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	<title>Cristian Chivu- SoccerBlog</title>
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	<title>Cristian Chivu- SoccerBlog</title>
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		<title>A Inter e o Renascimento Depois da Queda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Feb 2026 20:37:39 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">Milão é uma cidade onde o tempo não passa — ele ecoa. Sob as sombras eternas do Duomo, onde o mármore branco testemunha séculos de ambição humana, a Internazionale construiu sua própria catedral invisível, erguida não com pedra, mas com memória, dor e glória. Como as pinceladas pacientes de Leonardo da Vinci em “A Última Ceia”, cada temporada é uma tentativa de capturar o instante perfeito, aquele momento onde o efêmero se torna eterno. A Inter sempre pertenceu a esse espaço entre o fracasso e a redenção, entre a queda e o renascimento. Porque em Milão, cair não é o fim. É parte do ritual. É parte da construção de algo maior do que o próprio presente.</p>



<p class="has-medium-font-size">A temporada passada deixou cicatrizes profundas, feridas que não aparecem nos uniformes, mas vivem na consciência coletiva do clube. A tríplice coroa escapou por entre os dedos como areia, não em um único golpe, mas em uma sucessão cruel de despedidas. O <em>scudetto</em> que desapareceu na última rodada. A Coppa Italia interrompida no caminho pelo rival que habita o mesmo teto. E a Champions League, onde o sonho encontrou seu fim mais brutal. Não é preciso reviver cada detalhe, porque o que realmente importa não é a queda em si, mas o que nasce depois dela. Porque os grandes clubes não são definidos por suas vitórias. São definidos pela forma como sobrevivem às suas derrotas.</p>



<p class="has-medium-font-size">E foi exatamente ali, no silêncio que sucede o fracasso, que a Internazionale começou a se transformar. Como um artista renascentista que destrói sua própria obra para recriá-la com maior perfeição, o clube mergulhou em si mesmo. Aprendeu com a dor. Aprendeu com a perda. Aprendeu que a grandeza não está em evitar o sofrimento, mas em utilizá-lo como matéria-prima. A Inter desta temporada não é apenas uma equipe mais forte. É uma equipe mais consciente. Mais madura. Mais preparada para enfrentar o peso de suas próprias expectativas. Porque algumas derrotas não enfraquecem. Elas revelam.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="115577" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-11-e1771359255426.jpg" alt="" class="wp-image-115577"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>No Derby d&#8217;Italia, Cristian Chivu completou o jogo de número 40 à frente da Internazionale. No geral, são 29 vitórias, 3 empates e oito derrotas acumuladas no período.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O Campeonato Italiano, com sua história densa e sua lógica implacável, raramente perdoa aqueles que hesitam. E por isso, cada ponto conquistado é uma declaração de intenção. A Inter entendeu essa linguagem. Entendeu que o <em>scudetto</em> não é ganho apenas nos grandes palcos, mas nos jogos silenciosos, nas tardes comuns, nos confrontos onde a obrigação pesa mais do que a inspiração. É ali que os campeões se constroem. E nesta temporada, os <em>Nerazzurri</em> têm sido implacáveis. Não tropeçam onde antes vacilavam. Não permitem que o acaso se torne rotina. Agem com a frieza de quem aprendeu a lição.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas a Serie A é feita de confrontos que transcendem a tabela. E poucos carregam tanto simbolismo quanto o <em>Derby d’Italia</em>. Juventus e Inter não são apenas adversários. São forças opostas, visões diferentes de poder e identidade. E quis o destino que esse encontro acontecesse no <em>Dia dos Namorados</em>, como se o próprio futebol decidisse ironizar a ideia de amor com noventa minutos de rivalidade pura. Porque ali não há romance. Há apenas confronto. Há apenas sobrevivência. Há apenas o peso de tudo o que essas camisas representam.</p>



<p class="has-medium-font-size">A vitória por 3 a 2 não foi apenas um resultado. Foi uma ruptura. Durante muito tempo, a Inter carregou dúvidas nos grandes jogos, como se uma sombra invisível a acompanhasse nos momentos decisivos. As derrotas recentes contra rivais diretos alimentaram essa narrativa, criando uma sensação incômoda de incompletude. O talento existia. A estrutura também. Mas faltava a prova definitiva. Faltava o momento onde o time olharia para o próprio reflexo e reconheceria sua força. E foi exatamente isso que aconteceu no San Siro.</p>



https://x.com/Inter/status/2022791266044440879?s=20



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Nem mesmo a vantagem numérica trouxe conforto imediato. O futebol, como a arte, não responde à lógica pura. Exige coragem e risco. E Cristian Chivu entendeu isso. Ao abandonar a segurança e lançar sua equipe em um 4-2-4 quase imprudente no segundo tempo, somente com Hakan Çalhanoglu e Piotr Zielinski no meio-campo, ele fez mais do que uma alteração tática. Fez uma declaração de fé. Retirou as amarras. Liberou o instinto. Os <em>Nerazzurri</em> deixaram de atuar com medo de perder e passaram a jogar com a urgência de quem precisava vencer. Foi um ato de ousadia que separa os cautelosos dos históricos.</p>



<p class="has-medium-font-size">E então, nos instantes finais, quando o tempo já parecia resignado ao empate, surgiu Piotr Zielinski. Não como um acaso, mas como uma consequência. Sua trajetória recente reflete a própria Inter: um talento que sem espaço sob o comando de Simone Inzaghi, que carregava dúvidas, que precisava reencontrar seu lugar. E naquele momento, encontrou. Seu gol não foi apenas o gol da vitória. Foi o símbolo de um renascimento coletivo. Porque às vezes, para que um clube reencontre seu destino, é preciso que seus protagonistas também reencontrem o próprio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Essa vitória alterou mais do que a tabela. Alterou a percepção. A larga vantagem aberta na liderança não representa apenas números, mas controle. Representa autoridade. Representa a sensação de que, desta vez, o destino não está escapando. A Inter construiu uma distância que, no contexto italiano, carrega enorme significado. Porque o <em>Calcio</em> é um campeonato onde a consistência vale mais do que o brilho. Onde vencer é, antes de tudo, resistir.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Os de cima sobem 📈<br><br>Inter e Milan vencem e seguem firmes no alto da tabela 🔥 <a href="https://t.co/ZtSczRFFFl">pic.twitter.com/ZtSczRFFFl</a></p>&mdash; Lega Serie A (@SerieA_BR) <a href="https://twitter.com/SerieA_BR/status/2023523631956181032?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda existem desafios. Ainda existem fantasmas. O desempenho contra adversários de elite continua sendo um teste constante, uma fronteira que precisa ser cruzada repetidamente até deixar de existir. Mas a diferença agora é interna. A Internazionale não parece mais refém dessas dúvidas. Parece, pela primeira vez em muito tempo, confortável em seu próprio papel. Consciente tanto de sua força, quanto de sua identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ao longo da última década, poucos clubes italianos sustentaram um nível tão alto de competitividade quanto os <em>Nerazzurri</em>. E ainda assim, os títulos conquistados parecem insuficientes para traduzir sua verdadeira dimensão. Talvez porque algumas equipes não sejam definidas apenas pelo que ganham, mas pelo que representam. Pela sensação que deixam. Pela permanência que constroem. A Inter pertence a essa categoria.</p>



<p class="has-medium-font-size">Milão sempre foi uma cidade de reinvenção. Uma cidade onde artistas, arquitetos e visionários desafiaram os limites do possível. A Internazionale carrega esse mesmo espírito. Não é um clube que aceita permanecer estático. É um clube em constante transformação. Cada temporada é uma nova tentativa de alcançar algo maior. Cada vitória é apenas um passo dentro de uma jornada muito mais longa.</p>



<p class="has-medium-font-size">E agora, enquanto a Serie A se aproxima de seu desfecho, a Inter caminha com a serenidade de quem entende o rumo seguido. Não com arrogância, mas com consciência. Porque os grandes clubes não correm atrás da história. Eles se tornam parte dela. E sob o céu de Milão, onde o passado e o presente coexistem em silêncio, a Internazionale avança mais uma vez. Não como uma equipe que tenta esquecer suas derrotas. Mas como uma entidade que aprendeu a usá-las como combustível.</p>
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		<title>Os traumas da última temporada já fazem parte do passado para a Inter de Milão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 18:33:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Trauma: de acordo com o dicionário &#8216;Aurélio&#8217;, refere-se a uma lesão física (traumatismo) ou, mais comumente em psicologia, a uma experiência emocional intensamente dolorosa que causa uma marca duradoura, podendo gerar perturbações psíquicas ou comportamentais, como medo, susto ou sentimentos de desamparo, resultando em uma ferida na psique.  Pois é, e na prática podemos destacar a Inter de Milão [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Trauma: de acordo com o dicionário &#8216;Aurélio&#8217;, refere-se a uma lesão física (traumatismo) ou, mais comumente em psicologia, a uma <em>experiência emocional intensamente dolorosa que causa uma marca duradoura, podendo gerar perturbações psíquicas ou comportamentais, como medo, susto ou sentimentos de desamparo, resultando em uma ferida na psique. </em></p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e na prática podemos destacar a Inter de Milão para exemplificar um verdadeiro trauma, tendo em vista que os <em>Nerazzurri</em> perderam a oportunidade de vencer a tríplice coroa de uma só vez na reta final da temporada anterior em função da eliminação frente o Milan nas semifinais da Coppa Italia, da queda diante do Napoli na briga pelo <em>Scudetto</em> da Serie A na última rodada, e da maior goleada da história sofrida numa decisão de Champions League.</p>



<p class="has-medium-font-size">E sem querer ser repetitivo, visto que citei todos esses detalhes nos mais recentes artigos que publiquei sobre a Inter de Milão, os torcedores interistas ainda precisaram lidar com o inesperado adeus do técnico Simone Inzaghi que, seduzido pela fortuna saudita, transferiu-se ao Al-Hilal 48 horas depois da derrota por 5 a 0 frente o Paris Saint-Germain na trágica final da Champions League, em Munique. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, após a inusitada negativa por parte de Cesc Fàbregas, Cristian Chivu desembarcou na capital da Lombardia para suceder Simone Inzaghi na Inter de Milão, tendo pela frente a ingrata missão de comandá-la na Copa do Mundo de Clubes da FIFA, quando todos os traumas dos italianos estavam vivíssimos na memória. Por essa razão, a eliminação contra o Fluminense nas quartas-de-final acabou até sendo um alívio simbolizado pelo desfecho da nebulosa temporada 2024-25. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="114059" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/12/Four-1-e1765891959244.jpg" alt="" class="wp-image-114059"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Curiosamente, Cristian Chivu é dono da maior taxa de vitórias entre os treinadores da Inter de Milão com mais de um jogo no cargo, registrando uma contundente média de 69,2%.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, apesar do forte impacto da última temporada a Inter de Milão já se mostra absolutamente recuperada neste final de ano, a julgar pela liderança da Serie A conquistada na vitória por 2 a 1 sobre o Genoa na rodada passada em pleno Luigi Ferraris, que inclusive colocou fim a sequência de cinco jogos consecutivos sem derrotas dos genoveses em meio a chegada do técnico Daniele De Rossi.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, é óbvio que liderar a tabela em dezembro não significa nada considerando que a temporada só termina em maio, sobretudo em se tratado da Serie A, visto que a Inter de Milão é a QUARTA equipe diferente a ocupar o posto mais alto da classicação, por onde também já passaram Napoli, durante 7 rodadas, Milan, em 4, além da Roma, uma única vez, ao longo das 15 jornadas disputadas até aqui, lembrando que essa é a terceira por parte dos <em>Nerazzurri</em>, sendo a primeira de forma isolada.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, o elevadíssimo grau de competitividade da Serie A merece um parágrafo em destaque, uma vez que nenhuma outra liga do futebol europeu se mostra tão acirrada quanto a italiana, algo que não é novidade levando em conta que quatro clubes distintos faturaram o <em>Scudetto</em> somente nos últimos seis anos, ou seja, desde o fim da extensa hegemonia de nove temporadas da Juventus.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="it" dir="ltr">L&#39;Inter torna prima in classifica ☑️ <a href="https://t.co/FOPFWHhO7F">pic.twitter.com/FOPFWHhO7F</a></p>&mdash; Lega Serie A (@SerieA) <a href="https://twitter.com/SerieA/status/2000683784715272685?ref_src=twsrc%5Etfw">December 15, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a Inter de Milão não dá a volta olímpica pela Serie A desde a histórica vitória sobre o Milan por 2 a 1, em 22 de abril de 2024 — com gols de Francesco Acerbi e Marcus Thuram —, no <em>Derby della Madonnina</em> cujo mando de campo era dos <em>Rossoneri</em>, o que significa que os <em>Nerazzurri </em>festejaram a conquista do 20º <em>Scudetto</em> — com cinco rodadas de antecedência — graças a um triunfo sobre o maior rival pela primeira vez em todos os tempos.</p>



<p class="has-medium-font-size">E passados pouco mais de 600 dias, a Inter de Milão está novamente na liderança da Serie A. Sim, é verdade que a equipe também ocupou a primeira posição na temporada 2024-25, mas nunca até então sob o comando do técnico Cristian Chivu, que apesar de inexperiente se provou inteligente por ter mantido o mesmo esquema tático de Simone Inzaghi, aproveitando assim os bons frutos plantados pelo antecessor, o que não quer dizer que o desempenho em campo seja igual. </p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, a Internazionale, campeã italiana com Inzaghi, encerrou a 15ª rodada da Serie A na temporada 2023-24 contabilizando cinco pontos a mais do que os 33 assinalados no momento. Ademais, naquela oportunidade o time colecionava três derrotas a menos, 37 contra 34 gols marcados e metade dos tentos sofridos, tendo em mente as 14 vezes em que os pupilos de Cristian Chivu já foram vazados na competição.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">🔥 Lautaro Martínez esta temporada con el Inter entre todas las competiciones:<br><br>🔛 18 partidos<br><br>⚽️ 11 goles<br>🅰️ 2 asistencias <a href="https://t.co/vtW6fyVA6r">pic.twitter.com/vtW6fyVA6r</a></p>&mdash; Soy Calcio (@SoyCalcio_) <a href="https://twitter.com/SoyCalcio_/status/1997385006335873093?ref_src=twsrc%5Etfw">December 6, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, apesar dos números defensivos inferiores é notória a evolução da Inter de Milão no que diz respeito a defesa mais ousada, capaz de criar oportunidades e até marcar gols, tanto é que seis dos 33 feitos pelos <em>Nerazzurri</em> na Serie A vieram de defensores, sendo este o maior registro no quesito ao lado do Como. Além disso, por jogar com as linhas mais avançadas, a média de impedimentos gerados subiu de 1,08 para 1,4 por jogo nessa temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Soma-se a isso, o aspecto de que o número de gols marcados é quase o mesmo em comparação a da campanha do último <em>Scudetto</em>, a exemplo da média de 2,34 por jogo que caiu ligeiramente para 2,27. Todavia, o que muda realmente é o índice de conversão que despencou de 49,6% para 33,9%, devido a taxa de 3,18 da temporada retrasada ante a atual de 4,18, que sinaliza a maior dificuldade da Inter de Milão em aproveitar as grandes ocasiões nas partidas.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, é unânime o fato de que Cristian Chivu precisará ajustar dois pontos primordias para que a Inter de Milão vença mais um <em>Scudetto</em> ao término da temporada. O primeiro deles, a solidez defensiva do clube detentor da sétima melhor defesa do campeonato com uma média próxima a um gol sofrido por jogo. Por fim, começar a capitalizar as diversas chances criadas no decorrer das partidas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se isso acontecer, as probabilidades que hoje colocam a Inter de Milão como a grande candidata à conquista do <em>Scudetto</em> com 49,3% de chances de ganhá-lo certamente aumentarão, afinal, o trauma da temporada 2024-25 já faz parte do passado.</p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>
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		<title>O navio da Inter já navega por outros mares e novos ventos, sob o comando de Chivu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2025 15:34:32 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">A temporada 2024-25 teve um desfecho tão desastroso à Inter de Milão, que era até difícil imaginar como os <em>Nerazzurri</em> superariam os traumas causados pelas sequentes quedas na semifinal da Coppa Italia diante do rival Milan, na última rodada da Serie A, e na decisão da Champions League por intermédio da goleada por 5 a 0 frente o PSG, ainda abastecidas pela inesperada saída do técnico Simone Inzaghi.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, passadas as 11 rodadas da Serie A neste início de novembro, já é possível afirmar com total convicção que a Inter de Milão está absolutamente recuperada do drama vivido na última temporada, a julgar que os comandados de Cristian Chivu lideram tanto a Serie A — ao lado da Roma ambos com 24 pontos —, quanto a Champions League — com 100% de aproveitamento juntamente com Bayern de Munique e Arsenal —, após as 4 rodadas iniciais do torneio continental.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que a tabela da Champions League foi pra lá de favorável aos italianos até a 4ª rodada, tendo em vista que eles enfrentaram apenas adversários que, neste momento, estão situados fora da zona de classificação aos playoffs de repescagem, ou seja, posicionados entre os 25º e 36º lugares, como são os casos de Ajax (2&#215;0), Slavia Praga (3&#215;0), Union St. Gilloise (4&#215;0) e Kairat (2&#215;1). </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, fica evidente que a Inter de Milão cumpriu as expectativas ao vencê-los, o que lhe garantiu acumular uma gordura considerável para encarar os próximos dificílimos embates contra Atlético de Madrid (f), Liverpool (c), Arsenal (c) e Borussia Dortmund (f) até o final da fase de liga, lembrando que 16 pontos foram suficientes para os oito melhores clubes avançarem diretamente às oitavas-de-final na primeira edição da Champions League nesse formato.   </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Halfway through the league phase ✅<a href="https://twitter.com/hashtag/UCL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UCL</a> <a href="https://t.co/2mq9nOVtpE">pic.twitter.com/2mq9nOVtpE</a></p>&mdash; UEFA Champions League (@ChampionsLeague) <a href="https://twitter.com/ChampionsLeague/status/1986211750744658155?ref_src=twsrc%5Etfw">November 5, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Ao mesmo tempo, a caminhada da Inter de Milão na Serie A não é diferente. Após um começo ruim com duas derrotas em três jogos, os <em>Nerazzurri</em> venceram sete das oito partidas disputadas até a atual pausa referente a Data Fifa, sofrendo somente o revés ante o Napoli neste período cuja mais recente vítima foi a Lazio, derrotada por 2 a 0 no San Siro. Não à toa, eles lideram a Serie A com os mesmos 24 pontos da Roma, ambos com campanhas idênticas (8V-0E-3D), porém superam o clube da capital no saldo de gols.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, o detalhe que mais chama a atenção nessa renovada Inter de Milão, é que sob o comando de Cristian Chivu a equipe passou a jogar de forma mais intensa, agressiva e vertical, características herdadas pelo treinador romeno junto ao futebol americano, esporte do qual ele é um grande fã. Como resultado, as sessões de treinamentos passaram a ser mais longas em comparação às atividades do antecessor Simone Inzaghi, além de priorizarem a parte física.</p>



<p class="has-medium-font-size">A falta de experiência de Cristian Chivu, que havia realizado um único trabalho durante a curta trajetória de 13 jogos à frente do Parma, era um dos pontos que mais preocupava os torcedores interistas. Entretanto, o jovem treinador de 45 anos de idade mostrou enorme maturidade ao manter na Inter de Milão o mesmo esquema tático usado por Simone Inzaghi, que embora tenha fracassado na temporada passada foi crucial para conduzí-la a conquista do <em>Scudetto</em> na retrasada. </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, a realidade é que Cristian Chivu aproveitou todo o legado deixado por Simone Inzaghi, e aos poucos foi fazendo alguns ajustes a fim de adequar a Inter de Milão de acordo com suas ideias. Soma-se a isso, o fato da confiança depositada pelo ex-treinador do Parma junto ao elenco, a exemplo do goleiro Yann Sommer, que mesmo em meio as duras críticas recebidas depois da derrota para a Juventus por 4 a 3, foi apoiado e mantido entre os titulares. Ademais, a vice-artilharia de Hakan Çalhanoglu nos faz até esquecer que o turco chegou a entrar em rota de colisão ao buscar uma transferência ao Galatasaray antes da temporada.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="112988" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-10-e1762871234496.jpg" alt="" class="wp-image-112988"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Curiosamente, Inter de Milão e Roma não dividiam a liderança da Serie A desde a 27ª rodada da temporada 2001-02, quando eles somavam 56 pontos no primeiro lugar da tabela. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size">   </p>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, o estilo mais ofensivo de Cristian Chivu já coloca a Inter de Milão como dona do melhor ataque da Serie A com 26 gols, o que equivale a uma média de 2,3 marcados por partida. Inclusive, um índice que sobe ainda mais se levarmos em consideração os 15 jogos válidos por todas as competições na temporada, em que o time balançou as redes o montante de 27 vezes, tendo Lautaro Martínez como principal artilheiro com oito tentos assinalados.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, além de ter o ataque mais goleador da Serie A, a Inter de Milão é também a equipe que mais criou grandes chances de gol no campeonato (47), a líder em escanteios (80), e a detentora do maior número de toques na área dos adversários (379). Não à toa, os <em>Nerazzurri</em> marcaram em TODAS as partidas até aqui na temporada, contabilizando seis gols a mais em relação ao mesmo ciclo da anterior. </p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, um dos maiores méritos de Cristian Chivu foi ampliar o leque de artilheiros da Inter de Milão, pois se Mehdi Taremi, Marko Arnautovic e Joaquín Correa não haviam feito mais que 12 gols em toda a temporada 2024-25, na atual, Lautaro Martínez, Marcus Thuram, Ange-Yoan Bonny e Pio Esposito já registram o total de 19, com seis deles marcados pela dupla de recém-chegados ao clube. Em outras palavras, a <em>ThuLa</em> ganhou a forte concorrência da <em>Pio-Bonny</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, a evolução de Alessandro Bastoni é surpreendente nessa temporada, sobretudo no que diz respeito a construção das jogadas, o que explica porque o zagueiro italiano que se transforma num verdadeiro lateral pela esquerda durantes as fases ofensivas da Inter de Milão ao triangular com Federico Dimarco no setor, já coleciona 4 assistências, sendo três pela Serie A. Quer dizer, um recorde nas cinco principais ligas europeias, em se tratando de um defensor. </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, a calejada torcida interista sabe melhor do que ninguém de que nada adianta o sucesso de novembro numa temporada. Em contrapartida, é inegável que a Inter de Milão começou a navegar de forma completamente independente. Com Cristian Chivu no leme, o navio agora segue um rumo diferente, onde os vestígios do passado recente se apagam na mesma proporção que a busca por outros mares e novos ventos se intensificam. </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>Com a estreia na Serie A se aproximando, a Inter segue priorizando o setor ofensivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 13:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Calcio]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Italiano]]></category>
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		<category><![CDATA[Inter de Milão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O trauma das sucessivas perdas da Coppa Italia, Serie A e Champions League continua vivo na memória da Inter de Milão, por mais que os Nerazzurri estejam diante do início de uma nova temporada. A propósito, superar essas sequelas será o primeiro grande desafio do técnico Cristian Chivu, que inclusive já sentiu o amargo sabor [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O trauma das sucessivas perdas da Coppa Italia, Serie A e Champions League continua vivo na memória da Inter de Milão, por mais que os <em>Nerazzurri</em> estejam diante do início de uma nova temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, superar essas sequelas será o primeiro grande desafio do técnico Cristian Chivu, que inclusive já sentiu o amargo sabor do final de temporada da Inter de Milão ao assumir o antigo posto de Simone Inzaghi poucos dias depois da derrota na decisão da Champions League para a disputa da Copa do Mundo de Clubes, em que os italianos caíram diante do Fluminense nas oitavas-de-final.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, apesar da escassez de títulos o desempenho da Inter de Milão não foi tão ruim, a julgar que os <em>Nerazzurri</em> foram semifinalistas da Coppa Italia, vice-campeões italianos e finalistas da Champions League. Todavia, a forma pela qual essas quedas ocorreram tornaram a temporada da <em>Inter</em> pra lá de tenebrosa, já que a eliminação na copa nacional deu-se contra o eterno rival Milan, enquanto a perda do <em>scudetto</em> para o Napoli foi sacramentada na última rodada da Serie A, e o revés na decisão do torneio continental veio através da sonora goleada por 5 a 0 diante do Paris Saint-Germain.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="395" data-id="109638" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-6-e1754492339763.jpg" alt="" class="wp-image-109638"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A derrota por 5 a 0 na decisão da edição passada da Champions League foi a maior sofrida numa final do torneio, na realidade, o segundo vice da Inter de Milão em três anos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, um dos principais problemas do trágico desfecho de temporada da Inter de Milão foi a queda de rendimento dos atacantes Lautaro Martínez e Marcus Thuram, em especial por conta das lesões sofridas pela dupla justamente na decisiva reta final. Ao mesmo tempo, uma situação que também expôs que os suplentes Mehdi Taremi, Joaquín Correa e Marko Arnautovic não estavam à altura do time.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, Joaquín Correa e Marko Arnautovic já deixaram a Inter de Milão neste meio de ano, o nome de Mehdi Taremi segue na lista de negociáveis, e o clube investiu o montante de 23 milhões de euros para contratar Ange-Yoan Bonny junto ao Parma, lembrando que o atacante francês foi um dos destaques dos emilianos na temporada passada com 6 gols e 4 assistências em 38 jogos.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como a prioridade da Inter de Milão na temporada é reforçar o setor ofensivo, a vinda de Ademola Lookman está próxima de se concretizar. Aliás, embora o camisa 11 esteja forçando sua saída da Atalanta ao faltar nos treinamentos, a negociação segue emperrada porque o clube de Bergamo exige 50 milhões de euros para vendê-lo, ou seja, dez milhões de euros a mais em relação ao valor oferecido pelos <em>Nerazzurri</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que a Inter de Milão já havia contratado o meia-atacante Luis Henrique, ex-Olympique de Marselha, na curta janela de transferências aberta antes da Copa do Mundo de Clubes, o que se significa que a diretoria interista, representada tanto pelo presidente Giuseppe Marotta quanto pelo diretor-esportivo Piero Ausilio, já trouxe duas novas peças, e busca a terceira através da transferência de Ademola Lookman para fortalecer o ataque.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="it" dir="ltr">Primo giorno in nerazzurro ⚫🔵<a href="https://twitter.com/hashtag/ForzaInter?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ForzaInter</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/WelcomeLuis?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#WelcomeLuis</a> <a href="https://t.co/LQJTnQiCdF">pic.twitter.com/LQJTnQiCdF</a></p>&mdash; Inter ⭐⭐ (@Inter) <a href="https://twitter.com/Inter/status/1931293808529915948?ref_src=twsrc%5Etfw">June 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Embora a chegada de novos atacantes tire o espaço de jovens promessas como Pio Esposito, é necessário considerar a experência de Giuseppe Marotta e Piero Ausilio neste movimento de revigorar o setor de frente interista. Entretanto, é fundamental que a defesa não seja deixada de lado, sobretudo levando em conta que o Napoli foi a equipe menos vazada da Serie A na caminhada rumo ao <em>scudetto</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o Napoli se despediu da última temporada da Serie A com míseros 28 gols sofridos em 38 jogos, sete a menos em comparação a Inter de Milão, dona da segunda melhor defesa do campeonato. Ademais, é importante salientar que até o mês de março, época em que os <em>Nerazzurri</em> sonhavam com a conquista da tríplice coroa, eles haviam sido vazados somente duas vezes na Champions League, sendo uma dentre as oito rodadas da fase de grupos, e outra, de pênalti, contra o Feyenoord nas oitavas-de-final.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, o declínio da Inter de Milão teve início exatamente no instante em que o time começou a levar mais gols, a exemplo dos 14 sofridos nos cinco compromissos entre as quartas-de-final e a decisão da Champions League, quando o Bayern de Munique marcou três, o Barcelona, seis, e o PSG, cinco. Certamente, a altíssima qualidade técnica por parte dos adversários deve ser avaliada, mas a fragilidade defensiva da <em>Inter</em> também.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="109666" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-7.jpg" alt="" class="wp-image-109666"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Na temporada retrasada a Inter de Milão foi campeã italiana tendo a melhor defesa da Serie A ao sofrer 22 gols, isto é, 13 a menos em do que os 35 do atual vice-título.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, o desgaste físico causado pela longa maratona da temporada retratra o aumento do número de gols sofridos pela Inter de Milão no sprint final, até porque Francesco Acerbi, o herói da classificação sobre o Barcelona, já tem 38 anos de idade, Matteo Darmian completará 36 em dezembro, Stefan de Vrij vive o auge dos 33, e Benjamin Pavard está próximo dos 30. Talvez a intenção de rejuvenescer a defesa explique porque Simone Inzaghi utilizou o lateral Carlos Augusto como zagueiro em diversas oportunidades.</p>



<p class="has-medium-font-size">A esse respeito, a Inter de Milão chegou a sondar Giovanni Leoni, do Parma, porém desistiu do negócio em prol da contratação de Ademola Lookman. Logo, o técnico Cristian Chivu terá à disposição os mesmos defensores que Simone Inzaghi tinha até então, o que não o permitirá, por exemplo, implementar um sistema de jogo com as linhas altas baseado na marcação pressão avançada em virtude da lentidão dos seus zagueiros. Assim, a tendência é que os <em>Nerazzurri</em> continuem atacando com posse de bola e fluidez, recuando para um terço final profundo e bastante compacto durante a fase defensiva. </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, ainda que sob o comando de Cristian Chivu, na próxima temporada também veremos a Inter de Milão atuando com três zagueiros, a fim de não expor o meio-campo a ataques que possam sobrecarregar a defesa, vide o exemplo da Copa do Mundo de Clubes. Contudo, com a única diferença de que com um homem a mais no meio, muito provavelmente, composto por Nicolò Barella, Luka Sucic, Hakan Çalhanoglu, além de Ademola Lookman.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a única certeza é que somente por intermédio de poucos gols sofridos a <em>Inter</em> voltará a dar uma volta olímpica novamente, algo que, a 18 dias da estreia na Serie A, parece não ter sido compreendido pelos lados de Milão. Aguardemos!</p>
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		<title>Enfim, a interminável temporada da Inter de Milão acabou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 17:48:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A inacabável temporada da Inter de Milão, enfim, terminou após a derrota por 2 a 0 diante do Fluminense, que resultou no adeus dos italianos nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Na realidade, o último duríssimo golpe sofrido pelo clube que até meados de abril vislumbrava repetir o feito da década [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">A inacabável temporada da Inter de Milão, enfim, terminou após a derrota por 2 a 0 diante do Fluminense, que resultou no adeus dos italianos nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de Clubes da FIFA. </p>



<p class="has-medium-font-size">Na realidade, o último duríssimo golpe sofrido pelo clube que até meados de abril vislumbrava repetir o feito da década passada ao faturar a tríplice coroa sob a liderança de José Mourinho, mas viu este sonho se tornar o pior dos pesadelos ao, literalmente, se desmantelar na tenebrosa reta de final de temporada marcada pelas sucessivas quedas na Coppa Italia, na Serie A, na Champions League, e agora no Mundial de Clubes.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, um cenário que se mostra ainda mais devastador pela forma com a qual essa avalanche aconteceu, a começar porque a eliminação nas semifinais da Coppa Italia deu-se após a derrota por 3 a 0 para o rival Milan, que eliminou qualquer possibilidade da Inter de Milão vencer ao menos um <em>Derby della Madonnina</em> na temporada composta por três derrotas e dois empates nos cinco clássicos disputados no período.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em seguida, veio a perda na batalha pelo <em>scudetto</em> da Serie A, em que os <em>Nerazzurri</em> foram superados pelo Napoli por um mísero ponto na tabela, lembrando que na penúltima rodada a Inter de Milão deixou escapar a enorme oportunidade de faturar o bicampenato italiano, ao cometer o pênalti convertido pelo veterano Pedro nos acréscimos da partida contra a Lazio, que acabou empatada em 2 a 2 no San Siro. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Acabou. 😭<br><br>A minha tabela pela última vez na temporada 2024/25. 📊<a href="https://twitter.com/hashtag/SerieA?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#SerieA</a> <a href="https://t.co/D6vvAR8Ntx">pic.twitter.com/D6vvAR8Ntx</a></p>&mdash; Lega Serie A (@SerieA_BR) <a href="https://twitter.com/SerieA_BR/status/1926747910235947486?ref_src=twsrc%5Etfw">May 25, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E como se isso ainda não bastasse, oito dias depois a Inter de Milão protagonizou a maior derrota numa final de Champions League ao longo da história em função da goleada por 5 a 0 ante o Paris Saint-Germain, quando os torcedores interista invadiram Munique imaginando que o trauma gerado pelo vice de 2023, em Istambul contra o Manchester City, seria finalmente curado. Só que não!   </p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, o drama da Inter de Milão aumentou após a inesperada saída de Simone Inzaghi pouco mais de 72 horas depois do segundo vice da Champions League em três anos. Embora o ex-treinador da Lazio tivesse em mãos uma proposta pra lá de tentadora em termos financeiros por parte do Al-Hilal, os <em>Nerazzurri</em> confiavam em sua continuidade no clube italiano pela quinta temporada consecutiva, o que acabou não acontecendo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, a Inter de Milão desembarcou em solo norte-americano para a disputa da Copa do Mundo de Clubes com Cristian Chivu no lugar de Simone Inzaghi que, por sua vez, já está no comando do Al-Hilal. Após falhar na tentativa de trazer Cesc Fàbregas, do Como, o treinador romeno foi o nome escolhido pela diretoria interista por ter trabalhado recentemente nas categorias de base do clube, além de conhecê-lo profundamente em razão da longa passagem entre 2007 e 2014 como zagueiro do time.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar disso, essa aposta da Inter de Milão em Cristian Chivu é bastante arriscada, a julgar pela inexperiência do jovem treinador de 44 anos de idade, cujo único trabalho profissional deu-se nas 13 partidas à frente do Parma na temporada passada. Na ocasião, o sucessor de Simone Inzaghi foi contratado pelos <em>Gialloblù</em> com a difícil tarefa de salvá-los do rebaixamento na Serie A, algo que ele conseguiu por intermédio de 3 vitórias, 7 empates e três derrotas.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="it" dir="ltr">Una nuova pagina da scrivere 🖊️<br>Cristian Chivu è il nostro nuovo allenatore 🇷🇴<a href="https://twitter.com/hashtag/ForzaInter?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ForzaInter</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/WelcomeCristian?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#WelcomeCristian</a></p>&mdash; Inter ⭐⭐ (@Inter) <a href="https://twitter.com/Inter/status/1932075802172235958?ref_src=twsrc%5Etfw">June 9, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Mas mesmo em meio a falta de bagagem, Cristian Chivu foi contratado pela Inter de Milão, e quatro jogos depois já sofreu a primeira decepção à beira do campo em virtude da eliminação na Copa do Mundo de Clubes. Por sinal, um desfecho bem diferente em comparação ao do Al-Hilal, de Simone Inzaghi, que classificou-se às quartas-de-final do torneio ao vencer o poderoso Manchester City. Ou seja, um fato que, certamente, aumenta a dor dos <em>Nerazzurri</em>. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, seria injusto responsabilizar Cristian Chivu pelo insucesso do Mundial, sobretudo considerando as condições físicas e mentais que assola o plantel interista que, da mesma forma que dentro de campo, fora das quatro linhas vive um momento de total instabilidade com Lautaro Martínez e Hakan Çalhanoglu entrando em rota de colisão. Inclusive, o meia turco que está de malas prontas rumo ao Fenerbahce chegou a voltar mais cedo dos Estados Unidos, sem nem ao menos encarar o Fluminense nas oitavas-de-final.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Quem quiser permanecer na Inter, muito bem, vamos lutar. Mas quem não quiser pode ir embora. Precisamos de jogadores que queiram estar aqui. Estamos vestindo uma camisa importante. Precisamos de uma mentalidade de alto nível ou, por favor, vá embora.&nbsp;</p><cite>Lautaro Martínez, capitão da Inter de Milão</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Por mais que Lautaro Martínez não tenha citado o nome de nenhum colega na declaração dada depois da desclassificação na Copa do Mundo de Clubes, a mensagem foi destinada a Hakan Çalhanoglu, que imediatamente se defendeu dizendo que sempre se dedicou e jamais traiu a Inter de Milão. De qualquer maneira, o fato que chamou a atenção nessa polêmica é que o companheiro de ataque do atacante argentino, Marcus Thuram, acabou curtindo essa postagem, o que sinaliza um grupo dividido no clube.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Posteriormente, foi a vez do presidente Giuseppe Marotta sair em defesa de Lautaro Martínez, ao afirmar que as portas da Inter de Milão estão escancaradas para quem quiser sair, é claro, se referindo a Hakan Çalhanoglu. Seja como for, o camisa 20 não foi o único que deixou o restante da delegação mais cedo, visto que Benjamin Pavard, Yann Bisseck e Piotr Zielinsk também o acompanharam naquela oportunidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que a Inter de Milão já deu início ao processo de reformulação do elenco na própria Copa do Mundo de Clubes, primeiramente, ao liberar os atacantes Joaquín Correa e Marko &nbsp;Arnautovic, e depois ao investir 37 milhões de euros nas contratações de Petar Sucic e Luis Henrique, além de outros 6,3 milhões de euros para garantir a compra em definitivo de Nicola Zalewski junto a Roma.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, as expectativas de uma janela de transferências agitada já se confirmam na Inter de Milão tanto quanto a fila de saídas do clube que pretende se desfazer de alguns jogadores com idade igual ou superior a 30 anos. Aliás, diversos são os alvos dos <em>Nerazzurri</em> no mercado, incluindo ex-jogadores de Cristian Chivu no Parma, como são os casos do zagueiro Giovanni Leoni, do meio-campista Adrián Barnabé, e do atacante Ange-Yoan Bonny.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, ainda que formado por grandes jogadores, é fundamental que o plantel da Inter de Milão seja fortalecido com a vinda de novas peças para rejuvenescê-lo e, em especial, para mudar a energia pesada deixada após uma infindável temporada que, mediante a tantas perturbações, pode perdurar por ainda mais tempo caso um enfático trabalho mental e a renovação do ambiente não ocorram.     </p>
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