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	<title>Michael Carrick- SoccerBlog</title>
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	<title>Michael Carrick- SoccerBlog</title>
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		<title>Carrick transforma o Manchester United e reacende o sonho da Champions League</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 20:06:14 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">O início de 2026 trouxe uma decisão que, à primeira vista, parecia arriscada em Old Trafford. No dia 5 de janeiro, o Manchester United anunciou a demissão de Rubem Amorim após meses de resultados inconsistentes e um ambiente interno cada vez mais turbulento. Naquele momento, o clube optou por uma solução interna: Michael Carrick assumiria o comando da equipe como técnico interino até o final da temporada. Uma escolha que, inicialmente, parecia apenas uma medida provisória, mas que rapidamente se transformou em uma inesperada esperança para os torcedores.</p>



<p class="has-medium-font-size">Michael Carrick não era um completo desconhecido na função. Na temporada 2021-2022, também como interino, ele havia comandado o Manchester United por três partidas após a saída de Ole Gunnar Solskjær. Embora tenha sido um período curto, o desempenho já havia sido promissor: duas vitórias e um empate, resultados que deixaram boa impressão na época. Agora, alguns anos depois, o ex-volante retornava ao banco de reservas com a missão de reorganizar uma equipe que vinha de uma temporada traumática.</p>



<p class="has-medium-font-size">O contexto era delicado. O Manchester United havia terminado a temporada passada apenas na 15ª colocação da Premier League, um desempenho marcado pela pior campanha dos Red Devils desde a criação da liga em 1992. Por essa razão, o objetivo estabelecido pela diretoria era relativamente modesto: ao menos garantir uma vaga na Europa League. A prioridade era reconstruir gradualmente a competitividade do time após anos de instabilidade técnica.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, os primeiros resultados sob o comando de Carrick rapidamente elevaram as expectativas. Em seus oito primeiros jogos à frente da equipe, o jovem treinador de 44 anos de idade acumulou seis vitórias, um empate e apenas uma derrota. Um início extremamente positivo, em especial considerando o contexto de pressão e a necessidade urgente de resultados. Mais do que os números, a forma como esses resultados foram conquistados chamou atenção.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="390" data-id="115858" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134149434988248003-6-e1773080395158.jpg" alt="" class="wp-image-115858"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Michael Carrick coleciona apenas uma derrota nos 11 jogos à frente do Manchester United, considerando as duas passagens pelo clube (8V-2E).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A estreia foi simbólica. Logo no clássico contra o Manchester City, o United venceu por 2 a 0, em uma atuação disciplinada e estratégica. No jogo seguinte, os <em>Red Devils</em> conseguiram uma vitória ainda mais impactante: 3 a 2 sobre o líder Arsenal em pleno Emirates Stadium. Em poucos dias, Michael Carrick havia derrotado os dois principais candidatos ao título inglês, enviando um sinal claro de que algo estava mudando em Old Trafford.</p>



<p class="has-medium-font-size">A sequência de resultados positivos teve impacto direto na tabela da Premier League. Quando Amorim deixou o clube, o Manchester United ocupava apenas a sétima posição, nove pontos atrás do Aston Villa, que naquele momento era o terceiro colocado. Com a nova fase sob a liderança de Michael Carrick, o United iniciou uma recuperação consistente e, após algumas rodadas, alcançou justamente o Aston Villa na classificação, o superando na terceira colocação nos critérios de desempate.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, nem tudo foi perfeito. Após o início avassalador, o desempenho da equipe começou a apresentar algumas oscilações. A primeira derrota com Michael Carrick à beira do campo, sofrida contra o Newcastle na rodada passada da Premier League (2 a 1), levantou questionamentos sobre a consistência do projeto. O futebol apresentado pelo Manchester United nos últimos jogos já não possui o mesmo brilho das primeiras semanas, o que naturalmente reacendeu debates sobre a capacidade do time de sustentar essa reação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar dessas dúvidas, algumas mudanças estruturais no estilo de jogo são evidentes. Desde a chegada de Michael Carrick, o Manchester United passou a priorizar a posse de bola e a circulação inteligente no campo ofensivo. As rotações dos quatro homens de frente tornaram-se uma característica central da equipe, criando fluidez tanto na construção das jogadas quanto na progressão ao terço final do campo.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Another Matchweek in the books 📚 <a href="https://t.co/Cf637GYnf4">pic.twitter.com/Cf637GYnf4</a></p>&mdash; Premier League (@premierleague) <a href="https://twitter.com/premierleague/status/2029688268690792931?ref_src=twsrc%5Etfw">March 5, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Os zagueiros passaram a assumir um papel mais ativo na saída de bola, frequentemente rompendo linhas defensivas com passes verticais. Essa característica tem ajudado o Manchester United a acelerar a transição entre defesa e ataque, aproveitando a movimentação constante dos jogadores mais avançados. A flexibilidade ofensiva se tornou um dos pilares do modelo de jogo implementado por Michael Carrick.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro ponto fundamental foi a mudança de função de Bruno Fernandes. Capitão da equipe e principal referência técnica do elenco, o português voltou a atuar como meia ofensivo sob a batuta de Michael Carrick. Durante o período de Ruben Amorim, ele frequentemente era deslocado para uma função mais recuada, atuando como segundo volante. Agora, com liberdade para atuar mais próximo do ataque, o jogador voltou a ser o principal criador de jogadas do time.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, é importante destacar que essa decisão tem se mostrado determinante para o progresso do Manchester United em campo já que Bruno Fernandes recuperou protagonismo e voltou a ser decisivo, seja na criação, seja na organização ofensiva. Michael Carrick, nesse sentido, mostrou sensibilidade ao compreender de forma rápida qual era a melhor maneira de potencializar o talento do camisa 8. </p>



<p class="has-medium-font-size">Defensivamente, o Manchester United também mostrou enorme evolução. A equipe tem demonstrado boa organização quando se posiciona em blocos médios ou baixos, conseguindo reduzir o número de gols sofridos. Foram somente oito sofridos nas oito partidas após a saída de Ruben Amorim. As bolas paradas, ofensivas e defensivas, também passaram a apresentar melhorias claras, refletindo um trabalho mais detalhado da comissão técnica.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115871" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134149434988248003-7-e1773082484339.jpg" alt="" class="wp-image-115871"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Manchester United é dono da melhor campanha da Premier League desde a chegada de Michael Carrick há oito rodadas. Foram 19 de 24 possíveis pontos conquistados no período.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, existe uma área que continua gerando preocupação: a pressão alta. Em alguns momentos, os pupilos de Michael Carrick tentam pressionar a saída de bola adversária, mas essa estratégia ainda apresenta certas inconsistências. A coordenação do Manchester United nesse tipo de lance nem sempre é eficaz, permitindo que os adversários encontrem espaços para escapar da marcação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além das mudanças táticas, a postura de Michael Carrick fora de campo também tem contribuído para reduzir tensões internas. Diferentemente de Ruben Amorim, que frequentemente criticava publicamente questões relacionadas ao departamento médico, contratações ou decisões da diretoria, o ex-técnico do Middlesbrough adotou uma postura muito mais discreta ao falar menos nas entrevistas e evitar entrar em temas polêmicos.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, a possibilidade de efetivação de Michael Carrick já começou a ser discutida pelos lados do Old Trafford. Contudo, nenhuma decisão será tomada antes do final da temporada. As nove rodadas restantes da Premier League serão determinantes para definir se Carrick continuará no cargo ou se o clube voltará ao mercado em busca de um nome mais experiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Existe também uma questão financeira envolvida. Nos últimos anos, o Manchester United gastou valores consideráveis com demissões de treinadores. Somando as saídas de nomes como José Mourinho, Erik ten Hag e Ruben Amorim, o clube já desembolsou cerca de 65 milhões de libras em indenizações. Ademais, a contratação de Amorim junto ao Sporting em novembro de 2024 custou outros 11 milhões de libras.</p>



<p class="has-medium-font-size">Nesse cenário, manter Michael Carrick poderia representar uma economia significativa. Por ser um treinador jovem e ainda em início de carreira, seu salário e eventual renovação contratual seriam consideravelmente mais modestos do que os valores exigidos por técnicos consagrados do futebol europeu como Gareth Southgate, Oliver Glasner, Andoni Iraola e Marco Silva. Diante disso, a permanência de Carrick passa a ganhar ainda mais força dentro das discussões estratégicas do clube.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="391" data-id="115884" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134149434988248003-8-e1773085988336.jpg" alt="" class="wp-image-115884"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>De acordo com o supercomputador da Opta Analyst, o Manchester United assinala 85% de chances de se classificar à Champions League, lembrando que restam nove rodadas para o término da Premier League.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Independentemente da decisão final, o Manchester United sabe que precisará reforçar o elenco na próxima janela de transferências. A saída de Casemiro ao final da temporada deve obrigar o clube a buscar um novo volante de alto nível. Soma-se a isso, o fato de que a diretoria pretende contratar outro meio-campista com características físicas mais intensas para dividir funções com Kobbie Mainoo. Por sinal, entre os nomes observados está Elliot Anderson, do Nottingham Forest, e Carlos Baleba, do Brighton, cuja situação foi discutida no último verão europeu.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além do meio-campo, a defesa também deverá receber reforços. Um novo zagueiro e um lateral esquerdo estão no radar da diretoria, sobretudo para oferecer mais profundidade e alternativas ao lado esquerdo do campo, setor que tem dependido muito do inconsistente Luke Shaw nos últimos anos. Todavia, enquanto as decisões estruturais não são tomadas, Michael Carrick segue focado naquilo que pode controlar: os resultados dentro de campo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Curiosamente, o calendário reduzido do Manchester United nesta temporada pode se tornar um aliado importante. Sem competições europeias e já eliminado precocemente das copas nacionais, o clube possui um dos menores números de jogos de sua história recente. Isso significa mais tempo para treinar, recuperar jogadores e preparar cada partida com maior cuidado. Em uma reta final de Premier League extremamente competitiva, essa vantagem pode ser determinante na disputa por uma vaga na próxima Liga dos Campeões.</p>



<p class="has-medium-font-size">No fim das contas, o futuro de Michael Carrick no Manchester United será decidido nas próximas nove rodadas. Mais do que apenas resultados, será o desempenho coletivo do Manchester United que indicará se o clube encontrou, finalmente, uma solução interna para um problema que há anos tenta resolver no mercado. Se conseguir conduzí-lo de volta à Champions League, Carrick poderá transformar uma simples interinidade em um capítulo definitivo da reconstrução dos <em>Red Devils</em>. E, talvez, provar que às vezes as respostas mais eficazes não estão no mercado… mas dentro da própria casa.</p>
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		<title>O Manchester United reencontra o rumo com Michael Carrick</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Feb 2026 18:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Manchester United viveu, nos últimos meses, um dos períodos mais turbulentos de sua história recente. A queda de Ruben Amorim, após uma passagem marcada por insistências táticas pouco funcionais, deixou um clube ferido, desconfiado e ainda mais distante de sua identidade. Foi nesse cenário de instabilidade que surgiu a aposta em Michael Carrick, um nome que carrega história, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O Manchester United viveu, nos últimos meses, um dos períodos mais turbulentos de sua história recente. A queda de Ruben Amorim, após uma passagem marcada por insistências táticas pouco funcionais, deixou um clube ferido, desconfiado e ainda mais distante de sua identidade. Foi nesse cenário de instabilidade que surgiu a aposta em Michael Carrick, um nome que carrega história, mas que também levantava dúvidas pela inexperiência à beira do campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">A escolha, no entanto, tinha um peso simbólico difícil de ignorar. Michael Carrick não é apenas um ex-jogador do clube; é alguém formado sob a cultura vencedora de Sir Alex Ferguson, profundamente conectado aos valores que moldaram o Manchester United moderno. Ainda assim, a identificação emocional com a torcida não foi suficiente para afastar o ceticismo inicial. A pergunta era clara: estaria ele pronto para um desafio dessa magnitude?</p>



<p class="has-medium-font-size">A resposta começou a ser dada de forma imediata — e contundente. Em sua estreia, Michael Carrick enfrentou o Manchester City, então vice-líder da Premier League, e venceu por 2 a 0 em Old Trafford. O placar, por si só, já chamaria atenção, mas a atuação dos <em>Red Devils</em> foi ainda mais impactante: controle emocional, organização coletiva e um time que parecia saber exatamente o que fazer em campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, se o primeiro triunfo serviu como cartão de visitas, o segundo funcionou como afirmação. Diante do Arsenal, líder isolado da Premier League, o Manchester United venceu por 3 a 2 em pleno Emirates Stadium. Foi uma vitória madura, construída com personalidade, que mostrou que o impacto causado pelo jovem treinador de 44 anos de idade não se limitava ao fator motivacional — havia ideias claras sendo aplicadas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="115439" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-1-e1770747244808.jpg" alt="" class="wp-image-115439"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Manchester United foi o único oponente que derrotou o Arsenal no Emirates Stadium ao longo dos 16 jogos disputados pelos londrinos como mandantes na temporada.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Na sequência, contra o Fulham, o roteiro foi diferente, mas igualmente revelador. Os comandados de Michael Carrick venceram por 3 a 2 com um gol de Benjamin Sesko no último lance da partida, demonstrando algo que há muito não se via: resiliência. Um Manchester United confiante até o último minuto, capaz de manter a calma mesmo quando o jogo se tornava caótico em meio ao empate sofrido nos acréscimos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, o quarto e último capítulo dessa sequência perfeita veio diante do Tottenham, novamente em Old Trafford. Vitória por 2 a 0, atuação segura e mais uma demonstração de controle coletivo. Quatro jogos, quatro vitórias, 100% de aproveitamento. Em poucas semanas, Michael Carrick somou 12 dos atuais 44 pontos do Manchester United na Premier League, o equivalente a 27% de toda a pontuação.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, o dado é ainda mais impressionante quando colocado em perspectiva. Esses 44 pontos, alcançados na 25ª rodada da Premier League, já igualam o total contabilizado pelo Manchester United em toda a temporada passada, disputada ao longo de 38 jogos. E os <em>Red Devils</em> ainda têm 13 rodadas pela frente. Trata-se de uma virada de rota que muda completamente o horizonte da temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não por acaso, o ambiente se transformou pelos lados do Old Trafford. A chegada de Michael Carrick devolveu confiança, leveza e, sobretudo, clareza. O Manchester United voltou a ser um time organizado, que troca passes com naturalidade, aposta em triangulações, tabelas curtas e até toques de letra — não como firula, mas como consequência de um jogo fluido e bem estruturado.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="und" dir="ltr">25/38 <a href="https://t.co/4mUHkuI67M">pic.twitter.com/4mUHkuI67M</a></p>&mdash; Premier League (@premierleague) <a href="https://twitter.com/premierleague/status/2020772153764024833?ref_src=twsrc%5Etfw">February 9, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Grande parte dessa evolução passa por algo quase banal no futebol moderno: parar de inventar. Michael Carrick desatou nós criados pelo antecessor Ruben Amorim ao recolocar jogadores em suas posições naturais. Bruno Fernandes voltou a atuar como meia, Luke Shaw retornou à lateral-esquerda, Diogo Dalot deixou a improvisação para jogar onde realmente rende na lateral-direita. Em outras palavras: o simples voltou a ser eficiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, é importante destacar que mudança estrutural também foi decisiva. O esquema com três zagueiros, no caso o 3-4-2-1 que Ruben Amorim tanto insistiu por 14 meses, deu lugar a uma linha de quatro defensores mais equilibrada no 4-2-3-1. Com isso, o meio-campo ganhou mobilidade, a equipe encurtou espaços e passou a controlar melhor o ritmo das partidas.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">📊 | O Manchester United está invicto nos últimos 8 jogos da Premier League (5 vitórias, 3 empates). É a maior sequência do clube desde fevereiro de 2022, quando obteve o mesmo número de jogos de invencibilidade (4 vitórias, 4 empates) sob o comando de Ralf Rangnick.<a href="https://twitter.com/Opta?ref_src=twsrc%5Etfw">@Opta</a> <a href="https://t.co/83eLgVyBfM">pic.twitter.com/83eLgVyBfM</a></p>&mdash; Red Army Brasil (@RedArmyBrasil) <a href="https://twitter.com/RedArmyBrasil/status/2020152608548147555?ref_src=twsrc%5Etfw">February 7, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O resultado prático dessa reorganização é um Manchester United absolutamente diferente. Para se ter uma ideia, o clube ocupa a quarta colocação da Premier League e, pasmém: sustenta a vantagem de cinco pontos sobre o sexto colocado, Liverpool. Sim, os <em>Red Devils</em> estão à frente dos atuais campeões ingleses na tabela — algo que pra lá de improvável até o final de 2025.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, mais do que a posição na classificação, o que chama atenção é a sensação de identidade recuperada. O Manchester United voltou a parecer um time que sabe quem é, o que quer e como jogar. A vinda de Michael Carrick não representa apenas uma sequência de vitórias, mas um possível renascimento esportivo do clube que não se reconhecia desde a aposentadoria de Sir Alex Ferguson em 2013.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda é cedo para cravar até onde essa trajetória pode levar, afinal trata-se de um curto recorte de quatro jogos. Mas, depois de tanto tempo perdido em experimentos e confusões, além de tudo o que vinha sendo apresentado em campo, o Manchester United finalmente voltou a trilhar um caminho reconhecível. E, às vezes, no futebol, reencontrar a própria essência já é o passo mais importante rumo ao futuro.</p>
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		<title>O vermelho voltou a colorir a cidade de Manchester</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 16:05:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Esperança, ilusão e confiança. Foi exatamente com estes sentimentos que os torcedores do Manchester United deixaram o Old Trafford após a vitória por 2 a 0 sobre o Manchester City, em jogo válido pela abertura da 22ª rodada da Premier League. A propósito, um placar que, inegavelmente, não faz jus ao que aconteceu durante os [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Esperança, ilusão e confiança. Foi exatamente com estes sentimentos que os torcedores do Manchester United deixaram o Old Trafford após a vitória por 2 a 0 sobre o Manchester City, em jogo válido pela abertura da 22ª rodada da Premier League.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, um placar que, inegavelmente, não faz jus ao que aconteceu durante os noventa minutos da reestreia de Michael Carrick à frente do Manchester United, a julgar pelo enorme amasso dos <em>Red Devils</em>, representado por TRÊS gols anulados, por duas bolas na trave, além das cinco defesas realizadas pelo goleiro Gianluigi Donnarumma. Portanto, fica claro e evidente que o City saiu no lucro ao sair de campo derrotado apenas por 2 a 0.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, o triunfo no <em>Derby de Manchester</em> depois da acachapante derrota por 3 a 0 no primeiro turno da Premier League, expôs o quão desastrosa foi a passagem de Ruben Amorim por Old Trafford, sobretudo porque o sucessor Michael Carrick provou que o simples, por vezes, pode ser a melhor opção, a exemplo da escolha pelo 4-2-3-1, da utilização de Bruno Fernandes como meia, e a escalação de Kobbie Mainoo na equipe titular.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">MANCHESTER. IS. REDDDDD! 🤩❤️</p>&mdash; Manchester United (@ManUtd) <a href="https://twitter.com/ManUtd/status/2012531634059583805?ref_src=twsrc%5Etfw">January 17, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



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<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que um dos principais motivos que resultaram na queda de Ruben Amorim foi a insistência pelo esquema 3-4-2-1, mesmo em meio ao perfil diferente do plantel do Manchester United em comparação com o elenco do Sporting CP. À vista disso, a realidade é que a inflexibilidade do treinador português cavou sua própria cova no Old Trafford, lembrando que ele teve a prova de que a mudança para uma linha de quatro defensores lhe renderia bons frutos na vitória por 2 a 0 sobre o Newcastle — numa das últimas partidas pelo clube —, mas ainda assim não abriu mão das suas convicções.   </p>



<p class="has-medium-font-size">E o que dizer em relação a Kobbie Mainoo, que só ganhou a oportunidade de começar uma partida como titular na Premier League devido a chegada do técnico Michael Carrick. É fato que o camisa 37 precisa melhorar na fase defensiva, já que sem a bola ele carece de intensidade. Todavia, um déficit que se compensa ofensivamente, mediante a enorme qualidade e técnica do jovem jogador de 20 anos de idade que precisa de rodagem para evoluir. Pois é, e pensar que o Manchester United planejava emprestá-lo nessa janela de janeiro.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, foi a atuação de gala de Bruno Fernandes que mais se destacou. Sim, não é necessário ser nenhum gênio para notar que o futebol do capitão do Manchester United rende muito mais quando ele coordena o setor de criação, jogando mais próximo do gol adversário. Não à toa, o meia da seleção portuguesa é o líder isolado da Premier League em assistências. Para se ter uma ideia, já foram nove concedidas depois da última no <em>Derby de Manchester</em>, mesmo incluindo as atuações como volante sob a batuta de Ruben Amorim. </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, é indiscutível que Bruno Fernandes teria uma relevância maior na história do Manchester United se defendesse as cores do clube em outro momento que não neste período obscuro, em que ele sempre se sobressaiu. Basta imaginá-lo em ação nos tempos áureos de Sir. Alex Ferguson, no qual os <em>Red Devils</em> eram protagonistas tanto na briga pelo título inglês quanto no certame do futebol europeu.  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/PremierLeague?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#PremierLeague</a> 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿<br><br>Bruno Fernandes foi o Destaque Sofascore de Manchester United 2-0 Manchester City!<br><br>🅰️ 1 assistência<br>🧠 4 grandes chances criadas (1º da Premier League 2025/26!)<br>🔑 6 passes decisivos (1º do jogo!)<br>↪️ 3/4 cruzamentos certos (1º do jogo!)<br>🆚 4 desarmes (1º do… <a href="https://t.co/Kyba5NrGpN">pic.twitter.com/Kyba5NrGpN</a></p>&mdash; Sofascore Brasil (@SofascoreBR) <a href="https://twitter.com/SofascoreBR/status/2012534561826066906?ref_src=twsrc%5Etfw">January 17, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



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<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, a reestreia de Michael Carrick no comando do Manchester United não poderia ter sido melhor. E olha que ele teve logo de cara a dificílima missão de encarar o Manchester City, o que não é nenhuma surpresa levando em conta que Villarreal, Chelsea e Arsenal foram seus oponentes nos jogos como interino em 2021, entre a saída de Ole Gunnar Solskjaer e a chegada de Ralf Rangnick.</p>



<p class="has-medium-font-size">De acordo com a mídia inglesa, Michael Carrick era o verdadeiro estrategista do Manchester United durante o trabalho de Ole Gunnar Solskjaer, uma vez que o técnico norueguês priorizava mais a parte de gestão do vestiário. Por essa razão, o clube decidiu trazer o ex-auxiliar de forma provisória até o desfecho da temporada, uma decisão que pode mudar se, por exemplo, a vaga na Champions League for alcançada, ao mesmo tempo que as boas atuações como a do <em>Derby de Manchester</em> persistirem.</p>



<p class="has-medium-font-size">Eliminado de maneira precoce da Copa da Liga e da FA Cup, ao cair no primeiro compromisso em ambas competições, o Manchester United só tem a Premier League para disputar no restante da temporada, o que significa que serão somente 16 jogos pela frente, ou seja, uma média de uma partida por semana. Logo, o calendário será um grande aliado de Michael Carrick na corrida pela classificação à Champions League.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🚨🚨| This is how the Premier League table stands after today&#39;s games. ✅ <a href="https://t.co/PJoG54GJvi">pic.twitter.com/PJoG54GJvi</a></p>&mdash; CentreGoals. (@centregoals) <a href="https://twitter.com/centregoals/status/2012955988614345065?ref_src=twsrc%5Etfw">January 18, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



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<p class="has-medium-font-size">Aliás, é importante destacar que muito provavelmente o G-4 da Premier League se transformará num G-5, dada a boa campanha dos times ingleses nos torneios continentais. Deste modo, considerando que três vagas já estão quase preenchidas por Arsenal, Manchester City e Aston Villa, tudo nos leva a crer que o Manchester United lutará diretamente com Liverpool e Chelsea pelas outras duas que seguem em aberto. </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, desde a criação do<em> SoccerBlog</em> há exatos dez anos, foram pouquíssimos os artigos positivos escritos sobre o Manchester United, em suma maioria tomado por críticas, questionamentos e outros abordando elevadas expectativas geradas em função do início de novos ciclos, o que demonstra de forma fiel que é necessário tempo para sabermos ao certo se os <em>Red Devils</em> se consolidarão após a vitória no <em>Derby de Manchester</em> ou trata-se apenas de um simples lampejo de bom futebol.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, o fato de que Michael Carrick conseguiu em um único jogo o que Ruben Amorim jamais foi capaz em 14 meses, ao resgatar a fé pelos lados de Old Trafford, já sinaliza que o vermelho voltou a colorir a cidade de Manchester.  </p>
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