a segunda força da chave. E o empate sem gols diante dos angolanos em plena Cidade da Praia logo no jogo de estreia, somado a goleada por 4 a 1 sofrida frente os camaroneses na 3ª rodada, tornaram o caminho de Cabo Verde rumo à Copa do Mundo bastante complicado.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-15 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="112159" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/test-e1760538765279.jpg" alt="" class="wp-image-112159"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Além de Cabo Verde, as demais seleções africanas que estarão na Copa de 2026, são: Marrocos; Egito; Gana; Tunísia; Argélia; África do Sul; Senegal; e Costa do Marfim. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a incrível sequência de seis vitórias e um empate nos sete demais compromissos das Eliminatórias, que abrangem os triunfos sobre Camarões (1&#215;0) e Angola (2&#215;1) válidos pelo returno do qualificatório, foi suficiente para os cabo-verdianos carimbarem o passaporte para a disputa da primeira Copa do Mundo do país. Portanto, uma classificação histórica marcada pelo contundente 3 a 0 sobre Essuatíni no estádio Nacional, completamente tomado por 15 mil torcedores.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, a ansiedade tomou conta tanto dos jogadores quanto da torcida no primeiro tempo, que terminou empatado com o zero no placar. Entretanto, o tento de Dailon Livramento, aos 3 minutos da etapa final, acalmou os ânimos no estádio Nacional, tanto é que Willy Semedo aumentou a contagem pouco tempo depois, e o zagueiro Stopira, ídolo dos cabo-verdianos que retornou à seleção depois de se aposentar internacionalmente, completou a vitória por 3 a 0, no auge dos 37 anos de idade — sim, ele mais do que ninguém merecia isso!</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">🚨🇨🇻 O último ano de Stopira:<br><br>5 de Junho de 2024<br>▪️ Retira-se da Seleção de Cabo-Verde.<br><br>2 de Setembro de 2025:<br>▪️ Regressa à Seleção para colmatar várias ausências devido a lesão.<br><br>13 de Outubro de 2025:<br>✅ Faz o último golo de Cabo-Verde na qualificação para o Campeonato do… <a href="https://t.co/q2MWufKxVb">pic.twitter.com/q2MWufKxVb</a></p>&mdash; Diário de Transferências (@DTransferencias) <a href="https://twitter.com/DTransferencias/status/1977798266768019797?ref_src=twsrc%5Etfw">October 13, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, o bom trabalho desenvolvido pela federação de futebol de Cabo Verde ao aproveitar a migração generalizada das ilhas durante as décadas de 1960 e 1970, quando o país ainda era colonizado, enfim, surtiu o efeito esperado, levando em consideração que metade dos jogadores titulares que enfrentaram a seleção de Essuatíni nasceram no exterior, sendo que 19 dos 25 convocados na última lista são naturalizados cabo-verdianos, chamados de “filhos da diáspora”.</p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, dentre os atletas que iniciaram a vitória sobre Essuatíni, o zagueiro Roberto Lopes é irlandês, o lateral Steven Moreira é francês, o meia Willy Semedo também nasceu na França, e os atacantes Jamiro Monteiro e Dailon Livramento, são de Roterdã, na Holanda, cidade natal também dos irmãos Deroy e Laros Duarte, além do ponta-esquerda Garry Rodrigues.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que todos os 25 atletas selecionados pelo treinador Bubista na última Data Fifa atuam em clubes diferentes. Além disso, 15 jogam em países distintos, tais como Estados Unidos, Chipre, Israel, Irlanda e até Azerbaijão. Inclusive, o zagueiro João Paulo defende as cores do Sheriff Tiraspol, que embora faça parte da Moldávia, está sediado na Transnístria, um estado autônomo declarado que não é reconhecido oficialmente por ninguém. Isso explica porque Cabo Verde é apontada como a seleção mais internacional do mundo, com nenhum dos seus jogadores representando uma equipe local.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">🇨🇻 Cabo Verde nas fases de qualificação para o Mundial:<br>2002: Pré-eliminatória<br>2006: 5.º lugar no grupo<br>2010: 2.º lugar na 1.ª fase grupos<br>2014: 2.º lugar na fase de grupos<br>2018: 3.º lugar na fase de grupos<br>2022: 2.º lugar na fase de grupos<br>2026: Qualificado <br><br>⚠ A seleção 🇨🇻… <a href="https://t.co/sohMvNfXdW">pic.twitter.com/sohMvNfXdW</a></p>&mdash; Playmaker (@playmaker_PT) <a href="https://twitter.com/playmaker_PT/status/1978025019440595403?ref_src=twsrc%5Etfw">October 14, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">De acordo com o diretor de futebol da Federação Cabo-Verdiana, Rui Costa, a evolução da seleção sub-17 também é oriunda deste processo de recrutamento de descendentes espalhados mundo afora, o que significa que os <em>Tubarões Azuis</em> já trabalham visando o longo prazo. Por sinal, a ida de Cabo Verde à Copa do Mundo, certamente, despertará o interesse de outros jogadores em vestirem a camisa da seleção que ocupa a 70ª posição no ranking da Fifa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, o fato de estar entre as 48 seleções que disputarão o Mundial de 2026 renderá a subida dos cabo-verdianos na futura atualização do ranking da Fifa, lembrando que eles iniciaram o século XXI situados no 182º lugar, o que demonstra o progresso de Cabo Verde, quadrifinalistas da Copa Africana de Nações de 2023. À vista disso, é surpreentende vê-lo de fora da próxima edição do torneio continental que acontecerá ainda este ano no Marrocos, depois da péssima campanha nas Eliminatórias.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, outro grande responsável pelo êxito dos cabo-verdianos responde pelo nome de Pedro Leitão Brito, popularmente conhecido como Bubista, treinador que assumiu o comando da seleção de Cabo Verde em 2020, ou há exatos 2.086 dias. Sob o comando do técnico mais longevo e detentor do maior número de partidas no cargo, os <em>Tubarões Azuis</em> contabilizam o montante de 29 vitórias, 14 empates, 16 derrotas, 75 gols marcados e 54 sofridos, em 59 jogos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, por mais que Bubista não tenha conquistado nenhum título à frente de Cabo Verde, o simbólico ato de torná-lo o 14º africano a figurar numa Copa do Mundo vale tanto quanto qualquer volta olímpica, a exemplo da festa feita pelos cabo-verdianos por todo o país após a classificação que pode até virar documentário da Netflix. A propósito, uma celebração merecidíssima ao povo que, em meados de agosto, sofria com as devastadoras inundações que causaram enormes danos e algumas mortes na Ilha de São Vicente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do exposto, fica evidente porque a caçula da Copa do Mundo de 2026 já nos emociona antes mesmo do hino cabo-verdiano tocar nos estádios de Estados Unidos, Canadá e México.</p>
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		<title>A virada sofrida em Tóquio calou o insuportável oba-oba da mídia tupiniquim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 17:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Carlo Ancelotti]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o encerramento das Eliminatórias da Copa de 2026, o Brasil adentrou a penúltima Data Fifa do ano tendo pela frente amistosos contra Coreia do Sul e Japão, celebrados pelo fato dos pentacampeões mundiais enfrentarem a diferente escola asiática, algo bastante raro em meio ao calendário cada vez mais recheado até no que diz respeito [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Com o encerramento das Eliminatórias da Copa de 2026, o Brasil adentrou a penúltima Data Fifa do ano tendo pela frente amistosos contra Coreia do Sul e Japão, celebrados pelo fato dos pentacampeões mundiais enfrentarem a diferente escola asiática, algo bastante raro em meio ao calendário cada vez mais recheado até no que diz respeito ao futebol de seleções.</p>



<p class="has-medium-font-size">E com um ciclo inteiramente arruínado, que teve início com Ramon Menezes, passou por Fernando Diniz, Dorival Júnior, e terminou as Eliminátorias com Carlo Ancelotti, a Seleção Brasileira desembarcou na Ásia tendo como principal objetivo realizar os últimos testes a fim de recuperar todo o tempo perdido, lembrando que a 5ª colocação no torneio qualificatório foi a pior do Brasil desde que o mesmo começou a ser disputado no atual formato. Aliás, uma posição que, há quatro anos, seria suficiente apenas para classificá-lo à repescagem, visto que até 2022 apenas quatro sul-americanos avançavam diretamente à Copa do Mundo.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, mesmo diante deste cenário uma grande parcela da mídia tupiniquim trouxe à tona a tradicional euforia verde e amarelo, que ganhou força depois que Carlo Ancelotti assumiu o comando da Seleção Brasileira, afinal trata-se de um dos melhores treinadores da atualidade, e foi abatecida após a goleada do Brasil por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul. A propósito, o que sempre me irritou em relação a Seleção Brasileira é o enorme oba-oba criado pela imprensa, seja em função de um resultado contundente ou uma boa apresentação, seja em virtude de uma classificação em jogos eliminatórios. Na maioria das vezes, essa onda exagerada de entusiamo contagia os jornalistas às vésperas de uma Copa do Mundo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, é claro que existiram méritos na vitória sobre a Coreia do Sul, especialmente levando em conta a ótima movimentação do quarteto ofensivo composto por Viniícius Júnior, Rodrygo, Estêvão e Matheus Cunha, o dinamismo dos volantes Casemiro e Bruno Guimarães, além da solidez dos zagueiros Éder Militão e Gabriel Magalhães. Por outro lado, beira o ridículo apontar o Brasil favorito ao hexa por conta deste 5 a 0, acima de tudo considerando o baixo nível técnico dos sul-coreanos, e os pouco mais de 50% de aproveitamento dos <em>Canarinhos</em> ao longo deste ciclo rumo ao Mundial de 2026.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-16 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="407" data-id="112084" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/jhkjjkhhjf-3-e1760450833716.jpg" alt="" class="wp-image-112084"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O ciclo do Brasil desde a última Copa do Mundo é constituído por 13 vitórias, 9 empates, 9 derrotas, 51 gols marcados e 35 sofridos, em 31 jogos disputados de 2023 até aqui.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, ainda que exista todo o lado comercial em jogo para atrair a audiência do público nas partidas da Seleção Brasileira, muitos jornalistas brasileiros são realmente patéticos a ponto da passional &#8220;síndrome do patriotismo&#8221; se sobressair ao racional, sendo esta uma condição que desmorona na mesma proporção que chega ao ápice depois de uma derrota, a exemplo do que ocorreu quatro dias depois da vitória em Seul, com a queda do Brasil por 3 a 2 diante do Japão.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar de abrir uma confortável vantagem de 2 a 0 no primeiro tempo, com gols do estreante Paulo Henrique e outro do atacante Gabriel Martinelli, os comandados de Carlo Ancelotti sucumbiram na etapa final ao sofrerem três gols num curto espaço de 19 minutos. Consequentemente, o Brasil foi derrotado pelo Japão pela primeira vez em todos os tempos, tendo em vista que os brasileiros colecionavam 11 vitórias e 2 empates nos 13 duelos contra os japoneses até então.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Carlo Ancelotti promoveu diversas mudanças na equipe do Brasil, sobretudo na defesa absolutamente modificada com as entradas de Hugo Souza, Paulo Henrique, Fabrício Bruno, Beraldo e Carlos Augusto, nos lugares de Bento, Vitinho, Éder Militão, Gabriel Magalhães e Douglas Santos. E no final das contas, tanto o goleiro do Corinthians, quanto o zagueiro do Cruzeiro, deixaram a impressão de que jogaram fora a chance de integrar o elenco brasileiro na Copa de 2026, em razão das falhas cometidas no Ajinomoto Stadium.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, a abrupta queda de rendimento da Seleção Brasileira após o erro de Fabrício Bruno, resultante no primeiro gol do Japão, chamou bastante a atenção porque o Brasil apagou em campo, se mostrando extremamente frágil na parte mental até o final do jogo. De qualquer maneira, como bem disse o capitão Casemiro, que isso sirva de aprendizado e não se repita num momento importante de Copa do Mundo, por exemplo, pois pode custar uma eliminação.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">51’: Japan 0-2 Brazil<br>FT: Japan 3-2 Brazil<br><br>Japan come back to beat Brazil for the first time in their history.<br><br>Incredible  🇯🇵💥 <a href="https://t.co/SVj5lQnTuE">pic.twitter.com/SVj5lQnTuE</a></p>&mdash; B/R Football (@brfootball) <a href="https://twitter.com/brfootball/status/1978077672388346354?ref_src=twsrc%5Etfw">October 14, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, o melhor da derrota em Tóquio foi ver os mesmos comentaristas que exultavam a Seleção Brasileira no intervalo — um deles até entoando o &#8220;dois vira, quatro acaba&#8221; —, totalmente incrédulos depois do apito final. Como é de praxe, o exercício foi criar mais um vilão para um vexame do Brasil, cuja bola da vez responde pelo nome de Fabrício Bruno, sem reputar a qualidade do Japão, 19º colocado no ranking da FIFA, que somente na Copa do Mundo passada venceu nada menos que Alemanha e Espanha, ambas por 2 a 1.</p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, o extremo deleite em torno da Seleção Brasileira se reduziu a perda do posto de favorita ao hexa em 2026 para os &#8220;pachecos&#8221; da mídia, até porque pra eles o Japão não tem mérito algum no trabalho que vem sendo desenvolvido por Hajime Moriyasu há sete anos, através da formação de um time pra lá de competitivo com diversas peças que atuam nas principais ligas da Europa, porque a única coisa que vale e importa é o eterno melhor do mundo, Brasil.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, este sentimento de desilusão é apenas momentâneo, já que na próxima Data Fifa o rótulo de principal postulante ao título mundial será novamente destinado ao Brasil pelos jornalistas. Em contrapartida, um panorama que não se enquadra à torcida, que em suma maioria não se deixa levar pelo irritante oba-oba da imprensa por ter uma visão mais lúcida e coerente da realidade, e também devido ao distanciamento junto à Seleção Brasileira. </p>



<p class="has-medium-font-size">Inegavelmente, a Espanha desponta como a seleção que pratica o melhor futebol a 244 dias da bola rolar no Mundial da América do Norte, tendo França, Portugal e Argentina como principais concorrentes numa teórica segunda prateleira de favoritos, o que significa que o Brasil não está nem mesmo entre os quatro primeiros da corrida pelo título de 2026. Na melhor das hipóteses, os <em>Canarinhos </em>figuram como a quinta alternativa ao lado de alemães e ingleses.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, com a proximidade dos últimos compromissos do ano daqui a um mês, contra Senegal e Tunísia, é quase certo que o clima de que &#8220;já pintou o hexacampeão&#8221; volte a reinar no fantasioso mundo dos cronistas esportivos, no qual a única cor que predomina é o verde e amarelo. Ao mesmo tempo, a ironia de vê-los com cara de tacho em rede nacional depois de mais um adeus em Copas também se avizinha, visto que 2026 está logo aí. Então, aguardemos!     </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>Sob os gritos de &#8216;Fora Tuchel&#8217;, os ingleses se vêem pressionados a um ano da Copa de 2026</title>
		<link>https://www.soccerblog.com.br/2025/06/11/fora-tuchel-mas-ja/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fora-tuchel-mas-ja</link>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jun 2025 15:38:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Três vitórias, 1 derrota, 7 gols marcados e 3 sofridos. O desempenho da Inglaterra nos quatro primeiros jogos sob o comando de Thomas Tuchel passa a impressão de um promissor trabalho em meio aos 75% de aproveitamento. Entretanto, a realidade é totalmente oposta, visto que a Inglaterra voltou algumas casas no tabuleiro que a separa [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Três vitórias, 1 derrota, 7 gols marcados e 3 sofridos. O desempenho da Inglaterra nos quatro primeiros jogos sob o comando de Thomas Tuchel passa a impressão de um promissor trabalho em meio aos 75% de aproveitamento.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, a realidade é totalmente oposta, visto que a Inglaterra voltou algumas casas no tabuleiro que a separa da Copa de 2026 desde a chegada de Thomas Tuchel. Sim, é necessário enfatizar que o ex-técnico do Bayern de Munique estreou à frente do <em>English Team</em> em março deste ano, o que significa que ele teve pouquíssimo tempo para implementar a sua filosofia de jogo na seleção.</p>



<p class="has-medium-font-size">Da mesma forma, Thomas Tuchel não pode reclamar da escassez de tempo, isso porque ele foi anunciado como treinador da Inglaterra em outubro do ano passado, mas preferiu assumir o cargo apenas em janeiro de 2025, abrindo mão de duas Datas FIFA, quatro jogos, e três essenciais meses de trabalho, sobretudo para um técnico que jamais havia comandado uma seleção ao longo da carreira.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A única explicação para isso são termos contratuais, já que ao começar este novo ciclo no último mês janeiro o vínculo assinado entre Thomas Tuchel e a seleção inglesa, que terminará após a Copa do Mundo de 2026, foi formalizado com a validade de um ano e meio. Seja como for, o sucessor de Gareth Southgate terá mais dez jogos, sendo cinco pelas Eliminatórias, além de outros cinco amistosos, na caminhada rumo ao Mundial, é claro, se os <em>Three Lions</em> se classificarem.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, Thomas Tuchel teve o total de 14 partidas, somando as quatro já disputadas, para tornar a Inglaterra capaz de brigar pela segunda estrela em 2026. Ou seja, uma difícil missão que, se aliada ao fato de substituir o treinador que conduziu o selecionado inglês à duas finais de Eurocopa e a uma semifinal de Copa do Mundo, se torna ainda mais, sobretudo para um estrangeiro.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-17 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-14-e1749649082855.jpg" alt="" data-id="107500" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-14-e1749649082855.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=107500" class="wp-image-107500"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Thomas Tuchel é o primeiro alemão e o terceiro estrangeiro a comandar a Inglaterra até hoje, lembrando que ele nunca dirigiu nenhuma seleção no decorrer da carreira.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, a Inglaterra até vem batendo recordes com Thomas Tuchel à beira do campo, porém negativos, a exemplo da primeira derrota sofrida pelo <em>English Team</em> para seleções africanas após 21 jogos, em razão da queda por 3 a 1, de virada, diante de Senegal no City Ground, marcado também por ser o segundo revés dos ingleses em todos os tempos por dois gols de diferença depois de saírem na frente do placar — a única havia acontecido contra o Brasil, em 1995.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que antes desta primeira derrota, os comandados de Thomas Tuchel haviam vencido os três compromissos anteriores ante Albânia (2&#215;0), Letônia (3&#215;0) e Andorra (1&#215;0), todos pelas Eliminatórias. Em todo o caso, esperadas vitórias meramente protocolares contra adversários de qualidade técnica bastante inferior, que inclusive mantém os ingleses confortáveis na liderança do K do torneio qualificatório. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a Inglaterra, de Thomas Tuchel, perdeu logo de cara do primeiro oponente de maior nível que teve pela frente. Por sinal, uma derrota por 3 a 1 pra lá de merecida para a ótima seleção de Senegal, que veio seguida do triunfo pelo placar mínimo sobre a modesta Andorra, ambas com os <em>Three Lions</em> apresentando as mesmas deficiências defensivas, lentidão, e pobreza na criação.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-18 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-15.jpg" alt="" data-id="107527" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-15-e1749653875586.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=107527" class="wp-image-107527"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Um dos destaques do Crystal Palace na temporada, Dean Henderson recebeu a chance de defender o gol inglês no amistoso contra Senegal, em que o titular Jordan Pickford ficou no banco de reservas.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Os defensores de Thomas Tuchel podem justificar as más atuações dos ingleses por intermédio do estafante final da temporada 2024-25, no qual os jogadores se encontram exaustos, o que não deixa de ser verdade. Ao mesmo tempo, será que não é possível a Inglaterra vencer Andorra de forma convincente, ainda que desgastada fisicamente, assim como Senegal, composta em sua maioria por atletas que jogam na Europa, o fez em pleno City Ground? </p>



<p class="has-medium-font-size">A resposta para essa questão se dá através dos gritos de Thuchel Out (Fora Tuchel), proferidos pelos poucos torcedores ingleses que tiveram &#8220;estômago&#8221; para assistir a derrota em Nottingham — que não recebia um jogo da seleção desde 1909 — até o apito final. Não por um acaso, a sensação é a de que a Inglaterra se arrependeu profundamente em ter escolhido Thomas Tuchel para liderá-la, alimentada pelas passagens aquém das expectativas de Sven-Göran Eriksson e Fabio Capello, os únicos estrangeiros que já ocuparam a função.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-19 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-16-e1749654719603.jpg" alt="" data-id="107536" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-16-e1749654719603.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=107536" class="wp-image-107536"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>A Inglaterra não conquista uma Copa do Mundo desde o inédito título de 1966. Dentre os campeões mundiais, apenas o uruguaios vivem um jejum maior que os ingleses. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, ao menos as decepcionantes partidas da Inglaterra nessa última Data FIFA expuseram que algumas ideias de Thomas Tuchel não surtiram o resultado esperado, como as insistências nas manutenções dos veteranos Kyle Walker e Jordan Henderson entre os titulares. Aliás, o ex-volante do Liverpool retornou à seleção inglesa depois de Gareth Southgate já tê-lo tirado. </p>



<p class="has-medium-font-size">Por mais que a experiência seja importante, ela não se sobressai em relação a intensidade e o ritmo de jogo. Deste modo, se a Inglaterra precisa de um volante mais marcador para atuar atrás de Declan Rice e Jude Bellingham, ela pode contar com Adam Wharton. Caso contrário, se a ideia for um maior dinamismo, a alternativa responde pelo nome de Connor Gallagher. Em outras palavras, Jordan Henderson, infelizmente, já não entrega o que dele se espera.</p>



<p class="has-medium-font-size">E o mesmo vale para Kyle Walker, que no auge dos 35 anos de idade, já não tem a força física como principal aliada, algo que ficou visível na derrota para os senegaleses, em que El-Hadji Malick Diouf o atropelou em campo. A propósito, o lateral-direito caiu muito fisicamente nessa última temporada defendendo as cores do Milan, o que evidencia o erro de Thomas Tuchel ao descartar Trent Alexander-Arnold, Reece James, ou o novato Tino Livramento.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Resumidamente, restando um ano pra bola rolar na Copa de 2026, Thomas Tuchel ainda tem muito o que corrigir na seleção inglesa. Contudo, um risco que tanto ele quanto a FA (Federação Inglesa de Futebol) estavam dispostos a correr. Então, só saberemos se o planejamento foi certo, ou não, após o Mundial.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aguardemos!</p>
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