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	<title>Jurgen Klopp- SoccerBlog</title>
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	<description>Blog sobre futebol</description>
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	<title>Jurgen Klopp- SoccerBlog</title>
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		<title>Klopp ainda não venceu: derrota histórica para a Grécia expõe as fissuras da Alemanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 12:30:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após o empate com a Holanda, a Mannschaft caiu diante da Grécia por 1 a 0 em Augsburg e descobriu que intensidade exige organização, tempo e uma ideia coletiva. A Alemanha esperava que a estreia de Jurgen Klopp em casa tivesse o som de um recomeço.Em Augsburg, porém, a noite terminou com o silêncio de [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Após o empate com a Holanda, a <strong>Mannschaft</strong> caiu diante da Grécia por 1 a 0 em Augsburg e descobriu que intensidade exige organização, tempo e uma ideia coletiva.</p>



<p class="has-medium-font-size">A Alemanha esperava que a estreia de Jurgen Klopp em casa tivesse o som de um recomeço.<br>Em Augsburg, porém, a noite terminou com o silêncio de uma derrota por 1 a 0 para a Grécia.<br>Foi a primeira vitória grega na história do confronto e a primeira queda do treinador à frente da <em>Mannschaft</em>. Depois do empate por 1 a 1 com a Holanda, são dois jogos sem vencer nesta nova etapa sob o comando do ex-técnico do Liverpool. O placar não sentencia um projeto nascente, mas impede que a esperança seja confundida com desempenho.</p>



<p class="has-medium-font-size">A contratação carregava uma promessa que nenhum outro nome disponível parecia oferecer.<br>Jurgen Klopp é um dos técnicos alemães mais vitoriosos de sua geração e chegou cercado pela lembrança de seus grandes trabalhos em Dortmund e Liverpool. Desde que deixou o clube inglês, em 2024, afastara-se da rotina do banco, embora tenha exercido uma função de direção no futebol da Red Bull. A seleção da Alemanha o desejava como figura capaz de devolver energia a um escudo que já não intimida por simples memória. Por isso, cada partida sua nasce sob uma cobrança maior do que a tabela consegue mostrar.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ferida aberta na Copa do Mundo de 2026 ainda explica parte dessa ansiedade. A Alemanha até superou a fase de grupos, mas caiu diante do Paraguai nos pênaltis, logo nos dezesseis avos-de-final. O tropeço encerrou a passagem de Julian Nagelsmann e prolongou uma sequência desconfortável: eliminações ainda na primeira fase em 2018 e 2022. Desde o tetracampeonato conquistado em 2014, a camisa continuou pesada enquanto as atuações se tornaram leves demais. Assim, chamar Jurgen Klopp foi uma resposta ambiciosa; transformá-la em futebol será um trabalho bem mais demorado.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Klopp é o novo selecionador da Alemanha. <a href="https://t.co/iMiAYei4Se">pic.twitter.com/iMiAYei4Se</a></p>&mdash; B24 (@B24PT) <a href="https://x.com/B24PT/status/2080582080539361432?ref_src=twsrc%5Etfw">July 24, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seu ponto de partida parece ser o 4-2-3-1, desenho capaz de reunir amplitude pelos lados, um jogador entrelinhas e proteção com dois meio-campistas. No papel, a estrutura favorece ataques rápidos e oferece posições claras para pressionar após a perda da bola. Contra os gregos, Joshua Kimmich e Felix Nmecha formaram a dupla central, enquanto Karim Adeyemi e Kevin Schade ocuparam os corredores. Bambasé Conté começou atrás de Younes Ebnoutalib, escalado no lugar do lesionado Kai Havertz. Havia uma formação reconhecível; faltou fazer seus movimentos acontecerem no mesmo compasso.</p>



<p class="has-medium-font-size">A Grécia entendeu cedo como retirar oxigênio desse plano. Recuou suas linhas quando a Alemanha tinha a posse, estreitou os espaços internos e aguardou oportunidades para sair em velocidade. Sem campo livre às costas dos defensores, a verticalidade alemã precisaria nascer de circulação rápida, trocas de posição e passes precisos. Esses mecanismos apareceram de forma irregular, sobretudo antes do intervalo. A posse avançava, mas nem sempre deslocava quem estava do outro lado.</p>



<p class="has-medium-font-size">O futebol de Jurgen Klopp costuma ser descrito pelo volume do som: pressão, arrancada, choque, aceleração. Seu <em>gegenpressing</em>, porém, depende de distâncias curtas e de jogadores que saibam onde estarão os companheiros no instante seguinte. Recuperar a bola perto da área rival é consequência de uma equipe compacta, não apenas de correr mais. Em Augsburg, houve momentos de pressão alta e maior mobilidade, especialmente na segunda etapa. O problema foi converter essa energia em chances suficientemente claras e frequentes para romper o bloqueio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Karim Adeyemi ofereceu a ameaça mais evidente quando encontrou espaço para disparar. Em uma transição após falta grega, chegou diante do gol e finalizou por cima; mais tarde, exigiu uma defesa de Konstantinos Tzolakis. Kevin Schade também conseguiu servir Ebnoutalib, mas a finalização do centroavante não encontrou o alvo. Essas jogadas mostraram que o talento individual ainda pode ferir um adversário organizado. Mostraram, igualmente, como o ataque dependia de instantes isolados para ganhar nitidez.</p>



<p class="has-medium-font-size">Depois do intervalo, a Alemanha se moveu melhor e encurralou a Grécia por alguns minutos.<br>Bambasé Conté parou no goleiro, Younes  Ebnoutalib ficou perto de completar um cruzamento e Kimmich cobrou uma falta que exigiu grande intervenção. Seria injusto dizer que nada funcionou; a equipe produziu uma reação visível. Seria complacente, contudo, tratar uma sequência de oportunidades como prova de domínio sustentável. Quando a primeira onda não resolveu, os tetracampeões mundiais voltaram a procurar respostas sem a mesma clareza.</p>



<p class="has-medium-font-size">Klopp tentou mudar o quadro ao lançar Florian Wirtz e Jonathan Burkardt, formando uma dupla na frente. A alteração acrescentou presença na área e uma fonte diferente de criatividade por dentro. Também revelou o dilema de sua construção: aumentar o número de atacantes não garante melhores caminhos até eles. Aos 67 minutos, uma perda de bola alemã ofereceu a Fotis Ioannidis uma chance que poderia ter aberto o placar. Sete minutos depois, o chute de Dimitrios Kourbelis, desviado, transformou o risco recorrente em derrota concreta.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">A Alemanha é derrotada em casa pela Grécia — o primeiro revés da era Jürgen Klopp. <a href="https://t.co/SWIXcrMiLS">pic.twitter.com/SWIXcrMiLS</a></p>&mdash; Bundesliga Insider (@BundesInsider) <a href="https://x.com/BundesInsider/status/2104310448266813728?ref_src=twsrc%5Etfw">September 27, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A lição tática mais dura talvez esteja nessa convivência entre pressa ofensiva e proteção insuficiente. Quando as peças avançam sem coordenação, o espaço deixado para trás convida o adversário a atacar. Quando a circulação é lenta, a pressão posterior precisa começar de posições piores. Como transformar a eletricidade de Jurgen Klopp em uma corrente que atravesse o time inteiro, em vez de produzir apenas faíscas? A resposta passa menos por um gesto heroico e mais por repetição, ajustes de distância e confiança entre setores.</p>



<p class="has-medium-font-size">Também é preciso distinguir o que muda em relação à passagem de Julian Nagelsmann. O antecessor buscava soluções por meio de diferentes desenhos e combinações de jogadores; Jurgen Klopp tenta estabelecer uma identidade mais ligada à recuperação imediata e ao ataque vertical. A troca, entretanto, não apaga de uma semana para outra as dificuldades de ocupar a área, oferecer linhas de passe e defender transições. Foram cinco mudanças na equipe titular entre Holanda e Grécia, além de pouco tempo de treino para consolidar movimentos coletivos. A crítica ao rendimento é necessária; um veredito definitivo sobre o técnico, após duas partidas, seria apressado.</p>



<p class="has-medium-font-size">A trajetória da seleção alemã ensina que reconstruções no futebol não obedecem ao prestígio de quem as anuncia. A Alemanha que chegou ao título de 2014 foi fruto de anos de formação, escolhas institucionais e evolução coletiva. Evocar aquela conquista como obrigação imediata seria ignorar o processo que a tornou possível. Agora, depois de três Mundiais frustrantes, a <em>Mannschaft</em> precisa recuperar algo anterior às taças: uma maneira confiável de jogar. Jurgen Klopp oferece uma direção reconhecível, mas ainda precisa fazer com que onze jogadores caminhem nela juntos.</p>



<p class="has-medium-font-size">A derrota para a Grécia ficará registrada pela novidade amarga de um resultado que nunca havia ocorrido. Para os alemães, sua importância maior pode estar no aviso que acompanha a estatística. O treinador mais desejado pela torcida chegou, mas a camisa não voltou a vencer por causa de sua presença à beira do campo. Há trabalho na pressão, na criação contra linhas baixas e no equilíbrio após cada ataque interrompido. O recomeço prometido continua possível; por enquanto, Augsburg mostrou que ele terá de ser construído, e não anunciado.</p>
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		<title>Jürgen Klopp assume a Alemanha com a missão de reconstruir uma potência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 15:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eliminação diante do Paraguai encerrou não apenas a participação alemã na Copa do Mundo de 2026, mas também um ciclo que jamais conseguiu devolver à Mannschaft a grandeza esperada. A derrota nos pênaltis, depois do empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, colocou ponto-final na passagem de Julian Nagelsmann pelo comando da Alemanha. [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A eliminação diante do Paraguai encerrou não apenas a participação alemã na Copa do Mundo de 2026, mas também um ciclo que jamais conseguiu devolver à <em>Mannschaft</em> a grandeza esperada. A derrota nos pênaltis, depois do empate por 1 a 1 no tempo regulamentar, colocou ponto-final na passagem de Julian Nagelsmann pelo comando da Alemanha.</p>



<p class="has-medium-font-size">No geral, foram somente 37 partidas de Julian Nagelsmann à frente da Alemanha (23V-7E-7D), que até apresentou momentos de evolução, porém esteve distante de recuperar a autoridade que durante décadas transformou a camisa alemã em sinônimo de respeito nas principais competições. Depois de duas eliminações consecutivas ainda na fase de grupos dos Mundiais anteriores, superar o primeiro estágio desta vez representou muito pouco. Para um país tetracampeão do mundo, simplesmente avançar uma rodada jamais poderia ser considerado suficiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, Julian Nagelsmann deixa o cargo carregando também as frustrações acumuladas nos torneios disputados. Na Eurocopa de 2024, disputada justamente em território alemão, a expectativa de reconexão entre seleção e torcida terminou nas quartas-de-final, com a derrota por 2 a 1 diante da Espanha. Posteriormente, a Liga das Nações da UEFA 2024/25 ofereceu outra oportunidade para que o projeto demonstrasse amadurecimento, mas Portugal interrompeu o caminho germânico nas semifinais. A Copa do Mundo deveria representar o momento definitivo de afirmação daquele trabalho. Em vez disso, transformou-se em seu último capítulo. Três competições importantes passaram sem que a Alemanha verdadeiramente se aproximasse daquilo que sua tradição exige, tornando inevitável uma mudança de direção depois de mais uma campanha frustrante.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="118004" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/07/134196928221705637-14-e1785164256384.jpg" alt="" class="wp-image-118004"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Com a pífia campanha na Copa de 2026, a Alemanha despencou para a 12ª psoição no ranking da FIFA, estando atrás de seleções como Marrocos, México e Colômbia.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E dificilmente a DFB (Federação Alemã) poderia encontrar um nome que provocasse tamanha expectativa quanto Jürgen Klopp. Depois de permanecer afastado dos bancos desde sua saída do Liverpool, o treinador de 59 anos de idade assume aquele que talvez seja o maior desafio de sua carreira: reconstruir a seleção de seu país. Trata-se também da realização de um desejo antigo de parte significativa dos torcedores, que durante anos imaginaram o técnico alemão mais prestigiado de sua geração comandando a <em>Mannschaft</em>. O contrato até a Copa do Mundo de 2030 demonstra que não se trata de uma solução emergencial para apagar o incêndio deixado pela última eliminação. Existe tempo para estabelecer conceitos, renovar o grupo e atravessar a Eurocopa de 2028 antes de chegar ao torneio que deverá representar o ponto máximo deste novo projeto.</p>



<p class="has-medium-font-size">Jürgen Klopp encontrará uma Alemanha diferente daquela que conquistou o planeta em 2014. Talvez uma das consequências mais simbólicas dos últimos fracassos tenha sido justamente a perda da condição automática de favorita. Durante muito tempo, independentemente da geração ou do momento vivido pelos clubes do país, encontrar os alemães em um mata-mata significava enfrentar uma das seleções mais temidas do futebol internacional. Essa aura foi progressivamente desaparecendo. Resultados ruins, mudanças constantes e a ausência de uma identidade convincente diminuíram o peso esportivo de uma camisa cuja história continua gigantesca. Recuperar essa sensação de competitividade talvez seja uma missão tão importante quanto encontrar novos jogadores, porque a reconstrução alemã também precisa ocorrer no aspecto psicológico.</p>



<p class="has-medium-font-size">Nesse sentido, a escolha de Jürgen Klopp parece fazer bastante sentido. Sua proposta está praticamente no extremo oposto de um futebol baseado exclusivamente no controle paciente da posse. O ex-treinador do Liverpool nunca escondeu sua preferência por intensidade, agressividade sem a bola, verticalidade e ataques capazes de transformar recuperações em oportunidades antes que o adversário consiga reorganizar suas linhas. O <em>gegenpressing</em> que marcou seus trabalhos passados parte justamente da tentativa de recuperar a posse imediatamente depois de perdê-la, utilizando aquele instante de desorganização rival como uma oportunidade ofensiva. É o futebol que o próprio técnico já relacionou ao rock and roll: acelerado, emocional e muitas vezes desconfortável para quem está do outro lado. Mais do que uma expressão conhecida, entretanto, será necessário transformar esses princípios em uma identidade reconhecível dentro de campo.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr">Welcome to the world stage, Jürgen Klopp! 🇩🇪<a href="https://x.com/hashtag/FIFAWorldCup?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#FIFAWorldCup</a> <a href="https://t.co/r3mmF0dx7f">pic.twitter.com/r3mmF0dx7f</a></p>&mdash; FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) <a href="https://x.com/FIFAWorldCup/status/2080596457829085381?ref_src=twsrc%5Etfw">July 24, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A diferença para determinadas escolas baseadas na circulação prolongada também deverá ficar evidente. Jürgen Klopp nunca demonstrou grande entusiasmo por uma posse que existe apenas para acumular passes, sem progressão ou ameaça real ao adversário. Seu futebol procura propósito. A bola precisa viajar para a frente, os movimentos devem abrir espaços e a equipe necessita reconhecer rapidamente o momento de acelerar. Isso não significa abandonar qualidade técnica ou criatividade — justamente o contrário. A intenção é colocá-las a serviço de um jogo mais incisivo. Para uma seleção alemã que em diferentes momentos recentes pareceu previsível e excessivamente burocrática, recuperar espontaneidade e velocidade poderá ser uma das primeiras transformações perceptíveis desta nova etapa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas será que Jürgen Klopp conseguirá devolver à Alemanha não somente as vitórias, mas também aquela personalidade que durante décadas fazia seus adversários entrarem em campo sabendo que eliminar a <em>Mannschaft </em>exigiria algo extraordinário? Essa talvez seja a pergunta central deste novo ciclo. O treinador possui currículo, carisma e conhecimento suficientes para iniciar essa reconstrução, porém trabalhar diariamente em um clube é bastante diferente de comandar uma seleção. O tempo disponível com os atletas é menor, os períodos de treinamento são reduzidos e muitos conceitos precisam ser assimilados rapidamente. Implementar um modelo tão dependente de sincronização coletiva e intensidade será um desafio considerável. Por isso, os próximos anos também testarão a capacidade de adaptação de um técnico acostumado a desenvolver seus times durante temporadas inteiras.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além da identidade coletiva, Jürgen Klopp encontrará problemas específicos que precisam de soluções. O gol é provavelmente o mais simbólico deles. O encerramento da era Manuel Neuer deixou um vazio que dificilmente seria preenchido imediatamente, sobretudo porque durante tantos anos a Alemanha praticamente não precisou discutir quem deveria ocupar a posição. Jonas Urbig surge como um candidato importante para assumir essa responsabilidade, enquanto Dennis Seimen e Noah Atubolu aparecem entre as alternativas de uma geração que busca espaço. Mais do que simplesmente escolher um titular, o novo comandante precisará estabelecer uma hierarquia e oferecer continuidade e confiança ao escolhido para suceder um dos maiores nomes da história na posição.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="118014" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/07/134196928221705637-15-e1785165601539.jpg" alt="" class="wp-image-118014"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Manuel Neuer se despede da seleção alemã após cinco Copas disputadas (<strong>2010, 2014, 2018, 2022 e 2026</strong></strong>)<strong> e 128 jogos, sendo o quinto jogador com mais jogos pela Alemanha.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A lateral-direita apresenta outro quebra-cabeça. Joshua Kimmich foi utilizado naquele setor durante a Copa do Mundo, uma decisão discutível de Julian Nagelsmann exatamente porque retirou do meio-campo alemão um de seus jogadores mais influentes. Sua inteligência para organizar a saída, controlar o ritmo e encontrar passes entre linhas parece muito mais valiosa no centro do terreno. Jürgen Klopp terá de encontrar uma solução específica para a posição sem sacrificar aquilo que Kimmich oferece de melhor. Pequenas escolhas como essa podem determinar o funcionamento de todo o sistema, principalmente em uma proposta na qual pressão, cobertura e posicionamento precisam estar perfeitamente conectados. Não basta reunir os onze nomes tecnicamente mais fortes; será necessário construir uma equipe na qual cada peça potencialize a engrenagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">A renovação do elenco, aliás, deverá ser uma das marcas mais interessantes dos próximos anos. Alguns jogadores experientes ainda possuem condições para participar do processo. Jonathan Tah, Antonio Rüdiger, Nico Schlotterbeck e o próprio Joshua Kimmich podem funcionar como referências enquanto uma geração mais jovem ganha responsabilidades. Kai Havertz também possui características que podem continuar úteis, assim como Deniz Undav oferece alternativas para o setor ofensivo. Em contrapartida, jogadores como Pascal Gross, Leon Goretzka e Leroy Sané poderão encontrar uma concorrência cada vez maior conforme Jürgen Klopp começar a desenhar um grupo pensando não apenas em 2028, mas principalmente no Mundial de 2030. O passado ou o currículo dificilmente serão garantias de convocação em um projeto que necessita olhar para a frente.</p>



<p class="has-medium-font-size">E poucos treinadores apresentam histórico tão favorável ao desenvolvimento de jovens quanto Jürgen Klopp. Sua carreira foi construída também pela capacidade de identificar potencial antes que ele estivesse completamente lapidado. Desde o Mainz 05, passando especialmente pelo Borussia Dortmund e posteriormente pelo Liverpool, o alemão demonstrou disposição para oferecer responsabilidade a atletas em processo de formação. Marco Reus, Mario Götze e Marcel Schmelzer fizeram parte de uma geração que cresceu sob sua influência em Dortmund, enquanto Trent Alexander-Arnold e Curtis Jones são exemplos posteriores de jogadores que encontraram espaço em Anfield. Klopp não costuma simplesmente lançar novatos por conta da idade. Seu mérito está em criar contextos nos quais eles compreendam suas funções e possam evoluir sem carregar imediatamente todo o peso da equipe.</p>



<p class="has-medium-font-size">É justamente aí que a atual geração alemã oferece motivos concretos para esperança. Jamal Musiala e Florian Wirtz naturalmente aparecem como os pilares técnicos ao redor dos quais a Alemanha pode ser organizada. Ambos possuem criatividade, capacidade para atuar entre linhas e recursos individuais suficientes para transformar partidas fechadas. Construir um sistema que permita aos dois coexistirem sem limitar suas virtudes será uma das tarefas mais fascinantes do novo treinador. Jürgen Klopp sempre apreciou jogadores capazes de interpretar espaços e acelerar jogadas, características presentes nos dois principais talentos alemães desta geração. Se conseguir equilibrar liberdade ofensiva com responsabilidade coletiva, a <em>Mannschaft</em> poderá encontrar neles uma dupla capaz de definir sua identidade durante muitos anos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="118020" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/07/134196928221705637-16-e1785166230689.jpg" alt="" class="wp-image-118020"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Curiosamente, Jürgen Klopp será apenas o 13º treinador da história da seleção alemã, cujo líder de jogos responde pelo nome de Joachim Low, somando 198 partidas.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Atrás deles existe ainda uma quantidade interessante de jogadores pedindo passagem. Aleksandar Pavlovic, Lennart Karl, Tom Bischof, Brajan Gruda e Maximilian Beier representam uma geração caracterizada por qualidade técnica, velocidade de execução e margem significativa de evolução. Nem todos necessariamente estarão consolidados quando chegar a Euro 2028, mas o horizonte de quatro anos até o Mundial seguinte oferece espaço suficiente para experimentações. Francis Onyeka, capitão das categorias jovens alemãs, também aparece como outro nome a ser observado durante o processo. É justamente neste ponto que o contrato longo de Jürgen Klopp ganha importância: a Alemanha não precisa ser construída exclusivamente com quem está pronto hoje. Ela pode ser preparada pensando em quem terá atingido sua maturidade competitiva em 2030.</p>



<p class="has-medium-font-size">Naturalmente, juventude por si só não resolve os problemas alemães. A própria história recente do futebol internacional oferece inúmeros exemplos de gerações extremamente talentosas que jamais conseguiram transformar potencial em títulos. Jürgen Klopp precisará encontrar equilíbrio entre renovação e experiência, evitando tanto a manutenção excessiva de jogadores ligados ao ciclo anterior quanto uma ruptura artificial apenas para transmitir sensação de novidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Existe ainda uma característica de Jürgen Klopp impossível de medir apenas por estatísticas: sua capacidade de construir vínculos. O treinador sempre fez da comunicação uma extensão de seu trabalho tático. Sua personalidade intensa, as manifestações à beira do campo e a maneira apaixonada de viver cada partida frequentemente aproximaram jogadores, comissão técnica e arquibancadas. Em um momento no qual a relação entre a seleção alemã e parte de sua torcida perdeu a força observada em outras épocas, essa habilidade pode adquirir enorme importância. Klopp sabe transmitir mensagens simples sem necessariamente simplificar o futebol. Também possui facilidade para fazer diferentes atletas compreenderem sua relevância dentro de um projeto coletivo, algo essencial durante uma renovação que inevitavelmente produzirá escolhas difíceis.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Palavras duras de Jürgen Klopp na sua apresentação como Selecionador da Alemanha 🇩🇪 <a href="https://t.co/WlkYFelDYf">pic.twitter.com/WlkYFelDYf</a></p>&mdash; DAZN Portugal (@DAZNPortugal) <a href="https://x.com/DAZNPortugal/status/2080610108111761870?ref_src=twsrc%5Etfw">July 24, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Talvez por isso sua missão ultrapasse a necessidade de ganhar partidas. A Alemanha precisa voltar a acreditar em si mesma. Desde o título mundial conquistado no Brasil em 2014, a <em>Mannschaft </em>atravessou uma transformação difícil de imaginar naquele momento. O país que parecia possuir uma máquina inesgotável de formação e uma seleção preparada para permanecer durante anos entre as maiores potências passou a conviver com eliminações precoces e questionamentos sobre sua própria identidade. Nenhum treinador conseguirá apagar uma década de frustrações em algumas partidas. Entretanto, pela primeira vez em bastante tempo, existe a sensação de que o projeto possui uma direção claramente identificável e um comandante cuja filosofia combina com a necessidade de mudança.</p>



<p class="has-medium-font-size">A Eurocopa de 2028 será inevitavelmente o primeiro grande termômetro. Até lá, Jürgen Klopp terá tempo para observar novos jogadores, testar funções, estabelecer uma estrutura e descobrir quais nomes realmente conseguem sustentar a intensidade que pretende exigir. O resultado no torneio continental terá importância, evidentemente, mas talvez seja necessário analisá-lo também dentro de uma perspectiva mais ampla. O contrato aponta para 2030, e é naquele Mundial que essa geração deverá alcançar um estágio mais avançado de maturidade. Jamal Musiala e Florian Wirtz estarão em plena idade competitiva, enquanto vários dos jovens que hoje aparecem apenas como promessas poderão chegar à Copa do Mundo como protagonistas consolidados na seleção alemã.</p>



<p class="has-medium-font-size">Depois de tantos tropeços, a Alemanha finalmente parece disposta a reconstruir em vez de simplesmente remendar. A chegada de Jürgen Klopp não oferece garantia alguma de títulos — nenhum treinador seria capaz de oferecer isso —, porém representa talvez a decisão mais coerente tomada pela DFB em muitos anos. Existe um técnico com identidade definida, uma geração jovem de enorme potencial e tempo suficiente para desenvolver um projeto sem depender exclusivamente de soluções imediatas. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, o desafio agora será transformar esses elementos em uma seleção novamente temida pelo mundo. Desde 2014, os alemães procuram uma direção capaz de reconduzi-los ao lugar onde sua própria história os acostumou a estar. Com Jürgen Klopp, pela primeira vez em muito tempo, esse caminho parece menos nebuloso.</p>
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		<title>Klopp solta o grito de campeão em sua turnê de despedida do Liverpool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 02:09:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Além do sentimento passional, a turnê de despedida de Jurgen Klopp do Liverpool também ficará marcada pela conquista de um título, a julgar que os Reds retornaram de Wembley com o caneco da Copa da Liga Inglesa na bagagem. Por sinal, a décima taça do clube de Merseyside ao longo da história. A propósito, uma [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Além do sentimento passional, a turnê de despedida de Jurgen Klopp do Liverpool também ficará marcada pela conquista de um título, a julgar que os <em>Reds</em> retornaram de Wembley com o caneco da Copa da Liga Inglesa na bagagem. Por sinal, a décima taça do clube de Merseyside ao longo da história.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, uma conquista, definitivamente, com a cara deste lendário Liverpool, de Jurgen Klopp, uma vez que o gol que confirmou o triunfo sobre o Chelsea ocorreu aos 13 minutos da segunda etapa da prorrogação, quando o capitão Virgil van Dijk, outro símbolo do time de Klopp, acertou uma cabeçada fulminante após a cobrança de escanteio de Konstantinos Tsimikas.  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">A captain&#39;s goal fit to win any final 😍 <a href="https://t.co/HchufKPmYJ">pic.twitter.com/HchufKPmYJ</a></p>&mdash; Liverpool FC (@LFC) <a href="https://twitter.com/LFC/status/1761854831818637501?ref_src=twsrc%5Etfw">February 25, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda que o Liverpool desembarcou na capital inglesa com uma série de desfalques para encarar o Chelsea. Para se ter uma ideia, ONZE jogadores estavam fora de combate na decisão da Copa da Liga, dentre os principais se incluem Alisson, Trent Alexander-Arnold, Joel Matip, Curtis Jones, Dominik Szoboszlai, Diogo Jota, Darwin Núñez e Mohamed Salah.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, os <em>Reds</em> terminaram a final com cinco atletas formados nas categorias de base do clube, como eram os casos de Jarell Quansah, Bobby Clark, James McConnell, Jayden Danns e Harvey Elliott, lembrando que o lateral-direito Conor Bradley foi substituído no decorrer da segunda etapa, ao passo que o goleiro Caoimhin Kelleher esteve em ação durante os 120 minutos da decisão em que realizou defesas realmente incríveis &#8211; e ao menos na minha opinião, foi o melhor jogador em campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Talvez por desmerecimento, alguns &#8220;entendedores&#8221; não valorizam o título do Liverpool dizendo que o Chelsea também é uma jovem equipe, o que não deixa de ser verdade, porém eles só se esquecem que o elenco dos <em>Blues</em> é composto por novatos atletas de classe mundial como Enzo Fernández, Moises Caicedo, Mykhaylo Mudryk, Cole Palmer, Axel Disasi e Nicolas Jackson, que juntos custaram 436 milhões de euros ao clube do oeste de Londres, ou seja, uma quantia superior em relação ao valor de mercado de TODA formação titular dos <em>Reds</em> em Wembley, avaliada em 390 milhões de euros.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">This man&#39;s performance yesterday! 😮‍💨<a href="https://twitter.com/hashtag/EFL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EFL</a> | <a href="https://twitter.com/hashtag/CarabaoCupFinal?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CarabaoCupFinal</a> <a href="https://t.co/ke9W9kQM20">pic.twitter.com/ke9W9kQM20</a> <a href="https://t.co/TIgiHUAvYE">https://t.co/TIgiHUAvYE</a></p>&mdash; Carabao Cup (@Carabao_Cup) <a href="https://twitter.com/Carabao_Cup/status/1762149020720414762?ref_src=twsrc%5Etfw">February 26, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, está aí uma das razões pelas quais Jurgen Klopp tenha afirmado que essa foi a conquista mais importante de sua carreira, também motivada pelo fato do treinador alemão estar vivendo os seus últimos dias em Anfield, o que torna compreensível o exagerado posicionamento de Klopp ao colocar a Copa da Liga desta temporada com um peso mais relevante em comparação aos títulos da Champions League, ou até mesmo da Premier League. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, mesmo em meio as dificuldades, a realidade é que Jurgen Klopp deixará uma imagem de campeão no porta-retrato dos <em>Reds</em> em sua temporada de despedida do clube, uma condição que pode favorecer o Liverpool na corrida rumo ao título da Premier League, em especial considerando aspectos de ordem emocional, afinal, o título da Copa da Liga, muito possivelmente na última visita de Klopp ao estádio de Wembley, afasta por completo a pressão de ainda ter que faturar um troféu.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, tanto a Europa League quanto a FA Cup também se apresentam como opções de títulos aos líderes da Premier League na temporada, mas não há garantia de que eles avançarão de fase, ou tampouco disputarão a final, tendo em vista o pesado calendário e o excessivo número de lesões que os assola.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/02/capa-7-e1708987950292.jpg" alt="" data-id="89807" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/02/capa-7-e1708987950292.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=89807" class="wp-image-89807"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Leicester, Bournemouth, West Ham, Fulham e Chelsea foram os adversários superados pelo Liverpool no caminho até o título da Copa da Liga Inglesa.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, esse título reforça a tese de que o sistema de jogo de Jurgen Klopp não depende tanto da qualidade técnica dos jogadores, mas sim da intensidade. Por exemplo, na temporada passada o Liverpool sofreu bastante porque as constantes contusões Fabinho, Jordan Henderson, Thiago Alcântara e Alex Oxlade-Chamberlain comprometeu totalmente a parte física dos meio-campistas. </p>



<p class="has-medium-font-size">Como consequência, o Liverpool encerrou a Premier League na 5ª colocação da tabela com 67 pontos, isto é, a pior posição e a pontuação mais baixa da equipe em um ano completo sob o comando do ex-treinador do Borussia Dortmund. De quebra, os <em>Reds</em> ainda ficaram de fora da Champions League pela primeira vez desde a edição 2016/17 do torneio continental. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, com a planejada reformulação do meio-campo feita nesta temporada por intermédio das chegadas de Wataru Endo, Alexis Mac Allister, Dominik Szoboszlai e Ryan Gravenberch, o Liverpool rapidamente evoluiu a ponto de brigar pelo título inglês com o tricampeão Manchester City, e o atual vice Arsenal, não sendo nem sombra do time da temporada anterior, inclusive na finalíssima da Copa da Liga estando repleto de jovens atletas. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Me disseram que existe uma frase em inglês: “você não ganha troféus com crianças”, eu não sabia disso. Este é facilmente o troféu mais especial que já ganhei em mais de 20 anos de carreira. É absolutamente excepcional!</p><cite>Jurgen Klopp, treinador do Liverpool.</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Outro detalhe não menos significativo foi ver o Liverpool dando a volta olímpica no mítico estádio Wembley, considerado o maior templo do futebol inglês. Aliás, será que ainda há quem diga que a diretoria agiu errado ao anunciar a saída de Jurgen Klopp antes do término da temporada? Após a conquista da Copa da Liga é bem provável que não, pois foi memorável a imagem da torcida saudando o treinador que integra o seleto roll dos melhores da história do clube ao lado de Tom Watson, Bill Shankly, Bob Paisley e Kenny Dalglish. À vista disso, cada jogo será uma oportunidade para os fãs darem adeus ao eterno ídolo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não obstante, dependendo do progresso dos <em>Reds</em> nas fases eliminatórias da Europa League e da FA Cup, há no máximo mais 23 partidas para a passagem de Jurgen Klopp se encerrar no Liverpool. Então, aproveite, pois estamos verdadeiramente diante dos momentos finais desta célebre história!</p>



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		<title>A incessante busca por um meio-campista na quinzena final do fechamento da janela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Aug 2023 14:07:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A corrida do Liverpool na busca por um meio-campista segue cada vez mais desesperadora, intensa e desgastante, ao passo que o fechamento da janela de transferências se aproxima, uma condição que o clube de Merseyside poderia ter evitado se não tivesse cometido uma série de erros nas recentes negociações junto aos novos reforços do Chelsea, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A corrida do Liverpool na busca por um meio-campista segue cada vez mais desesperadora, intensa e desgastante, ao passo que o fechamento da janela de transferências se aproxima, uma condição que o clube de Merseyside poderia ter evitado se não tivesse cometido uma série de erros nas recentes negociações junto aos novos reforços do Chelsea, Moisés Caicedo e Romeo Lavia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, o planejamento dos <em>Reds</em> seguia dentro dos conformes com as <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.soccerblog.com.br/2023/07/04/muito-mais-do-que-os-novos-camisas-oito-e-dez-do-liverpool/" target="_blank">ótimas contratações de Alexis Mac Allister e Dominik Szoboszlai para fortalecer o debilitado meio de campo do time</a>. Todavia, as inusitadas saídas de Jordan Henderson e Fabinho ao futebol saudita não só pegaram o Liverpool de surpresa, como também o obrigou a iniciar uma incessante busca por, ao menos, uma peça de reposição para a reconstrução do setor.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que o volante Romeo Lavia já estava na mira do Liverpool desde a abertura da atual janela de transferências, tanto é, que os <em>Reds</em> chegaram a oferecer propostas de 37, 41 e 46 milhões de libras ao Southampton neste período.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, apesar do interesse do próprio Romeo Lavia em defender as cores do Liverpool, nenhuma das ofertas foi aceita pelo Southampton que, por sua vez, mantinha firme a decisão de vendê-lo por uma taxa superior a 50 milhões de libras, valor que os <em>Reds</em> consideravam elevado para um jovem atleta de 19 anos de idade e apenas 34 jogos na carreira profissional.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por esta razão, o Liverpool adotou a estratégia de esperar o tempo passar a fim de gerar maior pressão no clube recém-rebaixado e, consequentemente, fechar o negócio pelas cifras desejadas, ou seja, uma tática totalmente errada já que o Chelsea apareceu no meio do caminho e, sem titubear, pagou os 53 milhões de libras pedidos pelo Southampton e, desta forma, anunciou a contratação do novo reforço.     </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/08/2-1-1024x683.jpeg" alt="" data-id="80211" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/08/2-1-e1692296236423.jpeg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=80211" class="wp-image-80211"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Se no mercado da bola o Chelsea segue superior ao Liverpool, dentro de campo ambos empataram em 1 a 1 pela rodada inicial da Premier League. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, é importante destacar que assim que o Chelsea entrou na negociação, o Liverpool se mostrou disposto a igualar a oferta bem-sucedida dos londrinos de 53 milhões de libras por Romeo Lavia, ainda propondo mais 5 milhões de libras em bônus de desempenho ao Southampton, porém o jogador belga preferiu vestir a camisa dos <em>Blues </em>por ter se sentido desprezado pelos <em>Reds</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, Romeo Lavia não foi o único atleta que o Liverpool perdeu para o Chelsea nesta janela de transferência, a julgar que Moisés Caicedo também desconsiderou uma possível mudança à Anfield, optando pela ida ao Stamford Bridge. </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, a situação envolvendo Moisés Caicedo era diferente, afinal, o Chelsea já planejava a contratação do meio-campista equatoriano desde o início do ano. Não à toa, recentemente o Brighton havia rejeitado uma proposta de 80 milhões de libras enviada pelo clube do oeste de Londres.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, com os cofres abastecidos pelos 52 milhões de libras recebidos pelas vendas de Jordan Henderson e Fabinho, o Liverpool foi extretamente agressivo em busca de Moisés Caicedo oferecendo ao Brighton uma oferta de 111 milhões de libras que, inclusive, quebraria o recorde de transferências da história do clube dezenove vezes campeão inglês.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Mas toda a empolgação gerada pela ambiciosa postura do Liverpool sucumbiu assim que o Chelsea apresentou uma contra-proposta de 115 milhões de libras por Moisés Caicedo, aprovada de imediato tanto pelo Brighton, quanto pelo atleta que há sete meses flertava com os <em>Blues</em>.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Moises Caicedo is a Blue! 🔵</p>&mdash; Chelsea FC (@ChelseaFC) <a href="https://twitter.com/ChelseaFC/status/1691147078439677963?ref_src=twsrc%5Etfw">August 14, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, essas duas &#8220;derrotas&#8221; para o Chelsea no mercado da bola geraram um clima de enorme frustração pelos lados de Anfield e, o pior, aumentaram demasiadamente a pressão sobre os <em>Reds</em> a duas semanas do encerramento da janela de transferências, o que dificultará ainda mais a contratação de um meio-campista pelo fato dos adversários saberem da extrema necessidade do Liverpool.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, Jurgen Klopp trabalha com a hipótese da chegada de um dos integrantes da extensa lista de possíveis reforços entregue à diretoria, onde constam os nomes de Wataru Endo, do Stuttgart, Ryan Gravenberch, do Bayern de Munique, Cheick Doucouré, do Crystal Palace, Boubacar Kamara, do Aston Villa, e André, do Fluminense.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, essa dificuldade do Liverpool em reestruturar o meio de campo é fruto do atraso do próprio clube. Em 2021, por exemplo, os ingleses deixaram escapar a grande oportunidade de trazer Aurélien Tchouaméni, à medida que no ano seguinte desistiram facilmente da corrida por Jude Bellingham, ao contrário do Real Madrid, que não poupou esforços para adquirí-los. Deste modo, Jurgen Klopp teve de se contentar com o chegada de Arthur, que esteve em campo míseros 13 minutos na temporada anterior, contratado via empréstimo no último dia da janela do verão europeu.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, faltou ao Liverpool compreender as novas diretrizes do mercado do futebol, onde investir tornou-se indispensável para a evolução do nível técnico e de competitividade dos clubes, acima de tudo os grandes, vide o seu rápido êxito nas negociações envolvendo Alexis Mac Allister&nbsp;e&nbsp;Dominik Szoboszlai pelo montante de 95 milhões de libras.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, se o sucesso dos <em>Reds</em> nos últimos anos foi construído através da estabilidade e do recrutamento astuto, daqui adiante eles ainda precisarão ser capazes de igualar o poder de compra de alguns de seus rivais, canalizando seus recursos com total sabedoria, quer dizer, algo pra lá de complexo em virtude do buraco em que o Liverpool se meteu na quinzena final do término da janela. </p>



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		<title>Szoboszlai e Mac Allister, muito mais do que os novos camisas oito e dez do Liverpool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jul 2023 00:06:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A decepcionante 5ª posição do Liverpool na edição anterior da Premier League &#8211; a 22 pontos de distância do campeão Manchester City -, expôs algo que já era nítido no conjunto de Merseyside: a necessidade de uma reformulação no setor de meio de campo. Pois é, as constantes lesões de Thiago Alcântara e Naby Keita, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">A decepcionante 5ª posição do Liverpool na edição anterior da Premier League &#8211; a 22 pontos de distância do campeão Manchester City -, expôs algo que já era nítido no conjunto de Merseyside: a necessidade de uma reformulação no setor de meio de campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, as constantes lesões de Thiago Alcântara e Naby Keita, a limitação física do veterano James Milner, e a inexperiência do novato Harvey Elliott, obrigaram o técnico Jurgen Klopp a escalar Fabinho, Jordan Henderson e Curtis Jones de forma sucessiva na última temporada, o que acabou comprometendo o rendimento do Liverpool, vide a queda dos <em>Reds </em>nas oitavas-de-final da Champions League com direito a um revés por 5 a 2 frente o Real Madrid em pleno Anfield Road, além da não conquista de uma vaga no G-4 da Premier League pela primeira vez em sete anos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, o trio de meio-campistas não suportou os exigentes níveis físicos do intenso estilo de jogo de Jurgen Klopp, um problema que poderia ter sido solucionado antes do início da temporada passada, mas não foi porque o Liverpool priorizou a renovação do setor ofensivo do time através das compras de Darwín Núñez e Cody Gakpo, em virtude da inusitada saída de Sadio Mané ao Bayern de Munique, e do gradual declínio de Roberto Firmino. </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, é importante salientar que uma situação similar assolou os <em>Reds</em> na temporada 2020-21 &#8211; porém o setor afetado foi a defesa -, quando Dejan Lovren foi vendido ao Zenit, e Virgil van Dijk, Joe Gomez e Joel Matip acabaram se lesionando, o que forçou o Liverpool a trazer Ben Davies e Ozan Kabak com as competições a todo vapor. Todavia, estas contratações não surtiram o efeito esperado, tanto é, que por diversas vezes Jurgen Klopp escalou Fabinho e Jordan Henderson improvisados formando a dupla de zaga. Logo, essa condição só mudou na janela de transferências seguinte com a vinda de Ibrahima Konaté.       </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, enfim chegou o momento do Liverpool fortalecer e reconstruir o meio de campo, não à toa, dois reforços de peso já foram anunciados pelo clube neste meio de ano, tratam-se de Alexis Mac Allister e Dominik Szoboszlai, contratados por 42 e 70 milhões de euros, respectivamente.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="728" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/capa-1-1024x728.jpg" alt="" data-id="77693" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/capa-1-e1688493940554.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=77693" class="wp-image-77693"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Dominik Szoboszlai vestirá a mítica camisa 8 do Liverpool, que um dia já foi de Steven Gerrard. O húngaro tornou-se o terceiro atleta mais caro da história do clube.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Campeão mundial defendendo as cores da Argentina no Mundial do Catar, Alexis Mac Allister foi um dos principais nomes do Brighton na temporada anterior ao lado de Moisés Caicedo e, certamente, dará maior ganho de qualidade técnica ao plantel dos <em>Reds</em>, colaborando tanto na marcação quanto na chegada ao ataque. Além disso, o fato do argentino já conhecer a Premier League por jogar no futebol inglês desde 2019, é outro ponto positivo de sua contratação, tendo em vista que o novo camisa dez não terá problemas para se adaptar ao campeonato.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não obstante, Dominik Szoboszlai desembarca em Merseyside como principal reforço do Liverpool até aqui, o que se justifica dado o excelente futebol praticado pelo futuro camisa oito dos <em>Reds </em>em suas passagens por RB Salzburg, RB Leipzig e, é claro, pela seleção da Hungria. </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, a polivalência do jogador cujas principais características são a mobilidade, as eficientes cobranças de faltas e escanteios, o bom arremate e a intensidade, é o atributo que mais agrada Jurgen Klopp, já que ele pode atuar como meia aberto pelos lados do campo como acontecia no RB Leipzig, ou até mesmo por dentro, vindo de trás e ajudando na armação das jogadas, embora seja essencial a sua evoluação na parte defensiva, quer dizer, nos instantes em que a equipe estará sem a bola.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="765" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/capa-2-1024x765.jpg" alt="" data-id="77696" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/capa-2-e1688494356302.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=77696" class="wp-image-77696"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O Liverpool será o quarto clube na carreira de Alexis Mac Allister, tendo em vista que o <strong>novo camisa dez</strong> acumula trajetórias por Argentinos Juniors, Boca Juniors e Brighton.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E considerando os 24 anos de idade de Alexis Mac Allister e Dominik Szoboszlai, além dos seus respectivos períodos de contratos válidos até 2028, fica evidente que a expectativa do Liverpool é a de que ambos não apenas estabeleçam duradouras passagens por Anfield, como também se tornem referências deste novo ciclo que se inicia no clube, assim como ocorreu anteriormente com Jordan Henderson e James Milner.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, resta saber como Jurgen Klopp armará o Liverpool na próxima temporada. Não é surpresa para ninguém que o treinador alemão é adepto do esquema 4-3-3, e através desta formação o meio de campo teria um tripé composto por Fabinho, na base, à medida que Alexis Mac Allister jogaria mais adiantado pela direita, e Dominik Szoboszlai pela esquerda.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outra possibilidade seria a utilização do 4-2-3-1 &#8211; que Jurgen Klopp tanto usou no Borussia Dortmund -, com Fabinho e Alexis Mac Allister fazendo uma dupla de volantes, enquanto à frente Mohamed Salah, Dominik Szoboszlai e Diogo Jota, Luis Díaz ou Darwin Núnez, preencheriam uma linha de três meias ofensivos no setor que ainda tem Thiago Alcântara, Jordan Henderson, Curtis Jones e Harvey Elliott como possíveis opções.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, seja lá qual for o esquema escolhido, a realidade é que a tradicional intensidade do Liverpool, de Jurgen Klopp, que o fez campeão da Champions League em 2019, e da Premier League em 2020, voltará à tona a partir da próxima temporada, o que já coloca os <em>Reds</em> entre os favoritos na corrida pelo título inglês.  </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2023/07/04/muito-mais-do-que-os-novos-camisas-oito-e-dez-do-liverpool/">Szoboszlai e Mac Allister, muito mais do que os novos camisas oito e dez do Liverpool</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>5 a 2: o retrato perfeito da temporada do Liverpool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2023 17:38:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A longa espera de 14 anos do Liverpool para vencer o Real Madrid continua. Pois é, assim como aconteceu em Kiev e Paris, os ingleses sucumbiram diante dos espanhóis na Champions League, porém desta vez com uma grande diferença, sendo derrotados por 5 a 2, em Anfield. A propósito, é até difícil imaginar que há [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2023/02/22/5-a-2-o-retrato-perfeito-da-temporada-do-liverpool/">5 a 2: o retrato perfeito da temporada do Liverpool</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">A longa espera de 14 anos do Liverpool para vencer o Real Madrid continua. Pois é, assim como aconteceu em Kiev e Paris, os ingleses sucumbiram diante dos espanhóis na Champions League, porém desta vez com uma grande diferença, sendo derrotados por 5 a 2, em Anfield.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, é até difícil imaginar que há nove meses Liverpool e Real Madrid disputavam o título da Champions League na capital francesa, tamanho o abismo que separa ambos na atualidade, algo que ficou bastante evidente através da maior goleada sofrida pelos <em>Reds </em>atuando em seus domínios na história do torneio continental.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, muitos supunham que o cenário seria outro devido a empolgação gerada pelos triunfos do conjunto de Merseyside sobre Everton e Newcastle, que acabaram motivando a torcida do Liverpool a criar uma atmosfera hostil em Anfield e fora dele, a fim de intimidar o Real Madrid e, obviamente, se vingar dos vices nas edições 2017/18 e 2021/22 da Champions League.</p>



<p class="has-medium-font-size">E por incrível que pareça, as noites mágicas de Champions League em Anfield pareciam novamente dar as caras neste embate frente o Real Madrid, já que os <em>Reds</em> marcaram dois tentos em 14 minutos, por meio de muita intensidade e um ritmo de jogo pra lá de acelerado, fazendo assim, os torcedores reviverem as melhores fases do Liverpool, de Jurgen Klopp.  </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, tudo não passou de uma mera miragem na assombrosa temporada vivida pelo Liverpool, a julgar que os atuais campeões europeus igualaram o placar ainda antes do intervalo, e balançaram as redes mais três vezes no segundo tempo. Fim de jogo: 5 a 2 para o Real Madrid, em pleno estádio de Anfield.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Defeat. <a href="https://twitter.com/hashtag/LIVRMA?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LIVRMA</a> | <a href="https://twitter.com/hashtag/UCL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UCL</a> <a href="https://t.co/zhd5W9G7H0">pic.twitter.com/zhd5W9G7H0</a></p>&mdash; Liverpool FC (@LFC) <a href="https://twitter.com/LFC/status/1628151229632094208?ref_src=twsrc%5Etfw">February 21, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Com isso, o Real Madrid construiu uma vantagem extremamente confortável para a próxima partida no Santiago Bernabéu. Logo, por mais que o Liverpool já tenha conseguido tirar essa mesma diferença de três gols em apenas 45 minutos na memorável &#8220;Batalha de Istambul&#8221; em 2005, e também contra o Barcelona no jogo de volta das semifinais da Champions League em 2019, é importante considerar que agora os ingleses enfrentarão o maior campeão europeu na sua casa e, detalhe, passando por uma fase bastante complicada.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Uma derrota é uma derrota se você não aprender nada com ela.&nbsp;Sim, temos que melhorar, mas também temos que levar as coisas boas.&nbsp;Sei que perder por 5 a 2 pode ser prejudicial, mas espero poder garantir que isso não aconteçará de novo.</p><cite>Jurgen Klopp</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, os torcedores do Liverpool, em especial os mais fanáticos, devem compreender que a briga dos<em> Reds</em> nesta temporada não é por títulos, mas sim para terminar a Premier League entre os quatro primeiros colocados, o que ao menos lhes garantiria o direito de disputar a próxima edição da Champions League, lembrando que no momento eles ocupam a oitava posição da tabela com 35 pontos, a sete de distância do G-4, porém com jogos a menos no campeonato.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, em meio a essa luta pela vaga no G-4 da Premier League, o Liverpool deve dar início a um planejamento visando a temporada 2023/24, sobretudo porque o meio de campo da equipe necessita de total renovação, ao passo que a defesa sofre com a carência de um zagueiro de qualidade para atuar ao lado de Virgil van Dijk. Não à toa, os <em>Reds</em> foram vazados três ou mais vezes em cinco dos 13 jogos disputados no período pós-Copa do Mundo.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/02/4-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="70314" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/02/4-2-e1677086982802.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=70314" class="wp-image-70314"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Antes do Real Madrid, os <em>Reds</em> enfrentarão Crystal Palace (f), Wolves (c), Manchester Utd. (c) e Bournemouth (f), ou seja, jogos mais importantes para suas pretensões do que a partida no Santiago Bernabéu.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, é fato que essa reformulação exigirá MUITO dinheiro ao Liverpool, portanto, resta saber até que ponto John Henry e Tom Werner, os principais administradores da Fenway Sports Group, realmente estarão dispostos a fazer altos investimentos no clube que eles colocaram à venda no final do ano passado. </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, enquanto essas situações não forem definidas, não adianta o Liverpool, os torcedores, os jogadores e Jurgen Klopp acreditarem em uma possível reviravolta ante o Real Madrid no próximo dia 15, porque diante das atuais cirscuntâncias ela, definitivamente, não ocorrerá.     </p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>
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		<title>Liverpool segue distante do ideal na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 19:28:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Campeonato Inglês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Brigar pelo G-4 da Premier League e pelas Copas, eis o que restou ao Liverpool em decorrência de seu início aquém das expectativas na temporada 2022/23. Décimo colocado na tabela da Premier League com 10 pontos em oito jogos, o Liverpool está fora da corrida pelo título inglês nesta temporada. Pois é, por mais que [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Brigar pelo <em>G-4 </em>da Premier League e pelas Copas, eis o que restou ao Liverpool em decorrência de seu início aquém das expectativas na temporada 2022/23.</h6>



<p class="has-medium-font-size">Décimo colocado na tabela da Premier League com 10 pontos em oito jogos, o Liverpool está fora da corrida pelo título inglês nesta temporada. Pois é, por mais que os <em>Reds</em> tenham tempo e condições suficientes para recuperar a consistência no campeonato, são praticamente nulas as chances do Manchester City sofrer uma queda de desempenho a ponto de deixar o conjunto de Merseyside reduzir a longa distância de 13 pontos que os separam no momento.  </p>



<p class="has-medium-font-size">E embora forçado a focar única e exclusivamente nas copas até o término da temporada, Jurgen Klopp precisará corrigir uma série de problemas para que a sua equipe ao menos cogite a conquista de alguma delas, tendo em vista que o Liverpool apresenta falhas em todos os seus setores. Contudo, o meio de campo é o mais descompensado, em especial devido as constantes lesões de Thiago Alcantâra, o principal responsável pela saída de bola e criação de jogadas do time. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-12-1024x683.jpg" alt="" data-id="63000" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-12-e1665501679112.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63000" class="wp-image-63000"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Thiago Alcântara já perdeu cinco dos 12 jogos disputados pelo Liverpool até aqui na temporada, em virtude de uma lesão muscular.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, as recentes ausências de Jordan Henderson, Naby Keita e Alex Oxlade-Chamberlain, também geraram enorme desequilíbrio ao Liverpool, que padece da falta de fluidez e intensidade em campo. Não à toa, os <em>Reds</em> são donos da décima melhor defesa da Premier League com 12 tentos sofridos, lembrando que eles não foram vazados em apenas duas das oito partidas realizadas até então.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, o Liverpool só não saiu atrás do placar em dois compromissos da atual edição da Premier League, aliás, justamente no empate em 0 a 0 diante do Everton, e no triunfo por 9 a 0 sobre o Bournemouth que, inclusive, está duas posições à sua frente na classicação. Isso explica porque trata-se da pior campanha dos <em>Reds</em> nas oito rodadas iniciais da liga desde a temporada 2012/13.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="625" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-13-1024x625.jpg" alt="" data-id="63019" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-13-e1665504786510.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63019" class="wp-image-63019"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Apesar da fase irregular, o Liverpool faturou o título da Supercopa da Inglaterra nesta temporada, depois da vitória sobre o Manchester City por 3 a 1. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Já o setor ofensivo, sente as sequelas causadas pela saída de Sadio Mané. Independente da rápida adaptação de Luis Díaz ao modelo de jogo do Liverpool, é inegável que o atacante colombiano ainda não preencheu a lacuna deixada por Mané. Soma-se a isso, o fato do recém-contratado Darwin Núñez estar se entrosando aos novos companheiros, e se habituando tanto ao futebol quanto a cultura inglesa, que são totalmente diferentes se comparados a Portugal.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, são diversos os motivos que geraram a queda de rendimento do Liverpool. A propósito, a temporada dos <em>Reds</em> é tão abaixo da crítica quanto a primeira do período pós-pandemia (2020/21), aonde os comandados de Jurgen Klopp colecionaram inesperadas derrotas frente Brighton, Everton e Fulham, em pleno estádio Anfield Road, e encerraram a Premier League na terceira colocação, a exatos 17 pontos do campeão Manchester City.      </p>



<p class="has-medium-font-size">Em última análise, fica claro porque a temporada do Liverpool na Premier League já está comprometida em termos de título. No entanto, é óbvio que existe a possibilidade do time minimizar todos estes danos ao longo do campeonato, a julgar pela enorme qualidade de seus jogadores e treinador. Todavia, o objetivo primordial dos <em>Reds</em> a partir de agora será lutar por uma vaga no <em>G-4</em>, algo nada comum desde a chegada de Klopp ao clube há sete primaveras.  </p>



<p class="has-medium-font-size">     </p>
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		<title>Problemas não faltam ao Liverpool neste complicado início de temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Aug 2022 17:22:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Lesões, escassez de reforços, queda de rendimento em campo, e a falta de competitividade, resultaram no pior início de temporada do Liverpool nos últimos dez anos. Uma série de fortes protestos foram realizados pelos torcedores do Manchester United aos arredores do Old Trafford minutos antes da bola rolar no North West Derby, o que retrata [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Lesões, escassez de reforços, queda de rendimento em campo, e a falta de competitividade, resultaram no pior início de temporada do Liverpool nos últimos dez anos. </h6>



<p class="has-medium-font-size">Uma série de fortes protestos foram realizados pelos torcedores do Manchester United aos arredores do Old Trafford minutos antes da bola rolar no <em>North West Derby</em>, o que retrata tanto a insatisfação quanto a péssima fase vivida pelos <em>Red Devils</em>. Deste modo, era esperado que o Liverpool conquistasse a sua primeira vitória na atual edição da Premier League e, consequentemente, entrasse de vez na briga pelo título inglês na temporada 2022/23.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, o Liverpool deixou o Old Trafford em uma situação ainda pior, já que os comandados de Jurgen Klopp caíram por 2 a 1 frente o Manchester United. De quaquer maneira, diversos fatores justificam o péssimo início de tremporada dos <em>Reds</em>, dentre os principais, a vulnerabilidade defensiva da equipe, além da ineficácia do setor de meio de campo e a falta de intensidade do ataque após a saída de Sadio Mané ao Bayern de Munique.     </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/08/blog-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="60288" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/08/blog-2-e1661266105961.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=60288" class="wp-image-60288"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Com a derrota no<em> North West Derby</em>, o Liverpool viu a sua sequência de 21 jogos seguidos sem derrotas na Premier League chegar ao fim.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, a queda de rendimento do Liverpool também deve-se ao excessivo número de lesões que assola o clube. Para se ter uma ideia, DEZ jogadores estavam fora de combate no clássico contra o Manchester United. Por este motivo, Jurgen Klopp convocou dois goleiros e dois jovens das categorias de base para completar o banco de reservas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, o Liverpool continua sendo dono de um dos elencos mais fortes do futebol europeu, logo, era de se esperar uma performance melhor nas partidas contra Fulham, Crystal Palace, e também diante do conturbado Manchester United. Mas um dos maiores problemas enfrentados pelos <em>Reds</em> nestes jogos foi ter sofrido gol primeiro, pois eles tiveram sempre de correr atrás do placar.   </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="754" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/08/blog-5-1024x754.jpg" alt="" data-id="60295" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/08/blog-5-e1661267184501.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=60295" class="wp-image-60295"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Ibrahima Konate, Joel Matip, Caoimhin Kelleher, Calvin Ramsay, Naby Keita, Curtis Jones, Thiago, Alex Oxlade-Chamberlain, Kaide Gordon e Diogo Jota, desfalcam o Liverpool no atual momento em virtude de lesões.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, os <em>Reds </em>permitiram com que os adversários abrissem o marcador nos últimos SETE jogos da Premier League, algo que jamais havia acontecido com o clube desde a criação da liga. Contudo, a falta de competitividade do Liverpool é o que mais vem chamando a atenção. O curto período de pré-temporada em uma turnê realizada pela Ásia, aliado as ainda recentes perdas dos títulos inglês e europeu, podem estar influenciando para esta fome de bola em campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">A tímida participação dos <em>Reds</em> no mercado de transferências também é outra questão que deve ser avaliada pela diretoria do Liverpool, sobretudo em função da escassez de peças no meio de campo da equipe, o que tende a se agravar com o já conhecido histórico de contusões de Thiago e Alex Oxlade-Chamberlain, lembrando que Darwin Núñez e Fábio Carvalho foram os únicos reforços apresentados em Anfield neste meio de ano. </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o Liverpool até buscou alternativas para reforçar o meio de campo, mas ao perder o braço de ferro por Aurélien Tchouameni contra o Real Madrid, e desistir da contratação de Jude Bellingham após a primeira negativa do Borussia Dortmund, o clube inglês realmente abriu mão dos negócios. E como se tudo isso não bastasse, os <em>Reds</em> ainda sofrem com a enorme lacuna deixada por Sadio Mané no ataque. Pois é, eis a dura realidade do 16º colocado da Premier League!</p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>
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		<title>Liverpool x Real Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 May 2022 17:06:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Carlo Ancelotti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Liverpool ou Real Madrid, qual deles voltará da capital francesa com o título da Champions League na bagagem? A resposta será dada no próximo sábado (28), a partir das 16:00 (de Brasília), no Stade de France. Liverpool O sonho de encerrar a temporada 2021/22 com a inédita quádrupla coroa, acabou para o Liverpool no último [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Liverpool ou Real Madrid, qual deles voltará da capital francesa com o título da Champions League na bagagem? A resposta será dada no próximo sábado (28), a partir das 16:00 (de Brasília), no Stade de France. </h6>



<h3 class="wp-block-heading">Liverpool</h3>



<p class="has-medium-font-size">O sonho de encerrar a temporada 2021/22 com a inédita quádrupla coroa, acabou para o Liverpool no último final de semana, visto que o Manchester City mais uma vez sagrou-se campeão da Premier League, terminando a competição com um ponto de vantagem em relação aos <em>Reds</em>. Ainda assim, os comandados de Jurgen Klopp, que já faturaram os títulos da Copa da Liga Inglesa e da <em>FA Cup</em>, terão a chance de se redimir do vice-inglês conquistando nada menos do que a Champions League, assim como ocorreu em 2019.<br>Para finalizar, o &#8220;talismã&#8221; Divock Origi será o único ausente do Liverpool na final, devido a um problema muscular, o que significa que Virgil van Dijk, Thiago Alcântara, Fabinho e Mohamed Salah, jogarão contra o Real Madrid.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-34-1024x682.jpg" alt="" data-id="56112" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-34-e1653576782798.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=56112" class="wp-image-56112"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Após avançar à fase mata-mata da Champions League como líder do grupo B, o Liverpool superou Inter de Milão, Benfica e Villarreal, respectivamente,&nbsp;para chegar na final do torneio.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Esta temporada foi absolutamente incrível e ainda não terminou. Obviamente, tivemos nossas frustrações, mas&nbsp;agora temos que focar na final de sábado (28), até porque enfrentaremos uma equipe incrivelmente experiente.&nbsp;A perda do título inglês aumentou o nosso desejo de ganhar o europeu”, disse Jurgen Klopp.</p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Real Madrid</h3>



<p class="has-medium-font-size">Ao contrário do Liverpool, o Real Madrid encarou uma caminhada mais complicada até a decisão da Champions League, afinal, os líderes do grupo D do torneio eliminaram o poderoso PSG, nas oitavas-de-final, o atual campeão Chelsea, nas quartas, além do Manchester City, de Pep Guardiola, nas semifinais e, detalhe, os <em>Merengues</em> conseguiram vitórias realmente surpreendentes em todos estes embates. Ademais, é importante salientar que os pupilos de Carlo Ancelotti também já deram a volta olímpica nesta temporada, vide a conquista do título espanhol com quatro rodadas de antecedência.<br>Por fim, Carlo Ancelotti terá todos os atletas à disposição na finalíssima, inclusive David Alaba, que perdeu os últimos seis jogos em função de uma lesão muscular.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-35-1024x682.jpg" alt="" data-id="56130" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-35-e1653578510756.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=56130" class="wp-image-56130"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O atacante francês Karim Benzema lidera a artilharia da Champions League com 15 gols marcados, sete a mais em relação ao goleador máximo do Liverpool, Mohamed Salah.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>Aconteceu algo estranho. Desde o início da temporada enfrentamos equipes muito fortes, candidatas a ganhar a Champions League, mas os jogadores, a nossa torcida, e o peso da camisa, fizeram a diferença. Para mim, uma final com o Liverpool é como um clássico, porque eu continuo sendo um torcedor do Everton&#8221;, disse Carlo Ancelotti.</em></p></blockquote>



<h3 class="wp-block-heading">Dados Estatísticos</h3>



<p class="has-medium-font-size">O registro histórico do confronto aponta que Liverpool e Real Madrid se enfrentaram oito vezes ao longo da história, e a vantagem é dos <em>Merengues</em>, que somam quatro vitórias, mediante três triunfos dos <em>Reds</em>.<br>Esta será a terceira decisão da Champions League envolvendo Liverpool e Real Madrid. A primeira delas, ocorreu em Paris, na temporada 1980/81, e terminou com a vitória dos ingleses por 1 a 0, enquanto os espanhóis deram o troco em 2018, conquistando o torneio na capital ucraniana, ao vencerem por 3 a 1. <br>Vale ressaltar ainda, que o Liverpool corre em busca de seu sétimo título da Champions League, diferentemente do Real Madrid, que batalha pelo décimo quarto troféu do torneio continental.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-15 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="732" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-33-1024x732.jpg" alt="" data-id="56110" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/05/wall-33-e1653576181222.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=56110" class="wp-image-56110"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Este será o 11º encontro entre Jurgen Klopp e Carlo Ancelotti, sendo que cada um coleciona três vitórias nos enfrentamentos anteriores. Aliás, o italiano espera se tornar o primeiro treinador a vncer a Champions League quatro vezes na carreira. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Escalações</strong></h3>



<p class="has-medium-font-size"><strong><em>Liverpool (4-3-3):</em></strong> Alisson;&nbsp;Alexander-Arnold, Konaté, Van Dijk e Robertson;&nbsp;Henderson, Fabinho e Thiago Alcântara;&nbsp;Salah, Mané e Luiz Diaz. Técnico: Jurgen Klopp.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong><em>Real Madrid (4-3-3):</em></strong> Courtois;&nbsp;Carvajal, Eder Militão, Alaba e Mendy;&nbsp;Kroos, Casemiro e Modric;&nbsp;Valverde, Benzema e Vinícius Júnior. Técnico: Carlo Ancelotti.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Previsão</h3>



<p class="has-medium-font-size">Se analisarmos os times de Liverpool e Real Madrid no papel, certamente colocaríamos o Liverpool como o principal candidato à vitória em Saint-Denis. No entanto, é impossível desconsiderar um triunfo do Real Madrid, especialmente por conta das épicas classificações conquistadas pelos espanhóis nas fases anteriores da Champions League. Logo, não existe favorito nesta final.<br>Contudo, o Liverpool continua engasgado com o revés sofrido na decisão de 2018, algo que servirá como combustível extra a seu favor. Além disso, tanto Fabinho quanto Thiago estão aptos para jogar, o que diminuirá as chances de Karim Benzema balançar as redes, e aumentará as condições dos ingleses vencerem a partida, já que ambos são o &#8220;coração&#8221; da equipe.<br><strong><em>Palpite:</em></strong> Liverpool 2 x 1 Real Madrid. </p>



<p class="has-medium-font-size"> <br><br></p>
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		<title>Com meio caminho andado rumo à Paris, o Liverpool continua fazendo história sob o comando de Klopp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 19:48:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Champions League]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Jurgen Klopp]]></category>
		<category><![CDATA[Liverpool]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com meio caminho andado rumo à decisão da Champions League, o Liverpool ainda mira os títulos da Premier League e da FA Cup nesta reta final de temporada. A estratégia utilizada pelo Villarreal para despachar Juventus e Bayern da Champions League, definitavamente não funcionou contra o Liverpool, já que os ingleses não encontraram dificuldades para [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Com meio caminho andado rumo à decisão da Champions League, o Liverpool ainda mira os títulos da Premier League e da FA Cup nesta reta final de temporada.</h6>



<p class="has-medium-font-size">A estratégia utilizada pelo Villarreal para despachar Juventus e Bayern da Champions League, definitavamente não funcionou contra o Liverpool, já que os ingleses não encontraram dificuldades para derrotá-lo por 2 a 0 em Anfield, quer dizer, uma situação contrária a do Manchester City, que disputou uma semifinal frenética diante do Real Madrid, conforme você pode conferir no link abaixo: <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.soccerblog.com.br/2022/04/27/vitoria-com-sabor-de-derrota/" target="_blank">https://www.soccerblog.com.br/2022/04/27/vitoria-com-sabor-de-derrota/</a>   </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer forma, a evolução dos comandados de Jurgen Klopp é notória nesta temporada. Não à toa, eles estão brigando em três frentes no momento, ou seja, pelos títulos da Champions League, Premier League e FA Cup &#8211; da qual são finalistas ao lado do Chelsea -, além de já terem erguido o caneco da Copa da Liga Inglesa &#8211; inédito na carreira do treinador alemão. Por sinal, isso explica porque os<em> Reds</em> renovaram o contrato de Klopp até junho de 2026.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-16 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/04/wall-32-1024x683.jpg" alt="" data-id="54940" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/04/wall-32-e1651159756239.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=54940" class="wp-image-54940"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Com a recente demissão de Sean Dyche, Jurgen Klopp  passou a ser o técnico que está há mais tempo em um clube da Premier League, totalizando 6 anos e seis meses no cargo.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar, que os <em>Reds</em> controlaram as ações durante toda a partida frente o Villarreal, não dando nenhuma trégua aos espanhóis, que ainda assim, conseguiram segurar o empate sem gols no primeiro tempo. Todavia, o Liverpool não se frustrou mesmo após finalizar uma dúzia de vezes, além de acertar a trave de Gerónimo Rulli em duas oportunidades na etapa inicial, e voltou pulsante para disputar os quarenta e cinco minutos finais do jogo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, logo aos 8 minutos do segundo tempo, o conjunto de Merseyside levou os mais de 50 mil torcedores presentes em Anfield ao êxtase através do gol marcado pelo capitão Jordan Henderson. Não satisfeito, o Liverpool seguiu atuando de forma ofensiva, empurrando o Villarreal contra as cordas e, consequentemente, apenas dois minutos depois Sadio Mané ampliou a vantagem ao receber um lindo passe de Mohamed Salah, selando o triunfo dos <em>Reds</em> por 2 a 0.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-17 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="760" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/04/wall-33-1024x760.jpg" alt="" data-id="54956" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/04/wall-33-e1651167372734.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=54956" class="wp-image-54956"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">O gol diante do Villarreal foi o 20º de Sadio Mané na temporada 2021/22. O senegalês é o terceiro maior artilheiro do Liverpool no período, atrás de Mohamed Salah, com 30 tentos, e Diogo Jota, com 21.  </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, o Liverpool encerrou o ciclo de três jogos seguidos em Anfield, somando três vitórias, oito gols marcados e nenhum sofrido. Aliás, esta foi a 55ª partida disputada pelos <em>Reds</em> na atual temporada, lembrando que somente o atacante Roberto Firmino segue afastado em virtude de lesões, o que comprova o excelente trabalho da equipe médica e de ciências esportivas do clube, bem como a inteligente política de rotação de atletas de Jurgen Klopp.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, o longevo trabalho de Jurgen Klopp junto a maioria de seus atletas, também é outro fator que colabora para o sucesso do Liverpool. Para se ter uma ideia, OITO jogadores que enfrentaram o Villarreal na tarde de ontem (27), estiveram em campo na decisão da Champions League em 2019, quando os <em>Reds</em> bateram o Tottenham por 2 a 0, o que significa que apenas Ibrahima Konaté, Thiago e Luis Díaz não estiveram em Madrid há três anos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, a rica experiência adquirida por grande parte do plantel, aliada ao enorme desejo da minoria em erguer troféus, tornará a caminhada dos <em>Reds</em> rumo à sua terceira final de Champions League nos últimos cinco anos, e aos títulos tanto da Premier League quanto da FA Cup, bem menos tortuosa, afinal, a busca para alcançar o impossível continua sendo e sempre será a marca registrada deste lendário Liverpool, de Jurgen Klopp. </p>
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