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	<title>Sunderland- SoccerBlog</title>
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	<title>Sunderland- SoccerBlog</title>
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		<title>O Sunderland já desponta como a grande sensação da Premier League na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 17:33:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Há exatos cinco meses, os torcedores do Sunderland festejavam a emocionante vitória por 2 a 1 sobre o Sheffield United no estádio de Wembley, que rendeu o retorno do clube de Tyne and Wear à Premier League após longos e dolorosos oitos anos, marcados inclusive com o rebaixamento à terceira divisão. E como não poderia [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Há exatos cinco meses, os torcedores do Sunderland festejavam a emocionante vitória por 2 a 1 sobre o Sheffield United no estádio de Wembley, que rendeu o retorno do clube de Tyne and Wear à Premier League após longos e dolorosos oitos anos, marcados inclusive com o rebaixamento à terceira divisão.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, o principal objetivo do Sunderland já a partir do dia seguinte ao épico acesso era apenas um: obviamente, vencer a batalha contra a degola. De fato, uma duríssima missão para qualquer clube recém-promovido, em especial na Premier League, tendo em vista que os três que subiram nas últimas duas edições do campeonato foram os mesmos que terminaram rebaixados.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, além deste retrospecto nada favorável pelos lados do Stadium of Light, outros aspectos colocavam em dúvida as reais condições do Sunderland em superar a luta pela sobrevivência na Premier League, a começar a inexperiência do técnico Régis Le Bris, que figura na elite do futebol inglês pela primeira vez na carreira após um único trabalho realizado à frente do Lourient antes de assumir o comando dos <em>Black Cats</em>. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="112459" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/134056961360593197-1-e1761573170174.jpg" alt="" class="wp-image-112459"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Logo no primeiro ano dirigindo o Sunderland, Régis Le Bris já foi capaz de conduzí-lo à Premier League. Em 61 jogos, são 28 vitórias, 17 empates e 16 derrotas do treinador francês pelo clube. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, os 24 pontos de distância em relação a Leeds e Burnley, campeão e vice da Championship League na temporada passada, somada ao fato de que o Sunderland foi dono da pior defesa entre os clubes que conquistaram a promoção à Premier League, também sinalizavam porque o supercomputador da <em>Opta Analyst</em>, por exemplo, apontava os pupilos de Régis Le Bris como os principais candidatos ao rebaixamento, registrando 66% de chances de queda. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida um cenário que mudou por completo depois das nove primeiras rodadas da Premier League, marcadas mais recentemente pela surpreendente vitória do Sunderland sobre o Chelsea por 2 a 1 em pleno Stamford Bridge, que fez os <em>Black Cats</em> passarem a noite do último sábado para o domingo na vice-colocação da tabela com 17 pontos. Aliás, a maior pontuação de um clube vindo da segunda divisão no ano de regresso desde os 20 assinalados pelo Hull City na temporada 2008-09.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Sunderland’s 17 points from their opening nine Premier League games is the best return by a promoted club at this stage of a season since Hull City in 2008-09 (20). <a href="https://t.co/jYTGvyT1fB">pic.twitter.com/jYTGvyT1fB</a></p>&mdash; Opta Analyst (@OptaAnalyst) <a href="https://twitter.com/OptaAnalyst/status/1982123162457292973?ref_src=twsrc%5Etfw">October 25, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">É inegável que o triunfo no Stamford Bridge despertou a atenção da opinião pública em torno do Sunderland, sobretudo porque a equipe havia vencido somente uma partida atuando fora de seus domínios até então pela Premier League, mais especificamente o Nottingham Forest, pelo placar mínimo, na partida de estreia de Ange Postecoglou após a polêmica demissão de Nuno Espírito Santo. De resto, a campanha como visitante incluia derrotas por 2 a 0 para Burnley e Manchester United, além de um empate sem gols com o Crystal Palace.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, muitos — ou quase todos — imaginavam que o Chelsea venceria com facilidade após Alejandro Garnacho abrir a contagem no Stamford Bridge, logo aos 4 minutos, visto que os <em>Blues</em> vinham embalados em meio a quatro vitórias consecutivas. Contudo, isso não abalou o Sunderland, que seguiu posicionado no 5-4-1 e, através da disciplina defensiva, inteligência na construção de jogadas e da alta capacidade de contra-atacar, virou o placar com gols de Wilson Isidor, ainda no primeiro tempo, e Chemsdine Talbi, nos acréscimos da etapa final. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, a reviravolta do Sunderland deu-se por intermédio das principais virtudes do time que desponta como a grande surpresa da Premier League, até mais do que o vice-colocado Bournemouth, em evolução desde a temporada anterior sob a liderança de Andoni Iraola. Não à toa, a <em>Opta Analyst</em> já coloca os <em>Black Cats</em> com um baixo índice de 9,5% de probabilidade de rebaixamento, lembrando que eles encerraram a 9ª rodada situados no G-4, superando os poderosos Manchester City, Liverpool, Manchester United e Chelsea.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Bournemouth and Sunderland currently sit in the top four of the Premier League after nine games 🍿<br><br>Sunderland were only just promoted to the league 🔥👏 <a href="https://t.co/DlAqJusRCi">pic.twitter.com/DlAqJusRCi</a></p>&mdash; OneFootball (@OneFootball) <a href="https://twitter.com/OneFootball/status/1982569354987475437?ref_src=twsrc%5Etfw">October 26, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, vale ressaltar que o Sunderland não usou nenhuma fórmula mágica para se sobressair na Premier League, na realidade o sucesso do clube é oriundo do planejamento definido e cumprido à risca após o começo da temporada, a julgar que todos os QUINZE reforços que desembarcaram em Tyne and Wear neste meio de ano, que juntos custaram o montante de 187,9 milhões de euros, se encaixam no sistema de jogo de Régis Le Bris. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, as novas peças tornaram viável o funcionamento perfeito da engrenagem do Sunderland, cujo ponto central é ninguém menos que Granit Xhaka, ex-capitão do Bayer Leverkusen na inédita dobradinha do time alemão em 2024, que agora comanda os <em>Black Cats</em> em campo, dada a enorme liderança, técnica, experiência e dedicação. Por essas e outras, mesmo no auge dos 33 anos de idade, o volante suíço é o primeiro do elenco em assistências (3), grandes chances criadas (4), passes certos por jogo (44,2), passes decisivos por partida (1,2) e bolas longas por jogo (4,8) na Premier League.    </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="112485" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/134056961360593197-2-e1761583153382.jpg" alt="" class="wp-image-112485"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Embora o segundo jogador mais velho do plantel, Granit Xhaka é o que percorreu a maior distância até aqui pelo <strong>Sunderland</strong> na atual temporada da Premier League (100,8 km).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o gol da vitória no Stamford Bridge ilustra de forma clara o quão pontual e satisfatória foi a movimentação do Sunderland no mercado de transferências, já que toda a jogada foi realizada por reforços contratados nesta temporada, começando com o lateral Lutsharel Geertruida, passando pelo atacante Brian Brobbey, e terminando com o ponta Chemsdine Talbi, que balançou as redes pela primeira vez com a camisa do clube inglês.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, ao unir juventude e experiência, além de força física e técnica, Régis Le Bris armou os <em>Black Cats</em> de acordo com suas características. Como resultado, por mais que assinalando míseros 42,2% de média de posse de bola na Premier League, o Sunderland tem a segunda melhor defesa da competição ao lado de Manchester City e Tottenham, todos colecionando 7 gols sofridos em nove jogos. Ou seja, um desempenho somente inferior em comparação ao Arsenal, vazado em três oportunidades até o momento.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, fica evidente porque o Sunderland não apenas passou de candidato ao rebaixamento a sensação da Premier League, como também vem fazendo a torcida reviver as áureas fases que estavam absolutamente esquecidas na memória.    </p>
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		<title>A luz voltou a brilhar em Sunderland e no Sunderland</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 14:54:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os últimos oito anos do Sunderland se resumem a quatro duríssimas temporadas na Championship League, isto é, na segunda divisão inglesa, e outras quatro situado no poço ainda mais fundo da terceira, popularmente conhecida como League 1. Pois é, isso explica porque o Stadium of Light (estádio da Luz), literalmente, escureceu desde a última aparição [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Os últimos oito anos do Sunderland se resumem a quatro duríssimas temporadas na Championship League, isto é, na segunda divisão inglesa, e outras quatro situado no poço ainda mais fundo da terceira, popularmente conhecida como League 1.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, isso explica porque o Stadium of Light (estádio da Luz), literalmente, escureceu desde a última aparição do Sunderland na Premier League, marcada pela última colocação na tabela daquela fatídica primavera de 2017, que veria o clima ficar ainda mais obscuro um ano depois com o segundo rebaixamento consecutivo, desta vez à League 1, também como lanterna, porém da Championship League.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, esse pesadelo que parecia não ter fim acabou e o sol voltou a raiar sobre o Stadium of Light há dez semanas, quando o Sunderland bateu o Sheffield United por 2 a 1 no mítico estádio de Wembley, tomado por mais de 82 mil torcedores numa das decisões mais emocionantes dos playoffs da Championship League em todos os tempos, visto que o novato Tom Watson, formado em Wearside, marcou o gol da vitória dos <em>Black Cats</em> nos acréscimos da partida.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, fica evidente porque a estreia do Sunderland na nova temporada da Premier League pode ser considerado um verdadeiro divisor de águas na história do clube de Tyne and Wear, cuja atmosfera criada foi capaz de emocionar até o mais insensível dos torcedores em meio ao som da canção &#8220;Can&#8217;t Help Falling in Love&#8221; (Não consigo evitar me apaixonar), de Elvis Presley, além do mosaíco que retratava a folclórica lenda do Condado de Durham, sobre o gigante verme Lambton que aterrorizava a região nos tempos medievais, e foi morto por um herói local galante. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="355" data-id="110037" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-14-e1755538368255.jpg" alt="" class="wp-image-110037"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Após 3.017 dias o Sunderland voltou a disputar a Premier League no Stadium of Light, período entre o revés por 2 a 0 frente o Swansea em 2017 e o atual triunfo por 3 a 0 sobre o West Ham.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a vitória por 3 a 0 diante do West Ham, a maior do Sunderland num jogo válido pela rodada inicial da Premier League desde 1974, acabou retribuindo da melhor forma possível o retorno dos <em>Black Cats</em> à Premier League. A propósito, um resultado construído no segundo tempo da partida através dos tentos dos remanescentes da temporada passada Eliezer Mayenda, Daniel Ballard e Wilson Isidor.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, é importante destacar que a estreia do Sunderland na atual temporada veio provida de diversas novidades, a julgar que somente três jogadores que disputaram a decisão dos playoffs da Championship League iniciaram o jogo contra o West Ham entre os titulares, como foram os casos do lateral-direito Trai Hume, do atacante Eliezer Mayenda, além do zagueiro goleador Daniel Ballard, que balançou as redes tanto em Wembley quanto no Stadium of Light.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, oito jogadores estrearam pelo Sunderland no primeiro jogo desta nova temporada, ou seja, nada menos que o reflexo da grande reformulação realizada pelos <em>Wearsiders</em> neste meio de ano, obviamente, com a intenção de vencer a intensa batalha para sobreviver na elite do futebol inglês, algo que os três promovidos das últimas duas temporadas não conseguiram mediante a disparidade envolvendo clubes da Championship League e da Premier League.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não por um acaso, 165 milhões de euros foram investidos pelo Sunderland, nesta que já é a janela de transferências mais valiosa desde sua fundação em 1879, composta pela chegada do montante de onze novos reforços, lembrando que as recentes compras de Habib Diarra (€ 31,5 milhões), Enzo Le Fée (€ 23 milhões), Chemsdine Talbi (€ 23 milhões) e Simon Andigra (€ 24,4 milhões) integram a lista das transações mais caras do clube do nordeste da Inglaterra.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Sunderland gastou € 170 Milhões neste verão:<br><br>🇫🇷 Mukiele (€12M)<br>🇸🇳 Diarra (€31.5M)<br>🇫🇷 Le Fée (€23M)<br>🇲🇦 Talbi (€23M)<br>🇨🇮 Adingra (€21M)<br>🇨🇩 Sadiki (€17M)<br>🇲🇿 Reinildo (livre)<br>🇨🇭 Xhaka (€20M)<br>🇳🇱 Roefs (€14.5M)<br>🇪🇸 Marc Guiu (Empréstimo)<br>🇨🇩 Masuaku (livre)<br>🇵🇾 Alderete (€12M) <a href="https://t.co/OP3ULCVInQ">pic.twitter.com/OP3ULCVInQ</a></p>&mdash; Sunderland Brasil (@BRASunderland) <a href="https://twitter.com/BRASunderland/status/1957067757792424073?ref_src=twsrc%5Etfw">August 17, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, o Sunderland desponta como o clube que realizou o maior número de contratações até aqui na atual edição da Premier League, basicamente repetindo o que fez o Nottingham Forest depois da promoção em 2022. De qualquer maneira, apesar da agitada movimentação nessa janela os <em>Black Cats</em> continuam ativos no mercado, haja vista as recentes propostas oferecidas ao ponta-direita Abdul Fatawu, do Leicester, e ao zagueiro Jhon Lucumí, do Bologna.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, é a chegada de Granit Xhaka que mais animou a torcida do Sunderland em virtude da enorme qualidade técnica e, especialmente, da liderança exercida pelo ex-jogador do Bayer Leverkusen, que ficou nítida já na partida de estreia frente do West Ham, na qual o volante suíço tomou a palavra dos jogadores no centro do círculo formado por eles antes da bola rolar.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que a vinda de Granit Xhaka, somada as de Reinildo e Arthur Masuaku, sinaliza a clara intenção do Sunderland em dar maior experiência ao plantel. Quer dizer, um movimento imprescindível para o clube detentor do segundo elenco mais jovem da Premier League apenas atrás do Chelsea (24,5 anos), já incluindo essas três novas peças, que além disso também é presidido pelo novato Kyril Louis-Dreyfus, de somente 27 anos de idade. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="110114" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-15-e1755612649406.jpg" alt="" class="wp-image-110114"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Iniciando somente a segunda temporada no Sunderland, Régis Le Bris coleciona 24 vitórias, 14 derrotas e 14 empates em 52 jogos pelo clube.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, Régis Le Bris é outro grande personagem do Sunderland que se enquadra neste perfil jovial do clube, uma vez que o treinador com doutorado em fisiologia e biomecânica, ainda diplomado em treinamento mental de atletas de elite, realiza o segundo trabalho na carreira após uma década nas categorias de base do Lorient, antes de assumir a liderança da equipe principal francesa durante duas temporadas a partir de 2022. Em seguida, ele conduziu os <em>Wearsiders</em> à Premier League logo no ano de estreia no futebol inglês.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, é impossível saber como Régis Le Bris e os seus comandados reagirão à pressão de 49 mil torcedores no Stadium of Light, uma das arenas mais intimidantes da Inglaterra, nos instantes em que o Sunderland estiver em desvantagem num jogo de Premier League, afinal, trata-se de uma condição jamais vivenciada por quase todos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a realidade é que a caminhada do Sunderland para se manter na Premier League, que começou com a conquista de três valiosos pontos sobre um adversário direto na briga contra o descenso, será árdua, longa e repleta de desafios, dentro e fora das quatro linhas.</p>
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		<title>Acabou a maldição de Wembley!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 21:14:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sem erguer um caneco há 48 anos em Wembley, o Sunderland enfim acabou com a &#8220;maldição&#8221; que há tempos o atormentava no mítico estádio da capital inglesa, ao faturar o inédito título da EFL Trophy 2020/21. O tento marcado por Lynden Gooch diante do Tranmere Rovers no estádio de Wembley é, certamente, um dos gols [...]</p>
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<p>Sem erguer um caneco há 48 anos em Wembley, o Sunderland enfim acabou com a &#8220;maldição&#8221; que há tempos o atormentava no mítico estádio da capital inglesa, ao faturar o inédito título da <em>EFL Trophy</em> 2020/21. </p>



<p>O tento marcado por Lynden Gooch diante do Tranmere Rovers no estádio de Wembley é, certamente, um dos gols mais importantes da história do Sunderland, afinal, ele garantiu o título da <em>EFL Trophy </em>ao time do norte da Inglaterra, o que significa que os <em>Black Cats</em> quebraram o longo jejum de 48 anos sem títulos no maior templo do futebol mundial. Para quem não sabe, a <em>EFL Trophy</em> é uma copa disputada apenas por equipes que disputam a <em>League 1</em> e a <em>League 2</em>, que correspondem a Terceira e Quarta divisões da Inglaterra.   </p>



<p>E pelo fato da competição reunir somente clubes de divisões inferiores do futebol inglês, ela não tem grande representatividade no mundo da bola. Em contrapartida, os <em>Black Cats</em> encararam o torneio como uma verdadeira Copa do Mundo, especialmente porque eles não davam a volta olímpica em Wembley desde 1973, quando o conjunto de Wearside venceu a <em>FA Cup</em> após o triunfo sobre o Leeds United pelo placar mínimo. De lá para cá, foram só insucessos atuando no <em>Palco das Lendas</em>, o que levou a torcida do Sunderland a acreditar que existia uma maldição no estádio.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="572" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/03/blog-16-1024x572.jpg" alt="" data-id="40165" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/03/blog-16-e1615919454284.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=40165" class="wp-image-40165"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Ian Porterfield era o autor do último gol que garantiu um título ao Sunderland no estádio de Wembley. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>Contudo, essa crença em uma maldição aumentou pra valer depois da decisão da própria <em>EFL Trophy</em>, em 31 de março de 2019. Na ocasião, Sunderland e Portsmouth realizaram uma emocionante partida, que terminou empatada em 1 a 1 tanto no tempo normal quanto na prorrogação. Logo, com a igualdade de 2 a 2 no placar, a finalíssima foi definida nas penalidades, aonde os <em>Black Cats</em> levaram a pior ao perderem por 5 a 4. </p>



<p>E como não poderia deixar de ser, o revés frente o Portsmouth abalou os torcedores do Sunderland, dando-lhes a nítida impressão de que a &#8220;maldição de Wembley&#8221; jamais seria quebrada, sobretudo porque o clube seis vezes campeão inglês havia perdido a sua SÉTIMA final consecutiva no estádio londrino, sendo uma válida pela <em>FA Cup</em>, duas pela Copa da Liga Inglesa, três pelos play-offs de acesso, além desta, pela <em>EFL Trophy</em>.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="547" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/03/blog-17-1024x547.jpg" alt="" data-id="40173" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/03/blog-17-e1615920678196.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=40173" class="wp-image-40173"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Na Netflix, você pode acompanhar a série “Sunderland Til I Die”, que documenta fatos vividos pelo Sunderland desde a temporada 2017/18. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p>Aliás, sofrimento é o que não falta pelos lados de Wearside nos últimos anos, tendo em vista que o Sunderland jamais regressou à Premier League desde a queda à Segunda Divisão em 2017, muito pelo contrário, o time ainda foi rebaixado para a Terceira Divisão na temporada seguinte (2017/18). Atualmente, os <em>Black Cats</em> ocupam a quarta posição na <em>League 1</em> com 60 pontos, o que lhes garantiria ao menos uma vaga nos playoffs de acesso do campeonato, lembrando que míseros dois pontos os separam do vice-colocado Peterborough, o primeiro classificado direto à Championship League. </p>



<p>No entanto, é importante salientar que o abrupto declínio dos <em>Black Cats</em> deu-se especialmente em função da pífia gestão do ex-dono do clube, Ellis Short. Todavia, a situação também não melhorou depois que Stewart Donald tomou posse do Sunderland, que por este motivo, foi vendido no mês passado para o novato Kyril Louis-Dreyfus, de apenas 23 anos de idade. Assim, o suíço &#8211; filho de um ex-proprietário do Olympique de Marselha &#8211; se tornou o presidente mais jovem de um time na <em>Terra da Rainha</em>, e logo de cara já comemorou o primeiro título no cargo.</p>



<p>Por fim, a verdade é que a conquista da <em>EFL Trophy</em> representa uma luz no fim do túnel para os <em>Black Cats</em>. Há cinco anos, eles até se envergonhariam de comemorar esse título, porém hoje a realidade é outra, e a vitória sobre o Tranmere Rovers pode ser o início de uma era positiva no clube inglês daqui pra frente, aonde vice-campeonatos, fugas de rebaixamentos e descensos, darão lugar a comemorações e alegrias&#8230; pelo menos é esta a sensação que os torcedores do Suderland tem no momento, afinal, a maldição de Wembley acabou!  </p>
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