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	<title>MCFC- SoccerBlog</title>
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	<title>MCFC- SoccerBlog</title>
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		<title>Wembley e o eco de um gigante que se recusa a cair</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 13:42:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem poderia imaginar que, apenas quatro dias após uma eliminação dura e incontestável na Champions League, o Manchester City estaria levantando o primeiro troféu da temporada? A derrota para o Real Madrid, com um agregado pesado de 5 a 1, parecia ter exposto fragilidades profundas de um time em reconstrução, distante daquele modelo dominante que [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Quem poderia imaginar que, apenas quatro dias após uma eliminação dura e incontestável na Champions League, o Manchester City estaria levantando o primeiro troféu da temporada? A derrota para o Real Madrid, com um agregado pesado de 5 a 1, parecia ter exposto fragilidades profundas de um time em reconstrução, distante daquele modelo dominante que marcou época sob o comando de Pep Guardiola.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, havia dúvidas, muitas dúvidas. Sobre o elenco, sobre a consistência, sobre a capacidade de resposta. E, acima de tudo, havia um adversário no caminho que simbolizava exatamente o oposto: estabilidade, evolução e autoridade. O Arsenal, líder absoluto da Premier League com nove pontos de vantagem sobre o próprio Manchester City, e dono da melhor campanha europeia até aqui, surgia como o favorito indiscutível na decisão da Copa da Liga. Mas o futebol, como tantas vezes nos ensina, não respeita previsões.</p>



<p class="has-medium-font-size">O cenário em Wembley era claro antes mesmo do apito inicial. De um lado, um Arsenal consolidado, maduro, com identidade definida e em sua melhor temporada desde a saída de Arsène Wenger. Um time que flerta com a história, que se aproxima do primeiro título inglês desde 2004, aquele dos Invencíveis, e que se impõe semana após semana com um futebol dominante e seguro. Do outro lado, um Manchester City que desembarcava em Londres cercado por desconfianças. Não pela falta de talento, mas pela ausência de regularidade. Uma equipe que, ao longo da temporada, alternou momentos brilhantes com quedas abruptas, frequentemente vítima de seus próprios erros, especialmente em transições defensivas e na incapacidade de manter intensidade ao longo dos noventa minutos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="382" data-id="116060" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134175321766992735-9-e1774271226330.jpg" alt="" class="wp-image-116060"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Ao vencer a primeira decisão disputada contra o ex-auxiliar Mikel Arteta, Pep Guardiola se tornou o técnico detentor do maior número de títulos da Copa da Liga, com cinco conquistas.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E talvez tenha sido exatamente essa combinação de fatores que tornou a vitória ainda mais simbólica. Porque o Manchester City não venceu apenas um jogo. Os <em>Citizens</em> venceram o melhor time da Inglaterra na atualidade. E ganharam com uma atuação que, ironicamente, foi tudo aquilo que lhe faltou ao longo da temporada: concentração, intensidade, eficiência e maturidade. Não foi apenas um triunfo improvável. Foi uma afirmação. Um lembrete de que, mesmo em transição, ainda existe um DNA competitivo profundamente enraizado naquele clube.</p>



<p class="has-medium-font-size">Os gols de Nico O’Reilly, ambos no segundo tempo, aos 15 e 19 minutos, não foram apenas decisivos no placar. Foram, de certa forma, o reflexo de um time que encontrou, naquele curto espaço de tempo, uma lucidez rara. Em quatro minutos, o Manchester City transformou uma final equilibrada em um território de controle absoluto. Não houve reação do Arsenal. Não houve resposta emocional. Houve apenas a constatação de que, naquela tarde em Wembley, o City estava um passo à frente — não necessariamente em qualidade, mas em execução. E no futebol de alto nível, isso costuma ser suficiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pep Guardiola, sempre tão metódico, tão cerebral, apresentou talvez uma de suas versões mais intensas à beira do campo. Não era apenas um treinador orientando sua equipe. Era um técnico vivendo cada jogada como se estivesse dentro dela. Corria, gesticulava, reagia com uma energia quase incomum para alguém que já conquistou tudo na carreira. E isso diz muito. Porque Guardiola sabia exatamente o que estava em jogo. Não era apenas um título. Era uma resposta. Era a tentativa de provar, para si mesmo e para o mundo, que ainda há vida neste novo Manchester City.</p>



<p class="has-medium-font-size">Este não é mais o City que dominava a Inglaterra com autoridade quase mecânica. Não é o time que venceu a Premier League quatro vezes consecutivas. Não é o mesmo grupo que construiu dinastias, que empilhou títulos nacionais e conquistou a tão sonhada Champions League. Este é um novo Manchester City. Um elenco em formação, com nomes que ainda estão escrevendo suas primeiras linhas na história do clube. Jogadores como James Trafford, Antoine Semenyo, Abdukodir Kuzanov e Nico González vivendo a pressão de uma final pela primeira vez com essa camisa. E isso, naturalmente, traz instabilidade. Mas também traz possibilidades.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">⏹️ It&#39;s a NINTH <a href="https://twitter.com/hashtag/CarabaoCup?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CarabaoCup</a> triumph for <a href="https://twitter.com/ManCity?ref_src=twsrc%5Etfw">@ManCity</a>! 🏆<a href="https://twitter.com/hashtag/EFL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EFL</a> | <a href="https://twitter.com/hashtag/CarabaoCupFinal?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CarabaoCupFinal</a> <a href="https://t.co/gFtZMcIvrN">pic.twitter.com/gFtZMcIvrN</a></p>&mdash; Carabao Cup (@Carabao_Cup) <a href="https://twitter.com/Carabao_Cup/status/2035784833725505603?ref_src=twsrc%5Etfw">March 22, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Ao longo da temporada, o Manchester City apresentou flashes de grandeza. Vitórias importantes, atuações convincentes, momentos em que parecia reencontrar sua essência. Venceu o Real Madrid no Santiago Bernabéu, superou o Liverpool em Anfield, mostrou capacidade de competir em ambientes hostis. Mas nunca conseguiu sustentar esse nível por tempo suficiente. Sempre havia uma falha, um detalhe, uma desconexão que custava caro. E é por isso que essa final ganha ainda mais peso. Porque, pela primeira vez na temporada, o City foi completo do início ao fim.</p>



<p class="has-medium-font-size">Do outro lado, o Arsenal talvez tenha enfrentado um tipo de desafio diferente. Não foi apenas uma questão tática. Foi uma questão emocional. Porque entrar em campo como favorito absoluto carrega um peso silencioso. A obrigação de vencer, a expectativa coletiva, a pressão de confirmar aquilo que todos já assumem como certo. E, em finais, isso pode ser determinante. O Arsenal não foi inferior durante todo o jogo, mas foi inferior na maior parte dele e nos momentos decisivos. E, contra um time treinado por Pep Guardiola, isso costuma ser fatal.</p>



<p class="has-medium-font-size">O contexto em torno do Manchester City também adiciona camadas a essa conquista. Há uma sensação clara de transição. O ciclo de quase uma década sob o comando de Pep Guardiola parece se aproximar de seus capítulos finais. Rumores sobre o futuro do treinador começam a ganhar força. Parte da torcida já se questiona sobre o próximo passo, sobre a continuidade do projeto, sobre a necessidade de renovação. E, nesse cenário de incertezas, vencer se torna ainda mais significativo. Porque títulos, em momentos assim, funcionam como âncoras emocionais.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Pep Guardiola chegou aos 40 títulos oficiais na carreira:<br><br>19 &#8211; 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Manchester City [10 temporadas] 🆙<br>14 &#8211; 🇪🇸 Barcelona [4 temporadas]<br>07 &#8211; 🇩🇪 Bayern de Munique [3 temporadas]<br><br>🧠🥇 <a href="https://t.co/nbh9wwJYnl">pic.twitter.com/nbh9wwJYnl</a></p>&mdash; R10 Score (@R10Score) <a href="https://twitter.com/R10Score/status/2035785759727161357?ref_src=twsrc%5Etfw">March 22, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Há quem veja essa vitória como um ponto fora da curva. Um lampejo isolado em meio a uma temporada irregular. Mas também há quem enxergue o início de algo novo. Um time jovem, em construção, aprendendo a competir em um nível elevado. Jogadores que ainda estão se adaptando não apenas ao futebol inglês, mas à complexidade do sistema de Pep Guardiola. E isso exige tempo. Exige paciência. Exige erros. Mas também abre espaço para crescimento.</p>



<p class="has-medium-font-size">A Premier League atual é mais direta, mais intensa, mais física, mais imprevisível. Não há mais espaço para o controle absoluto que o City exerceu em anos anteriores. O jogo mudou. E o Manchester City, inevitavelmente, precisa mudar com ele. Talvez este novo modelo ainda não esteja completamente definido. Talvez ainda falte consistência. Mas a final da Copa da Liga mostrou que, quando tudo se encaixa, o potencial ainda é altíssimo. E isso, por si só, já é um sinal encorajador.</p>



<p class="has-medium-font-size">No fim das contas, aquela equipe que ganhou tudo já não existe mais. Mas o espírito competitivo permanece. Pep Guardiola também. E, com ele, a capacidade de transformar, adaptar e reconstruir. Este novo Manchester City pode não ser tão dominante quanto o anterior, pode não ter a mesma regularidade, mas mostrou, em Wembley, que ainda é capaz de alcançar atuações de altíssimo nível. E, em uma temporada marcada por dúvidas, isso pode ser o primeiro passo para algo maior.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque o futebol é feito de momentos. E, às vezes, um único jogo é capaz de redefinir narrativas inteiras. A vitória sobre o Arsenal não apaga os problemas do Manchester City. Não resolve todas as inconsistências. Mas muda o tom da conversa. Traz confiança. Reacende crenças. E, acima de tudo, lembra a todos que subestimá-los — mesmo em transição — pode ser um erro fatal.</p>
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		<title>O Manchester City deixou de assustar quando visto do retrovisor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 15:34:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Se existe um pesadelo na vida de Pep Guardiola e do Manchester City, ele responde pelo nome de Tottenham, a julgar pelas quatro vitórias dos Citizens nos últimos doze compromissos frente o clube do norte de Londres desde a temporada 2021-22. Pois é, e o fantasma Tottenham voltou a assombrar o Manchester City pela segunda [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Se existe um pesadelo na vida de Pep Guardiola e do Manchester City, ele responde pelo nome de Tottenham, a julgar pelas quatro vitórias dos<em> Citizens</em> nos últimos doze compromissos frente o clube do norte de Londres desde a temporada 2021-22.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e o fantasma Tottenham voltou a assombrar o Manchester City pela segunda vez na temporada, já que depois de perderem dos <em>Spurs</em> por 2 a 0 no primeiro turno da Premier League, os comandados de Pep Guardiola apenas empataram no Etihad Stadium, obtendo assim, um mísero ponto dentre os seis possíveis em disputa. Ou seja, um desempenho inferior em comparação a uma vitória conquistada na edição anterior do campeonato.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, fica evidente que o Manchester City encontra enormes dificuldades quando enfrenta o Tottenham, independentemente do momento ou da fase do adversário, a exemplo dos 26% de aproveitamento dos <em>Citizens</em> nos cinco confrontos da temporada anterior, lembrando que naquela oportunidade eles foram eliminados pelos londrinos nas oitavas-de-final da Copa da Liga.</p>



<p class="has-medium-font-size">Da mesma maneira, isso revela o quão está sendo complicado ao Manchester City encarar oponentes que atuam compactados na defesa e exploram os contra-ataques através de rápidas transições, vide as recentes derrotas do City tanto para o Manchester United quanto para o Bodo/Glimt, além deste último empate em 2 a 2 com o Tottenham, que mesmo tendo 12 jogadores lesionados e sair ao intervalo perdendo por uma desvantagem de dois gols, voltou à capital inglesa com um ponto na bagagem.</p>



https://twitter.com/ManCity/status/2018029073809674431?s=20



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">Por essa razão, ver o Manchester City pelo retrovisor deixou de ser algo preocupante ao líder absoluto da Premier League, Arsenal, que ao golear o Leeds United por 4 a 0, abriu mais uma vez a confortável diferença de seis pontos em relação aos <em>Citizens</em> após o desfecho da 24ª rodada. Ao mesmo tempo, os questionamentos em relação ao trabalho de Pep Guardiola só aumentam pelos lados do Etihad Stadium.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na realidade, a queda de rendimento do Manchester City teve início na última temporada em que o time jamais esteve próximo de brigar pelo quinto título inglês consecutivo, tanto é que terminou a Premier League na terceira colocação da tabela separado a 13 pontos do campeão Liverpool, e a outros três do vice, Arsenal. Ainda assim, a grave lesão sofrida por Rodri, somada a não renovação do envelhecido elenco do City, foram apontados como os principais causadores do declínio em campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, com o erro de planejamento cometido, Pep Guardiola precisou &#8220;recalcular a rota&#8221; no meio da temporada 2024-25 trazendo nada menos do que quatro reforços que, juntos, custaram o montante de 218 milhões de euros. Contudo, com o pouco tempo de adaptação ao novo clube e ao complexo sistema de jogo do treinador espanhol, a torcida do Manchester City compreendeu que o desempenho aquém das expectativas era decorrente deste processo de reconstrução. </p>



https://twitter.com/premierleague/status/2018284511919046955?s=20



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, na atual temporada a situação é diferente pois mesmo com a chegadas de outras novas peças, era esperado que o Manchester City estivesse num estágio mais elevado a ponto de competir de forma direta com o Arsenal pelo título inglês. Inclusive, chama a atenção a fragilidade do City em tentar impor seu jogo e controlar o ritmo das partidas, o que deve-se a grande mudança pela qual a Premier League passou ao se tornar uma liga extremamente física e de rotação acelerada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que o maior obstáculo encontrado pelo Manchester City é ganhar a segunda bola, pois ao ganharem a disputa após lançamentos os adversários encontram os <em>Citizens</em> bastante vulneráveis defensivamente, haja vista o empate com o Tottenham. No primeiro tempo, Abdukodir Khusanov e Rodri até conseguiram parar alguns contra-ataques, o que não se repetiu na etapa final com as pernas pesadas e o maior desgaste físico. Por sinal, uma condição que também os assolou em Old Trafford no <em>Manchester Derby</em>.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, se o Manchester City não está sendo capaz de assumir o controle dos jogos seria essencial que os atacantes fossem mais decisivos e aproveitassem as chances que surgem durante as partidas, algo que Erling Haaland, por exemplo, vem falhando nesta temporada, embora seja o artilheiro do City no período com 27 gols em 34 aparições, e da própria Premier League com 20 tentos assinalados. Acontece, que estes números poderiam ser muito maiores. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115295" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134141645045500836-1-e1770043871134.jpg" alt="" class="wp-image-115295"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Tottenham está ao lado de Manchester United e Liverpool como os adversários que mais vezes derrotaram Pep Guardiola, somando 10 vitórias conquistadas em 25 jogos (11D-4E).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">É óbvio que qualquer processo de reconstrução demanda tempo e o Manchester City ainda está no meio de um com Pep Guardiola liderando o segundo início de ciclo dentro de um mesmo clube na carreira pela primeira vez. Logo, os problemas do City são entendíveis ainda que com a vinda de reforços acima da média — haja vista a qualidade do goleiro Gianluigi Donnarumma, a velocidade do zagueiro Abdukodir Khusanov, a técnica de Rayan Cherki ou a capacidade explosiva de Omar Marmoush e Antoine Semenyo.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, quase nenhum dos jogadores recém-contratados pelo Manchester City se destacam pela força física. Com exceção a Nico González, esta nunca foi uma característica de Tijjani Reijnders, e tampouco é um atributo marcante de Omar Marmoush, Savinho, Rayan Cherki ou Rayan Ait-Nouri. Consequentemente, o fluido meio-campo com Rodri, Bernardo Silva e Nico O&#8217;Reilly vem sofrendo tanto no que diz respeito à combatividade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, o objetivo primordial de Pep Guardiola é elevar o potencial físico dos jovens talentos que ele tem à disposição, a fim de torná-los capazes de manter o Manchester City no topo por longos anos, isto é, uma condição que ainda inexiste na temporada que se apresenta livre ao Arsenal. </p>
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		<title>180 minutos separam o City do título da FA Cup na pior temporada da era Guardiola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2025 19:14:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da acentuada queda de rendimento do Manchester City na temporada 2024-25, todos os quadrifinalistas da FA Cup queriam escapar de um confronto contra os Citizens no torneio. Por este motivo, o sorteio também acabou definindo o Bournemouth como o grande azarado das quartas-de-final. Por sinal, uma FA Cup que pode entrar na história com [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Apesar da acentuada queda de rendimento do Manchester City na temporada 2024-25, todos os quadrifinalistas da FA Cup queriam escapar de um confronto contra os <em>Citizens</em> no torneio. Por este motivo, o sorteio também acabou definindo o Bournemouth como o grande azarado das quartas-de-final.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, uma FA Cup que pode entrar na história com um inusitado campeão, assim como ocorreu recentemente na Copa da Liga com o Newcastle erguendo o caneco pela primeira vez na história. E tudo porque o Manchester City é o único sobrevivente do bloco <em>Big Six</em> ainda presente na competição mais antiga do futebol mundial, visto que Liverpool, Manchester United, Arsenal e Chelsea, que levantaram o troféu em 19 dos últimos 25 anos,&nbsp;já foram eliminados.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, aquela propensão de qualquer fã de futebol torcer sempre ao time azarão aumentou nessa temporada da FA Cup em que o Crystal Palace pode se tornar o 45º campeão diferente, o Aston Villa pode dar a primeira volta olímpica no torneio desde 1957, e o Nottingham Forest encerrar o jejum de 66 anos sem vencê-lo, o que significa que o desejo pelo insucesso do Manchester City é ainda maior do que o habitual em relação à equipe que costuma empilhar troféus de forma constante.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Image001-1-e1743435151672.jpeg" alt="" data-id="104755" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Image001-1-e1743435151672.jpeg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=104755" class="wp-image-104755"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Dentre os 44 clubes da primeira e segunda divisões inglesas, o Manchester City é o terceiro que não comemora um título há mais tempo (316 dias), atrás de Newcastle (15) e Manchester United (310).</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, nem a união de todas as torcidas inglesas — é claro, com exceção a do Manchester City — foi capaz de impedir a classificação dos comandados de Pep Guardiola às semifinais da FA Cup, em função da vitória sobre o Bournemouth por 2 a 1, de virada, em pleno Vitality Stadium. Aliás, uma atuação elogiada pelo treinador espanhol, dada a intensidade e a combatividade do time, isto é, aspectos que tanto faltaram ao longo da temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na realidade, Pep Guardiola aponta o excessivo número de lesões, bem como a falta de energia, como os fatores responsáveis pelo declínio do Manchester City na temporada. Em outras palavras, constatações que se justificaram no triunfo sobre o Bournemouth em que os atuais tetracampeões ingleses tiveram forças para reverter a desvantagem de 1 a 0 no primeiro tempo, através de uma brilhante apresentação na etapa final da partida, onde eles não sofreram um único arremate no gol.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, apenas um detalhe contradiz a afirmação de Pep Guardiola no decorrer de toda a caótica temporada do Manchester City, tendo em vista que ele escalou Mateo Kovacic, Bernardo Silva, Ilkay Gundogan e Kevin De Bruyne como titulares para encarar o Bournemouth, ou seja, o quarteto de veteranos do City que deixa a equipe mais lenta e &#8220;sem pernas&#8221; em campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, foi com eles que o Manchester City virou o marcador e retornou do Vitality Stadium com a classificação na bagagem. Todavia, como aspectos negativos se destacam a má atuação de Erling Haaland, que embora tenha feito um gol, perdeu um pênalti no começo do jogo e ainda saiu de campo machucado. Além dele, o improvisado lateral-direito Matheus Nunes foi, certamente, o pior jogador da partida mais uma vez do lado dos <em>Citizens</em>. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Heading to Wembley after our comeback win against Bournemouth in the FA Cup ????<br><br>Highlights ???? <a href="https://t.co/8dC0RoPcsT">pic.twitter.com/8dC0RoPcsT</a></p>&mdash; Manchester City (@ManCity) <a href="https://twitter.com/ManCity/status/1906662769363181756?ref_src=twsrc%5Etfw">March 31, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que dentre os quatro reforços contratados pelo Manchester City na janela de transferências de janeiro, somente o zagueiro Abdukodir Khusanov iniciou a partida, a julgar que tanto Nico González quanto Omar Marmoush entraram em ação no segundo tempo, lembrando que o atacante egípcio marcou o gol da vitória dois minutos após substituir o Erling Haaland.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, o Manchester City disputará as semifinais da FA Cup pela SÉTIMA temporada seguida, sendo nada menos do que a oitava nos nove anos sob a liderança de Pep Guardiola, ou seja, números que se sobressaem ao considerarmos que os <em>Citizens</em> foram semifinalistas do torneio em 20 oportunidades até hoje, já levando em conta esta atual edição.   </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Image001-2.jpeg" alt="" data-id="104768" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/03/Image001-2-e1743436318319.jpeg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=104768" class="wp-image-104768"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Antes da chegada de Pep Guardiola, o Manchester City havia sido semifinalista da FA Cup 12 vezes em 121 anos. Já com o treinador espanhol, são oito semifinais em nove temporadas.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Mas apesar do ótimo retrospecto, é importante destacar que nestas últimas seis semifinais consecutivas o Manchester City avançou à decisão da FA Cup três vezes, e se sagrou campeão em duas delas, sendo a primeira contra o modesto Watford ao derrotá-lo por 6 a 0 em 2019, e na temporada retrasada ao vencer por 2 a 1 o clássico frente do Manchester United, que deu o troco no ano seguinte em Wembley, inclusive pelo mesmo resultado. </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, ainda que a FA Cup tenha uma relevância maior em meio a turbulenta fase do Manchester City, vencê-la não salvaria a temporada em razão dos altos padrões estabelecidos por Pep Guardiola, somados ao simbólico valor que o título do torneio tem aos demais semifinalistas, afinal, os <em>Citizens</em> não parariam a cidade para receber os campeões como fez a torcida do Newcastle para festejar a Copa da Liga, e também fariam os torcedores de Nottingham Forest, Aston Villa e Crystal Palace.   </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, o principal objetivo do Manchester City continua sendo vencer a intensa batalha pela vaga no G-5 da Premier League, na qual cinco clubes brigam diretamente para garantí-la, tanto é, que a distância do quinto ao décimo colocado é de míseros quatro pontos. Ademais, uma possível ausência na Champions League seria um verdadeiro caos financeiro e esportivo ao clube que a disputa ininterruptamente desde 2011.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, 180 minutos separam o Manchester City da oitava taça da FA Cup, o que não seria nada mal na pior temporada do City na era Guardiola, exceto aos adversários. </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/03/31/180-minutos-separam-o-city-do-titulo-da-fa-cup-na-pior-temporada-da-era-guardiola/">180 minutos separam o City do título da FA Cup na pior temporada da era Guardiola</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>Deu a lógica no Etihad Stadium, e a temporada do Manchester City se aproxima do fim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2025 17:54:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Champions League]]></category>
		<category><![CDATA[Citizens]]></category>
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		<category><![CDATA[Manchester City]]></category>
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		<category><![CDATA[Pep Guardiola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jogo de ida entre Manchester City e Real Madrid pelos playoffs de repescagem da Champions League tornou protocolar a partida de volta na próxima quarta-feira (19), uma vez que o revés por 3 a 2 dos ingleses só nos faz imaginar por quanto eles serão derrotados no Santiago Bernabéu. A propósito, a repercussão da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O jogo de ida entre Manchester City e Real Madrid pelos playoffs de repescagem da Champions League tornou protocolar a partida de volta na próxima quarta-feira (19), uma vez que o revés por 3 a 2 dos ingleses só nos faz imaginar por quanto eles serão derrotados no Santiago Bernabéu.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, a repercussão da primeira vitória do Real Madrid até hoje no Etihad Stadium trouxe à tona épicas viradas dos atuais campeões europeus por meio de comentários e opiniões que fortalecem a tese do quão fantástica é a relação envolvendo os <em>Merengues</em> e a Champions League, algo que é absolutamente inegável em se tratando do clube que empilhou 15 <em>orelhudas</em> ao longo da trajetória.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, jamais desmerecendo a história do Real Madrid, a realidade é que essa questão não deve ser atribuída a este mais recente triunfo sobre o Manchester City, a começar porque os comandados de Pep Guardiola já sofreram diversas viradas no decorrer da pior temporada de todos os tempos do treinador espanhol, a julgar pela última derrota dos <em>Citizens</em> na própria Champions League, em que eles venciam o PSG por 2 a 0 no Parque dos Príncipes e, ainda assim, retornaram de Paris com uma goleada por 4 a 2 na bagagem.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">???? Pep Guardiola já faz a sua temporada com mais derrotas (12) em toda a sua carreira. ⚠️⚠️<br><br>⚔️ 38 jogos<br>???? 18V &#8211; 8E &#8211; 12D<br>???? 54.3% aproveitamento<br>⚽ 82 gols️(!)<br>???? 57 gols sofridos<br>???? 128 grandes chances (76 perdidas!)<br>???? 107 grandes chances cedidas<br>⏳ 62.8% posse <a href="https://t.co/IxPRFt2Ui7">pic.twitter.com/IxPRFt2Ui7</a></p>&mdash; Sofascore Brasil (@SofascoreBR) <a href="https://twitter.com/SofascoreBR/status/1889437003873452197?ref_src=twsrc%5Etfw">February 11, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Inclusive, podemos usar como exemplo até mesmo jogos em que o Manchester City não saiu de campo derrotado, como foi o caso do empate em 3 a 3 com o Feyenoord no Etihad Stadium, já que naquela oportunidade o City chegou a abrir uma vantagem de 3 a 0 no marcador. Quer mais? Na visita ao Brentford, pela 21ª rodada da Premier League, a vantagem era mais curta, no caso 2 a 0, porém a partida terminou empatada em 2 a 2. </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, é errado comparar essa reviravolta do Real Madrid  com outras realmente &#8220;sobrenaturais&#8221;, como aquela por 3 a 1 diante do Manchester City na temporada 2021-22 através de dois milagrosos gols de Rodrygo nos acréscimos, que levaram o jogo à prorrogação onde Karim Benzema marcou o tento da classificação à final da Champions League após vitória dos ingleses por 4 a 3 no jogo de ida. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Já aconteceu muitas vezes (viradas), se algo acontece muitas vezes é porque não consigo encontrar a solução. Foi o ano em que o Real Madrid esteve melhor, tínhamos um bom resultado e deixamos passar.</p><cite>Pep Guardiola, treinador do Real Madrid</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, o surreal mesmo era o Manchester City sustentar a vitória sobre o Real Madrid depois que Erling Haaland inaugurou a contagem no Etihad Stadium e, na etapa final, balançou as redes pela segunda vez para colocar o City mais uma vez à frente do placar, sobretudo porque os madrilenhos foram extremamente superiores em campo, a julgar pelas 20 finalizações registradas durante o jogo, sendo este o maior número de qualquer adversário contra os <em>Citizens </em>desde a chegada de Pep Guardiola em 2016.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="402" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/8-7-e1739381052730.jpg" alt="" data-id="103245" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/8-7-e1739381052730.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=103245" class="wp-image-103245"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O Manchester City não perdia uma partida atuando em seus domínios pela Champions League desde 2008. Na ocasião, o Lyon derrotou os ingleses por 2 a 1 no Etihad Stadium.  </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Pep Guardiola armou bem o Manchester City ao improvisar Manuel Akanji na lateral-direita, John Stones como volante, enquanto Rúben Dias e Nathan Aké formaram a dupla de zaga, e Josko Gvardiol atuou na lateral-esquerda. Deste modo, o ex-treinador do Barcelona e do Bayern de Munique fortaleceu o sistema defensivo da equipe, que vem sofrendo na temporada devido a ausência de Rodri. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a saída de Manuel Akanji no intervalo em função de uma lesão obrigou Pep Guardiola a promover a entrada de Rico Lewis em seu lugar na lateral-direita, o que, visivelmente, fragilizou o setor. Não à toa, Vinícius Júnior foi eleito o melhor jogador da partida, em especial, pela excelente exibição no segundo tempo, ao ter engolido o jovem meio-campista inglês.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, é importante destacar que Vinícius Júnior tinha motivos de sobra para brilhar no Etihad Stadium, isso porque tanto o Manchester City quanto os seus torcedores provocaram o craque brasileiro antes da bola rolar. O clube inglês, ao colocar um enorme banner com a foto de Rodri beijando a <em>Bola de Ouro</em> na entrada do vestiário do Real Madrid, e a torcida ao estender uma faixa direcionada ao camisa 7 com o nome da famosa canção Stop Crying Your Heart Out, da banda Oasis, traduzida como: &#8220;Pare de chorar com todo o seu coração&#8221;. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Manchester City banner in response to Vini Jr and Real Madrid’s behaviour when Rodri won the Balon D’or.<br><br>“Stop crying your heart out…” ???????? <a href="https://t.co/FxZJaH2S9T">pic.twitter.com/FxZJaH2S9T</a></p>&mdash; Football Away Days (@FBAwayDays) <a href="https://twitter.com/FBAwayDays/status/1889406751780598075?ref_src=twsrc%5Etfw">February 11, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">É óbvio que provocações fazem parte do futebol e, por vezes, desestabilizam o alvo atacado, então até aí nada contra. Todavia, é inegável que afrontar Vinícius Júnior no contexto atual em que o Manchester City atravessa uma má fase não foi uma atitude inteligente. Seria compreensível se isso acontecesse na temporada passada, quando o City o enfrentou pelas quartas-de-final da Champions League, mas hoje, definitivamente, não. Por sinal, basta vermos quem saiu rindo por último.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, o estrago causado pela derrota com cara de eliminação do Manchester City é gigante, acima de tudo porque a temporada dos <em>Citizens</em> deve se resumir única e exclusivamente a briga pela vaga no G-4 da Premier League, embora restando três meses para o seu término. Em outras palavras, uma situação pra lá de inusitada aos tetracampeões ingleses.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, o ideal é que o Manchester City utilize esse duro período para antecipar o planejamento visando a próxima temporada, já definindo o futuro dos jogadores da &#8220;velha guarda&#8221; e, ao mesmo tempo, dando maior minutagem aos jovens recém-contratados a fim de acelerar a adaptação de todos ao sistema de jogo da equipe. Além disso, a resolução dos problemas referentes aos 115 processos da Premier League precisa ser prioridade ao City.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, fica evidente que a provável precoce queda na Champions League, somada ao risco de não disputá-la pela primeira vez desde 2011, é o caríssimo preço que o Manchester City pode pagar por não ter renovado o plantel após o inédito tetracampeonato da Premier League.</p>
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		<title>Desafios não faltam para Guardiola no Manchester City</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2024 00:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Inglês]]></category>
		<category><![CDATA[Citizens]]></category>
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		<category><![CDATA[Manchester City]]></category>
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		<category><![CDATA[Pep Guardiola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que você imaginaria se em agosto deste ano uma pessoa te dissesse que o Manchester City iniciaria dezembro com dois dígitos de distância em relação ao líder da Premier League? Certamente, no mínimo pensaria que ela está fazendo uso de substâncias pesadas, ou não bate bem da cabeça. Em contrapartida, uma previsão como essa [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2024/12/02/desafios-nao-faltam-para-guardiola-no-man-city/">Desafios não faltam para Guardiola no Manchester City</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">O que você imaginaria se em agosto deste ano uma pessoa te dissesse que o Manchester City iniciaria dezembro com dois dígitos de distância em relação ao líder da Premier League? Certamente, no mínimo pensaria que ela está fazendo uso de substâncias pesadas, ou não bate bem da cabeça. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, uma previsão como essa somente justifica a tese de que nunca devemos duvidar dos &#8220;loucos&#8221;, ou então que precisamos acreditar fielmente que ainda existem profetas no mundo, tendo em vista que os atuais tetracampeões ingleses adentraram o último mês de 2024 situados na QUINTA posição da Premier League e, pasmém, separados a onze pontos do primeiro colocado, Liverpool.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pode até soar exagero, mas a realidade é que o Manchester City se colocou em um nível de excelência tão grandioso por intermédio da hegemonia que construiu no certame do futebol inglês, que causa enorme espanto vê-lo fora do G-4, ostentando uma negativa sequência de sete jogos seguidos sem vitórias na temporada, que inclui a série de quatro derrotas nas quatro rodadas anteriores da Premier League. Aliás, resultados que fizeram os <em>Citizens</em> passarem o mês inteiro de novembro sem vencer uma única partida.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Data</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Partidas</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Torneio</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">30/10</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Tottenham 2&#215;1 Man.City</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Copa da Liga</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">02/11</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Bournemouth 2&#215;1 Man.City</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Premier League</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">05/11</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Sporting CP 4&#215;1 Man.City</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">UCL</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">09/11</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Brighton 2&#215;1 Man.City</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Premier League</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">23/11</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Man.City 0x4 Tottenham</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Premier League</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">26/11</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Man.City 3&#215;3 Feyenoord</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Premier League</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">01/12</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Liverpool 2&#215;0 Man.City</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">Premier League</td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, é importante destacar que o Manchester City vencia o Feyenoord por 3 a 0 até os 30 minutos do segundo tempo no único jogo que lhe rendeu lhe um ponto no decorrer desta ingrata maratona de sete compromissos. Deste modo, fica evidente que foi o típico empate com sabor de derrota aos comandados de Pep Guardiola, que sofreram o montante de 19 gols e balançaram as redes apenas sete vezes no período.  </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, pior do que isso tudo é o futebol praticado pelo Manchester City, um time totalmente desorientado em campo, regido por um treinador perdido fora das quatro linhas, a ponto inclusive de não sabermos qual a real identidade dos <em>Citizens</em>, uma equipe não adepta a um modelo de jogo baseado na posse de bola, e tampouco nas transições ou até mesmo nos cruzamentos à área, já que eles não caracterizam estilo algum. </p>



<p class="has-medium-font-size">A explicação para esta abrupta queda de rendimento? De acordo com Pep Guardiola, é o baixo desempenho do Manchester City na conclusão das jogadas, o que não deixa de ser uma verdade, a julgar pelo último embate contra o Tottenham, em que o City finalizou o total de 23 vezes mediante 9 arremates por parte dos londrinos, que no final das contas ganharam por 4 a 0 em pleno Etihad Stadium.   </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="348" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/12/capa-1-e1733158407925.jpg" alt="" data-id="100786" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/12/capa-1-e1733158407925.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=100786" class="wp-image-100786"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Pep Guardiola nunca havia sofrido quatro derrotas seguidas por ligas ao longo da carreira. Já o Manchester City, não era derrotado quatro vezes consecutivas na Premier League desde 2008.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ao mesmo tempo, essa retórica de Pep Guardiola se mostra muito rasa em meio aos problemas de maior grau — cada vez mais visíveis — que assolam o Manchester City, dentre os principais, o fato do treinador espanhol não estar encontrando uma solução para resolver a impactante perda de Rodri, algo que ele já conseguiu nos momentos em que relevantes peças como Kevin De Bruyne, Jack Grealish e Ilkay Gundogan desfalcaram a equipe. </p>



<p class="has-medium-font-size">A primeira alternativa de Pep Guardiola foi promover a entrada de Mateo Kovacic na vaga de Rodri, porém a abismal diferença técnica entre ambos diminuiu tanto o poder de marcação quanto o de criação do meio-campo, até porque a posição de origem do croata é de segundo volante. Contudo, a crise do Manchester City realmente se intensificou depois que o ex-jogador do Chelsea também se lesionou na última Data Fifa, diminuindo ainda mais as opções no curto elenco dos <em>Citizens</em>. </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, Pep Guardiola se viu obrigado a retomar o esquema 4-2-3-1, mas desta vez escalando Ilkay Gundogan e Bernardo Silva como volantes, enquanto Rico Lewis, que vem jogando mais adiantado e aberto pela direita, recompõe a marcação no meio-campo durante as fases defensivas, o que fica bastante claro através do mapa de posicionamento dos jogadores na última partida em Anfield, conforme destacado na imagem abaixo: </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="274" height="414" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/12/capa-2.jpg" alt="" class="wp-image-100822" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/12/capa-2.jpg 274w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/12/capa-2-199x300.jpg 199w" sizes="auto, (max-width: 274px) 100vw, 274px" /><figcaption><em><strong>18- Stefan Ortega 2 -Kyle Walker </strong></em><br><em><strong>3- Rúben Dias 25- Manuel Akanji </strong></em><br><em><strong>6- Nathan Aké 19- Ilkay Gundogan </strong></em><br><em><strong>20- Bernardo Silva 82- Rico Lewis </strong></em><br><em><strong>47- Phil Foden 27- Matheus Nunes </strong></em><br><em><strong>9- Erling Haaland.</strong></em></figcaption></figure></div>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Outra invenção de Pep Guardiola, que até o momento não rendeu bons frutos — muito pelo contrário —, é a utilização do volante Matheus Nunes como meia aberto pela esquerda. Isso porque com o camisa 27 deslocado, o Manchester City perde demais na parte ofensiva, onde ele não produz nada, e defensivamente, em que só cobre a subida do lateral adversário. Em outras palavras, funções que Savinho, Jéremy Doku ou Jack Grealish exerceriam melhor por acrescentarem nos aspectos coletivo e individual.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, com jogadores menos combativos e até passando a chegar atrasados nas jogadas, o Manchester City diminuiu a intensidade e caiu de ritmo fisicamente, um ponto que também é oriundo do envelhecimento do time composto por alguns atletas com idade superior aos 30 anos de idade, como são os casos de Ilkay Gundogan (34), Kevin De Bruyne (33) e Kyle Walker (34), que não lembra nem de longe aquele lateral que anulou Vinícius Júnior nas semifinais da edição 2022-23 da Champions League. </p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, embora derrotado por 2 a 0, placar que não traduz o que aconteceu em Anfield, o Manchester City foi, literalmente, atropelado pelo Liverpool em todas as fases da partida, quando atacou de forma mais intensa no terço inicial, e também nos instantes em que preferiu controlar as ações de maneira moderada. Não à toa, o chute de Rico Lewis, aos 39 minutos, foi o primeiro do City no jogo.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, além de reencontrar uma nova forma da equipe jogar na temporada já perdida no que diz respeito a briga pelo pentacampeonato inglês, Pep Guardiola ainda precisará iniciar uma urgente reformulação no plantel dos <em>Citizens</em>. Ou seja, um longo caminho a ser percorrido por quem recentemente renovou o contrato junto ao clube por mais dois anos em busca de novos desafios.  </p>



<p class="has-medium-font-size">E haja desafios!</p>
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		<title>Seria essa a última temporada de Guardiola no Manchester City?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 01:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Inglês]]></category>
		<category><![CDATA[Citizens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Pep Guardiola volem que et quedis&#8221;, a faixa estendida pelos torcedores do Manchester City no Etihad Stadium durante a vitória dos Citizens sobre o Fulham por 3 a 2, retrata que a continuidade do treinador espanhol no clube inglês é mais incerta do que certa ao término da atual temporada. E por mais que tudo [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">&#8220;Pep Guardiola volem que et quedis&#8221;, a faixa estendida pelos torcedores do Manchester City no Etihad Stadium durante a vitória dos Citizens sobre o Fulham por 3 a 2, retrata que a continuidade do treinador espanhol no clube inglês é mais incerta do que certa ao término da atual temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">E por mais que tudo não passe de meras especulações, quem leu as biografias de Pep Guardiola sabe perfeitamente que o prazo de validade do ex-treinador de Barcelona e Bayern de Munique já se esgotou no Manchester City, afinal, o próprio relata através dos livros que o período ideal para trabalhar num mesmo clube é de quatro anos, lembrando que ele vivencia a sua oitava temporada à frente dos <em>Citizens</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, o dobro do tempo no Manchester City evidencia o quanto Pep Guardiola se identificou com o clube pelo qual já ergueu o montante de 18 canecos — dentre os principais, o inédito da Champions League e outros seis da Premier League —, e também junto a torcida, tanto é, que por intermédio de um gesto nobre ele se dispôs a pagar os gastos da faixa colocada no Etihad Stadium ao torcedor que implorava pela sua permanência.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, o cenário para a provável saída de Pep Guardiola  se apresentou mais viável depois que Txiki Begiristain anunciou que deixará o Manchester City no final da temporada, isso porque o diretor esportivo é o seu fiel escudeiro no clube, inclusive ele foi o grande responsável pela vinda de Guardiola ao City em 2016, além de sua chegada ao time principal do Barcelona oito anos antes. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="426" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/10/capa-7-e1728607136953.jpg" alt="" data-id="99335" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/10/capa-7-e1728607136953.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=99335" class="wp-image-99335"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Durante a passagem pelo Barcelona entre 2008 e 2012, Pep Guardiola se converteu no treinador mais vitorioso pelo clube contabilizando 14 títulos conquistados.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que o fato de ambos terem jogado juntos no Barcelona fez nascer uma amizade que se estendeu para fora das quatro linhas. Deste modo, conhecendo Pep Guardiola como poucos, Txiki Begiristain foi um dos principais idealizadores da sua contratação no clube catalão juntamente com Ferran Soriano, ex-vice presidente daquele poderoso Barcelona, que foi o primeiro dirigente barcelonista a migrar rumo ao Manchester City, onde ocupa o cargo de CEO há exatos doze anos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, ainda que os mais críticos não valorizem o trabalho de Pep Guardiola no Barcelona por conta da qualidade daquela fortíssima equipe, é inegável que ele potencializou o futebol do jovem Lionel Messi, na época com 21 anos, bem como o dos demais craques Xavi Hernández, Andrés Iniesta, Daniel Alves, Rafa Márquez, incluindo os novatos Sergio Busquets e Pedro, puxados por Guardiola das categorias de base, e o zagueiro Gerrard Piqué, que retornava de um frustrante empréstimo ao Manchester United.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, o Barcelona sagrou-se tricampeão espanhol nos três primeiros anos sob a batuta de Pep Guardiola que, por sua vez, havia herdado o conjunto blaugrana como terceiro colocado da edição 2007-08 da LaLiga, a 18 pontos do líder Real Madrid. Assim, todo o sucesso alcançado pelo <em>Barça</em> motivou o Manchester City, que naquele período era dirigido por Roberto Mancini, a contratar tanto o vice-presidente quanto o diretor esportivo do <em>Barça</em>, Ferran Soriano e Txiki Begiristain, respectivamente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pouco tempo depois, em 2016, foi a vez de Pep Guardiola desembarcar em solo inglês para suceder Manuel Pellegrini e construir um enorme legado no Manchester City, marcado por vitórias, recordes, títulos e, principalmente, um futebol da mais alta qualidade, tudo sob o auxílio de Txiki Begiristain, que ao longo destes oito vitoriosos anos provou toda a sua competência no mercado ao trazer nomes como Fernandinho, Kevin De Bruyne, Ilkay Gundogan, Gabriel Jesus, Rodri, Bernardo Silva, Ederson, Kyle Walker, João Cancelo, Raheem Sterling, Julián Álvarez, Jack Grealish, Rúben Dias, John Stones, Josko Gvardiol, entre outros.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong><em>Carreira de Guardiola</em></strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Jogos</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>V-E-D</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Gols M/S</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Títulos</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Barcelona</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">247</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">179-47-21</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">638-181</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">14</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Bayern de Munique</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">160</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">120-21-19</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">396-111</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">7</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Manchester City</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center">483</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">350-70-63</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1188-400</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">18</td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, Txiki Begiristain se tornou referência no Manchester City, tamanha é a sua influência no trabalho de Pep Guardiola. Logo, ainda que o mandatário do clube, Khaldoon Al Mubarak, tenha deixado claro que outro profissional qualificado dará sequência ao trabalho já consolidado, a realidade é que a futura saída do dirigente basco, que estava prevista para ocorrer somente em 2025, preocupa os <em>Citizens</em> sobretudo porque ela pode influenciar Guardiola a seguir o mesmo caminho.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, de acordo com pessoas próximas, o inusitado adeus de Jurgen Klopp do Liverpool neste meio de ano já teria feito Pep Guardiola avaliar o seu futuro no Manchester City. Portanto, a antecipada despedida de Txiki Begiristain poderia ser a verdadeira pá de cal para que ele decida encerrar a sua gloriosa trajetória no clube do norte da Inglaterra.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">1 &#8211; Pep Guardiola venceu a tríplice coroa pela segunda vez como treinador, sendo o primeiro a conquistá-la por dois times diferentes (Barcelona em 2008/09 e Manchester City em 2022/23). Grandioso. <a href="https://t.co/EJBZyBlBIp">pic.twitter.com/EJBZyBlBIp</a></p>&mdash; OptaJoao (@OptaJoao) <a href="https://twitter.com/OptaJoao/status/1667641031284629505?ref_src=twsrc%5Etfw">June 10, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, rumores dão conta que Pep Guardiola vê com bos olhos a possibilidade de assumir a seleção inglesa — no momento comandada pelo interino Lee Carsley —, o que seria o último passo na carreira do treinador de 53 anos de idade antes da aposentadoria, embora não exista absolutamente nada de concreto nisso, até porque em se tratando de Guardiola, tudo pode acontecer.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste contexto, o que, de fato, Pep Guardiola vem pensando é em como resolver o dificílimo problema relacionado a lesão de Rodri — que o deixará de fora do restante da temporada —, por se tratar da única peça sem reposição no tabuleiro do City. Consequentemente, a ausência do volante espanhol, somada a ascensão do Arsenal, já colocam os <em>Gunners</em> como principais favoritos na corrida pelo título da Premier League.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, além da responsabilidade de dar andamento a um novo planejamento projetando um possível futuro sem Pep Guardiola, é fundamental que o Manchester City supere os obstáculos do presente para evitar o risco de acabar a temporada não apenas lamentando a perda de Pep Guardiola, como também a sua hegemonia no certame do futebol inglês.  </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>
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		<title>Manchester City vê rivalidade com o Arsenal aumentar a cada clássico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Sep 2024 20:28:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ingredientes não faltaram para que a rivalidade envolvendo Manchester City e Arsenal desabrochasse pra valer vez após o primeiro encontro entre ambos na temporada 2024-25, que terminou empatado em 2 a 2 no Etihad Stadium. Pois é, o embate que valia a liderança da Premier League teve de tudo, a começar pelo centésimo gol de [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Ingredientes não faltaram para que a rivalidade envolvendo Manchester City e Arsenal desabrochasse pra valer vez após o primeiro encontro entre ambos na temporada 2024-25, que terminou empatado em 2 a 2 no Etihad Stadium.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, o embate que valia a liderança da Premier League teve de tudo, a começar pelo centésimo gol de Erling Haaland em 105 partidas com a camisa do Manchester City, marcado logo aos nove minutos de jogo. Em outras palavras, um expressivo feito do atacante que balançou as redes contra TODOS os 23 adversários que já enfrentou até aqui no campeonato. </p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, o panorama mudou completamente após a lesão de Rodri, tanto é, que os <em>Gunners</em> não apenas chegaram ao empate como viraram o placar ainda no primeiro tempo através dos gols de Riccardo Calafiori, aos 22 minutos, e Gabriel Magalhães, um pouco antes de Leandro Trossard levar um cartão vermelho nos acréscimos, permitindo com que os comandados de Pep Guardiola jogassem o segundo tempo inteiro com um jogador a mais.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, os <em>Citizens</em> se lançaram totalmente ao ataque em busca da vitória, ao passo que o Arsenal se defendia por intermédio de um verdadeiro ferrolho armado no 5-4-0 e no 6-3-0. Não à toa, o Manchester City registrou quase 88% da posse de bola na etapa final, assinalando o montante de 109 toques no campo adversário, contra somente dois por parte dos londrinos até os 15 minutos.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 | DRAW AT THE ETIHAD<br><br>• xG: 2.16 – 0.65<br>• Big chances: 5 – 2<br>• Shots (on target): 33 (11) – 5 (3)<br>• Touches in pen. area: 55 – 9<br>• Possession: 78% – 22%<br><br>Manchester City finally broke through ten-man Arsenal at the death to salvage a point at home!<a href="https://twitter.com/hashtag/MCIARS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#MCIARS</a> <a href="https://t.co/xjqR5Qi4iH">pic.twitter.com/xjqR5Qi4iH</a></p>&mdash; Sofascore Football (@SofascoreINT) <a href="https://twitter.com/SofascoreINT/status/1837910048963543336?ref_src=twsrc%5Etfw">September 22, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, apesar da enorme pressão o gol do Manchester City saiu apenas aos 53 minutos, quando John Stones marcou o tento que manteve os atuais tetracampeões ingleses como líderes da Premier League. Ainda assim, o que mais chamou a atenção no lance foi o atacante Erling Haaland arremessando a bola no rosto do zagueiro do Arsenal, Gabriel Magalhães, durante a comemoração. Ou seja, um claro sinal de que os ânimos estavam exaltados. </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, bastou o árbitro Michael Oliver apitar o fim do jogo para que Erling Haaland novamente entrasse em ação ao pedir respeito para o técnico oponente Mikel Arteta, algo que não agradou Gabriel Jesus, gerando inclusive uma pequena discussão entre o norueguês e o brasileiro, o que também foi resultado dos inúmeros casos de cera do Arsenal ao longo da partida mais extensa da Premier League, cuja duração foi de 109 minutos e 17 segundos.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, fica evidente que a rixa envolvendo os dois clubes, que aumentou com o passar das duas temporadas anteriores em que o Manchester City foi campeão e o Arsenal vice da Premier League, ganhou proporções ainda maiores, podendo até ser comparada a existente entre Manchester United e os próprios <em>Gunners</em> em meados da década de 90 e anos 2000, época em que eles eram dirigidos por Alex Ferguson e Àrsene Wenger.</p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A diferença? Não sei. Talvez o Liverpool já tenha vencido uma Premier League, o Arsenal não. O Liverpool tenha vencido uma Champions League, o Arsenal não. O Liverpool sempre nos enfrentou cara a cara para tentar vencer os jogos.</p><cite>Bernardo Silva, meia do Manchester City</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, a realidade é que o Manchester City vem encontrando cada vez mais dificuldades nos embates frente o Arsenal, e a prova disso é que o clube do norte de Londres não foi derrotado pelos <em>Citizens</em> na Premier League na última temporada. Por sinal, nem mesmo o fato de ter disputado o segundo tempo inteiro com um jogador a mais rendeu a vitória ao City, muito pelo contrário, o suado empate veio somente no último lance do jogo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante das circunstâncias, é surpreendente que o Manchester City tenha encerrado o jogo com Manuel Akanji, Rúben Dias, Josko Gvardiol e John Stones, isto é, quatro zagueiros juntos em campo, em especial por sempre ter sido comum Pep Guardiola adaptar um volante pra jogar na defesa em suas equipes, visando melhorar a saída de bola, vide os exemplos de Javier Mascherano, no Barcelona, Javi Martínez, no Bayern de Munique, além de Fernandinho, no próprio City.</p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, era esperado um Manchester City atuando mais ofensivamente, até utilizando a mesma formação para não desestruturar o time, no caso o 3-1-5-1, porém com Manuel Akanji, John Stones e Josko Gvardiol na zaga — sacando Rúben Dias —, Mateo Kovacic como volante, e uma linha de cinco meias com Erling Haaland no ataque, composta por Savinho, Rico Lewis, Ilkay Gundogan, Bernardo Silva e Phil Foden, obviamente, com a finalidade de furar a retranca adversária.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="655" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/18-1-1024x655.jpg" alt="" data-id="98813" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/18-1-e1727195267154.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=98813" class="wp-image-98813"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>A última vitória do Manchester City sobre o Arsenal, no tempo regulamentar de jogo, ocorreu em abril do ano passado (4 a 1). De lá pra cá, foram três empates e um triunfo dos <em>Gunners</em>.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Inegavelmente, a grave lesão no joelho sofrida por Rodri, que o deixará de fora de toda a temporada, comprometeu o jogo do Manchester City, afinal, o camisa 16 é uma das principais peças de Pep Guardiola por desempenhar a dupla função de proteger a defesa e ditar o ritmo do time. Além disso, ele é notavelmente produtivo para um volante, a julgar pelos oito gols marcados e nove assistências concedidas na edição passada da Premier League.</p>



<p class="has-medium-font-size">Sob todos estes aspectos, Rodri é considerado por muitos como o melhor jogador do mundo na posição, e agora, com a ausência do volante da seleção espanhola, caberá a Pep Guardiola redescobrir uma nova forma do Manchester City jogar, assim como ocorreu ao longo do período em que Phil Foden assumiu o posto do lesionado Kevin De Bruyne na temporada do tetracampeonato inglês.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em meio a isso, o Manchester City ainda enfrenta uma duríssima batalha nos tribunais em razão das 115 acusações sobre violações das regras do Fair Play Financeiro da Premier League. A propósito, o clube até corre risco de ser rebaixado caso estas supostas violações sejam mesmo confirmadas, o que resultaria no fim da hegemônica era dos <em>Citizens</em> no certame do futebol inglês.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que com Ilkay Gundogan, Kevin De Bruyne e Pep Guardiola vivenciando o último ano de seus respectivos contratos, além das constantes sinalizações em torno das saídas de Ederson, Kyle Walker e Bernardo Silva a cada janela de tranferências, tudo realmente indica que a geração do inédito tetra da Premier League está próxima do fim, fazendo crescer o otimismo do seu maior rival e provável herdeiro na linha sucessória da Premier League, Arsenal.  </p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">    </p>
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		<title>Fora da Champions League, restou ao City brigar &#8220;apenas&#8221; pela dobradinha na Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 14:47:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Perder, essa ação passou a fazer cada vez menos parte do cotidiano do Manchester City, dado o nível de excelência alcançado desde a chegada de Pep Guardiola, derrotado 62 vezes em 464 jogos no comando técnico da equipe inglesa, o que corresponde a uma baixíssima taxa de 13% de derrotas. Ainda assim, isso não significa [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2024/04/19/fora-da-champions-league-restou-ao-city-brigar-apenas-pela-dobradinha-na-inglaterra/">Fora da Champions League, restou ao City brigar &#8220;apenas&#8221; pela dobradinha na Inglaterra</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">Perder, essa ação passou a fazer cada vez menos parte do cotidiano do Manchester City, dado o nível de excelência alcançado desde a chegada de Pep Guardiola, derrotado 62 vezes em 464 jogos no comando técnico da equipe inglesa, o que corresponde a uma baixíssima taxa de 13% de derrotas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, isso não significa que o Manchester City seja imbatível. Embora esta sensação tenha aumentado com a conquista da inédita tríplice coroa na temporada passada, é óbvio que os <em>Citizens</em> não estão isentos de derrotas, tampouco em um confronto direto frente o Real Madrid pela Champions League, a julgar pela queda nas quartas-de-final em pleno Etihad Stadium.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, uma derrota com requintes de crueldade ao time que perdeu míseros 4 jogos ao longo da temporada 2023-24, afinal, ela ocorreu nas penalidades, depois do Manchester City registrar o total de 67% de posse de bola, contra 33% do Real Madrid, além de 33 finalizações, mediante apenas oito dos espanhóis, incluindo o tempo normal e a prorrogação do jogo que terminou empatado em 1 a 1.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🌍 | Manchester City (3) 1–1 (4) Real Madrid (4–4 on agg.)<br><br>• xG: 2.73 – 1.40<br>• Shots (on target): 33 (9) – 8 (3)<br>• Big chances: 3 – 3<br>• Possession: 67% – 33%<br>• Touches in opp. box: 88 – 12<br><br>A tense 120 minutes of play was followed by a penalty shootout, in which Andriy… <a href="https://t.co/IOVTX1TfOE">pic.twitter.com/IOVTX1TfOE</a></p>&mdash; Sofascore (@SofascoreINT) <a href="https://twitter.com/SofascoreINT/status/1780715071972479263?ref_src=twsrc%5Etfw">April 17, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, o City tocou na bola o montante de 88 vezes na área do Real Madrid, sendo este, o maior número num jogo da Champions League desde que a base de registros estatísticos da UEFA começou há 15 anos, lembrando que os 104 toques assinalados na área do Luton Town na partida anterior pela Premier League, também determinaram o novo recorde da liga inglesa. </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, os 33 arremates disparados pelos atuais campeões europeus, se converteram na maior quantidade de finalizações em uma partida de mata-mata da Champions League desde 2020. Entretanto, a realidade é que somente o chute de Kevin De Bruyne balançou as redes, o que tornou este verdadeiro bombardeio totalmente irrelevante.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, através destes dados é possível notar a enorme dominância e superioridade por parte do Manchester City, assim como aconteceu nos embates das duas edições anteriores da Champions League, ambos válidos pelas semifinais, em que os ingleses foram derrotados em 2022, e triunfaram em 2023 por intermédio de uma avassaladora goleada por 4 a 0 no Etihad Stadium.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o Manchester City não sofria uma derrota significativa desde o 3 a 1 &#8211; na prorrogação &#8211; no Santiago Bernabéu pelo jogo de volta das semifinais da temporada 2021-22 da Champions League. Aliás, uma duríssima eliminação que só foi curada um ano depois com o troco dado na vitória por 4 a 0, mas que agora voltou a perturbar os<em> Citizens </em>novamente. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/04/20-1-1024x683.jpg" alt="" data-id="92081" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/04/20-1-e1713473488668.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=92081" class="wp-image-92081"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Este foi o quarto confronto elimonatório entre o Manchester City, de Pep Guardiola, e o Real Madrid pela Champions League, sendo que cada um deles avançou de fase em duas oportunidades.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o sentimento de dever cumprido ou de ter feito o melhor para avançar de fase, apagou a decepção de uma eliminação como a sofrida diante do Tottenham em 2019. Talvez, o único erro cometido pelo Manchester City contra o Real Madrid foi o de ter insistido tanto nas jogadas pelos lados do campo, especialmente pelo lado direito com Phil Foden puxando a marcação de Ferland Mendy a fim de abrir espaço para Kevin De Bruyne.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a grandiosidade do melhor Manchester City de todos os tempos, o mantém, involuntariamente, na condição de uma equipe invencível até mesmo em um encontro contra o &#8220;rei da Europa&#8221; pela Champions League. Logo, quando a vitória não vem a derrota acaba tendo um peso redobrado sobre os comandados de Pep Guardiola.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, a partir de agora nada mais é esperado ao Manchester City que não a conquista da Premier League e da FA Cup neste final de temporada, em outras palavras, uma dobradinha que representaria o tetracampeonato inglês, juntamente com o bi da copa nacional. </p>



<p class="has-medium-font-size">Muitos julgam os altos investimentos do Manchester City como forma de obrigação a conquistar todos os títulos em disputa nas temporadas, porém estes mesmos se esquecem que os grandes clubes do futebol mundial também desembolsam cifras astronômicas em contratações a cada janela de transferências. Por sinal, o vizinho do City, United, é a prova de que antes de gastar, é preciso saber fazê-lo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, a caminhada do Manchester City rumo à dobradinha ficou menos tortuosa na Premier League depois que o novo líder da Premier League não apenas assumiu a ponta da tabela na rodada do último final de semana, como ainda abriu dois pontos de vantagem em razão dos tropeços de Arsenal e Liverpool, além é claro, do seu triunfo sobre o Luton Town por 5 a 1.  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Premier League Title Chances: Man City have become even bigger favourites according to the Opta supercomputer! <br><br>Manchester City: 70.1%<br>Arsenal: 18.3%<br>Liverpool: 11.7% <br><br>Your thoughts? 🤔<br><br>[via <a href="https://twitter.com/OptaAnalyst?ref_src=twsrc%5Etfw">@OptaAnalyst</a>] <a href="https://t.co/l4pRDtoxkw">pic.twitter.com/l4pRDtoxkw</a></p>&mdash; City Chief (@City_Chief) <a href="https://twitter.com/City_Chief/status/1779641647678062704?ref_src=twsrc%5Etfw">April 14, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a desgastante partida física e mental da Champions League, composta pela prorrogação de 30 minutos, certamente foi bastante bem-vinda ao Chelsea, o oponente do Manchester City no próximo sábado, dia 21, pelas semifinais da FA Cup no estádio de Wembley. </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, o título da FA Cup está nos planos do insaciável Manchester City, todavia, se a vaga na final não vier haverá um tempo maior de descanso e preparo para as seis rodadas restantes da Premier League, que terão início com os <em>Citizens</em> visitando Brighton e Nottingham Forest, respectivamente, e com a semana livre sem os compromissos das semifinais da Champions League entre o invervalo dos jogos seguintes contra Wolverhampton e Fulham, que antecederão os últimos frente Tottenham e West Ham.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, o fato é que o City terá de se contentar com a perspectiva de encerrar a temporada conquistando &#8220;somente&#8221; o sexto título inglês dos últimos sete anos, somado ao segundo consecutivo da FA Cup.</p>



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		<title>Quem manda na Inglaterra é o Manchester City</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Apr 2023 17:23:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A tentativa do Arsenal de superar o Manchester City na corrida pelo título inglês nesta temporada teve outro duríssimo golpe de frustração na tarde de ontem (26), haja vista a goleada por 4 a 1 dos Citizens sobre os Gunners com direito a marcação do 33º gol de Erling Haaland na Premier League, o que [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A tentativa do Arsenal de superar o Manchester City na corrida pelo título inglês nesta temporada teve outro duríssimo golpe de frustração na tarde de ontem (26), haja vista a goleada por 4 a 1 dos <em>Citizens</em> sobre os <em>Gunners</em> com direito a marcação do 33º gol de Erling Haaland na Premier League, o que transformou o atacante norueguês no maior artilheiro de uma única edição da competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e embora a Premier League ainda não tenha terminado, a realidade é que nesta temporada foi a vez do Arsenal sentir na pele o quão impossível se tornou a missão de qualquer adversário conquistar o título inglês nos tempos em que Pep Guardiola e toda a fortuna do sheik Mansour Bin Zayed Al Nahyan, lideram o Manchester City. </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, sempre achei injusto relacionarem o sucesso dos <em>Citizens</em> UNICAMENTE ao dinheiro de Abu Dhabi, afinal, todos os clubes que disputam a Premier League investem pesado para montar e manter os seus times. O Manchester United, por exemplo, gastou mais em relação ao vizinho City nos últimos anos, e completará a décima temporada consecutiva sem erguer o caneco inglês.</p>



<p class="has-medium-font-size">E trazendo o assunto para a atualidade, é importante destacar que o Manchester City foi somente o 9º clube da Premier League que mais investiu em contratações na temporada 2022/23, embora os atuais bicampeões ingleses sejam donos do plantel mais valioso da Inglaterra. Portanto, o segredo não é o quanto, mas sim como se gasta.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="669" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-3-1024x669.jpg" alt="" data-id="73744" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-3-e1682611527404.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=73744" class="wp-image-73744"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O Manchester City colecionava dois títulos ingleses até a venda do clube em 2008. No período pós-venda, os<em> Citizens</em> ergueram seis taças da Premier League, sendo quatro sob a batuta de Pep Guardiola.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, o Liverpool, de Jurgen Klopp, foi o único clube capaz de bater a enorme dominância e consistência do Machester City nos últimos cinco anos da Premier League, ao vencê-la em 2020 somando o montante de 99 pontos, apenas dois a mais do que no ano anterior quando a equipe de Merseyside foi vice-campeã com 97 pontos, até hoje o recorde de um segundo colocado na história do torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, os <em>Gunners</em> podem encerrar esta temporada com 90 pontos ganhos se vencerem os cinco demais compromissos pela Premier League, o que significa que eles registrariam a mesma pontuação obtida pelo lendário time dos <em>Invencíveis</em>, campeões ingleses invictos na temporada 2003/04 sob a batuta de Arsène Wenger. Ainda assim, essa absurda contagem não seria suficiente para o Arsenal ficar à frente dos comandados de Pep Guardiola.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, outros dados revelam a supremacia do Manchester City na Premier League. Considerando as cinco edições anteriores do campeonato, das quais os <em>Citizens</em> foram quatro vezes campeões, eles registram uma média de 27,8 pontos acima do Arsenal e 22,6 à frente do Manchester United, ao passo que só o Liverpool conseguiu abrir dez pontos de vantagem sobre o City em algum momento neste período.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="677" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-4-1024x677.jpg" alt="" data-id="73758" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/04/2-4-e1682612575309.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=73758" class="wp-image-73758"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Desde a chagada de Pep Guardiola em 2016, o Manchester City lidera a pontuação da Premier League com 609 pontos em 259 jogos, seguido do Liverpool com 561 pontos em 260 jogos.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E como acabar com a hegemonia do Manchester City na Premier League? Essa pergunta é difícil de responder, mas certamente o clube perderá força assim que Pep Guardiola decidir respirar novos ares, lembrando que o contrato do treinador espanhol é válido até junho de 2025 junto ao City.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, esse vínculo entre Pep Guardiola e Manchester City até poderia terminar antes se os <em>Citizens</em> conquistarem a tríplice coroa nesta temporada, a julgar que o grande objetivo do clube e de Guardiola é ganhar o torneio continental, o que se subentende que todas as metas do treinador de 52 anos de idade já teriam sido batidas em sua passagem pela <em>Terra da Rainha</em>. </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, essa é somente uma teoria, pois na prática o que vemos é um Pep Guardiola realizado no Manchester City, na cidade de Manchester, e disputando a liga de maior nível técnico do mundo. Logo, são enormes as chances do técnico espanhol criar uma dinastia por lá, similar a de Alex Ferguson no United.    </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Most English top-flight league titles in men&#39;s football:<br><br>🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿 13 &#8211; Alex Ferguson<br>🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿 6 &#8211; George Ramsay<br>🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 6 &#8211; Bob Paisley <br>🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 5 &#8211; Tom Watson<br>🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 5 &#8211; Herbert Chapman<br>🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿 5 &#8211; Matt Busby<br>🇪🇸 4 &#8211; Pep Guardiola<br><br>Legends.<a href="https://t.co/B1DV1JoQC1">https://t.co/B1DV1JoQC1</a></p>&mdash; Squawka (@Squawka) <a href="https://twitter.com/Squawka/status/1528420453907316740?ref_src=twsrc%5Etfw">May 22, 2022</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Outro cenário que motivaria a saída de Pep Guardiola do Manchester City, e ao mesmo tempo acabaria de uma vez com o predomínio do clube na Premier League, seria se os escândalos financeiros envolvendo os <em>Citizens</em> realmente se comprovassem, tendo em vista que eles são acusados ​​de mais de 100 supostas violações de regras entre os anos de 2009 e 2018, nos quais se incluem relatórios falsos de renda e salários.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Existe também a possibilidade de outros clubes se tornarem grandes potencias, como é o caso do mais novo bilionário Newcastle, porém por mais que Eddie Howe venha desenvolvendo um excelente trabalho à frente dos <em>Magpies</em>, ainda demorará um certo tempo para que eles atinjam o estágio do Manchester City.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, ao que tudo indica Liverpool, Manchester United, Arsenal, Chelsea e o próprio Newcastle, seguirão travando a árdua batalha para tentar desbancar o Manchester City e, para isso, precisarão evoluir muito levando em consideração que somente os dois primeiros conseguiram derrotá-lo, uma vez cada, na atual temporada da Premier League.</p>



<p class="has-medium-font-size">Enquanto isso, o salão de troféus do Etihad Stadium continuará recebendo mais e mais taças da Premier League!</p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">   &nbsp;</p>



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		<title>Vitória de campeão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Feb 2023 17:19:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Premier League amanheceu com um novo líder na classificação. Pois é, ainda que com um jogo a mais e superando o Arsenal pelo saldo de gols, o Manchester City assumiu a ponta da tabela pela primeira vez desde 05 de novembro do ano passado, em função do triunfo por 3 a 1 sobre os [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A Premier League amanheceu com um novo líder na classificação. Pois é, ainda que com um jogo a mais e superando o Arsenal pelo saldo de gols, o Manchester City assumiu a ponta da tabela pela primeira vez desde 05 de novembro do ano passado, em função do triunfo por 3 a 1 sobre os <em>Gunners</em> em pleno Emirates Stadium.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, muitos consideravam este encontro entre o líder e o vice-líder da Premier League como a final antecipada do campeonato, embora ainda estejamos no mês de fevereiro. Mas talvez por esta razão, o ambiente do jogo na capital inglesa era de uma verdadeira decisão, e isso fica claro através da enorme festa protagonizada pelos <em>Citizens</em> depois do encerramento da partida. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que o Manchester City abriu o placar com Kevin De Bruyne, aos 24 minutos do primeiro tempo, porém o Arsenal igualou a contagem antes do intervalo através de uma penalidade. Entretanto, na etapa final os comandados de Pep Guardiola provaram porque são os atuais bicampeões ingleses ao alcançarem a superioridade no marcador com os tentos de Jack Grealish e do artilheiro Erling Haaland, respectivamente.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="70070" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/02/1-2-e1676564907172.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=70070" class="wp-image-70070"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Esta foi a 11ª vitória seguida do Manchester City sobre o Arsenal na Premier League. Para se ter uma ideia, os <em>Citizens </em>não perdem dos <em>Gunners</em> pela competição desde dezembro de 2015 (12V &#8211; 2 E).</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, essa vitória teve um sabor ainda mais especial ao treinador Pep Guardiola, isso porque o espanhol foi novamente capaz de enxergar a indignação de sua equipe em não estar na liderança da Premier League, além de notar o alto grau de comprometimento e competitividade do time, ou seja, características que sempre fizeram parte do DNA de seu muti-campeão Manchester City.</p>



<p class="has-medium-font-size">Inclusive, esses pontos reluziram no segundo tempo da partida, haja vista o &#8220;apetite&#8221; dos <em>Citizens</em> nos 45 minutos finais. De acordo com o portal <em>The Athletic</em>, Pep Guardiola se voltou contra seu próprio time no intervalo ao questionar se os jogadores tinham realmente fome de competir devido a complacência de todos em relação ao empate que prevalecia até aquele momento.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a realidade é que os três pontos conquistados pelo Manchester City em Londres representaram não somente a retomada da liderança da Premier League por parte dos <em>Citizens</em>, como também o resgate de sua ganância por títulos, recordes, vitórias e gols, a julgar que Kevin De Bruyne enfim voltou a provar que não é aquele apático atleta que defendeu a Bélgica na Copa do Mundo, Erling Haaland continua sendo um animal sedento por balançar as redes, enquanto Jack Grealish vale cada centavo dos 100 milhões de libras que o City pagou para contratá-lo junto ao Aston Villa.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">We have a new leader atop the <a href="https://twitter.com/hashtag/PL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#PL</a> table 👋<a href="https://twitter.com/hashtag/ARSMCI?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ARSMCI</a> | <a href="https://twitter.com/ManCity?ref_src=twsrc%5Etfw">@ManCity</a> <a href="https://t.co/wF97FG8Wwn">pic.twitter.com/wF97FG8Wwn</a></p>&mdash; Premier League (@premierleague) <a href="https://twitter.com/premierleague/status/1625973644022218770?ref_src=twsrc%5Etfw">February 15, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, como restam 15 jogos para o Manchester City disputar até o término da Premier League, e outros 16 para o Arsenal, é muito cedo para dar qualquer veredito sobre quem será o campeão inglês nesta temporada, a equipe que busca seu quarto título em cinco anos, ou o time&nbsp;que batalha pelo primeiro caneco em quase duas décadas.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, é inegável que o cenário dessa intensa corrida mudou por completo a partir do instante que o Arsenal deixou escapar 11 pontos pelo caminho ao somar míseros 7 de possíveis 18 pontos nos últimos seis compromissos, sendo que três deles foram perdidos para seu concorrente direto na briga pela taça da Premier League e, detalhe, atuando em casa diante da torcida. Por essas e outras, o Manchester City conquistou uma vitória de campeão na capital inglesa.        </p>



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