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	<title>River Plate- SoccerBlog</title>
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	<title>River Plate- SoccerBlog</title>
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		<title>Quando o raio não voltou: o adeus melancólico de Gallardo em Núñez</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 19:50:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Dois raios não caem duas vezes no mesmo lugar. Esta popular frase serve como metáfora quase cruel para explicar a saída de Marcelo Gallardo do River Plate. Depois de uma primeira passagem histórica pelo clube de Núñez, entre 2014 e 2022, na qual conquistou 14 títulos e recolocou o Millonario no topo da América do [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Dois raios não caem duas vezes no mesmo lugar. Esta popular frase serve como metáfora quase cruel para explicar a saída de Marcelo Gallardo do River Plate. Depois de uma primeira passagem histórica pelo clube de Núñez, entre 2014 e 2022, na qual conquistou 14 títulos e recolocou o <em>Millonario</em> no topo da América do Sul, o treinador retornou à Núñez cercado de expectativa quase messiânica após uma breve trajetória à frente do Al-Ittihad. Mas desta vez o raio não incendiou o céu. Ele se dissipou em meio a uma atmosfera pesada, resultados insuficientes e um desgaste que culminou em uma despedida amarga.</p>



<p class="has-medium-font-size">A primeira era de Marcelo Gallardo foi mais que vencedora: foi transformadora. O River Plate deixou de ser apenas grande para se tornar dominante. Libertadores, Recopa, Copa Argentina, títulos nacionais e, sobretudo, identidade. O time tinha personalidade, agressividade competitiva e um senso de pertencimento que fazia o Monumental pulsar. Gallardo era o arquiteto, o líder máximo, o homem que dava forma e alma ao projeto esportivo. Por isso, seu retorno parecia a retomada natural de um ciclo interrompido, quase uma extensão inevitável da própria história.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas futebol não é poesia linear. Neste segundo ciclo, o cenário foi outro. O River Plate ocupa apenas a décima posição no Grupo 2 do Torneio Apertura, somando sete pontos em seis jogos. Uma única vitória nas últimas cinco partidas, sendo três derrotas consecutivas na competição doméstica. Números incompatíveis com o tamanho da instituição e, principalmente, com o investimento feito. O desempenho em campo não refletiu a expectativa criada fora dele.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Las zonas del Torneo Apertura, tras la sexta fecha.<br><br>¿Qué piensan? <a href="https://t.co/rPz75R6CZH">pic.twitter.com/rPz75R6CZH</a></p>&mdash; Promiedos (@Promiedos) <a href="https://twitter.com/Promiedos/status/2025767687981294027?ref_src=twsrc%5Etfw">February 23, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E investimento não faltou. Foram mais de 80 milhões de dólares gastos nas últimas quatro janelas de transferências, justamente para atender aos pedidos de Marcelo Gallardo. O elenco foi moldado sob sua supervisão, com atletas experientes e nomes de peso. Não à toa, o River Plate é dono do plantel mais valioso do futebol argentino. A responsabilidade técnica e esportiva estava alinhada com o comando. Ainda assim, o rendimento coletivo ficou muito aquém do esperado.</p>



<p class="has-medium-font-size">A despedida, marcada para o duelo contra o Banfield no Monumental, carrega um simbolismo pesado. O estádio que testemunhou glórias continentais agora será palco de uma saída melancólica. Marcelo Gallardo pede demissão diante da má fase, reconhecendo que o ciclo perdeu força. O homem que foi escudo e proteção da equipe decide sair para aliviar a pressão institucional. Um gesto que mistura grandeza e frustração.</p>



<p class="has-medium-font-size"><em>El Muñeco </em>já possui uma estátua de bronze localizada nas proximidades do Estádio Monumental de Núñez, que pesa aproximadamente seis toneladas e meia. O monumento simboliza a eternidade de sua primeira passagem, somada a idolatria dos tempos em que defendeu as cores do River Plate dentro de campo. Mas agora, metaforicamente, todo esse peso recai sobre os ombros dos jogadores. O “macho alfa” que absorvia críticas e centralizava responsabilidades não estará mais ali. A proteção acabou. O escudo caiu. E o elenco precisará responder sem a blindagem do ídolo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="421" data-id="115700" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-16-e1771961599912.jpg" alt="Somando as duas passagens pelo River Plate, Marcelo Gallardo contabiliza 497 jogos no comando do River, com 258 vitórias, 139 empates e 100 derrotas, além de 14 títulos, incluindo duas Copa Libertadores." class="wp-image-115700"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Considerando as duas passagens pelo River Plate, Marcelo Gallardo coleciona 497 jogos, com 258 vitórias, 139 empates, 100 derrotas, além de 14 títulos, incluindo duas Copa Libertadores.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O grupo colorado, aliás, é experiente. Lucas Martínez Quarta, Paulo Díaz, Sebastián Driussi, Juan Fernando Quintero e Kevin Castaño, acumulam vivência internacional. Há ainda quatro campeões do mundo pela Argentina no Catar 2022: Franco Armani, Gonzalo Montiel, Marcos Acuña e Germán Pezzella. Não se trata de um elenco jovem e imaturo. Trata-se de um grupo rodado, acostumado a decisões. Justamente por isso, a cobrança tende a ser ainda mais severa.</p>



<p class="has-medium-font-size">O problema é que o desempenho coletivo não acompanha a experiência individual. A defesa tem se mostrado vulnerável, concedendo espaços e cometendo erros posicionais. O meio-campo carece de criatividade, circula a bola de forma previsível, com passes laterais e ritmo lento. O ataque desperdiça oportunidades claras e demonstra falta de confiança nos momentos decisivos. O River, hoje, parece uma equipe desconectada de sua própria identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ausência de Juan Fernando Quintero agrava esse cenário. O camisa 10, lesionado, participou de quatro dos cinco gols do time até aqui na temporada e era o cérebro criativo do River Plate. Seu passe vertical, sua leitura de jogo e sua ousadia eram diferenciais raros. Sem ele, os <em>Millonarios</em> perdem profundidade e imprevisibilidade. Ficam ainda mais dependentes de jogadas individuais ou de bolas paradas.</p>



<p class="has-medium-font-size">A pressão, portanto, não é apenas tática. É emocional. A saída de Marcelo Gallardo dobra a carga psicológica sobre o elenco. O limite de tolerância da torcida se aproxima do zero. Cada erro será amplificado. Cada empate será tratado como fracasso. Até mesmo os jovens das categorias de base — como Ruberto, Subiabre, Lencina, Rivero e companhia — sentirão o peso de vestir uma pesadíssima camisa que exige resposta imediata.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Un mensaje de Marcelo Gallardo para todos los hinchas de River 🤍❤️🤍 <a href="https://t.co/byDSJdcnOY">pic.twitter.com/byDSJdcnOY</a></p>&mdash; River Plate (@RiverPlate) <a href="https://twitter.com/RiverPlate/status/2026088224628564297?ref_src=twsrc%5Etfw">February 24, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O próximo treinador herdará um desafio complexo. Nomes como Hernán Crespo, Santiago Solari, Ariel Holan, Eduardo Coudet, Gabriel Milito, Pablo Aimar, Diego Placente e Ramón Díaz surgem no radar. Crespo, atualmente no São Paulo, aparece como favorito. Nota-se que quase todos possuem ligação histórica com o River Plate, o que reforça a busca por identidade e pertencimento. Mas assumir esse cargo agora significa administrar expectativas gigantescas e um ambiente pressionado.</p>



<p class="has-medium-font-size">Há ainda um agravante institucional: o River não disputa a Copa Libertadores este ano depois de participações ininterruptas desde 2015, quando sagrou-se tricampeão. Um reflexo direto do desempenho abaixo das expectativas desde o retorno de Marcelo Gallardo. Para um clube acostumado a competir no topo do continente, a ausência pesa. Financeiramente, esportivamente e simbolicamente. Os <em>Millonarios</em> precisarão reconstruir sua trajetória sem o palco internacional que marcou sua era mais gloriosa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Começa, portanto, a era pós-Gallardo. Uma fase que exige maturidade coletiva, resposta técnica e força mental. O ídolo sai pela porta da frente da história, mesmo com o gosto amargo desta despedida. Sua estátua permanece como lembrança eterna do que foi construído. Agora, cabe aos jogadores e ao novo comandante provar que o River Plate é maior do que qualquer ciclo — e que, mesmo quando o raio não cai duas vezes no mesmo lugar, a instituição ainda pode encontrar nova energia para iluminar o Monumental.</p>
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		<title>O bom filho a casa torna</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 16:37:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O efeito causado quando, de forma inesperada, Marcelo Gallardo anunciou que deixaria o comando técnico do River Plate às vésperas do término da temporada de 2022, era similar a de uma devastadora bomba explodindo em Núñez, afinal, o maior treinador da história do clube estava de saída. Foram longos oito anos de um glorioso trabalho [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O efeito causado quando, de forma inesperada, Marcelo Gallardo anunciou que deixaria o comando técnico do River Plate às vésperas do término da temporada de 2022, era similar a de uma devastadora bomba explodindo em Núñez, afinal, o maior treinador da história do clube estava de saída.</p>



<p class="has-medium-font-size">Foram longos oito anos de um glorioso trabalho composto por 14 conquistas, dentre os principais, dois troféus da Libertadores, um da Sul-Americana, um título argentino, além de três taças da Copa da Argentina. Consequentemente, a idolatria de Marcelo Gallardo, que já era grande desde os tempos em que ele defendia as cores do River Plate dentro das quatro linhas, aumentou ainda mais em relação a torcida. </p>



<p class="has-medium-font-size">Decerto, <em>El Muñeco</em> vislumbrava repetir na Europa o sucesso alcançado à frente do River Plate. Deste modo, em alta, ele iniciou o ano de 2023 aguardando propostas de gigantes do futebol europeu, porém o máximo que recebeu foram ofertas de clubes de segundo escalão. Não satisfeito, Marcelo Gallardo aceitou se aventurar na Arábia Saudita — é claro, por altíssimas cifras —, onde teve uma péssima passagem de míseros 33 jogos e 14 derrotas pelo Al-Ittihad.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="771" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/07/12-7-1024x771.jpg" alt="" data-id="96519" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/07/12-7-e1722356992266.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=96519" class="wp-image-96519"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Anunciado em novembro de 2023, Marcelo Gallardo foi demitido do Al-Ittihad no mês passado, depois de uma decepcionante 5ª colocação na Saudi Pro League.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Paralelamente, Martín Demichelis, que ainda dava os primeiros passos na carreira como treinador ao dirigir o time B do Bayern de Munique, aceitou o desafio de suceder Marcelo Gallardo no clube de formação e pelo qual atuou de 2001 a 2003, em 70 jogos. Ou seja, antes de se transferir ao <em>Gigante da Baviera</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Considerado um dos treinadores mais promissores do futebol argentino, Martín Demichelis ergueu os canecos da Liga Argentina, do Troféu dos Campeões, e venceu os dois clássicos disputados contra o Boca Juniors em seu primeiro ano comandando o River Plate, dando sequência ao ótimo trabalho desenvolvido pelo antecessor Marcelo Gallardo, apesar das más campanhas nas copas, incluindo a Libertadores — em que foi superado pelo Internacional, nas oitavas-de-final.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o declínio de Martín Demichelis teve início a partir de sua segunda temporada em Núñez. Embora campeão da Supercopa da Argentina ao derrotar o Estudiantes, o River Plate caiu por 3 a 2, de virada, diante do Boca Juniors nas quartas-de-final da Copa da Liga Argentina em Córdoba, amargurando uma duríssima queda para o rival que viria a ser eliminado na semifinal.</p>



<p class="has-medium-font-size">Posteriormente, o River Plate se despediu da Copa da Argentina nas oitavas-de-final ao perder do modesto Temperley, da segunda divisão, sofrendo o segundo revés seguido em um importante mata-mata. E para piorar a situação, no compromisso seguinte os pupilos de Martín Demichelis foram derrotados por 1 a 0 pelo Argentinos Juniors, em partida válida pela 3ª rodada da Liga Argentina.  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">O desempenho do River Plate na fase de grupos da Conmebol Libertadores:<br>( 2015 &#8211; 2023)<br><br>• 2015 &#8211; 2° ✅ 🏆<br>• 2016 &#8211; 1° ✅<br>• 2017 &#8211; 1° ✅<br>• 2018 &#8211; 1° ✅ 🏆<br>• 2019 &#8211; 2° ✅ 🥈<br>• 2020 &#8211; 1° ✅<br>• 2021 &#8211; 2° ✅<br>• 2022 &#8211; 1° ✅<br>• 2023 &#8211; 2° ✅ <a href="https://t.co/3M2JGoZWGo">pic.twitter.com/3M2JGoZWGo</a></p>&mdash; 4bfootball (@4bfootbal) <a href="https://twitter.com/4bfootbal/status/1796259583939272803?ref_src=twsrc%5Etfw">May 30, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, as vitórias sobre Deportivo Tachira (2 a 0) e Tigre (3 a 1) não amenizaram o clima de tensão pelos lados de Núñez, ao contrário, já que a pressão sobre Martín Demichelis cresceu depois da derrota por 2 a 0 para o recém-promovido Deportivo Riestra. Ainda assim, a permanência do jovem treinador de 43 anos de idade foi confirmada antes da pausa no calendário argentino em decorrência da Copa América.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na realidade, a expectativa da diretoria riverista era a melhora do time após a realização da inter-temporada, aliada a chegada de novos reforços. Todavia, o suado empate em 2 a 2 frente o Lanus em pleno Monumental de Núñez, já evidenciava que os <em>Millonarios</em> não haviam evoluído, o que acabou se comprovando na derrota por 2 a 1 ante o Godoy Cruz.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, a demissão de Martín Demichelis foi confirmada horas antes do jogo do último domingo (28) contra o Sarmiento, ainda que o seu contrato fosse válido até dezembro de 2025. Logo, o gol salvador do novato Franco Mastantuono, aos 42 minutos da etapa final, ao menos determinou um adeus triunfal do ex-zagueiro cuja trajetória pelo River Plate ficou marcada por 51 vitórias, 18 empates, 17 derrotas, e três títulos em 86 partidas, ou 620 dias.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">A partir de una decisión tomada de común acuerdo con las máximas autoridades del Club, Martín Demichelis ha dejado su cargo de entrenador del plantel profesional. <br><br>Dirigirá este domingo su último partido como entrenador del primer equipo. <br><br>River Plate agradece a Demichelis por… <a href="https://t.co/hqaxglpyjS">pic.twitter.com/hqaxglpyjS</a></p>&mdash; River Plate (@RiverPlate) <a href="https://twitter.com/RiverPlate/status/1817316240224137649?ref_src=twsrc%5Etfw">July 27, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, além do desempenho irregular e do alto grau de reprovação por parte da torcida, a rápida saída de Martín Demichelis também tem outra explicação: Marcelo Gallardo. Pois é, livre no mercado desde que deixou o Al-Ittihad, o ex-treinador do River Plate viu com bons olhos a possibilidade de retornar ao clube após um ano e meio, especialmente porque as portas do mercado europeu se fecharam devido ao pífio trabalho no futebol saudita. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, por mais que Marcelo Gallardo tenha regressado à Argentina menor do que quando saiu, para os torcedores colorados ele será o eterno ídolo de sempre. E levando em consideração todo o legado contruído entre 2014 e 2022, é impossível não imaginarmos o River Plate retomando o caminho das vitórias, dos títulos e do bom futebol após o seu retorno.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Marcelo Gallardo terá duas semanas inteiras para treinar o River Plate, a julgar que os dois próximos compromissos do time ocorrerão apenas aos finais de semana. Em seguida, os <em>Millonarios</em> terão o Talleres pela frente o jogo de ida das oitavas-de-final da Copa Libertadores, lembrando que se eles avançarem de fase enfrentarão o vencedor do confronto envolvendo as equipes de Colo-Colo e Junior Barranquilla.</p>



<p class="has-medium-font-size">Já na Liga Argentina, o River Plate ocupa a 9ª colocação na tabela com 13 pontos, separado a cinco do atual líder Huracán. Entretanto, como foram realizadas somente 8 rodadas até o momento na competição, é inegável que as chances da conquista do bi argentino aumentarão com a chegada de Marcelo Gallardo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, apenas o impacto inicial do típico exemplo de que &#8220;o bom filho a casa torna&#8221;, já sinaliza que tudo mudou pra melhor no River Plate antes mesmo da reestreia de Marcelo Gallardo. </p>
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		<title>O monumental River Plate, de Martín Demichelis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2023 16:12:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A Superliga terminou mais cedo para o River Plate nesta temporada, mais especificamente com duas rodadas de antecedência, visto que a vitória por 3 a 1 sobre o Estudiantes no Monumental de Núñez, rendeu aos Milionários a conquista do 38º título argentino de sua história. Aliás, a campanha do River Plate na Superliga retrata a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A Superliga terminou mais cedo para o River Plate nesta temporada, mais especificamente com duas rodadas de antecedência, visto que a vitória por 3 a 1 sobre o Estudiantes no Monumental de Núñez, rendeu aos <em>Milionários</em> a conquista do 38º título argentino de sua história.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, a campanha do River Plate na Superliga retrata a legitimidade dos campeões, a julgar pelos 76% de aproveitamento dos comandados de Martín Demichelis na competição, decorrentes das 18 vitórias, 3 empates e quatro derrotas obtidas em 25 jogos disputados, ou então pelos nove pontos de vantagem em relação ao vice-colocado Talleres.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, fica evidente que o River Plate foi capaz de manter o alto padrão de jogo mesmo após a saída do eterno ídolo e multi-campeão Marcelo Gallardo, algo que só foi possível em virtude do excelente trabalho realizado por Martín Demichelis, contratado junto ao time &#8220;B&#8221; do Bayern de Munique no início do ano, ou seja, sendo uma verdadeira aposta do clube argentino. </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, vale ressaltar que dentre as 14 taças conquistadas por Marcelo Gallardo à frente do River Plate, somente uma correspondia a Superliga, o que demonstra o quão difícil é vencer o torneio e, apesar disso, Martín Demichelis o fez em apenas 197 dias no cargo. Quer dizer, um feito mais o que suficiente para espantar toda a desconfiança gerada em torno dos torcedores riverplatenses por conta da saída de &#8220;El Muñeco&#8221; depois de nove anos à beira do banco de reservas do Monumental de Núñez. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="752" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-1-1024x752.jpg" alt="" data-id="78534" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/07/4-1-e1689687428638.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=78534" class="wp-image-78534"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Belgrano, Arsenal de Sarandí, Talleres e Barracas Central, estes foram os únicos adversários que derrotaram o River Plate na atual edição da Superliga. Curiosamente, todos venceram os <em>Milionários</em> por 2 a 1.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, mas apesar do curto tempo de trabalho já é possível afirmar que o River Plate acertou em cheio ao escolher Martín Demichelis para suceder Marcelo Gallardo no comando da equipe, sobretudo porque o ex-zagueiro também escreveu uma gloriosa história vestindo a camisa do clube em campo e, agora fora das quatro linhas, rapidamente ergueu o caneco da Superliga em função da dominância e da ofensividade de seu time, isto é, trajetória e atributos similares aos do antecessor. </p>



<p class="has-medium-font-size">Inclusive, Martín Demichelis chegou a afirmar na entrevista coletiva concedida após o revés sofrido diante do Barracas Central por 2 a 1, que nenhum resultado ou fase negativa o convenceria a mudar o estilo de jogo dominante e ofensivo presente no DNA dos <em>Milionários</em>. Consequentemente, a equipe de Núñez é dona do melhor ataque da Superliga com 45 tentos, registrando uma média de 1,8 gol marcado por partida no campeonato.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, outro ponto positivo no trabalho do jovem treinador de 42 anos de idade foi tirar o máximo possível dos jogadores em campo, em especial de algumas peças que tinham pouquíssimo espaço sob o comando de Marcelo Gallardo, como é o caso de Rodrigo Aliendro. Desde o ano passado no River Plate, o ex-volante do Colón integrou um fortíssimo trio de meio-campo ao lado de Enzo Pérez e Nacho Fernández, sendo fundamental tanto na marcação quanto no apoio ao ataque.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além de Rodrigo Aliendro, Lucas Beltrán também destacou-se sob a batuta de Martín Demichelis ao liderar a artilharia do River Plate na Superliga com 11 gols, substituindo com maestria o ex-atacante Julián Álvarez. Não à toa, os renomados Salomón Rondón e Miguel Borja, passaram a maior parte da temporada entre os reservas.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A acentuada evolução dos inconstantes Milton Casco e Ezequiel Barco também contribuiu para o sucesso do time que já tinha uma consolidada base formada por Franco Armani, Leandro González Pírez, Enzo Pérez e Nicolás de la Cruz, e um qualificado plantel composto pelos suplentes Emanuel Mammana, Matías Kranevitter, Bruno Zuculini, Augistín Palavecino, Pablo Solari, Matías Suárez, além dos já citados Miguel Borja e Salomón Rondón.    </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>&#8220;Este time tem semelhanças com a história do River, nos sentimos representados. Por vezes, o resultado pode não ser o melhor, mas sempre seremos protagonistas em todos os campos. Às vezes iremos buscar essa dominância de outra forma, mas sempre sendo protagonistas&#8221;.</p><cite>Martín Demichelis, treinador do River Plate</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Não obstante, o Monumental de Núñez também teve papel primordial na caminhada dos <em>Milionários</em> rumo ao título argentino, afinal, o estádio do River Plate ganhou uma nova atmosfera depois da obra de modernização na qual todo setor do anel inferior foi estendido para mais próximo do campo onde ficava a antiga pista olímpica.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">DALE CAMPEÓN ⚪️❤️⚪️ <a href="https://t.co/PKqfvmyYPx">pic.twitter.com/PKqfvmyYPx</a></p>&mdash; River Plate (@RiverPlate) <a href="https://twitter.com/RiverPlate/status/1680716110407057408?ref_src=twsrc%5Etfw">July 16, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Por anos, o Monumental de Núñez foi considerado pelos oponentes como um campo neutro devido ao seu enorme tamanho e a longa distância que separava os torcedores do gramado, ao contrário dos &#8220;caldeirões&#8221; El Cilindro, Bombonera, Nuevo Gasómetro, ou do antigo La Doble Visera e atual Libertadores da América.</p>



<p class="has-medium-font-size">Somando todos estes elementos ao fato do Monumental de Núñez estar situado em um bairro nobre de Buenos Aires, a seleção argentina costumava mandar a maioria dos jogos na casa do River Plate que, nesta temporada, apresentou-se totalmente remodelado e, fazendo jus ao nome, monumental. Como resultado, os <em>Milionários</em> são detentores da melhor campanha como mandantes na Superliga, contabilizando 11 vitórias e uma mísera derrota atuando em seus domínios.</p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, os campeões argentinos somente cumprirão tabela nas duas rodadas finais da Superliga contra Rosario Central (f) e Racing (c), tendo antes um importante confronto neste meio de semana frente o Talleres pela Copa da Argentina. Em seguida, nos dias primeiro e 08 de agosto, eles enfrentarão o Internacional pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores, o que significa, dentre outras coisas, que a inédita conquista da tríplice coroa segue na mira do monumental River Plate, de Martín Demichelis. </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>
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		<title>Noventa minutos para o fim da era Marcelo Gallardo no River Plate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Oct 2022 18:23:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Argentino]]></category>
		<category><![CDATA[CARP]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Gallardo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Oito anos, diversos títulos, vitórias, recordes, alegrias, desilusões, e muita paixão. Pois é, está chegando ao fim a marcante trajetória de Marcelo Gallardo à frente do River Plate. Apesar da expressiva carreira como atleta do River Plate, nem o mais fanático dos torcedores millonarios imaginava que Marcelo Gallardo construiria uma história ainda mais significativa como [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Oito anos, diversos títulos, vitórias, recordes, alegrias, desilusões, e muita paixão. Pois é, está chegando ao fim a marcante trajetória de Marcelo Gallardo à frente do River Plate.  </h6>



<p class="has-medium-font-size">Apesar da expressiva carreira como atleta do River Plate, nem o mais fanático dos torcedores <em>millonarios</em> imaginava que Marcelo Gallardo construiria uma história ainda mais significativa como treinador da equipe. Entretanto, a gigantesca festa feita pela torcida, dotada de um sentimento misto de exultação e nostalgia no encontro diante do Rosario Central que marcou a despedida de <em>Muñeco</em> do Monumental de Núñez, retrata o tamanho de Gallardo no clube argentino.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar, que Marcelo Gallardo conquistou o montante de 14 títulos em quase uma década à frente do River Plate, dentre os quais se destacam as duas taças da Copa Libertadores (2015 e 2018). Todavia, não foram somente voltas olímpicas que tornaram a passagem do treinador de 46 anos de idade em uma verdadeira era no clube de Núñez, a julgar pelas vitórias, alegrias, decepções, além de notáveis embates contra o rival Boca Juniors neste período.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="671" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-23-1024x671.jpg" alt="" data-id="63485" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-23-e1666104329494.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63485" class="wp-image-63485"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Marcelo Gallardo conduziu o River Plate ao título da Copa Libertadores de 2018, conquistada após a épica vitória por 3 a 1 frente o Boca Juniors, no estádio Santiago Bernabéu.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, a despedida oficial de Marcelo Gallardo do River Plate ocorrerá na partida do próximo domingo (23) diante do Racing, em Avellaneda, válido pela última rodada da Superliga da Argentina, lembrando que os <em>millonarios</em> ocupam a quarta colocação na tabela da competição com 44 pontos, isto é, quatro a menos em relação ao líder Boca Juniors. </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer forma, o diretor de futebol e ídolo do River Plate, Enzo Francescoli, já está em busca de um novo comandante. Inclusive, diversos nomes estão sendo especulados para ocupar o posto de Marcelo Gallardo a partir de 2023, como são os casos de Marcelo Bielsa, Ricardo Gareca, Santiago Solari, Eduardo Coudet, Mono Burgos, Hernán Crespo, Martín Demichelis, e até Pablo Aimar.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="753" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-24-1024x753.jpg" alt="" data-id="63502" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-24-e1666106710964.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63502" class="wp-image-63502"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Com excessão ao Torneio Mundial de Clubes da Fifa, Marcelo Gallardo ergueu todos os canecos possíveis no comando do River Plate.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, Martín Demichelis é o que aparece mais próximo de assumir o comando técnico do River Plate, em especial por ser uma indicação do próprio Marcelo Gallardo, além, é claro, de sua forte identificação junto ao clube. Caso isso se confirme, o atual treinador da equipe &#8220;B&#8221; do Bayern de Munique provavelmente terá Leonardo Ponzio como gerente, e dirigirá o plantel composto pelos velhos conhecidos Germán Lux e Javier Pinola. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>É um duro golpe para todos no River por tudo o que Gallardo significou, ele tomou as rédeas não apenas da parte tática ou técnica, como de <em>outros departamentos</em>.&nbsp;É importante que o sucessor esteja ligado a muitas coisas que ele (Gallardo) era responsável&#8221;, disse Enzo Francescoli.</p></blockquote>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, Martín Demichelis também se enquadra no perfil do River Plate por ser adepto de um estilo de jogo ofensivo e detentor de uma mentalidade vencedora, ou seja, características similares as de Marcelo Gallardo. Para finalizar, embora o destino do técnico argentino ainda seja incerto, o que se sabe é que ele pretende trabalhar na Europa. Contudo, de concreto mesmo é que a memorável trajetória de Gallardo no River está a noventa minutos do fim.     </p>
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		<title>Desmanche à vista no River Plate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jan 2021 19:03:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Copa Libertadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A eliminação do River Plate diante do Palmeiras nas semifinais da Copa Libertadores de 2020, pode significar o fim de uma das gerações mais vencedoras do time argentino, a começar pela provável saída do técnico Marcelo Gallardo. O embate entre River Plate x Palmeiras ficará marcado eternamente na história da Copa Libertadores, afinal, emoção foi [...]</p>
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<p>A eliminação do River Plate diante do Palmeiras nas semifinais da Copa Libertadores de 2020, pode significar o fim de uma das gerações mais vencedoras do time argentino, a começar pela provável saída do técnico Marcelo Gallardo.</p>



<p>O embate entre River Plate x Palmeiras ficará marcado eternamente na história da Copa Libertadores, afinal, emoção foi o que não faltou nas duas partidas das semifinais do torneio. Devido ao revés por 3 a 0 em Avellaneda, os <em>Milionários</em> tinham pela frente a dificílima tarefa de derrotar os brasileiros por três gols de diferença para levar a decisão para os pênaltis no jogo de volta, e detalhe, sem sofrer nenhum tento. Por esta razão, de nada adiantou o triunfo por 2 a 0 dos pupilos de Marcelo Gallardo, que no final das contas, regressaram à capital argentina desclassificados.</p>



<p>Apesar da eliminação, o River Plate saiu de cabeça erguida, haja vista a grande partida realizada pelos argentinos no Allianz Parque. Aliás, se não fossem as TRÊS intervenções do VAR provavelmente o resultado seria outro, embora todas as decisões tomadas pelo árbitro de vídeo tenham sido corretas. Para se ter uma ideia, os <em>Milionários</em> obtiveram 66% de posse de bola, mediante 34% dos palmeirenses, enquanto os visitantes finalizaram o montante de 23 vezes ao longo do jogo, sendo 11 na meta de Weverton, contra seis arremates do Palmeiras, porém NENHUM no gol de Franco Armani.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/01/blog-9-1024x683.jpg" alt="" data-id="37361" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/01/blog-9-e1610558269624.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=37361" class="wp-image-37361"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">O River Plate foi semifinalista da Copa Libertadores pela quinta vez na &#8220;era Marcelo Gallardo&#8221;. Se passasse pelo Palmeiras, o time disputaria a terceira final seguida do torneio.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>No entanto, os números apenas demonstram o excelente trabalho desenvolvido por Marcelo Gallardo desde a sua chegada à Núñez, em 2014. Sob a batuta do treinador de 44 anos de idade,<em> </em>o River Plate resgatou totalmente a sua identidade ao dar ênfase na integração de jovens formados nas categorias de base para construir um time vencedor. A propósito, confira abaixo o montante de títulos conquistados pelos <em>Milionários</em> neste período:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Copa Libertadores (2015 e 2018)</li><li>Recopa Sul-Americana (2015, 2016 e 2019)</li><li>Copa Sul-Americana (2014)</li><li>Copa da Argentina (2015/16, 2016/17 e 2018/19)</li><li>Copa Suruga Bank (2015)</li><li>Supercopa da Argentina (2017)</li></ul>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/01/blog-8-1024x683.jpg" alt="" data-id="37359" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/01/blog-8-e1610557641707.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=37359" class="wp-image-37359"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">O Campeonato Argentino e o Mundial de Clubes são os únicos títulos que Marcelo Gallardo ainda não conquistou à frente do River Plate. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>Acontece, que o sucesso de Marcelo Gallardo à frente do River Plate acabou criando uma enorme dependência da equipe em relação ao treinador. E é justamente isso que preocupa os torcedores colorados, tendo em vista que a permanência de Gallardo é incerta em Núñez após a queda nas semifinais da Copa Libertadores. Contudo, <em>El Muñeco</em> realizará uma análise sobre o desempenho dos <em>Milionários</em> no final da temporada para definir a sua situação, lembrando que o seu contrato junto ao clube se encerrará em dezembro deste ano.</p>



<p>E como já era esperado, Marcelo Gallardo vem recebendo uma série de sondagens de diversos clubes sul-americanos e europeus, porém é fato que em nenhum outro ele terá a autonomia que tem no River Plate, e isso certamente deverá pesar em sua decisão de continuar &#8211; ou não &#8211; em Núñez. Ainda que os <em>Milionários</em> não tenham erguido nenhum caneco em 2020, é importante salientar que a pandemia abalou a saúde financeira do clube. Não à toa, Lucas Martínez Quarta, Ignacio Scocco e Juan Fernando Quintero foram todos negociados no decorrer da temporada para aliviar a crise econômica.</p>



<p>Por fim, os jovens Gonzalo Montiel, Jorge Carrascal, Nicolás De La Cruz e Rafael Santos Borré, têm em mãos propostas do <em>Velho Continente</em>, o que significa que eles dificilmente ficarão no clube argentino. Além deles, os veteranos Javier Pinola, Leonardo Ponzio e Enzo Pérez ainda não definiram se irão renovar os seus respectivos contratos, ao contrário do meia Nacho Fernández, que já manifestou o desejo de atuar no exterior. Deste modo, a partida contra o Palmeiras pode ter sido o fim do ciclo de uma das gerações mais vitoriosas da história do River Plate A ver!   </p>
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		<title>Flamengo x River Plate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2019 15:54:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O estádio Monumental de Lima será o palco da tão aguardada final da edição de 2019 da Copa Libertadores entre Flamengo x River Plate. A inédita decisão deste sábado (23), terá início a partir das 17:00 (horário de Brasília). Flamengo Foram esperados longos 38 anos para que enfim, o Flamengo voltasse a disputar uma final [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O estádio Monumental de Lima será o palco da tão aguardada final da edição de 2019 da Copa Libertadores entre Flamengo x River Plate. A inédita decisão deste sábado (23), terá início a partir das 17:00 (horário de Brasília).</p>
<h4>Flamengo</h4>
<p>Foram esperados longos 38 anos para que enfim, o Flamengo voltasse a disputar uma final de Copa Libertadores da América, isso explica porque a empolgação da nação rubro-negra é tão grande no momento. Todavia, todo a euforia flamenguista não deve-se apenas por este motivo, afinal, a equipe da Gávea vem jogando um futebol de encher os olhos, a ponto até de ser comparada ao incrível Flamengo de 1981, na época, composto por craques como Zico, Adílio, Nunes, Andrade, Júnior, Mozer, Leandro, Tita, entre outros.<br />
Obviamente, o altíssimo investimento realizado pela diretoria do Flamengo no início do ano colaborou para que o <em>Mengão</em> vivesse esta excelente fase, porém todos os frutos das altas cifras gastas pelo time carioca só passaram a ser colhidos pra valer, após a chegada do treinador Jorge Jesus ao clube. À vista disso, o técnico português é considerado o maior responsável pelo sucesso da equipe, que por sua vez, continua isolada na liderança do Brasileirão com 81 pontos, isto é, treze à frente do vice-colocado, Palmeiras.</p>
<p><figure id="attachment_25240" aria-describedby="caption-attachment-25240" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-25240" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/11/blog-32-e1574427664766.jpg" alt="Caso o Flamengo seja campeão, o time carioca encontrará o Liverpool no Mundial de Clubes da FIFA em dezembro, ou seja, a mesma equipe que o Mengão enfrentou o na decisão do torneio em 1981." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-25240" class="wp-caption-text">No caso de título, o Flamengo encontrará o Liverpool no Mundial de Clubes da FIFA em dezembro, ou seja, o mesmo adversário dos cariocas na decisão do torneio em 1981.</figcaption></figure></p>
<h4>River Plate</h4>
<p>Do outro lado, o River Plate desembarca em Lima com a confiança totalmente em alta, sobretudo porque o comandante da equipe argentina fora das quatro linhas é Marcelo Gallardo, o maior ídolo da história do clube de Núñez, que inclusive já faturou três títulos da Copa Libertadores, sendo duas como treinador e uma como atleta dos <em>Milionários</em>. Outro aspecto que anima demasiadamente os atuais campeões sul-americanos, é o fato deles terem eliminado o eterno rival Boca Juniors na fase anterior da Copa Libertadores.<br />
Enquanto isso, pela Superliga Argentina, os pupilos de Marcelo Gallardo ocupam a 4ª posição na tabela, contabilizando 24 pontos em 13 jogos, permanecendo a apenas um ponto dos líderes Boca Juniors, Lanús e Argentinos Juniors, todos com 25 pontos ganhos.<br />
O departamento médico colorado vetou a presença do volante Bruno Zuculini, em decorrência de uma lesão na coxa. Deste modo, o jovem Exequiel Palacios, de apenas 21 anos, iniciará a partida entre os titulares da equipe do River.</p>
<p><figure id="attachment_25258" aria-describedby="caption-attachment-25258" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-25258" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/11/blog-34-e1574436035293.jpg" alt="O River Plate jamais venceu o Flamengo pela Copa Libertadores. Em quatro duelos, os brasileiros acumulam duas vitórias enquanto os outros dois jogos terminaram empatados." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-25258" class="wp-caption-text">O River Plate jamais venceu o Flamengo pela Copa Libertadores. Em quatro partidas, os argentinos acumulam duas derrotas enquanto os outros dois jogos terminaram empatados.</figcaption></figure></p>
<h4>Dados Estatísticos</h4>
<p>O registro histórico do confronto aponta que ambas equipes se enfrentaram 12 vezes ao longo da trajetória, e a vantagem é do River Plate que soma 5 vitórias mediante 4 triunfos do Flamengo, ao passo que o empate prevaleceu em outras três oportunidades.<br />
Curiosamente, o River Plate disputará final da Copa Libertadores pela sétima vez na história, lembrando que os <em>Milionários</em> são detentores de quatro taças do torneio, enquanto o Flamengo, campeão continental em 1981, estará presente em sua segunda decisão.<br />
Vale ressaltar ainda, que esta será a 15ª final envolvendo brasileiros e argentinos, sendo que nossos <em>hermanos</em> levam uma ampla vantagem nos duelos obtendo nove títulos. No entanto, o retrospecto recente é mais favorável aos clubes tupiniquins, haja vista as conquistas de Corinthians e Grêmio diante de Boca Juniors e Lanús, em 2012 e 2017, respectivamente.<br />
Em 2019, o Flamengo acumula o montante de 44 vitórias, 16 empates e sete derrotas em 67 jogos realizados (73,6% de aproveitamento). Não obstante, o River Plate registra 26 vitórias, 14 empates e dez derrotas em 50 partidas jogadas no ano (61,3% de aproveitamento).</p>
<p><figure id="attachment_25249" aria-describedby="caption-attachment-25249" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-25249" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/11/blog-33-e1574429733790.jpg" alt="Pela primeira vez na história, a Copa Libertadores será realizada em final única, tendo como palco o estádio Monumental de Lima." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-25249" class="wp-caption-text">Em virtude de conflitos políticos que afligem o Chile, a primeira final única da Copa Libertadores foi transferida de Santiago para Lima, e terá o estádio Monumental como palco.</figcaption></figure></p>
<h4>Escalações</h4>
<p><strong><em>Flamengo</em></strong> (4-1-3-2): Diego Alves; Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís; William Arão; De Arrascaeta, Gérson e Éverton Ribeiro; Bruno Henrique e Gabriel. Técnico: Jorge Jesus.</p>
<p><em><strong>River Plate</strong> </em>(4-1-3-2): Armani; Montiel, Martínez Quarta, Pinola e Casco; Enzo Pérez; De La Cruz, Palacios e Nacho Fernández; Matías Suárez e Borré. Técnico: Marcelo Gallardo.</p>
<h4>Previsão</h4>
<p>Esta final entre Flamengo x River Plate, certamente reunirá as duas principais equipes da América na atualidade, ambas comandadas por grandes treinadores. Por este motivo, podemos afirmar de antemão que teremos um duelo alucinante na capital peruana.<br />
Líder isolado no Campeonato Brasileiro e invicto há exatas 25 partidas, o Flamengo vive a sua melhor fase após a &#8220;era Zico&#8221;, e embora tenha pela frente o atual campeão sul-americano, o time carioca chega como franco favorito à vitória nesta decisão, à medida que o River Plate terá como principal arma a experiência de seus jogadores, que há pouco menos de um ano, estavam em Madrid enfrentando o Boca Juniors, naquela que acabou sendo a final mais polêmica da Copa Libertadores até hoje.<br />
Considerando o futebol praticado pelos finalistas dentro de campo, aliado a superioridade técnica do Flamengo em relação ao River Plate, tudo nos leva a crer que os brasileiros voltarão de Lima com o bicampeonato na bagagem.<br />
<strong><em>Palpite:</em></strong> Flamengo 2 x 0 River Plate.</p>
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		<title>Rumo à Santiago!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Oct 2019 15:44:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está definido quem será o primeiro finalista da Copa Libertadores de 2019, trata-se do River Plate, que ao eliminar o Boca Juniors nas semifinais, garantiu a sua vaga na decisão do torneio continental pela sétima vez na história. Deu a lógica, assim como ocorreu na final da edição anterior da Copa Libertadores, o River Plate [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Está definido quem será o primeiro finalista da Copa Libertadores de 2019, trata-se do River Plate, que ao eliminar o Boca Juniors nas semifinais, garantiu a sua vaga na decisão do torneio continental pela sétima vez na história.</p>
<p>Deu a lógica, assim como ocorreu na final da edição anterior da Copa Libertadores, o River Plate superou novamente o rival Boca Juniors, só que desta vez, pelas semifinais da competição. O confronto entre os dois maiores clubes da Argentina era bastante aguardado, justamente porque os <em>Xeneizes</em> estavam sedentos para dar o troco nos <em>Milionários</em>. Entretanto, a vantagem de 2 a 0 conquistada pelos atuais campeões sul-americanos no Monumental de Núñez, foi crucial para que eles deixassem o gramado da Bombonera com a classificação assegurada, mesmo com a derrota pelo placar mínimo no jogo de volta.</p>
<p>A propósito, com este novo triunfo frente o Boca Juniors, podemos afirmar que os <em>Xeneizes</em> viraram verdadeiros fregueses do conjunto de Núñez desde a chegada de Marcelo Gallardo aos <em>Milionários</em> em 2014. Para se ter uma ideia, o River Plate eliminou o Boca Juniors pela quinta vez sob o comando de <em>Muñeco</em>, lembrando que os times se enfrentaram em cinco ocasiões neste período. E pensar que até a década de 2000, eram os <em>boquenses</em> que tiravam sarro dos torcedores <em>colorados</em>, inclusive apelidando-os de <em>Gallinas </em>(Galinhas), em virtude das derrotas do River diante do Boca em jogos decisivos, como ocorreu por exemplo, nas semifinais da Copa Libertadores de 2004.</p>
<p><figure id="attachment_24738" aria-describedby="caption-attachment-24738" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-24738" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/10/blog-43-e1571839761236.jpg" alt="Como treinador, Marcelo Gallardo conduziu o River à sua terceira final de Copa Libertadores. Por essas e outras, o Muñeco é considerado o melhor técnico da história dos Milionários." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-24738" class="wp-caption-text">Marcelo Gallardo comandará o River pela terceira vez em uma final de Copa Libertadores, ao passo que o clube buscará o seu quinto título em Santiago.</figcaption></figure></p>
<p>No entanto, o treinador Marcelo Gallardo transformou o River Plate em uma equipe extremamente copeira, mudando de maneira abismal o panorama histórico do <em>Superclássico,</em> tanto é, que o Boca Juniors jamais conseguiu superar os <em>Milionários</em> em torneios mata-matas com Gallardo comandando o rival. Confira abaixo, todos os confrontos eliminatórios envolvendo River x Boca, desde que <em>Muñeco</em> assumiu o time de Núñez:</p>
<ul>
<li>River Plate 1 x 0 Boca Juniors &#8211; Semifinais &#8211; Copa Sul-Americana 2014</li>
<li>River Plate 4 x 0 Boca Juniors &#8211; Oitavas de Final &#8211;  Copa Libertadores 2015</li>
<li>River Plate 5 x 3 Boca Juniors &#8211; Final &#8211; Copa Libertadores 2018</li>
<li>River Plate 2 x 0 Boca Juniors &#8211; Final &#8211; Supercopa da Argentina 2018</li>
<li>River Plate 2 x 1 Boca Juniors &#8211; Semifinais &#8211; Copa Libertadores 2019<br />
<em>Obs* os resultados acima são as somas dos placares agregados.</em></li>
</ul>
<p><figure id="attachment_24746" aria-describedby="caption-attachment-24746" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-24746" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/10/blog-44-e1571842493778.jpg" alt="Marcelo Gallardo transformou o River Plate no clube mais vencedor do continente sul-americano nos últimos cinco anos, foram dez títulos conquistados neste período. " width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-24746" class="wp-caption-text">Com dez títulos conquistados nos últimos cinco anos, Marcelo Gallardo transformou o River Plate no clube mais vencedor do continente sul-americano neste período.</figcaption></figure></p>
<p>Mas não é somente a freguesia do Boca Juniors que ganhou notoriedade na &#8220;era Marcelo Gallardo&#8221; no River Plate, visto que diversos recordes foram quebrados desde que o eterno camisa 10 dos <em>Milionários</em> assumiu a equipe. A mais nova façanha alcançada pelos comandados de Gallardo, foi eliminar um time argentino pela primeira vez na fase semifinal da Copa Libertadores, uma vez que nos três duelos anteriores contra Estudiantes, Boca Juniors e Lanús, em 1970, 2004 e 2017, respectivamente, o River havia sido derrotado. Agora, o treinador de 43 anos de idade tentará erguer o caneco do torneio sul-americano pela quarta vez na carreira, sendo que até aqui, ele faturou duas como técnico e uma como jogador de seu clube de coração.</p>
<p>Em contrapartida, um dos feitos que o River Plate, de Marcelo Gallardo, não conseguiu concretizar, é o de tentar vencer a Copa Libertadores de forma invicta, já que os <em>Milionários</em> perderam do Boca Juniors por 1 a 0 na Bombonera. Vale ressaltar, que até antes deste revés, os campeões continentais acumulavam o montante de 4 vitórias e 7 empates nos onze jogos disputados pela atual edição do torneio. E não para por aí, com esta derrota, o River não atingiu a marca de sete partidas de invencibilidade diante do Boca em compromissos válidos pela Copa Libertadores, proeza esta, jamais alcançada por nenhum dos dois clubes ao longo da trajetória.</p>
<p>Contudo, o que mais chama a atenção neste incrível trabalho de Marcello Gallardo À frente do River Plate, não são somente os números e a grande quantidade de títulos vencidos por ele, mas sim a enorme capacidade que o treinador tem em reestruturar o seu time a cada temporada, montando esquemas capazes de fazer com que jogadores até outrora coadjuvantes, tornem-se protagonistas em sua equipe. Não à toa, vemos atletas como Enzo Pérez, Nacho Fernández, Exequiel Palacios e Nicolás De la Cruz, suprindo por completo as ausências do lesionado Juan Fernando Quintero e do habilidoso meia Pity Martínez, vendido no início do ano ao Atlanta United. Diante de todo este contexto, fica evidente porque Marcelo Gallardo já é considerado o maior técnico da história dos <em>Milionários</em>!</p>
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		<title>Gallardo, o rei dos mata-matas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2019 15:52:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Copa Libertadores]]></category>
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		<category><![CDATA[Marcelo Gallardo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não deu para o Cruzeiro, o time celeste não foi páreo ao River Plate, que o eliminou da Copa Libertadores em pleno estádio Mineirão na noite de ontem. Deste modo, os Milionários seguem firme a sua caminhada rumo ao bicampeonato do torneio continental. Por ter se classificado na liderança do grupo B da Copa Libertadores [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Não deu para o Cruzeiro, o time celeste não foi páreo ao River Plate, que o eliminou da Copa Libertadores em pleno estádio Mineirão na noite de ontem. Deste modo, os <em>Milionários</em> seguem firme a sua caminhada rumo ao bicampeonato do torneio continental.</p>
<p>Por ter se classificado na liderança do grupo B da Copa Libertadores com 15 pontos em seis jogos, tendo feito a segunda melhor campanha da competição, o Cruzeiro era apontado como grande favorito no duelo frente o River Plate, pelas oitavas de final do torneio, sobretudo porque os mineiros teriam a oportunidade de disputar o segundo e decisivo confronto desta fase, em casa, diante de sua torcida no Mineirão. Por esta razão, vi muitos cruzeirenses comemorando o empate sem gols contra os argentinos como se fosse um título, afinal, bastava uma simples vitória em solo brasileiro para que a <em>Raposa</em> avançasse às quartas de final.</p>
<p>Entretanto, os cruzeirenses esqueceram que do outro lado estava o River Plate, atual campeão da Copa Libertadores, comandado por Marcelo Gallardo, um verdadeiro exterminador de times brasileiros em mata-matas, tanto é, que até antes da partida de ontem, o <em>Muñeco </em>havia vencido todos os embates contra equipes do Brasil, acumulando quatro triunfos no geral. Isso explica porque o conjunto de Núñez desembarcou tão tranquilo em Belo Horizonte, como se tivesse ganho o jogo de ida, em Buenos Aires. No final das contas, Cruzeiro e River Plate empataram novamente por 0 a 0, levando a decisão para as fatídicas penalidades, aonde os argentinos levaram a melhor vencendo por 4 a 2.</p>
<p><figure id="attachment_23027" aria-describedby="caption-attachment-23027" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-23027" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/07/blog-46-e1564582493451.jpg" alt="Campeão da Copa Libertadores em 2016 pelo Atlético Nacional, e em 2018, pelo River Plate, o goleiro Franco Armani defendeu as duas penalidades que garantiram a classificação dos Milionários." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-23027" class="wp-caption-text">Campeão da Copa Libertadores em 2016 pelo Atlético Nacional, e em 2018 pelo River Plate, o goleiro Franco Armani defendeu as duas penalidades que garantiram a classificação dos Milionários no Mineirão.</figcaption></figure></p>
<p>Muitos dirão que a classificação do River Plate às quartas de final da Copa Libertadores foi puramente na sorte, visto que ela deu-se apenas nos pênaltis. Mas será mesmo, será que o incrível retrospecto de Marcelo Gallardo em decisões mata-matas não deve ser levado em consideração? E as excelentes cobranças dos argentinos, todas concretizadas, não devem ser valorizadas? O ótimo futebol apresentado pelos <em>Milionários</em> desde a chegada de Gallardo à Núñez em 2014, que inclusive foi preponderante para que o clube se tornasse uma máquina de ganhar título nos últimos anos, também foi mera obra do acaso?</p>
<p>Poderíamos enumerar aqui uma série de questões, que levariam todos a mesma resposta, ou seja: o trabalho de Marcelo Gallardo no River Plate é digno de aplausos. Por este motivo, o eterno ídolo dos <em>Milionários</em> que já era tido como um dos maiores ídolos da história do clube, em virtude de sua excelente trajetória dentro das quatro linhas, aumentou ainda mais a sua idolatria depois que ergueu três vezes o caneco da Recopa Sul-Americana, dois da Copa Libertadores, dois da Copa da Argentina, entre outros, todos conquistados neste período de cinco anos em que <em>Muñeco</em> está à frente da equipe de Núñez.</p>
<p><figure id="attachment_23031" aria-describedby="caption-attachment-23031" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-23031 size-full" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/07/blog-47-e1564584085458.jpg" alt="Marcelo Gallardo é o treinador mais bem pago do futebol sul-americano. O técnico de 43 anos de idade ganha pouco mais de 2 milhões de reais por mês para comandar o River Plate." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-23031" class="wp-caption-text">Marcelo Gallardo é o quinto argentino na história, que venceu a Copa Libertadores tanto como jogador quanto como treinador, lembrando que Humberto Maschio, Roberto Ferreiro, José Omar Pastoriza e Nery Pumpido completam esta seleta lista.</figcaption></figure></p>
<p>Com a vitória sobre o Cruzeiro, Marcelo Gallardo estendeu para cinco a sua invencibilidade diante de clubes brasileiros em mata-matas, permanecendo com 100% de aproveitamento nestes confrontos já que ele jamais foi eliminado por equipes tupiniquins. Todavia, não é somente contra equipes do Brasil que o treinador de 43 anos de idade apresenta este invejável desempenho, uma vez que a performance de Gallardo em duelos frente agremiações de outros países sul-americanos, também chama bastante a atenção. Confira a abaixo este incrível histórico:</p>
<ul>
<li><strong><em>Copa Sul-Americana 2014</em></strong> &#8211; Campeão &#8211; eliminou Godoy Cruz, Libertad, Estudiantes, Boca Juniors e Atlético Nacional.</li>
<li><strong><em>Copa Libertadores 2015</em></strong> &#8211; Campeão &#8211; eliminou Boca Juniors, Cruzeiro, Guarani (PAR) e Tigres (MEX).</li>
<li><strong><em>Recopa Sul-Americana 2015</em></strong> &#8211; Campeão &#8211; venceu o San Lorenzo.</li>
<li><strong><em>Copa Sul-Americana 2015</em></strong> &#8211; semifinalista &#8211; eliminou LDU de Quito e a Chapecoense.</li>
<li><strong><em>Recopa Sul-Americana 2016</em></strong> &#8211; Campeão &#8211; venceu o Independiente Santa Fé (COL).</li>
<li><strong><em>Copa Libertadores 2017</em></strong> &#8211; semifinalista &#8211; eliminou  Guarani (PAR) e Jorge Wilstermann (BOL).</li>
<li><strong><em>Copa Libertadores 2018</em></strong> &#8211; Campeão &#8211; eliminou Racing, Independiente, Grêmio e Boca Juniors.</li>
<li><em><strong>Recopa Sul-Americana 2019</strong></em> &#8211; Campeão &#8211; venceu o Atlético Paranaense.</li>
</ul>
<p>Ao analisarmos este fantástico retrospecto, notamos que Marcelo Gallardo venceu 21 dos 24 duelos mata-matas realizados desde que ele assumiu o comando do River Plate em 2014. As únicas eliminações sofridas por Gallardo neste período, foram diante do Huracán, pelas semifinais da Copa Sul-Americana 2015, frente o Independiente del Valle (EQU), pelas oitavas de final da Copa Libertadores 2016, e a última delas, para o Lanús, pelas semifinais da Copa Libertadores 2017. Por essas e outras, fica mais do que evidente, porque <em>El Muñeco</em> é apontado como o melhor treinador do futebol sul-americano na atual década.</p>
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		<title>2018, o ano do River Plate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Dec 2018 18:25:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ano de 2018 ficará marcado eternamente na memória dos torcedores do River Plate, afinal, foi nele que os Milionários conquistaram o tetracampeonato da Copa Libertadores sobre o eterno rival, Boca Juniors. Diante deste cenário, podemos afirmar com total convicção que o conjunto de Núñez faturava ali, o título mais importante de sua gloriosa história. Quando o River Plate perdeu a oportunidade [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ano de 2018 ficará marcado eternamente na memória dos torcedores do River Plate, afinal, foi nele que os Milionários conquistaram o tetracampeonato da Copa Libertadores sobre o eterno rival, Boca Juniors. Diante deste cenário, podemos afirmar com total convicção que o conjunto de Núñez faturava ali, o título mais importante de sua gloriosa história.</p>
<p>Quando o River Plate perdeu a oportunidade de disputar a finalíssima da Copa Libertadores no estádio Monumental de Núñez, muitos acreditavam que ele estaria sendo prejudicado, visto que o Boca Juniors já havia jogado os primeiros noventa minutos da decisão do torneio frente a sua fanática torcida. Entretanto, quem acompanhou as partidas realizadas pelo River Plate ao longo da temporada, sabia que os pupilos de Marcelo Gallardo derrotariam o Boca Juniors até mesmo se o confronto fosse realizado em Marte, isso porque o futebol apresentado pelos <em>Milionários</em> é inquestionavelmente o melhor do continente sul-americano.</p>
<p>Aliás, a superioridade dos tetracampeões da Copa Libertadores sobre o Boca Juniors se fez valer durante todo o ano, tanto é, que em 2018, tivemos cinco edições do <em>Superclássico</em>, e por incrível que pareça os <em>Milionários</em> não perderam nenhum destes dérbis. O primeiro deles, foi realizado em Mar del Plata, no dia 21 de janeiro, pelo Torneio de Verão (torneio de pré temporada). Na ocasião, o River Plate levou a melhor ao vencer os comandados de Guillermo Barros Schelotto pelo placar mínimo, graças ao gol do colombiano Rafael Santos Borré.</p>
<p><figure id="attachment_17443" aria-describedby="caption-attachment-17443" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17443" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/12/blog-27-e1544626495981.jpg" alt="Gonzalo &quot;Pity&quot; Martínez foi o artilheiro do Superclássico ao longo do ano, com três gols marcados em cinco dérbis disputados." width="580" height="386" /><figcaption id="caption-attachment-17443" class="wp-caption-text">Gonzalo &#8220;Pity&#8221; Martínez foi o artilheiro do Superclássico ao longo do ano com três gols marcados em cinco dérbis disputados.</figcaption></figure></p>
<p>Depois disso, River e Boca voltaram a se encontrar no dia 14 de março, desta vez em Mendoza, pela decisão da Supercopa da Argentina, competição que reúne o campeão da Superliga argentina e o campeão da Copa da Argentina. Para a surpresa de todos, o River Plate, que vivia um momento pior em relação ao Boca Juniors naquela época, acabou vencendo a decisão por 2 a 0, com gols de Gonzalo &#8220;Pity&#8221; Martínez e Ignacio Scocco, e com direito a uma atuação de gala do goleiro Franco Armani, considerado o melhor jogador da partida.</p>
<p>Já o terceiro <em>Superclássico</em> do ano, aconteceu somente no segundo semestre, em setembro para ser mais específico. O palco do clássico foi o estádio da Bambonera, casa do Boca Juniors, sendo que o jogo era válido pela 6ª rodada da Superliga da Argentina. Para a alegria de toda a nação colorada, e tristeza da torcida <em>boquense</em>, Marcelo Gallardo deu um verdadeiro nó tático em Guillermo Barros Schelotto, não à toa, o River Plate bateu o arquirrival novamente por 2 a 0, e detalhe, uma vez mais com tentos de &#8220;Pity&#8221; Martínez e Ignacio Scocco.</p>
<p><figure id="attachment_17445" aria-describedby="caption-attachment-17445" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17445" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/12/blog-28-e1544626723778.jpg" alt="Guillermo Barros Schelotto não conquistou nenhuma vitória sobre Marcelo Gallardo em 2018. Para se ter uma ideia, o último triunfo do técnico do Boca diante do treinador do River, foi apenas em novembro de 2017, há um ano." width="580" height="347" /><figcaption id="caption-attachment-17445" class="wp-caption-text">Guillermo Barros Schelotto não conquistou nenhuma vitória sobre Marcelo Gallardo em 2018. Para se ter uma ideia, o último triunfo do técnico do Boca diante do treinador do River, foi apenas em novembro de 2017 (2 x 1), há mais de um ano.</figcaption></figure></p>
<p>O quarto encontro entre os maiores clubes do futebol argentino em 2018, foi pela inédita final da Copa Libertadores da América, no mês passado. Por ter realizado uma campanha melhor durante a competição, o River Plate teve o privilégio de jogar a segunda e decisiva partida do torneio em seus domínios. Desta maneira, o jogo de ida foi realizado na Bambonera, e embora o Boca Juniors tenha ficado duas vezes em vantagem no marcador, ele não conseguiu segurar o ímpeto dos <em>Milionários</em>, que através dos gols de Carlos Izquierdoz (gol contra) e Lucas Pratto, regressaram à Núñez com o empate de 2 a 2 na bagagem.</p>
<p>Como citei a pouco, o quinto Superclássico deste ano seria disputado no Monumental de Núñez, mas devido ao apedrejamento do ônibus do Boca Juniors, ele foi transferido para o Santiago Bernabéu, estádio do Real Madrid. E como não poderia deixar de ser, o filme novamente se repetiu, dado que o River Plate sagrou-se tetracampeão continental, depois de empatar por 1 a 1 no tempo normal, e ganhar por 2 a 0 na prorrogação. Vale ressaltar, que os gols do título foram feitos por Lucas Pratto, Juan Quintero, e advinha quem? Ele mesmo, Pity Martínez!</p>
<p>Essa série de vitórias contra o Boca Juniors servirão de combustível para o River Plate lutar pela conquista do Torneio Mundial de Clubes da FIFA, competição essa, que teve início na tarde desta quarta-feira nos Emirados Árabes Unidos, com o triunfo do Al Ain sobre Team Wellington nos pênaltis. Vale ressaltar, que o Real Madrid, atual tricampeão europeu, vem oscilando bastante nesta temporada, ao contrário do time de Núñez, que está voando baixo. Por este motivo, muitos consideram que esta será a edição mais equilibrada do torneio na última década. Com ou sem o título mundial, uma coisa é certa, 2018 foi um ano inesquecível tanto para o River Plate quanto para Marcelo Gallardo.</p>
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		<title>River Plate x Boca Juniors</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2018 14:27:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Copa Libertadores]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 59ª edição da Copa Libertadores da América, terá o seu campeão definido na tarde deste domingo (09), depois que River Plate e Boca Juniors se enfrentarem no estádio Santiago Bernabéu. Após empatarem por 2 a 2 na Bambonera, os eternos rivais da capital argentina decidirão qual deles ficará com o título da competição, a partir das 17:30 (horário de Brasília), nesta, que já é considerada a final mais polêmica do torneio ao longo dos tempos.</p>
<h4>River Plate</h4>
<p>O empate por 2 a 2 no jogo de ida na Bambonera, foi bastante comemorado pelo River Plate, isso porque os pupilos de Marcelo Gallardo chegaram a ficar atrás do marcador em duas oportunidades, mas através de um enorme poder de reação, eles conseguiram igualar o placar através dos gols de Carlos Izquierdoz (gol contra) e Lucas Pratto. Desta maneira, basta uma simples vitória para que o conjunto de Núñez fature a Copa Libertadores frente o seu maior rival no mundo da bola.<br />
No entanto, quem pensa que a vida dos<em> Millionários</em> será fácil na decisão da Copa Libertadores está completamente enganado, visto que o treinador Marcelo Gallardo não poderá contar com o colombiano Rafael Santos Borré, suspenso devido ao acumulo de cartões amarelos. Por esta razão, <em>El Muñeco</em> (Gallardo) provavelmente mudará todo o esquema tático de sua equipe, optando em utilizar o 4-3-2-1, com os meias Pity Martínez e Nacho Fernández servindo o atacante Lucas Pratto.</p>
<p><figure id="attachment_16951" aria-describedby="caption-attachment-16951" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16951" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-39-e1542977516284.jpg" alt="No comando do River desde 2014, o treinador e ídolo Marcelo Gallardo corre atrás de sua segunda Copa Libertadores na carreira. " width="580" height="416" /><figcaption id="caption-attachment-16951" class="wp-caption-text">No comando do River desde 2014, o treinador e ídolo dos Millionários, Marcelo Gallardo, corre atrás de sua segunda Copa Libertadores na carreira, lembrando que a primeira foi conquistada em 2015.</figcaption></figure></p>
<h4>Boca Juniors</h4>
<p>Enquanto isso, o Boca Juniors sabe que desperdiçou uma ótima oportunidade de sair da Bambonera com uma vantagem para o jogo de volta da decisão da Copa Libertadores, afinal, os atuais bicampeões argentinos chegaram a ficar duas vezes à frente no placar, graças aos tentos de Ramón Ábila e Dario Benedetto. Contudo, os comandados de Guillermo Barros Schelotto deixaram a vitória escapar, e no final das contas, o empate de 2 a 2 teve um sabor amargo de derrota, sobretudo porque agora eles serão obrigados a derrotar o River Plate na capital espanhola, para faturarem a taça de campeão do torneio pela sétima vez.<br />
A boa notícia aos torcedores <em>boquenses</em>, é que o departamento médico liberou o ponta-esquerda Cristian Pavón, que estava vetado da decisão, em virtude de uma lesão no tendão. Além dele, o goleiro Esteban Andrada também recuperou-se da contusão no maxilar, e iniciará a final deste domingo entre os onze titulares do Boca Juniors.</p>
<p><figure id="attachment_16956" aria-describedby="caption-attachment-16956" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16956 size-full" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-40-e1542979178762.jpg" alt="Com a ausência de Cristian Pavón, o atacante Dario Benedetto, autor de um dos gols do Boca contra o River no jogo de ida, estará em campo no Monumental de Núñez." width="580" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-16956" class="wp-caption-text">O retrospecto recente do Boca Juniors é totalmente favorável sobre o River Plate, dado que os Xeneizes venceram três dos últimos quatro Superclássicos disputados como visitantes.</figcaption></figure></p>
<h4>Dados Estatísticos</h4>
<p>O registro histórico do Superclássico, aponta que os rivais da capital argentina se enfrentaram o total de 94 vezes ao longo da história, e a vantagem é do Boca Juniors que soma 35 vitórias mediante 26 triunfos do River Plate, ao passo que o empate prevaleceu em outras 33 oportunidades.<br />
Este será o quarto confronto envolvendo os dois clubes em 2018, sendo que o Boca Juniors permanece invicto diante do River Plate no ano, colecionando duas vitórias e um empate neste período. Vale ressaltar, que o embate mais recente entre eles, foi justamente o jogo de ida da atual edição da Copa Libertadores, realizada no mês passado, no estádio da Bambonera. Como citei anteriormente, o clássico terminou empatado por 2 a 2.<br />
Curiosamente, River Plate e Boca Juniors nunca decidiram uma final de Copa Libertadores da América, portanto esta é uma decisão inédita do torneio, pois tanto em 2004 quanto em 2015, <em>Millionários</em> e <em>Xeneizes</em> estiveram frente a frente pelas semifinais da competição.</p>
<p><figure id="attachment_16962" aria-describedby="caption-attachment-16962" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16962" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-41-e1542981800739.jpg" alt="O Boca Juniors já ergueu a taça da Copa Libertadores seis vezes ao longo da trajetória, enquanto o River corre atrás de sua quarta conquista continental." width="580" height="386" /><figcaption id="caption-attachment-16962" class="wp-caption-text">O Boca Juniors já ergueu a taça da Copa Libertadores seis vezes ao longo da trajetória, enquanto o River corre atrás de sua quarta conquista continental.</figcaption></figure></p>
<h4>Escalações</h4>
<p><strong>River Plate</strong> (4-3-2-1): Armani; Montiel, Maidana, Pinola e Casco; Enzo Pérez, Leonardo Ponzio e Palacios; Pity Martínez e Nacho Fernández; Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo.</p>
<p><strong>Boca Juniors</strong> (4-3-3): Andrada; Buffarini, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Barrios e Pablo Pérez; Pavón, Ábila e Villa. Técnico: Guillermo Barros Schelotto.</p>
<h4>Previsão</h4>
<p>A final da edição de 2018 da Copa Libertadores da América colocará frente a frente os dois maiores clubes do futebol sul-americano. A decisão deste ano é tão marcante, que é como se a Champions League fosse decidida entre Real Madrid x Barcelona, considerando tamanha rivalidade e grandeza dos envolvidos.<br />
O River Plate era o favorito ao título, isso porque o time de Marcelo Gallardo atuaria no Monumental de Núñez, necessitando de uma mísera vitória. Entretanto, como a final será disputada em Madrid, os <em>Millionários</em> acabaram sendo os grandes prejudicados, uma vez que eles jogarão duas vezes fora de seus domínios.<br />
Já o Boca Juniors, dono da camisa mais pesada do continente, ainda tenta melar o jogo nos bastidores, algo que dificilmente ocorrerá. No final das contas, o adiamento da partida beneficiou os <em>Xeneizes</em>, que agora poderão contar com o goleiro Esteban Andrada, além do habilidoso Cristian Pavón, principal astro da equipe de Guillermo Barros Schelotto. Todavia, a equipe de Núñez têm se apresentado melhor dentro das quatro linhas, um fato que preocupa bastante os bicampeões argentinos.<br />
<strong>Palpite:</strong> River Plate 2 x 1 Boca Juniors.</p>
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