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	<title>Luís de la Fuente- SoccerBlog</title>
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	<description>Blog sobre futebol</description>
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	<title>Luís de la Fuente- SoccerBlog</title>
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		<title>O futuro da Espanha se mostra promissor na busca pela segunda estrela na camisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 19:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O triunfo por a 3 a 2 sobre a Suíça encerrou o histórico ano de 2024 da seleção espanhola, marcado tanto pela conquista do tri da Eurocopa, quanto pela confirmação de um futuro extremamente promissor, que inclui a Copa de 2026. A inédita conquista da Liga das Nações da UEFA na temporada anterior, rendeu a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size"><em><strong>O triunfo por a 3 a 2 sobre a Suíça encerrou o histórico ano de 2024 da seleção espanhola, marcado tanto pela conquista do tri da Eurocopa, quanto pela confirmação de um futuro extremamente promissor, que inclui a Copa de 2026. </strong></em></p>



<p class="has-medium-font-size">A inédita conquista da Liga das Nações da UEFA na temporada anterior, rendeu a permanência de Luís De La Fuente no comando técnico da Espanha, que até então atravessava um momento pra lá de conturbado após a decepcionante queda diante de Marrocos nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2022, dando um mísero arremate na meta adversária.   </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o revés frente a Colômbia pelo placar mínimo no primeiro compromisso dos espanhóis em 2024, já gerava novamente uma série de questionamentos em torno do ex-treinador da seleção sub-21, por mais que a <em>Furia Roja</em> acumulasse uma sequência de seis vitórias consecutivas pelas Eliminatórias da Eurocopa, composta por 22 gols marcados e somente três sofridos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por esta razão, o desempenho da Espanha na Euro 2024 seria determinante para selar o destino de Luís De La Fuente que, mais uma vez, superou totalmente as expectativas não apenas ao faturar o tricampeonato europeu — colocando um fim no longo período de 12 anos desde a última conquista continental —, como ao aposentar o <em>tiki-taka</em> para implementar um novo modelo de jogo mais vertical, fluido e intenso.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-3-1024x683.jpg" alt="" data-id="100364" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-3-e1732117185172.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=100364" class="wp-image-100364"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Com um empate sem gols, a Sérvia foi a única seleção que tirou pontos da Espanha na atual edição da Liga das Nações da UEFA.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E em meio a essa nova configuração, a Espanha retornou da Alemanha sendo apontada como a melhor seleção do mundo naquela oportunidade, algo que se confirmou através da avassaladora campanha de 16 de 18 possíveis pontos na Liga das Nações da UEFA (5 vitórias e um empate), que resultou na classificação dos pupilos de Luís De La Fuente às quartas-de-final da competição como líderes isolados do grupo A4.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, a Espanha adentrou a última Data Fifa do ano precisando apenas cumprir tabela nas partidas contra Dinamarca e Suíça. Todavia, ao contrário do que muitos imaginavam, o apetite da <em>Furia Roja</em> não diminuiu em nada, sobretudo porque novas peças foram testadas por Luís De La Fuente devido ao extenso número de desfalques do time, dentre os principais, o lateral-direito Dani Carvajal e o volante Rodri.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, Luís De La Fuente promoveu as estreias dos novatos Aitor Paredes, Marc Casadó, Pablo Barrios e Samu Aghehowa nas vitórias sobre Dinamarca e Suíça, por 2 a 1 e 3 a 2, respectivamente, enquanto Robert Sánchez, Óscar Mingueza e Bryan Gil fizeram os seus primeiros jogos pela seleção espanhola sob o comando do sucessor de Luis Enrique que, desta maneira, já utilizou 61 jogadores diferentes desde que assumiu o cargo em março do ano passado.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="100357" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-2-e1732116109605.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=100357" class="wp-image-100357"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Apenas três jogadores que disputaram a final da Euro 2024 (Fabián Ruiz, Nico Williams e Álvaro Morata) estiveram entre os titulares da Espanha na última partida contra a Suíça.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, vale ressaltar que os testes realizados por Luís De La Fuente foram pra lá de positivos na seleção da Espanha, a julgar pelo exemplo da dupla de pontas Bryan Gil e Bryan Zaragoza. Após apagadas passagens por Tottenham e Bayern de Munique, ambos retomaram o bom futebol ao retornarem ao país por intermédio dos empréstimos junto a Girona e Osasuna. Como resultado, os &#8220;Bryan&#8217;s&#8221; balançaram as redes na partida ante a Suíça, se mostrando como excelentes opções durante as ausências de Lamine Yamal e Nico Williams.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além deles, Samu Aghehowa também provou ser uma ótima alternativa ao ataque nos pouco mais de 45 minutos que esteve em campo depois de substituir Álvaro Morata no intervalo do jogo contra os suíços. Aliás, os 12 gols assinalados pelo jovem atleta de 20 anos de idade em 13 partidas disputadas na atual temporada defendendo as cores do Porto, retratam que ele pode ser uma solução para curto, médio e longo prazo ao selecionado espanhol.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, outro destaque da <em>Furia Roja</em> responde pelo nome de Marc Casadó, que embora já tenha passado de promessa a realidade no Barcelona graças ao treinador Hansi Flick, ainda precisa pavimentar o seu caminho na seleção espanhola. Em todo o caso, um movimento que começou com duas sublimes exibições e, detalhe, com o volante do <em>Barça</em> ocupando o lugar de Rodri na faixa cental ao lado de Fabián Ruiz e Pedri. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-4-1024x683.jpg" alt="" data-id="100390" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/11/16-4-e1732125457957.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=100390" class="wp-image-100390"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Álvaro Morata (à direita) foi o jogador mais vezes utilizado pela Espanha desde a chegada de Luís De La Fuente, somando 23 partidas. Já Aymeric Laporte (à esquerda), aparece em segundo na lista, com 21 jogos. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o meio-campo é, sem sombra de dúvidas, o setor de maior concorrência na seleção da Espanha. Ainda assim, considerando aspectos como hierarquia e a minutagem de cada um dos jogadores, fica evidente que a titularidade é de Rodri, Fabián Ruiz e Dani Olmo, enquanto Mikel Merino, Martin Zubimendi e Pedri aparecem em segundo plano, o que significa que Marc Casadó, Fermín Lopez, além de Gavi, que era intocável para Luís De la Fuente até se lesionar há um ano, brigam diretamente para herdar uma vaga.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, com um leque de possibilidades ainda mais amplo no plantel, o favoritismo dos espanhóis na Copa do Mundo de 2026 aumentou após o desfecho da fase de grupos da Liga das Nações da UEFA, tanto é, que de acordo com as casas de apostas a Espanha registra 25% de chances de conquistar o título mundial, seguida da Alemanha, com 22,2%, da França, com 20%, e de Portugal, com 18,1%.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, a verdade é que a busca pela segunda estrela na camisa não ficará comprometida nem mesmo se problemas referentes a lesões voltarem a assolar a <em>Furia Roja</em> na caminhada rumo ao Mundial de 2026, que terá como principais paradas a fase final da Liga das Nações e a decisão da Finalíssima.  </p>
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		<title>Sob a liderança de Rodri e o talento de Lamine Yamal, a Espanha espera prosperar na Euro 2024</title>
		<link>https://www.soccerblog.com.br/2024/03/29/sob-a-lideranca-de-rodri-e-o-talento-de-lamine-yamal-a-espanha-espera-prosperar-na-euro-2024/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=sob-a-lideranca-de-rodri-e-o-talento-de-lamine-yamal-a-espanha-espera-prosperar-na-euro-2024</link>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Mar 2024 14:05:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há nove meses, a Espanha faturava o inédito título da Liga das Nações em Roterdã, uma conquista que determinou a efetivação de Luis de la Fuente como técnico da seleção, bem como o início de um novo ciclo na Furia Roja, marcado pela &#8220;passagem de bastão&#8221; do ex-capitão Sergio Busquets ao sucessor Rodri. Aliás, os [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2024/03/29/sob-a-lideranca-de-rodri-e-o-talento-de-lamine-yamal-a-espanha-espera-prosperar-na-euro-2024/">Sob a liderança de Rodri e o talento de Lamine Yamal, a Espanha espera prosperar na Euro 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">Há nove meses, a Espanha faturava o inédito título da Liga das Nações em Roterdã, uma conquista que determinou a efetivação de Luis de la Fuente como técnico da seleção, bem como o início de um novo ciclo na <em>Furia Roja</em>, marcado pela &#8220;passagem de bastão&#8221; do ex-capitão Sergio Busquets ao sucessor Rodri.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, os próprios espanhóis sabem que Rodri é o único produto acabado de elite da seleção no momento, ao passo que outros jovens com enorme potencial ainda buscam chegar no nível de excelência do volante do Manchester City, dentre eles Lamine Yamal, certamente, o mais promissor desta nova geração da Espanha.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, não será nenhuma surpresa se Wendel, Lucas Beraldo e João Gomes tiverem alguns pesadelos com Lamine Yamal nas próximas noites, depois da excelente partida realizada pelo habilidoso ponta-esquerda contra o Brasil. Inclusive, apesar de ser um jogador do Barcelona, ele foi aplaudido de pé no estádio Santiago Bernabéu, isto é, a casa do Real Madrid, assim que foi substituído por Jesús Navas nos acréscimos da etapa final.      </p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, além de ter sofrido o primeiro pênalti da partida, Lamine Yamal registrou 63 toques na bola, deu a assistência para o gol de Dani Olmo &#8211; o segundo da Espanha no jogo -, e terminou o amistoso em Madrid como líder em: dribles (6/9); duelos ganhos no chão (11/18); e faltas recebidas (4).</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/03/4-1-1024x683.jpg" alt="" data-id="91235" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/03/4-1-e1711554264632.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=91235" class="wp-image-91235"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em 29 de abril de 2023, aos 15 anos,&nbsp;nove meses e 16 dias, Lamine Yamal estreava profissionalmente pelo Barcelona. No geral, ele soma 46 jogos na carreira, sendo 40 pelo clube e seis pela seleção.   </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, a grande atuação de Lamine Yamal não foi suficiente para os espanhóis conquistarem a sua primeira vitória no ano, já que antes deste empate em 3 a 3 frente o Brasil, eles haviam sido derrotados pela Colômbia por 1 a 0, em Londres, resultados que encerraram a sequência de seis vitórias seguidas da <em>Furia Roja </em>desde o título da Liga das Nações da UEFA, que incluíam as goleadas sobre Geórgia e Chipre, por 7 a 1 e 6 a 0, respectivamente.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Mas embora os resultados não tenham agradado, a Espanha tem ao menos um motivo para festejar depois dos amistosos em Londres e Madrid, isso porque ambos comprovaram a eficiência da equipe atuando no 4-2-3-1, utilizado pela quinta vez nos doze jogos sob o comando de Luis de la Fuente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Luis de la Fuente preferia armar a Espanha no 4-3-3 com Rodri mais recuado no meio-campo, enquanto Gavi e Fabián Ruiz jogavam um pouco mais adiantados fazendo &#8220;as pontas do tripé&#8221;. Entretanto, a grave lesão sofrida pelo meia do Barcelona, que muito provavelmente o deixará de fora da Eurocopa, somada a escassez de jogadores com as suas características, obrigaram o técnico espanhol a mudar o esquema tático do time a três meses do início da <em>Euro 2024</em>. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Ready for EURO 2024! 🤩<a href="https://twitter.com/hashtag/EURO2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EURO2024</a> <a href="https://t.co/Fb7WEdgJff">pic.twitter.com/Fb7WEdgJff</a></p>&mdash; UEFA EURO 2024 (@EURO2024) <a href="https://twitter.com/EURO2024/status/1772758893564740014?ref_src=twsrc%5Etfw">March 26, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Logo, ainda que a Espanha não encerrasse uma DataFifa sem vitórias desde os empates com Noruega e Suécia em outubro de 2019, houveram conclusões positivas nestes primeiros amistosos do ano, especialmente contra o Brasil, onde Nico Williams, Dani Olmo e Lamine Yamal formaram a linha ofensiva do meio-campo com Rodri e Fabián Ruiz compondo uma forte dupla de volantes, à medida que Álvaro Morata jogou como referência no ataque. </p>



<p class="has-medium-font-size">Com isso, Luis de la Fuente utilizou Dani Olmo como o principal articulador de jogadas da Espanha, quer dizer, um típico camisa 10, exercendo uma função até certo ponto parecida com a de Gavi, porém mais adiantado e centralizado, enquanto Nico Williams e Lamine Yamal infernizavam os laterais brasileiros pelos lados do campo, o que tornou o estilo de jogo espanhol, baseado no domínio através da posse bola, mais agudo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Na defesa, Robin Le Normand e Aymeric Laporte confirmaram a titularidade na zaga, tendo ainda o novato Pau Cubarsi, outra jovem revelação de La Masia, como opção na reserva juntamente com Daniel Vivian ou Iñigo Martínez. Não obstante, a lateral-direita deverá ser preenchida por Daniel Carvajal e Pedro Porro, ao mesmo tempo que Unai Simón será o goleiro da Espanha pela segunda Eurocopa consecutiva.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/03/4-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="91269" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/03/4-2-e1711564239791.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=91269" class="wp-image-91269"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Rodri lidera a lista dos jogadores com mais minutagem sob a batuta de Luis de la Fuente registrando 938 minutos em campo, seguido de Aymeric Laporte (833&#8242;) e Unai Simón (750&#8242;).</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, as únicas dúvidas ficam em torno do ataque e da lateral-esquerda, pois Álvaro Morata mais uma vez provou não estar à altura da seleção espanhola. O problema é que as demais opções são Gerard Moreno e Joselu, o que significa que seria como trocar seis por meia dúzia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Já na lateral-esquerda, Alejandro Grimaldo foi escalado para enfrentar a Colômbia, e Marc Cucurella para encarar o Brasil. Ou seja, ambos com perfis diferentes, já que o jogador do Bayer Leverkusen é mais ofensivo e o do Chelsea mais defensivo. Além deles, os lesionados Alejandro Balde e José Gayà também brigam pela posição mais indefinida da seleção espanhola.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, é inegável que essa nova versão da <em>Furia Roja</em> chegará forte para a disputa da <em>Euro 2024</em>, todavia, só resta saber se forte a ponto de retornar da Alemanha com o quarto título continental na bagagem.  </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>
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		<title>Não existem águas calmas no oceano da seleção espanhola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 15:20:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A inesperada eliminação da Espanha diante de Marrocos nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2022, resultou na saída de Luis Enrique e na chegada de Luis de la Fuente para substituí-lo no comando técnico da seleção. É óbvio que a intenção do então presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, era manter [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2023/11/20/nao-existem-aguas-calmas-no-oceano-da-selecao-espanhola/">Não existem águas calmas no oceano da seleção espanhola</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">A inesperada eliminação da Espanha diante de Marrocos nas oitavas-de-final da Copa do Mundo de 2022, resultou na saída de Luis Enrique e na chegada de Luis de la Fuente para substituí-lo no comando técnico da seleção.</p>



<p class="has-medium-font-size">É óbvio que a intenção do então presidente da Federação Espanhola de Futebol (RFEF), Luis Rubiales, era manter o treinador das seleções de base da Espanha no cargo de maneira provisória até que um novo comandante fosse contratado. Por esta razão, cada partida de Luis de la Fuente à frente da <em>Furia Roja</em> era considerada uma verdadeira decisão de campeonato ao técnico ironicamente chamado de &#8216;Luis sub-20&#8217; pela mídia local, afinal, derrotas poderiam significar a precoce queda do sucessor de Luis Enrique.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, ainda que a Espanha tenha perdido da Escócia por 2 a 0 logo no segundo jogo o sob a batuta de Luis de la Fuente, o técnico de 62 anos de idade superou as expectativas ao vencer a Liga das Nações da UEFA em virtude do triunfo por 2 a 1 sobre a Itália, na semifinal, e da dramática vitória contra a Croácia nas penalidades, após um empate sem gols na decisão, e ao embalar uma sequência de seis resultados positivos obtidos desde a inédita conquista continental, nos quais se incluem as goleadas ante Geórgia e Chipre, por 7 a 1 e 6 a 0, respectivamente, além do 2 a 0 frente os escoceses que garantiu a liderança do grupo E das Eliminatórias da Euro ao selecionado campeão mundial de 2010.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/11/capa-5-e1700524830703.jpg" alt="" data-id="85196" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/11/capa-5-e1700524830703.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=85196" class="wp-image-85196"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em dez jogos sob a liderança de Luis de la Fuente, a Espanha soma 8 vitórias,1 empate, 1 derrota, e o título da Liga das Nações da UEFA.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Luis de la Fuente escalou o montante de 47 jogadores diferentes desde a sua primeira convocação em março deste ano, lembrando que a lateral-esquerda foi a posição com mais atletas testados, sendo seis no geral, ao passo que doze novas peças estrearam defendendo as cores da seleção espanhola sob a sua gestão.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, dentre as novidades, os que mais se destacaram foram o zagueiro Robin Le Normand, da Real Sociedad, que hoje compõe a dupla de zaga titular juntamente com Aymeric Laporte, e o atacante Joselu, do Real Madrid, atual substituto de Álvaro Morata, porém utilizado o mesmo número de vezes que o rival do Atlético de Madrid, nove até aqui.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, fica evidente que ao contrário de Luis Enrique, Luis de la Fuente prefere jogar com um centroavante tradicional, que serve como referência do time no ataque. Não à toa, o número de gols por intermédio de cruzamentos aumentaram na Espanha. Por sinal, os três tentos marcados pelos espanhóis na vitória por 3 a 1 sobre a Geórgia foram feitos através deste recurso.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, um dos principais méritos de Luis de la Fuente na seleção espanhola foi encontrar rapidamente uma equipe ideal, formando assim, uma sólida base composta por: Unai Símon, no gol; Dani Carvajal, Robin Le Normand e Aymeric Laporte, na defesa; Rodri e Gavi, no meio; e Álvaro Morata, no ataque.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não obstante, o estilo extremamente intenso de cobrança e os minuciosos processos táticos que predominavam na seleção espanhola nos tempos de Luis Enrique, deram lugar a um tipo de abordagem mais direta e descontraída sob o comando de Luis de la Fuente, sendo esta, a mudança de maior relevância na <em>Furia Roja</em>, uma vez que a Espanha ainda pratica um futebol baseado no domínio da posse de bola contra a maioria dos adversários. </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, além de trabalhar visando a busca por um bom futebol, Luis de la Fuente também focou na criação de um ambiente mais saudável junto a jogadores, torcedores, jornalistas e membros da Federação Espanhola de Futebol, até porque a demissão de Julen Lopetegui às vésperas da Copa do Mundo de 2018, e a declarada briga entre Luis Enrique e a imprensa no Mundial do Catar, continuam vivíssimos em sua memória.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, o clima de paz envolvendo o treinador da seleção da Espanha e a mídia, em especial a catalã, azedou pra valer depois que Gavi saiu de campo gravemente lesionado na partida da rodada final das Eliminatórias da Eurocopa, a julgar que o meia do Barcelona poderia ser poupado  em Valladolid&nbsp;pelo fato da <em>Furia</em> <em>Roja</em> já estar classificada. Por isso, De la Fuente passou a ser duramente criticado no noticiário esportivo da Catalunha.    </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Portadas 🗞<br><br>💥 La lesión de Gavi y el desastre de Inglaterra, protagonistas en las portadas<a href="https://t.co/7Yc754kwRq">https://t.co/7Yc754kwRq</a></p>&mdash; Diario SPORT (@sport) <a href="https://twitter.com/sport/status/1726844369389457582?ref_src=twsrc%5Etfw">November 21, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, por mais que a Espanha seja uma das cabeças de chave do sorteio da Eurocopa, não é possível apontá-la como uma das seleções favoritas ao título do torneio, considerando ainda que os espanhóis estavam situados em uma chave tranquila nas Eliminatórias ao lado de: Escócia, que a derrotou na 2ª rodada, em Glasgow; Noruega, que decepcionou embora tenha Martin Odegaard e Erling Haaland; além dos modestos Geórgia e Chipre.</p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>Somos uma das seleções capazes de lutar pelo título da Euro. Estamos entre os dez primeiros colocados do ranking da&nbsp;FIFA&nbsp;e queremos continuar melhorando. França,&nbsp;Alemanha, Inglaterra, Portugal, Itália, assim como a Croácia, também são muito competitivos, e você também não pode descartar uma surpresa.&nbsp;</p><cite>Luis de la Fuente, treinador da Espanha</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, a incerteza é constante quando nos referimos a Federação Espanhola de Futebol, sobretudo no instante em que a instituição não tem um presidente nomeado após a saída de Luis Rubiales, o que explica a razão pela qual o contrato de Luis de la Fuente ainda não foi renovado, apesar do atual vínculo do treinador terminar exatamente no meio da próxima edição da Eurocopa, isto é, no dia 30 de junho de 2024.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Com isso, caso o desempenho da Espanha caia nos jogos que antecedem a Eurocopa, e o futuro presidente da RFEF, que ainda não fazemos ideia de quem possa vir a ser, decida realizar mudanças na seleção, Luis de la Fuente correrá o sério risco de não embarcar rumo à Alemanha no ano que vem. Pois é, realmente não existem águas calmas na <em>Furia Roja</em>. </p>
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