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		<title>Estados Unidos supreendem e avançam com autoridade na Copa de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 18:49:15 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">Os Estados Unidos chegaram para a disputa da Copa do Mundo de 2026 cercados por uma enorme desconfiança. Apesar de atuar em casa e contar com uma geração considerada talentosa, os norte-americanos apresentaram um desempenho bastante abaixo das expectativas nos amistosos disputados ao longo do ano. As derrotas nos amistosos contra Bélgica (5&#215;2), Portugal (2&#215;0) e Alemanha (2&#215;1), somadas as atuações inconsistentes às vésperas do Mundial fizeram crescer o pessimismo entre torcedores e analistas, que passaram a questionar até mesmo a capacidade dos <em>Yankees</em> de avançarem para a fase eliminatória do torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">A situação se tornava ainda mais preocupante quando observávamos o ambiente interno da seleção. Além das dificuldades apresentadas dentro das quatro linhas, os Estados Unidos também conviveram com alguns ruídos fora de campo. O técnico Mauricio Pochettino chegou a criticar publicamente Timothy Weah antes da Copa do Mundo, gerando questionamentos sobre o clima no vestiário norte-americano. Não era exatamente o cenário ideal para um país que tinha a responsabilidade de sediar o maior evento do futebol mundial.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por essa razão, muitos especialistas apontavam os norte-americanos como uma das possíveis decepções da competição. Havia inclusive quem acreditasse que os Estados Unidos poderia terminar apenas na terceira colocação de um grupo considerado bastante acessível, composto por Paraguai, Austrália e Turquia. A expectativa era de uma disputa equilibrada pela classificação, sem qualquer favoritismo evidente para os anfitriões.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, bastaram noventa minutos para que boa parte dessas projeções fosse completamente alterada. Na estreia diante do Paraguai, os Estados Unidos apresentaram uma atuação segura, intensa e extremamente eficiente. A vitória por 4 a 1 sobre a seleção que sofreu míseros 10 gols em 18 jogos pelas Eliminatórias não apenas garantiu três pontos importantes, mas também serviu para devolver a confiança a uma equipe que vinha sendo bastante contestada. Mais do que o resultado, chamou atenção a forma dominante como os norte-americanos controlaram a partida.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="117485" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/06/esboco-2-e1782066179399.jpg" alt="" class="wp-image-117485"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Décimo sétimo colocado no ranking da FIFA, os Estados Unidos vem fazendo jus ao fato de ser a seleção melhor posicionada entre os quatro integrantes do grupo D da Copa de 2026.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O triunfo sobre os paraguaios rapidamente transformou a percepção em torno dos Estados Unidos. De candidato a possível fracasso, a seleção passou a ser vista como uma das grandes surpresas positivas deste início de Copa do Mundo. A confiança adquirida naquela estreia ficou evidente dentro de campo e acabou sendo levada para o compromisso seguinte diante da Austrália.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na segunda rodada, os Estados Unidos confirmaram o bom momento ao derrotarem os australianos por 2 a 0. A vitória foi construída ainda no primeiro tempo, quando um gol contra do zagueiro Cameron Burgess abriu o placar para os anfitriões. Pouco antes do intervalo, Alexander Freeman ampliou a vantagem e definiu o resultado da partida. Com isso, os norte-americanos alcançaram seis pontos e encaminharam de forma antecipada a classificação para a próxima fase.</p>



<p class="has-medium-font-size">Um dos aspectos mais interessantes dessa vitória foi justamente a ausência de Christian Pulisic. Principal referência técnica da seleção norte-americana, o atacante do Milan ficou fora da partida, obrigando Mauricio Pochettino a buscar alternativas para reorganizar sua equipe. A resposta veio através de uma mudança tática significativa, demonstrando a capacidade de adaptação do experiente treinador de 54 anos de idade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diferentemente da estreia contra o Paraguai, quando os Estados Unidos atuaram em um sistema 4-2-3-1 mais tradicional, diante da Austrália os <em>Yankees</em> entraram em campo utilizando três zagueiros. A alteração proporcionou maior segurança defensiva sem comprometer a agressividade ofensiva. Ademais, evidenciou a versatilidade de um elenco que parece cada vez mais confortável em diferentes modelos de jogo.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Os 🇺🇸 EUA venceram jogos consecutivos num Campeonato do Mundo pela 2.ª vez: só tinham 2 jogos seguidos na prova em 1930, logo na 1.ª edição da competição <a href="https://t.co/QtVOmsgDFF">pic.twitter.com/QtVOmsgDFF</a></p>&mdash; Playmaker (@playmaker_PT) <a href="https://x.com/playmaker_PT/status/2068083530106638833?ref_src=twsrc%5Etfw">June 19, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Chris Richards desempenhou um papel fundamental nesse sistema ao atuar praticamente como um líbero. Além de suas responsabilidades defensivas, o jogador participou ativamente da saída de bola, contribuindo para a construção das jogadas desde os primeiros metros do campo. Ao seu lado, Alexander Freeman e Tim Ream completaram uma linha defensiva bastante sólida durante toda a partida.</p>



<p class="has-medium-font-size">No meio-campo, Tyler Adams e Weston McKennie mais uma vez demonstraram sua importância para o equilíbrio dos Estados Unidos. Ambos ofereceram intensidade na marcação e qualidade na transição ofensiva. Já Malik Tillman aproveitou a ausência de Christian Pulisic para assumir maior protagonismo criativo, participando com frequência das jogadas mais perigosas produzidas pelos norte-americanos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro destaque importante foi a atuação dos alas Sergiño Dest e Antonee Robinson. Quando os Estados Unidos tinham a posse da bola, ambos avançavam praticamente como pontas, ampliando o campo e oferecendo profundidade ao ataque. Já nos momentos defensivos, retornavam rapidamente para compor uma linha de cinco jogadores, tornando a seleção norte-americana extremamente organizada sem a bola.</p>



<p class="has-medium-font-size">No setor ofensivo, Folarin Balogun manteve o bom nível apresentado desde a estreia. Depois de marcar dois gols contra o Paraguai, o camisa 20 voltou a ser uma peça importante no jogo frente a Austrália. Ao seu lado, Ricardo Pepi teve a missão de substituir Christian Pulisic e conseguiu colaborar para manter o ataque norte-americano funcionando de maneira eficiente durante toda a partida.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">CLASSIFICAÇÃO COM RECORDE! 🇺🇸🇺🇸🇺🇸<br><br>Com a vitória por 2-0, os Estados Unidos garantiram a classificação e ainda igualaram o recorde histórico de 6 gols marcados na fase de grupos da Copa do Mundo de 1930. Os anfitriões começaram com tudo! <a href="https://t.co/oICGYPNue1">pic.twitter.com/oICGYPNue1</a></p>&mdash; Flashscore.com.br (@FlashscoreBR) <a href="https://x.com/FlashscoreBR/status/2068079940990279732?ref_src=twsrc%5Etfw">June 19, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Naturalmente, é preciso considerar também o nível dos adversários enfrentados até aqui. Paraguai e Austrália não figuram entre as principais forças desta Copa do Mundo, o que exige cautela antes de colocar os Estados Unidos entre os grandes candidatos ao título. Ainda assim, o desempenho apresentado pelos comandados de Mauricio Pochettino foi superior ao esperado e, por contrariar totalmente as expectativas, merece reconhecimento.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro fator que vem contribuindo para o crescimento da seleção norte-americana é justamente o apoio da torcida. Atuando em seus domínios, os Estados Unidos têm encontrado ambientes extremamente favoráveis. A partida contra a Austrália, disputada em Seattle, exemplificou bem essa situação. A cidade possui forte tradição ligada ao futebol através do Seattle Sounders, criando uma atmosfera vibrante e capaz de impulsionar ainda mais o desempenho dos jogadores.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com a classificação antecipada como líder do grupo D garantida para os 16 avos-de-final, os Estados Unidos apenas cumprirá tabela no confronto diante da lanterna Turquia na última rodada da fase de grupos. Todavia, mais importante do que a posição final, é a sensação de que os norte-americanos finalmente encontraram uma identidade dentro da competição. Aquela seleção cercada por dúvidas antes do Mundial parece ter ficado para trás, dando lugar a outra confiante, organizada e cada vez mais empolgada diante de sua torcida.</p>
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		<title>Mauricio Pochettino é o novo treinador dos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 15:26:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[América]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pífia participação dos Estados Unidos na última edição da Copa América, sediada pelo próprio país e marcada por sua eliminação na fase de grupos — com direito a reveses frente Panamá e Uruguai —, ao menos serviu para determinar a demissão do técnico Gregg Berhalter. E passados exatos 71 dias desde a queda na [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A pífia participação dos Estados Unidos na última edição da Copa América, sediada pelo próprio país e marcada por sua eliminação na fase de grupos — com direito a reveses frente Panamá e Uruguai —, ao menos serviu para determinar a demissão do técnico Gregg Berhalter.</p>



<p class="has-medium-font-size">E passados exatos 71 dias desde a queda na Copa América, período em que inclui a derrota ante o Canadá (2 a 1) e o empate com a Nova Zelândia (1 a 1), os <em>Yankees</em>, enfim, confirmaram Mauricio Pochettino como novo treinador da seleção, uma notícia que já vinha sendo vinculada desde agosto, mas que ainda não estava concretizada em função do imbróglio que envolveu a saída de Pochettino do Chelsea.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que o acordo entre Mauricio Pochettino e os Estados Unidos foi idealizado pelo diretor de futebol da seleção, Matt Crocker, que trabalhou com Pochettino no Southampton há dez anos. Todavia, o vínculo do treinador argentino junto ao Chelsea era válido até julho de 2025, e além do altíssimo salário, a multa rescisória prevista no contrato deixaria de ser paga caso ele arrumasse um novo emprego. Consequentemente, a negociação se arrastou por longas semanas, até porque os <em>Blues</em> priorizavam a janela de transferências. </p>



<figure class="wp-block-pullquote"><blockquote><p>A decisão de assumir os Estados Unidos não foi só sobre futebol para mim: é sobre a jornada que essa seleção e esse país estão fazendo. A energia, a paixão e a fome de alcançar algo verdadeiramente histórico aqui, tudo isso me inspirou.</p><cite>Mauricio Pochettino, novo treinador dos Estados Unidos</cite></blockquote></figure>



<p class="has-medium-font-size">Apesar de acumular passagens por clubes da Premier League, Ligue 1 e LaLiga, Mauricio Pochettino jamais trabalhou em seleções, o que significa que trata-se algo novo e desconhecido na carreira do treinador de 52 anos de idade, que desembarca em baixa nos Estados Unidos após comandar o Chelsea na temporada passada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Embora sexto colocado na Premier League, era esperado um desempenho melhor do time que gastou quase meio bilhão de euros em reforços. Logo, por mais que Mauricio Pochettino ressalte tanto o projeto quanto o caminho trilhado pelos norte-americanos, a realidade é que a escassez de propostas de grandes clubes europeus acabaram resultando na sua ida aos Estados Unidos, afinal, estamos nos referindo a um treinador caro e de classe mundial, cuja intenção era se manter no mais alto nível.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/14-7-1024x683.jpg" alt="" data-id="98426" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/14-7-e1726081049468.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=98426" class="wp-image-98426"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em cinco anos ou 73 jogos sob o comando de Gregg Berhalter, os Estados Unidos conquistaram dois títulos da Liga das Nações da Concacaf, e um da Copa Ouro.  </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, é importante destacar que o nome de Mauricio Pochettino agitou o mercado na última janela de transferências, a julgar pelos interesses de Newcastle, Manchester United e, posteriormente, da seleção inglesa devido a saída de Gareth Southgate ao término da Euro 2024. Em contrapartida, os rumores sobre a possível ida aos Estados Unidos ganharam maiores proporções depois que Jurgen Klopp recusou o convite dos <em>Yankees</em>.     </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, é óbvio que diversos fatores motivaram Mauricio Pochettino a aceitar o desafio de comandar os Estados Unidos justamente neste momento da carreira, dentre os principais, a desilusão junto ao cenário de clubes da Europa em que os treinadores são cada vez mais descartáveis, além da possibilidade de maximizar o futebol da talentosa geração norte-americana que ainda não correspondeu às expectativas. </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, sobra potencial aos Estados Unidos com os jovens Sergiño Dest, Yunus Musah, Tyler Adams, Weston McKennie, Malik Tillman, Giovanni Reina, Timothy Weah, Folarin Balogun, além do craque da seleção, Christian Pulisic. Ou seja, todos jogadores com idade igual ou inferior a 25 anos, e que defendem grandes equipes do futebol europeu. Em compensação, a falta de profundidade do plantel será o maior obstáculo de Mauricio Pochettino. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, as expectativas em torno dos Estados Unidos serão ainda maiores, dada a enorme capacidade de Mauricio Pochettino no que diz respeito ao desenvolvimento de jovens promissores, herdada desde a sua formação como treinador sob a orientação de Marcelo Bielsa. Inclusive, por saber o quão complicado é moldar atletas veteranos ou renomados no mundo da bola, Pochettino prefere trabalhar com os mais novatos, o que explica o sucesso alcançado nas cinco temporadas à frente do Tottenham. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/14-8-1024x683.jpg" alt="" data-id="98464" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/09/14-8-e1726088346947.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=98464" class="wp-image-98464"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Depois de passagens por Espanyol, Southampton, Tottenham, PSG e Chelsea, Mauricio Pochettino realizará o sexto trabalho na carreira ao dirigir os Estados Unidos.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, Mauricio Pochettino nunca negou o desprazer de trabalhar no Paris Saint-Germain, especialmente por conta das dificuldades em gerir o estrelado vestiário do Parque dos Príncipes. Na ocasião, o maior problema do ex-técnico do Chelsea foi convencer Kylian Mbappé, Neymar e Lionel Messi a contribuírem na fase defensiva do time ao recompor a marcação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Sob este aspecto, o comandante argentino certamente não encontrará entraves nos Estados Unidos, tendo em vista que o maior nome da seleção, Christian Pulisic, não tem perfil individualista. Portanto, será tranquilo para Mauricio Pochettino implementar a sua filosofia de jogo baseada tanto na pressão com as linhas altas, quanto na posse de bola, isto é, características que se encaixam ao atual elenco dos <em>Yankees</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">De acordo com o seu rico histórico, Mauricio Pochettino é o treinador mais bem-sucedido contratado pelos Estados Unidos desde Jurgen Klinsmann, que dirigiu a seleção entre 2011 e 2016, depois de passagens por Alemanha e Bayern de Munique. Isto posto, é inegável que todo este prestígio, aliado a inusitada possibilidade de disputar uma Copa do Mundo à beira de campo, também são elementos que estimularam Pochettino nesta inédita trajetória.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, paralelos envolvendo as contratações de Jurgen Klinsmann e Mauricio Pochettino podem ser traçados na atualidade, pois ambos chegaram aos Estados Unidos repleto de expectativas após sucederem Bob Bradley e Gregg Berhalter, respectivamente. Em outras palavras, treinadores norte-americanos que realizaram bons trabalhos mas estagnaram em meio ao desgaste oriundo de mais de 70 jogos no cargo.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, a chegada de Mauricio Pochettino renovou completamente as esperanças do país que será uma das co-sedes da próxima Copa do Mundo, daqui a dois anos.  </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2024/09/12/mauricio-pochettino-e-o-novo-treinador-dos-estados-unidos/">Mauricio Pochettino é o novo treinador dos Estados Unidos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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