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		<title>Bayern de Munique, bicampeão alemão 2025-26</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 15:02:05 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">O som da Allianz Arena na tarde de ontem (19) não era apenas de celebração. Era de confirmação. Como um relógio que nunca para de girar, o Bayern de Munique voltou a fazer aquilo que transformou em rotina: vencer. E vencer com autoridade. Ao derrotar o Stuttgart por 4 a 2, o <em>Gigante da Baviera</em> escreveu mais um capítulo de uma história que parece não conhecer interrupções. Não era apenas mais um jogo, tampouco mais um título. Era a reafirmação de um domínio que ultrapassa números e invade o território simbólico do futebol europeu. Um domínio que não pede licença — ele simplesmente acontece.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com a vitória, o Bayern chegou ao seu 35º título da Bundesliga. Um número que, por si só, já impressiona. Mas quando se observa o recorte recente — 13 conquistas nas últimas 14 temporadas — a dimensão se torna quase desconfortável para quem tenta encontrar equilíbrio competitivo no certame do futebol alemão. A <em>Meisterschale</em> foi erguida com quatro rodadas de antecedência, sustentada por uma vantagem de 15 pontos sobre o vice-líder Borussia Dortmund. Uma diferença que não deixa espaço para interpretações dúbias. Não foi disputa. Foi imposição. E no topo dessa montanha, mais uma vez, estão os bávaros.</p>



<p class="has-medium-font-size">Curiosamente, o roteiro da partida decisiva não foi linear. O Stuttgart ousou. Abriu o placar e, por alguns minutos, flertou com o improvável. Mas há algo que define grandes equipes: a resposta. E o Bayern respondeu como poucos sabem fazer. Com frieza, com técnica e com um senso coletivo que transforma momentos de adversidade em oportunidades de afirmação. Os tentos de Rafael Guerreiro, Nicolas Jackson, Alphonso Davies e Harry Kane não foram apenas gols — foram manifestações de um time que entende exatamente quando acelerar, quando controlar e quando decidir.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">🇩🇪 𝗙𝗖 𝗕𝗔𝗬𝗘𝗥𝗡 𝗩𝗜𝗥𝗔 𝗣𝗥𝗔 𝗖𝗜𝗠𝗔 𝗗𝗢 𝗩𝗳𝗕 𝗦𝗧𝗨𝗧𝗧𝗚𝗔𝗥𝗧 𝗘 𝗦𝗘 𝗖𝗢𝗡𝗦𝗔𝗚𝗥𝗔 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗨𝗠𝗔 𝗩𝗘𝗭 𝗖𝗔𝗠𝗣𝗘𝗔̃𝗢 𝗔𝗟𝗘𝗠𝗔̃𝗢! 🐻🔴⚪️🏆<br><br>É CAMPEÃO! O FC Bayern de Munique (1º) garantiu matematicamente o título da Bundesliga 2025/26 com quatro rodadas… <a href="https://t.co/1pGGH62H0S">pic.twitter.com/1pGGH62H0S</a></p>&mdash; Fussball Brasil (@FussballBR) <a href="https://twitter.com/FussballBR/status/2045917195104858574?ref_src=twsrc%5Etfw">April 19, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E talvez seja justamente esse o grande traço da equipe de Vincent Kompany: o poderio ofensivo. São 109 gols marcados na Bundesliga, um número que ultrapassa estatísticas e entra no campo da brutalidade competitiva. Quarenta gols a mais que qualquer outro concorrente. Não é somnete o melhor ataque — é um ataque que cria distância, que impõe respeito, que redefine padrões. E ao mesmo tempo, paradoxalmente, o Bayern de Munique também ostenta a melhor defesa do campeonato, com apenas 28 tentos sofridos. Um equilíbrio que transforma potência em hegemonia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ao quebrar o recorde histórico de gols em uma edição da Bundesliga — superando a marca de 101 gols da temporada 1971-72 — o Bayern dialoga com o próprio passado. E quando um clube começa a competir consigo mesmo, é sinal de que já ultrapassou os limites da comparação externa. Não se trata mais de ser melhor que os outros. Trata-se de ser melhor que aquilo que já foi. E isso, no futebol moderno, é uma das formas mais puras de grandeza.</p>



<p class="has-medium-font-size">No comando desse projeto está Vincent Kompany. Um nome que, até pouco tempo atrás, ainda carregava dúvidas naturais sobre sua capacidade em um gigante europeu. Mas o tempo — e os resultados — tratam de responder. Bicampeão da Bundesliga, Kompany consolida uma trajetória que começou com destaque ao levar o Burnley ao título da Championship League há três anos. Sua chegada ao Bayern, após a quebra de hegemonia pelo Bayer Leverkusen na temporada 2023/24, parecia um recomeço. Hoje, soa como continuidade de grandeza.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116486" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/134196928221705637-8-e1776695870361.jpg" alt="" class="wp-image-116486"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong><em>Vincent Kompany conquistou o bicampeonato alemão na segunda temporada à frente do Bayern. No geral, são 79 vitórias, 13 empates e 11 derrotas, em 103 jogos pelo clube alemão.</em></strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E se há um símbolo dentro de campo, esse nome é Harry Kane. Em sua melhor temporada da carreira, o atacante inglês transcendeu o papel de artilheiro. Tornou-se construtor, articulador, referência emocional e tática. Um jogador que não apenas finaliza jogadas, mas que participa de sua criação desde a origem. Sua presença redefine o funcionamento do ataque bávaro e o coloca, com legitimidade, na discussão pela Bola de Ouro. Porque existem números — e existe impacto. O camisa 9 entrega os dois.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ao seu redor, um conjunto que potencializa essa engrenagem. A chegada de Luis Díaz adicionou verticalidade, imprevisibilidade, ruptura. Serge Gnabry reencontrou sua melhor versão, oferecendo consistência e agressividade atuando centralizado no ataque. E Michael Olise surge como uma revelação que já não aceita mais o rótulo de promessa. Ele não apenas joga bem — ele decide, ele desequilibra, ele transforma o jogo em vantagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o crescimento do Bayern não se limita ao ataque. Konrad Laimer evoluiu de um jogador funcional para uma peça determinante na lateral. Aleksandar Pavlović começa a cumprir as promessas que o cercavam, assumindo protagonismo com maturidade rara. E no centro de tudo isso, como uma engrenagem silenciosa, está Joshua Kimmich. Líder, cérebro, equilíbrio. Um jogador que conecta setores e sustenta a identidade coletiva da equipe.</p>



<p class="has-medium-font-size">E há também a presença simbólica de Manuel Neuer. Em sua décima quinta temporada na Baviera, ele não é apenas um goleiro. É uma verdaddeira instituição. Um guardião de um modelo de jogo que exige coragem, leitura e personalidade. Ainda que no auge dos 40 anos de idade, ele defende, participa, constrói e lidera. Sua longevidade em alto nível é reflexo de uma cultura vencedora que o Bayern cultiva há décadas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="116494" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/134196928221705637-9-e1776696531918.jpg" alt="" class="wp-image-116494"/><figcaption class="wp-element-caption"><em><strong>Com mais esta conquista, o Bayern de Munique chegou a incrível marca de 35 títulos alemães. Para se ter uma ideia, o segundo clube na lista de campeões é o Nurnberg, com apenas nove.</strong></em></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Sob todos estes aspectos, esse Bayern de Munique pode ser definido em três pilares: versatilidade, eficiência e fluidez tática. Três conceitos que, quando combinados, criam algo raro no futebol. Um time capaz de se adaptar sem perder identidade, de ser agressivo sem perder controle, de dominar sem se tornar previsível. E é justamente essa combinação de fatores que o transforma em uma das equipes mais completas do futebol na atualidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">A temporada, no entanto, ainda reserva desafios maiores. O Bayern está vivo na luta pela tríplice coroa. Semifinalista da DFB-Pokal contra o Bayer Leverkusen e também da Champions League, onde enfrentará o atual campeão Paris Saint-Germain, o clube alemão se aproxima de um feito que já marcou gerações anteriores. Repetir os feitos de 2013 e 2020 a tríplice não são apenas possíveis, mas sim plausíveis.</p>



<p class="has-medium-font-size">E quando olhamos para os números, a ambição ganha ainda mais força. O recorde de 91 pontos na Bundesliga sob o comando de Jupp Heynckes na temporada 2012/13, estabelecido naquele ano histórico, ainda está ao alcance. Contabilizando 79 pontos e tendo 12 ainda em disputa, o Bayern não corre apenas contra adversários. Corre contra a própria história. E essa talvez seja a corrida mais difícil — e mais fascinante — de todas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque no fim das contas, existe uma pergunta que sempre paira sobre a Bundesliga. Um questionamento que insiste em surgir sempre que o Bayern levanta mais uma taça. A liga é fraca ou os bávaros são forte demais? É domínio ou desigualdade? É mérito ou contexto? Perguntas legítimas, que fazem parte do debate. Mas que, nesta temporada, encontram uma resposta mais clara.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque este Bayern não é unicamente dominante. Ele é completo. Ele é consistente. Ele é, acima de tudo, extraordinário. Ou seja: muito mais do que a soma de suas partes. E talvez a pergunta correta não seja se o <em>Gigante da Baviera</em> é tão bom assim… mas sim: quem, hoje, é capaz de alcançá-lo?</p>
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		<title>Union Berlin desafia a história: Marie-Louise Eta assume o time em cenário de pressão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 18:08:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Conhecido como o “Clube do Povo”, o Union Berlin construiu sua identidade a partir de uma relação visceral com sua torcida e com a região que representa. Um clube que sempre valorizou o coletivo acima de tudo, a resistência acima da vaidade e a história acima de qualquer modismo. Pois é, e talvez seja justamente [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Conhecido como o “Clube do Povo”, o Union Berlin construiu sua identidade a partir de uma relação visceral com sua torcida e com a região que representa. Um clube que sempre valorizou o coletivo acima de tudo, a resistência acima da vaidade e a história acima de qualquer modismo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e talvez seja justamente por isso que, mais uma vez, o Union Berlin se coloca no centro de um movimento histórico no futebol europeu. Ao anunciar Marie-Louise Eta como treinadora da equipe principal, o clube alemão rompe uma barreira que durante décadas parecia intransponível dentro das cinco principais ligas do continente. Um gesto que não apenas redefine o presente da instituição, mas que também projeta novas possibilidades para o futuro do esporte.</p>



<p class="has-medium-font-size">A decisão do Union Berlin acontece em um momento delicado dentro da temporada. Após a derrota por 3 a 1 para o Heidenheim na rodada anterior da Bundesliga, o clube optou pela saída de Steffen Baumgart, refletindo uma sequência de resultados irregulares que comprometeram a estabilidade da equipe. A troca no comando técnico não é apenas uma tentativa de reação esportiva, mas também uma aposta ousada em um novo perfil de liderança. E nesse contexto de pressão, urgência e necessidade de resposta imediata, surge a figura de Marie-Louise Eta como protagonista de uma mudança que carrega peso histórico e responsabilidade esportiva em igual medida.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com apenas 34 anos de idade, Marie-Louise Eta assume o Union Berlin a cinco rodadas do término da Bundesliga, em um cenário onde cada ponto pode ser decisivo para a permanência na elite. O time ainda luta contra o rebaixamento, estando a sete pontos do St. Pauli, que ocupa a posição de play-off de repescagem. Ou seja, o desafio é tão claro quanto complexo: salvar a temporada do clube que jamais foi rebaixado desde que passou a ocupar o primeiro escalão do futebol alemão, e neste instante luta contra a degola. É nesse ambiente de alta tensão que Eta terá seu primeiro grande teste como treinadora profissional.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr">+++ Neue Kraft für den Endspurt: Marie-Louise <a href="https://twitter.com/hashtag/Eta?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Eta</a> übernimmt +++<br><br>Die Profimannschaft der Männer wird die Schlussphase der Saison und den Kampf um den Klassenerhalt unter der Leitung von Marie-Louise Eta angehen, bisherige Trainerin der U19-Junioren und künftige Cheftrainerin der… <a href="https://t.co/5w84jM4kyu">pic.twitter.com/5w84jM4kyu</a></p>&mdash; 1. FC Union Berlin (@fcunion) <a href="https://twitter.com/fcunion/status/2043086791411142897?ref_src=twsrc%5Etfw">April 11, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Antes de chegar ao banco de reservas como comandante, Marie-Louise Eta construiu sua trajetória dentro das quatro linhas. Ex-meio-campista, ela teve uma carreira sólida, embora interrompida precocemente aos 26 anos devido a lesões. Ainda assim, seu legado como jogadora é relevante. Em 2010, foi campeã da UEFA Women’s Champions League pelo Turbine Potsdam, além de conquistar três títulos da Bundesliga feminina. Uma trajetória vencedora que ajuda a moldar sua visão de jogo e sua compreensão tática, elementos fundamentais para alguém que agora assume um papel de liderança num panorama tão exigente quanto o futebol masculino de elite.</p>



<p class="has-medium-font-size">Sua transição para a área técnica também não foi imediata nem improvisada. Desde 2023, Marie-Louise Eta já fazia parte da comissão técnica do Union Berlin como auxiliar, acumulando experiência, entendimento do elenco e conhecimento profundo da estrutura do clube. Quer dizer, sua promoção não surge como uma aposta vazia, mas como uma evolução natural dentro de um processo interno. Ela conhece o vestiário, entende as dinâmicas do grupo e já participou ativamente das decisões táticas da equipe. Esse fator pode ser determinante em um momento onde o tempo é curto e a necessidade de adaptação precisa ser praticamente instantânea.</p>



<p class="has-medium-font-size">Do ponto de vista tático, Marie-Louise Eta se define como uma treinadora que valoriza um futebol vertical, físico e baseado em transições rápidas. Sua filosofia passa por uma base sólida defensiva, entendida por ela como o ponto de partida para qualquer modelo de jogo competitivo. Ao mesmo tempo, ela busca um equilíbrio que permita acelerar o jogo quando necessário, sem perder o controle do espaço central. Trata-se de uma abordagem moderna, alinhada com as exigências da atualidade, onde intensidade e organização caminham lado a lado.</p>



<p class="has-medium-font-size">A tendência é que o Union Berlin passe por ajustes significativos em seu sistema tático. Sob o comando de Steffen Baumgart, a equipe vinha atuando majoritariamente em um 5-3-2, priorizando uma estrutura mais reativa e defensivamente compacta. Com Marie-Louise Eta, há uma forte possibilidade de transição para um 4-2-3-1, sistema que oferece maior ocupação ofensiva e permite explorar melhor as transições rápidas que fazem parte de sua abordagem. Ainda assim, ela também demonstra familiaridade com o 3-4-3, o que indica flexibilidade e capacidade de adaptação de acordo com o adversário e as características do plantel.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Clasificación de la <a href="https://twitter.com/hashtag/Bundesliga?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Bundesliga</a> 2025-26 tras finalizar la <a href="https://twitter.com/hashtag/J29?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#J29</a>. <a href="https://t.co/fHso4a7mM7">pic.twitter.com/fHso4a7mM7</a></p>&mdash; Sphera Bundesliga (@Sp_Bundesliga) <a href="https://twitter.com/Sp_Bundesliga/status/2043430911203590329?ref_src=twsrc%5Etfw">April 12, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Esse ponto, aliás, é um dos aspectos mais interessantes do perfil de Marie-Louise Eta. Apesar de ter uma ideia clara de jogo, ela mesma reconhece a importância de ser pragmática. O modelo tático, segundo suas próprias palavras, deve se adaptar aos jogadores disponíveis, e não o contrário. Essa visão pode ser crucial em um cenário onde não há tempo para mudanças estruturais profundas. O Union Berlin precisa de respostas imediatas, e isso exige leitura de contexto, inteligência estratégica e capacidade de maximizar o que o grupo de atletas já oferece.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além das questões táticas, existe também o peso simbólico dessa nomeação. Pela primeira vez na história das cinco principais ligas europeias — Bundesliga, Premier League, La Liga, Serie A e Ligue 1 — uma mulher assume o comando de uma equipe masculina de primeira divisão. Um marco que não pode ser ignorado e que inevitavelmente gera repercussão global. Marie-Louise Eta se torna uma pioneira, uma figura que carrega consigo não apenas a responsabilidade de resultados, mas também a representatividade de uma mudança estrutural dentro do futebol.</p>



<p class="has-medium-font-size">Curiosamente, esse momento histórico surge mais de seis décadas após uma frase emblemática de Margaret Thatcher, dita em 1965 durante um discurso na Associação Nacional de Mulheres Urbanas. Na ocasião, ela afirmou: “Na política, se você quiser que algo seja dito, peça a um homem. Mas se quiser que algo seja feito, peça a uma mulher.” Uma frase que atravessou gerações e que, de certa forma, ecoa agora dentro do futebol. Um esporte que durante tanto tempo resistiu à presença feminina em posições de liderança e que começa, ainda que lentamente, a rever suas próprias estruturas.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">🇩🇪 Após a promoção de Marie-Louise Eta ao comando do 1. FC Union Berlin, o clube saiu em defesa da treinadora diante de comentários sexistas nas redes sociais.<br><br>Em uma das respostas, o Union rebateu diretamente um usuário e classificou a publicação como sexista. O clube também… <a href="https://t.co/qQsWDYFfyF">pic.twitter.com/qQsWDYFfyF</a></p>&mdash; Fussball Brasil (@FussballBR) <a href="https://twitter.com/FussballBR/status/2044030005550694524?ref_src=twsrc%5Etfw">April 14, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">É interessante notar também como a trajetória de Margaret Thatcher, conhecida como a “Dama de Ferro”, teve impacto indireto no próprio futebol inglês ao combater o hooliganismo durante seu governo. Medidas que, anos depois, contribuíram para a criação da Premier League em 1992, hoje considerada a liga mais poderosa do mundo. Esse paralelo histórico reforça como decisões fora das quatro linhas podem moldar o destino do futebol. E, de certa forma, a chegada de Marie-Louise Eta também se insere nesse contexto de transformação estrutural do esporte.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar de todo o simbolismo, Marie-Louise Eta demonstra encarar sua posição com naturalidade e foco. Ela não vê o fato de ser a primeira mulher nesse contexto como um peso negativo, mas sim como uma oportunidade. Acredita que, com consistência e resultados, pode abrir portas e quebrar paradigmas que ainda limitam a presença feminina no futebol masculino. Sua abordagem é clara: o reconhecimento deve vir pelo trabalho, pela competência e pela capacidade de entregar desempenho dentro de campo.</p>



<p class="has-medium-font-size">O primeiro desafio já está definido e não será simples. O Union Berlin receberá o Wolfsburg na trigésima rodada da Bundesliga, em um confronto direto na batalha contra o rebaixamento que pode definir os rumos finais da equipe da capital na competição. Em outras palavras, um teste imediato de sua capacidade de leitura de jogo, gestão de grupo e implementação de ideias em um curto espaço de tempo. Não há período de adaptação prolongado, não há margem para erro. É entrar, ajustar e competir.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a realidade é que o que está em jogo vai muito além de uma simples troca de treinador. Trata-se de um momento que pode redefinir percepções, abrir caminhos e provocar reflexões profundas dentro do futebol europeu. O Union Berlin, fiel à sua identidade de clube que desafia padrões, mais uma vez se posiciona como agente de mudança. E Marie-Louise Eta, com sua trajetória, suas ideias e sua coragem, passa a escrever um dos capítulos mais emblemáticos da história recente do esporte.</p>
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		<title>Bayern vence no Bernabéu e se impõe sobre Real Madrid com atuação de gigante</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 14:24:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Vincent Kompany]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Bayern de Munique desembarcou na capital espanhola carregando não apenas a responsabilidade de enfrentar um dos maiores clubes da história do futebol, mas também um sentimento que transcende a lógica competitiva: a vingança. Diante do Real Madrid, no mítico Santiago Bernabéu, o cenário era de um confronto entre gigantes, porém com um ingrediente emocional muito claro. A eliminação [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O Bayern de Munique desembarcou na capital espanhola carregando não apenas a responsabilidade de enfrentar um dos maiores clubes da história do futebol, mas também um sentimento que transcende a lógica competitiva: a vingança. </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do Real Madrid, no mítico Santiago Bernabéu, o cenário era de um confronto entre gigantes, porém com um ingrediente emocional muito claro. A eliminação sofrida há dois anos nas semifinais da Champions League ainda ecoava nos bastidores bávaros, funcionando como combustível para uma atuação que exigia não apenas qualidade técnica, mas também maturidade competitiva. Jogar em Madrid nunca foi simples, e o histórico recente apenas reforçava isso.</p>



<p class="has-medium-font-size">O peso do estádio e da camisa merengue transformam qualquer duelo em um teste de personalidade. O Bayern sabia que, independentemente da fase irregular do adversário, vencer no Bernabéu é uma missão que poucos conseguem cumprir. Para se ter dimensão da dificuldade, os bávaros haviam conquistado apenas duas vitórias ali na história da Champions League, sendo a última delas em 2001 — gol do brasileiro Élber. Desde então, a casa madridista se consolidou como um território hostil. Mesmo assim, o <em>Gigante da Baviera</em> entrou em campo com uma postura afirmativa, sem abdicar de sua identidade, mas adaptando sua abordagem para um contexto mais exigente e menos permissivo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diferentemente da atuação avassaladora contra a Atalanta, quando venceu por 6 a 1 em Bérgamo na fase anterior, o Bayern apresentou uma versão mais controlada e estratégica de si mesmo. Naquele confronto, a marcação individual rígida da equipe italiana abriu espaços que foram explorados com inteligência através de rotações constantes de posição. Contra o Real Madrid, no entanto, o cenário exigia outra leitura. Menos liberdade, mais disciplina. Menos improviso, mais estrutura. E foi exatamente isso que os bávaros conseguiram executar ao longo dos noventa minutos.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr">Nochmal alle Highlights zu diesem Wahnsinns-Spiel im Bernabéu!! 💪<br><br>🗞️ Unser Recap zur Partie: <a href="https://t.co/DqItYmWzV0">https://t.co/DqItYmWzV0</a> <a href="https://t.co/HxH9KH7feK">https://t.co/HxH9KH7feK</a></p>&mdash; FC Bayern München (@FCBayern) <a href="https://twitter.com/FCBayern/status/2041636542871900667?ref_src=twsrc%5Etfw">April 7, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Desde os primeiros minutos, ficou evidente que o Bayern optaria por um jogo mais posicional, especialmente no primeiro tempo. Michael Olise manteve-se aberto pelo lado direito, praticamente colado à linha lateral, oferecendo amplitude e servindo como válvula para inversões de jogo. Do outro lado, Luis Díaz reproduzia o mesmo comportamento, garantindo largura e esticando a linha defensiva do Real Madrid. Essa ocupação racional dos espaços foi essencial para criar cenários favoráveis no um contra um.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com os pontas bem abertos, o Bayern conseguiu gerar superioridade em zonas estratégicas do campo. A amplitude obrigava o Real Madrid a se alongar defensivamente, criando brechas entre as linhas. Foi nesse contexto que a movimentação dos homens de frente se tornou decisiva. A equipe alemã não buscava apenas velocidade, como também inteligência na ocupação dos espaços, alternando entre paciência na circulação e aceleração nos momentos certos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Enquanto Michael Olise e Luis Díaz agrediam pelos corredores, Serge Gnabry e Harry Kane desempenhavam funções mais híbridas. Ambos recuavam com frequência, atuando entre as linhas e oferecendo opções de passe no setor intermediário. Gnabry, muitas vezes, funcionava como um meio-atacante central, aproximando-se da construção e conectando os setores. Já Kane, com sua leitura refinada, alternava entre o papel de camisa 9 e de organizador, contribuindo tanto na criação quanto na finalização.</p>



<p class="has-medium-font-size">Essa dinâmica ofensiva permitiu ao Bayern controlar boa parte do jogo, impondo seu ritmo mesmo em um ambiente adverso. Não foi uma atuação exuberante no sentido mais explosivo, mas foi extremamente eficiente do ponto de vista coletivo. A equipe demonstrou maturidade para entender quando acelerar e quando controlar, algo fundamental em confrontos dessa magnitude. A superioridade não foi apenas territorial, mas também conceitual.</p>



<p class="has-medium-font-size">Os números da temporada ajudam a contextualizar o poderio ofensivo dos atuais campeões alemães. Com impressionantes 148 gols em 44 jogos, o Bayern já vinha se consolidando como um dos ataques mais letais da Europa. Na Bundesliga, alcançou a marca dos 100 tentos no desfecho da 28ª rodada, superando com folga qualquer outro clube das cinco principais ligas europeias. Uma média de 3,36 gols por partida na temporada não é fruto do acaso, mas de um sistema extremamente bem estruturado.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Kompany cumpriu o jogo 💯 como treinador do Bayern:<br>➡ 76 vitórias<br>➡ 13 empates<br>➡ 11 derrotas<br>➡ 302 golos marcados<br>➡ 101 golos sofridos<br>➡ 2 títulos<br>➡ 10.º treinador com + jogos pelo clube<br>➡ Entre os treinadores com 100 + jogos pelos bávaros, é o que tem maior % de… <a href="https://t.co/ZFIu1alIOE">pic.twitter.com/ZFIu1alIOE</a></p>&mdash; Playmaker (@playmaker_PT) <a href="https://twitter.com/playmaker_PT/status/2041869868153147829?ref_src=twsrc%5Etfw">April 8, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Sob estes aspectos, imaginar o Bayern passando em branco no Santiago Bernabéu era quase utópico. O <em>Gigante da Baviera</em> tem mecanismos bem definidos para criar chances, independentemente do adversário. E mesmo diante de um Real Madrid com jogadores decisivos, o time alemão conseguiu manter sua identidade ofensiva sem se expor de maneira irresponsável. Esse equilíbrio foi determinante para o resultado final.</p>



<p class="has-medium-font-size">Claro que nem tudo foi perfeito. Defensivamente, o Bayern apresentou algumas oscilações, especialmente com Dayot Upamecano. O zagueiro cometeu erros pontuais, inclusive, um deles poderia ter custado caro pois a falha quase resultou num gol de Vinícius Júnior. Em jogos desse nível, qualquer detalhe pode ser decisivo, e esses lapsos mostram que ainda há ajustes a serem feitos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, conter jogadores como Kylian Mbappé e o próprio Vinícius é uma tarefa que poucos times conseguem executar com perfeição. A forte dupla de ataque do Real Madrid impõe constante ameaça em transições rápidas e situações de um contra um. Mesmo assim, os comandados de Vincent Kompany conseguiram limitar os danos e, sobretudo, responder com organização e competitividade.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">40 years old and putting in special performances 👏<br><br>Manuel Neuer POTM 🏆<a href="https://twitter.com/hashtag/POTM?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#POTM</a> | <a href="https://twitter.com/hashtag/UCL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UCL</a> <a href="https://t.co/ndU4NJSlrn">pic.twitter.com/ndU4NJSlrn</a></p>&mdash; UEFA Champions League (@ChampionsLeague) <a href="https://twitter.com/ChampionsLeague/status/2041624472319348789?ref_src=twsrc%5Etfw">April 7, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, se houve um nome que simbolizou essa resistência defensiva do Bayern, esse nome foi Manuel Neuer. No auge dos 40 anos de idade, o goleiro alemão foi decisivo ao realizar nove intervenções, garantindo que os erros pontuais da defesa não comprometessem o resultado. Sua atuação foi de liderança e segurança, características que fazem dele um dos maiores goleiros de todos os tempos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a vitória por 2 a 1 pode não ter sido tão impactante quanto a goleada sobre a Atalanta. Todavia, ela carrega um peso simbólico enorme. Vencer o Real Madrid no Santiago Bernabéu, em um jogo de mata-mata de Champions League, é algo que vai muito além do placar. É uma afirmação de força, de maturidade e, principalmente, de capacidade de competir no mais alto nível.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pensando no jogo de volta, em Munique, o Bayern se coloca em uma posição extremamente favorável, a julgar pelo elevado índice de 87% de chances de classificação, de acordo com o supercomputador da <em>Opta Analyst</em>. Mais do que a vantagem no placar, os bávaros demonstraram ter um plano de jogo sólido e adaptável. Se repetir o nível de organização e intensidade apresentados no Bernabéu, certamente confirmarão a vaga nas semifinais.</p>



<p class="has-medium-font-size">Dessa forma, o Bayern de Munique não apenas venceu um jogo, mas enviou uma mensagem clara ao restante da Europa. Trata-se de um time que alia talento individual, organização coletiva e maturidade competitiva. Diante desse conjunto de fatores, não é exagero afirmar que o <em>Gigante da Baviera</em> surge como um dos principais candidatos — senão o principal — a erguer a orelhuda em Budapeste.</p>
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		<title>Borussia Dortmund e o peso de março: entre a frustração e a reconstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 14:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Borussia Dortmund]]></category>
		<category><![CDATA[Bundesliga]]></category>
		<category><![CDATA[BVB09]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Niko Kovac]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Março começa melancólico no Signal Iduna Park. O que antes era ambição continental, agora se resume à sustentação da vice-colocação na Bundesliga. O Borussia Dortmund atravessa o momento mais turbulentos da temporada, acumulando eliminações dolorosas e derrotas simbólicas. A sensação é de que cada golpe sofrido veio acompanhado de um detalhe cruel, como se o [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Março começa melancólico no Signal Iduna Park. O que antes era ambição continental, agora se resume à sustentação da vice-colocação na Bundesliga. O Borussia Dortmund atravessa o momento mais turbulentos da temporada, acumulando eliminações dolorosas e derrotas simbólicas. A sensação é de que cada golpe sofrido veio acompanhado de um detalhe cruel, como se o destino tivesse decidido testar os limites emocionais do clube. Restou pouco além do campeonato nacional, e mesmo ali a distância para o líder se tornou quase intransponível. A crise não é apenas esportiva, é psicológica. E Dortmund sente o peso disso.</p>



<p class="has-medium-font-size">A eliminação na DFB-Pokal já havia acendido o sinal de alerta. Perder em pleno Signal Iduna Park para o Bayer Leverkusen por 1 a 0, nas oitavas-de-final, foi mais do que uma queda precoce: foi um sintoma. A equipe mostrou dificuldades na construção ofensiva e pouca contundência no terço final, um problema que se tornaria recorrente nas semanas seguintes. O torneio nacional, historicamente tratado como oportunidade real de título, escapou cedo demais. A <em>Muralha Amarela</em>, acostumada a noites vibrantes, viu frustração em vez de esperança. A pressão então começava.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas nada se compara ao que aconteceu na Champions League. Após vencer a Atalanta por 2 a 0 em Dortmund, os alemães pareciam ter construído uma vantagem confortável. Em Bérgamo, contudo, eles sofreram um verdadeiro colapso emocional e tático. A goleada por 4 a 1 foi devastadora, não apenas pelo placar, mas pela forma como aconteceu. Os pupilos de Niko Kavac perderam intensidade, cederam espaços e permitiram que o adversário crescesse no jogo. O golpe final veio no último lance da partida, com erro do goleiro Gregor Kobel que culminou em pênalti decisivo. A vantagem virou trauma.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Incredible comeback by Atalanta! 🖤💙<a href="https://twitter.com/hashtag/UCL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UCL</a> <a href="https://t.co/AKNg66P0uo">pic.twitter.com/AKNg66P0uo</a></p>&mdash; UEFA Champions League (@ChampionsLeague) <a href="https://twitter.com/ChampionsLeague/status/2026748232508887531?ref_src=twsrc%5Etfw">February 25, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Financeiramente, o impacto é evidente. Na temporada passada, ao alcançar as quartas-de-final da Champions League, o Borussia Dortmund arrecadou cerca de 63 milhões de euros em premiações. Nesta temporada, eliminado ainda nos playoffs, o montante cai para aproximadamente 33 milhões. Uma diferença de 30 milhões que altera planejamento, mercado e margem de manobra. Em tempos de Fair Play Financeiro rigoroso, cada euro conta. O precoce adeus não afeta apenas o orgulho, mas o futuro imediato do projeto esportivo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Como se não bastasse, veio o <em>Der Klassiker</em>. Diante do Bayern de Munique, em casa, era a oportunidade de reacender a chama da disputa pelo título alemão. O Dortmund saiu na frente, sofreu a virada, buscou o empate e, nos minutos finais, novamente foi castigado. O gol derradeiro de Joshua Kimmich ampliou a distância em relação aos bávaros para 11 pontos na tabela. Mais do que uma derrota, foi a confirmação simbólica de que o campeonato, na prática, escapou. Em jogos grandes, os aurinegros têm falhado nos detalhes. E o futebol de elite pune detalhes.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, o azar parece ter escolhido lado. A grave lesão de Emre Can, com ruptura do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo, encerra sua temporada e fragiliza ainda mais o elenco. Trata-se de um dos jogadores mais influentes em campo, peça fundamental no sistema de jogo do Dortmund. Perder um líder técnico e emocional nesse momento intensifica a sensação de colapso. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Clasificación de la <a href="https://twitter.com/hashtag/Bundesliga?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Bundesliga</a> 2025-26 tras finalizar la <a href="https://twitter.com/hashtag/J24?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#J24</a>. <a href="https://t.co/kEHVv9tdP7">pic.twitter.com/kEHVv9tdP7</a></p>&mdash; Sphera Bundesliga (@Sp_Bundesliga) <a href="https://twitter.com/Sp_Bundesliga/status/2028206515270602929?ref_src=twsrc%5Etfw">March 1, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">No centro das críticas está Niko Kovac. Sua abordagem, baseada em organização defensiva trouxe estabilidade em sua chegada. A arrancada final da temporada passada, que resultou na classificação à Champions League após assumir o Dortmund em décimo lugar na Bundesliga, reforçou a convicção interna sobre seu trabalho. Todavia, quando os resultados cessaram, as limitações ficaram expostas. Falta fluidez, há carência criativa no último terço e a equipe oscila demais em partidas decisivas. A filosofia conservadora, sem vitórias, perde sustentação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar da turbulência, a diretoria mantém respaldo público ao treinador. O contrato até julho de 2027 demonstra planejamento de médio prazo. Internamente, há a crença de que Niko Kovac pode extrair mais do elenco com tempo e ajustes pontuais. Ainda assim, rumores da Premier League surgem como ruído constante. Manchester United, Tottenham e até Chelsea monitorariam a situação. São especulações, é verdade, mas indicam que o mercado observa com atenção. O futuro do croata é, no mínimo, incerto</p>



<p class="has-medium-font-size">Esportivamente, o Borussia Dortmund apresenta números contraditórios. Defensivamente, o time mantém estatísticas razoáveis de interceptações e duelos ganhos. Por outro lado, no ataque, a produção caiu nas últimas semanas, especialmente em jogos de maior exigência. A dependência de lampejos individuais tornou-se evidente. Sem consistência coletiva, os aurinegros perdem previsibilidade positiva e ganham vulnerabilidade. A maré de azar existe, mas ela também é alimentada por falhas estruturais</p>



<p class="has-medium-font-size">A eliminação continental impõe, inevitavelmente, uma reformulação. O clube precisa equilibrar finanças e ambição. Nico Schlotterbeck e Serhou Guirassy despontam como ativos valiosos, com mercado consolidado. Em caso de propostas robustas, dificilmente o Dortmund recusaria. Além deles, nomes como Ramy Bensebaini, Daniel Svensson, Yan Couto e Carney Chukwuemeka aparecem na lista de possíveis saídas, segundo o Bild. Trata-se de um processo natural em ciclos de reconstrução. Mas reconstruir dói.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115764" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134149434988248003-1-e1772459430299.jpg" alt="" class="wp-image-115764"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>No Der Klassiker, o Borussia Dortmund alcançou a inédita marca de balançar as redes em 24 jogos consecutivos da Bundesliga. O tento recordista veio da cabeçada de Nico Schlotterbeck.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Historicamente, o Borussia Dortmund vive de reinvenções. Depois do quase colapso financeiro dos anos 2000, reconstruiu-se apostando em juventude e identidade ofensiva. Foi assim com Jurgen Klopp, foi assim com Thomas Tuchel. O desafio atual é, mais uma vez, encontrar essa centelha criativa que marcou épocas. O pragmatismo puro pode não ser suficiente para reacender a chama do Signal Iduna Park. O torcedor aurinegro exige mais do que estabilidade: exige emoção</p>



<p class="has-medium-font-size">A Bundesliga, neste momento, representa sobrevivência competitiva. Garantir a vice-colocação é assegurar vaga direta na próxima edição da Champions League e minimizar danos financeiros. O título parece distante, quase utópico, diante da longa distância que separa o Dortmund do Bayern. Ainda restam dez rodadas, é verdade, mas o cenário é de realismo duro. O clube precisa transformar frustração em planejamento. Março pode ser o mês do luto esportivo, mas também precisa ser o ponto de partida para a reconstrução.</p>



<p class="has-medium-font-size">No futebol, como na música clássica, há movimentos lentos antes do clímax. O Borussia Dortmund atravessa um adágio doloroso, marcado por erros, perdas e silêncios incômodos. No entanto, cada crise carrega em si a possibilidade de reinvenção. Se quiser voltar a disputar títulos de verdade, o clube precisa aceitar que esta temporada já se tornou transição. O que resta agora é dignidade competitiva e visão estratégica. Porque, para conquistar troféus, talvez seja preciso primeiro atravessar o vazio.</p>
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		<title>Renascimento em Mainz? Urs Fischer assume o comando em meio à crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2025 17:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
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		<category><![CDATA[Campeonato Alemão]]></category>
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		<category><![CDATA[Karnevalsverein]]></category>
		<category><![CDATA[Mainz 05]]></category>
		<category><![CDATA[SoccerBlog]]></category>
		<category><![CDATA[Urs Fischer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você analisar a tabela da Bundesliga neste momento, verá que o Mainz 05 encerrou a 14ª rodada na lanterna do campeonato e perceberá que os Karnevalsverein passarão as festas de final de ano exatamente no último posto, o que simboliza que o sonho vivido na temporada passada se tornou um verdadeiro pesadelo seis meses [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Se você analisar a tabela da Bundesliga neste momento, verá que o Mainz 05 encerrou a 14ª rodada na lanterna do campeonato e perceberá que os <em>Karnevalsverein</em> passarão as festas de final de ano exatamente no último posto, o que simboliza que o sonho vivido na temporada passada se tornou um verdadeiro pesadelo seis meses depois.</p>



<p class="has-medium-font-size">Sob o comando de Bo Henriksen, o Mainz 05 terminou a edição anterior da Bundesliga no 6º lugar da classificação, realizando a sua melhor campanha na competição desde a mesma 6ª posição da temporada 2015-16, porém a superando em termos de pontuação, cujo desempenho máximo ao longo da história deu-se cinco anos antes com os 58 pontos conquistadas e a 5ª colocação alcançada pela equipe na época dirigida por Thomas Tuchel.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, o Mainz 05 iniciou essa temporada repleto de expectativas, sobretudo em meio a euforia de disputar a Conference League. À vista disso, a realidade é que nem o mais pessimista dos torcedores do clube da capital da Renânia-Palatinado imaginava se despedir de 2025 na lanterna da Bundesliga e sem Bo Henriksen à beira do campo, considerando que o treinador dinamarquês foi demitido após o desfecho da 12ª rodada após a derrota por 4 a 0 sofrida frente o Freiburg.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, tendo como novo e principal objetivo se salvar do rebaixamento, o Mainz 05 contratou Urs Fischer para suceder Bo Henriksen no comando técnico do time. Sim, o treinador de 59 anos de idade que brilhou no decorrer dos cinco anos em que liderou o Union Berlin, marcados tanto pelo acesso à Bundesliga logo na sua primeira temporada, quanto pela inédita qualificação à Champions League em 2023.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr">Willkommen an der Seitenlinie, Urs! 🥰 <a href="https://twitter.com/hashtag/Mainz05?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Mainz05</a> <a href="https://t.co/TnBgsSHUKv">pic.twitter.com/TnBgsSHUKv</a></p>&mdash; 1. FSV Mainz 05 (@1FSVMainz05) <a href="https://twitter.com/1FSVMainz05/status/1999209344840105998?ref_src=twsrc%5Etfw">December 11, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, Urs Fischer não resistiu ao pífio começo do Union Berlin na temporada 2023-24, destacado pela sequência negativa de 14 jogos sem derrotas naquela oportunidade. De qualquer maneira, os primeiros 180 minutos do técnico suíço após dois anos fora de combate já demonstraram o que está por vir ao Mainz 05, ou seja: uma equipe sólida, coesa, rápida nas transições defesa-ataque, e estruturalmente armada no 5-4-1.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, é como se aquele Union Berlin, de Urs Fischer, se mudasse para o sudoeste da Alemanha e vestisse a camisa do Mainz 05. Apenas na estreia pela Bundesliga contra o Bayern de Munique, os <em>Karnevalsverein</em> registraram míseros 15,3% de posse de bola, finalizaram somente cinco vezes contra 24 dos bávaros, e assinalaram um insignificante índice de gols esperados de 0,5 contra 4,4 dos atuais campeões alemães. Entretanto, isso foi suficiente para que eles retornassem da Baviera com um ponto na bagagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que embora o Bayern de Munique tenha saído a frente do placar, o Mainz 05 buscou o empate ainda no primeiro tempo por intermédio de uma jogada bem executada que resultou no tento do lateral-esquerdo Kacper Potulski. Já o da virada, marcado de cabeça por Lee Jae-sung, deu-se aos 22 minutos da etapa final. Todavia, apesar da enorme resiliência o último colocado não evitou o empate contra o líder em razão da penalidade convertida por Harry Kane. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Bottom-of-the-table Mainz come away with a point on the road against league leaders Bayern Munich ⚡ <a href="https://t.co/DDpDQ9WMUj">pic.twitter.com/DDpDQ9WMUj</a></p>&mdash; OneFootball (@OneFootball) <a href="https://twitter.com/OneFootball/status/2000274046542651542?ref_src=twsrc%5Etfw">December 14, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, é óbvio que o empate na Allianz Arena teve sabor de vitória ao time que acumulava uma série de quatro derrotas seguidas fora de casa na Bundesliga, que vinha desde o final de setembro. Contudo, o que mais agradou a torcida do Mainz 05 foi a perspectiva de um novo rumo com a chegada de Urs Fischer, ainda que a caminhada seja longa mediante aos quatro pontos que o separa do penúltimo colocado, Heidenheim, e do antepenúltimo, St. Pauli.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, o Mainz 05 contabiliza 7 pontos em 14 jogos disputados até aqui na Bundesliga, e já coleciona uma derrota a menos do que em todas as 34 rodadas da última temporada. No geral, são 9 reveses, 4 empates, uma vitória — conquistada na goleada por 4 a 1 sobre o Augsburg em plena WWK Arena —, 13 gols marcados, 26 sofridos e somente 16% de aproveitamento no campeonato.    </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">TABELA DA BUNDESLIGA 2025/26! 🚨<br><br>14/34 rodadas concluídas. <a href="https://t.co/qyMxuwNi8Z">pic.twitter.com/qyMxuwNi8Z</a></p>&mdash; Bundesliga Insider (@BundesInsider) <a href="https://twitter.com/BundesInsider/status/2000327411380965545?ref_src=twsrc%5Etfw">December 14, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">De fato, uma das explicações para a caótica temporada do Mainz 05 é o calendário mais pesado por conta da Conference League, torneio no qual os alemães realizam uma boa campanha, ao contrário do que acontece na Bundesliga. Não à toa, os pupilos de Urs Fischer ocupam a sétima posição com os mesmos 10 pontos do Samsunspor, contra quem eles jogarão amanhã (18) pela rodada final da fase de liga. Na pior das hipóteses, a vaga nos playoffs já está garantida.  </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, nem a boa performance na Conference League, tampouco a contratação de Urs Fischer, foram suficientes para &#8216;Opta Analyst&#8217; retirar o Mainz 05 da zona de rebaixamento ao término da temporada, a julgar pelos 34,9% de chances de queda segundo as projeções. Para ser mais específico, o supercomputador aponta os <em>Karnevalsverein</em> no 16º lugar, isto é, justamente naquele pertencente ao clube que disputa os playoffs ante o terceiro melhor da segunda divisão.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, na prática o cenário é outro em virtude da filosofia de jogo de Urs Fischer que se enquadra diretamente com o perfil do plantel do Mainz 05, vide a capacidade da equipe de defender sua própria área por longos minutos e de se sentir confortável sem a bola contra o poderoso Bayern de Munique na Allianz Arena, além do potencial de Benedict Hollerbach e Nelson Weiper em reproduzir os papéis dos antigos atacantes do Union Berlin, Sheraldo Becker ou Taiwo Awoniyi. E tudo isso com uma inabalável aplicação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, mesmo afundado no fundo do poço da Bundesliga e sob as desfavoráveis probabilidades, a vinda de Urs Fischer renovou as esperanças pelos lados da Renânia-Palatinado. </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/12/17/renascimento-em-mainz-urs-fischer-assume-o-comando-em-meio-a-crise/">Renascimento em Mainz? Urs Fischer assume o comando em meio à crise</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>Passado o furacão, a paz voltou a reinar novamente no Bayer Leverkusen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 17:59:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Kasper Hjulmand conheceu a primeira derrota na Bundesliga desde que desembarcou em solo alemão há dois meses para suceder Erik ten Hag no comando técnico do Bayer Leverkusen, em função da queda por 3 a 0 frente o Bayern de Munique na Allianz Arena. Aliás, é importante destacar que o ambiente encontrado por Kasper Hjulmand [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Kasper Hjulmand conheceu a primeira derrota na Bundesliga desde que desembarcou em solo alemão há dois meses para suceder Erik ten Hag no comando técnico do Bayer Leverkusen, em função da queda por 3 a 0 frente o Bayern de Munique na Allianz Arena.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, é importante destacar que o ambiente encontrado por Kasper Hjulmand no Leverkusen era pra lá de tenso no momento da sua chegada, tendo em vista que Erik ten Hag havia sido demitido após três partidas, sendo somente duas pela Bundesliga. As justificativas para a precoce saída do ex-treinador do Manchester United foram, fundamentalmente, a má gestão de grupo, além das escolhas táticas que tanto o diretor esportivo Simon Rolfes, quanto o CEO Fernando Carro, já deveriam quando o contrataram. </p>



<p class="has-medium-font-size">Ao mesmo tempo, a missão de Erik ten Hag era bastante indigesta no Leverkusen, afinal ele chegava justamente para dar seguimento a histórica passagem de Xabi Alonso, simbolizada pela conquista do inédito título da Bundesliga, que se estendeu para a dobradinha na temporada 2023-24, na qual a única derrota sofrida pelos <em>Werkself </em>em 53 jogos ocorreu na decisão da Europa League contra a Atalanta, o que significa que eles permaneceram invictos no certame do futebol alemão, algo que nem o Bayern de Munique conseguiu até hoje.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, é inegável que Erik ten Hag encarava o dificílimo desafio de substituir o maior treinador do Leverkusen em todos os tempos, na temporada seguinte em que Xabi Alonso já havia o levado ao limite extremo. E isso ainda precisando liderar um novo processo de reconstrução depois das transferências de Florian Wirtz, Granit Xhaka, Jonathan Tah e Jeremie Frimpong. Em outras palavras, de praticamente de toda a espinha dorsal da equipe campeã alemã.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, seria necessário tempo e, principalmente, paciência, para que Erik ten Hag conseguisse chegar próximo do impossível ao repetir o sucesso de Xabi Alonso no Leverkusen, ou então na melhor das hipóteses, torná-lo diferente ou interessante. De qualquer maneira, 62 dias depois o treinador holandês se despedia do clube cujo projeto esportivo era interrompido por completo em virtude da equivocada aposta de Rolfes e Carro.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="112666" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-1-e1762179537747.jpg" alt="" class="wp-image-112666"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Erik ten Hag se tornou o primeiro treinador a ser demitido após o desfecho da 2ª rodada da Bundesliga. Ele perdeu do Hoffenheim (2&#215;1) e empatou com o Werder Bremen (3&#215;3) na competição.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, com o valor referente a uma inesperada multa rescisória sendo acrescentado no orçamento, coube ao Bayer Leverkusen buscar um treinador que estivesse disponível no mercado para recalcular a rota na temporada, visto que existia tempo de sobra para tal. Além disso, a ideia primordial da cúpula diretiva do clube era trazer um profissional com perfil mais gentil, carismático, muito menos ideológico e não tão rígido. Consequentemente, o alvo escolhido foi Kasper Hjulmand. </p>



<p class="has-medium-font-size">Livre desde que deixou a Dinamarca depois da última edição da Eurocopa, Kasper Hjulmand realizou um excelente trabalho no Nordsjælland antes de assumir a seleção em 2019, ao conduzí-lo ao primeiro título dinamarquês na história. Por outro lado, o mesmo não podemos dizer em relação a sua passagem pelo Mainz 05, o único clube comandado por ele fora do país, que foi uma grande decepção. Não por um acaso, o treinador de 53 anos de idade caiu após míseros 24 compromissos. </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, vale ressaltar que a fase do Mainz 05 na temporada 2014-15 era similar a do Leverkusen na atualidade, isso porque naquela oportunidade os <em>Karnevalsverein</em> acabavam de perder o técnico Thomas Tuchel, que havia se transferido ao Borussia Dortmund para ocupar o posto de Jurgen Klopp. Curiosamente, o exato movimento feito pelo ex-treinador do Liverpool seis anos antes.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="112683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-2-e1762181860480.jpg" alt="" class="wp-image-112683"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A única passagem de Kasper Hjulmand pelo futebol alemão deu-se à frente do Mainz 05. Foram 5 vitórias, 11 empates e oito derrotas em 24 jogos na ocasião.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, Kasper Hjulmand foi demitido pelo Mainz 05 em meados de fevereiro da temporada 2014-15, dando lugar a Martin Schmidt, que não apenas o salvou do rebaixamento, como o classificou à competições internacionais pouco mais de um ano depois. Diante deste contexto, fica claro que a tarefa de suceder o sucessor é quase sempre mais fácil, o que se comprova através do bom início do treinador dinamarquês no Bayer Leverkusen.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Para se ter uma ideia, até a mais recente viagem à Baviera, o Leverkusen se mantinha invicto na Bundesliga sob o comando de Kasper Hjulmand, colecionando cinco vitórias e um empate, e ostentando uma série de quatro triunfos consecutivos no campeonato. E cai entre nós, perder do Bayern de Munique — mesmo por 3 a 0 — não é nenhum demérito, a julgar que os atuais campeões alemães continuam com 100% de aproveitamento após 16 jogos na temporada. </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, como todo time jovem e recém-construído, o Leverkusen apresenta falhas, em especial no setor defensivo, o que ficou escancarado na acachapante goleada sofrida por 7 a 2 frente o PSG pela Champions League, e por intermédio dos 21 gols sofridos nos 11 jogos com Kasper Hjulmand à beira do campo. Em contrapartida, a evolução dos novatos Christian Kofane e Ernest Poku, bem como as atuações de destaque dos também contratados Eliesse Ben Seghir e Ibrahim Maza, sinalizam que os<em> Werkself</em> encontraram o caminho certo sob a liderança dos remanescentes Alejandro Grimaldo, Edmond Tapsoba e Patrik Schick dentro das quatro linhas.   </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, as expectativas mudaram totalmente pelos lados da Renânia do Norte-Vestfália, sobretudo levando em conta a margem de crescimento por parte dos pupilos de Kasper Hjulmand assim que a adaptação dos demais reforços Mark Flekken, Jarell Quansah, Malik Tillman e Loic Bade ocorrer, já que eles se mostram distante do ideal devido a falta de entrosamento. Isto é, um cenário animador ao Leverkusen, dono do quarto melhor ataque da Bundesliga com 18 gols, terceiro colocado em média de posse de bola (60%), e segundo em grandes chances criadas (43) e passes certos por jogo (510) na competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em resumo, o furação que se parecia ser longo e devastador em Leverkusen, durou somente três jogos e, o melhor, passou deixando apenas calmaria e um futuro novamente promissor.  </p>
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		<title>O Bayern de Munique segue voando alto na temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:31:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>É um pássaro? É um avião? Não, na verdade é o Bayern de Munique, que segue voando alto mediante ao total de 10 vitórias, 38 gols marcados e apenas 8 sofridos ao longo dos dez primeiros compromissos da temporada 2025-26. Pois é, os cem por cento de aproveitamento do Bayern de Munique até a pausa [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">É um pássaro? É um avião? Não, na verdade é o Bayern de Munique, que segue voando alto mediante ao total de 10 vitórias, 38 gols marcados e apenas 8 sofridos ao longo dos dez primeiros compromissos da temporada 2025-26.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, os cem por cento de aproveitamento do Bayern de Munique até a pausa referente a penúltima Data Fifa de 2025 já seria suficiente para justificar o excelente desempenho do <em>Gigante da Baviera</em> na temporada. Mas como se isso não bastasse, a elevadíssima média de 3,8 gols marcados por partida, somada ao baixo índice de 0,8 sofrido por jogo, ressaltam ainda mais o quão impressionante é a caminhada dos atuais campeões alemães até aqui.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, por mais surpreendente que seja o poderio ofensivo do Bayern de Munique, são os oito tentos sofridos pela equipe que mais chama a atenção, a julgar pela acentuada melhora em comparação a temporada anterior, marcada pelo montante de 57 tentos sofridos em 56 jogos. Quer dizer, uma taxa superior a um gol por partida que ficou no passado devido a evolução defensiva dos comandados de Vincent Kompany após a chegada de Jonathan Tah para atuar ao lado de Dayot Upamecano na zaga.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">🚨 RECORDE! O primeiro clube na história das Top 5 ligas da Europa a conseguir 10 vitórias nos 10 primeiros jogos da temporada.<br><br>✅✅✅✅✅✅✅✅✅✅ <a href="https://t.co/Y6HaBBLyEq">pic.twitter.com/Y6HaBBLyEq</a></p>&mdash; FC Bayern Brasileiro (@FCBayernXtra) <a href="https://twitter.com/FCBayernXtra/status/1974556141167542613?ref_src=twsrc%5Etfw">October 4, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E vale ressaltar que o Bayern de Munique ainda vem lidando com a ausência do lesionado Alphonso Davies, um contratempo que vem sendo solucionado por Vincent Kompany através da improvisação de Konrad Laimer na lateral-esquerda. Sim, o polivalente meio-campista que já vinha quebrando o galho na lateral-direita depois que Joshua Kimmich foi deslocado para atuar no meio juntamente com Leon Gorezka.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, o natural seria Raphael Guerreiro herdar o lugar de Alphonso Davies na lateral, mas Vincent Kompany optou por Konrad Laimer justamente em virtude das qualidades defensivas do jogador austríaco ao dar maior segurança, proteção e força na marcação em relação ao ex-jogador do Borussia Dortmund, cuja principal característica é o apoio ao ataque, algo que o transformou numa alternativa viável para o lado esquerdo do meio-campo do Bayern de Munique.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, a mais recente vitória do Bayern de Munique, sobre o Eintracht Frankfurt por 3 a 0, retrata de forma nítida o progresso defensivo dos bávaros, tendo em vista que eles sofreram três gols na última visita ao Deutsche Bank Park, que terminou com o empate em 3 a 3 no placar. Desta vez, o quarto <em>Clean Sheet</em> da temporada lhes rendeu os três pontos conquistados diante do time que encerrou a última edição da Bundelisga na terceira colocação da tabela.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, na parte ofensiva o Bayern de Munique também se mostra melhor, sobretudo em função da chegada de Luis Díaz, que em somente seis jogos pela Bundesliga já assinala cinco tentos e quatro assistências, registros estes que até agora equivalem a um envolvimento em gols a cada 57 minutos em campo. Por sinal, ele precisou de míseros 15.33 segundos para marcar na última partida frente o Eintracht Frankfurt, se tornando o quarto jogador a estufar as redes de maneira mais rápida pelo clube na história do campeonato.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="de" dir="ltr">Tore 𝒔𝒄𝒉𝒏𝒆𝒍𝒍𝒆𝒓, als ihr <a href="https://twitter.com/hashtag/MiaSanMia?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#MiaSanMia</a> sagen könnt. 😉⚡️ <a href="https://t.co/eamdSCdnEb">pic.twitter.com/eamdSCdnEb</a></p>&mdash; FC Bayern München (@FCBayern) <a href="https://twitter.com/FCBayern/status/1975599907584286938?ref_src=twsrc%5Etfw">October 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Contratado a peso de ouro nessa temporada como o reforço mais caro do Bayern de Munique, Luis Díaz teve o brilho por vezes ofuscado no decorrer da sua passagem pelo Liverpool, onde dividia as atenções com outros jogadores na estrelada Premier League. Inclusive, uma condição bastante similar a de Michael Olise ao desembarcar na Baviera há um ano, quando veio do Crystal Palace.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, a enorme qualidade técnica de Luis Díaz já vem gerando bons frutos ao Bayern de Munique, principalmente por ter equilibrado os lados da equipe antes acostumada a atacar mais pela direita, visto que Joshua Kimmich, o responsável pela saída de bola, inicia a construção das jogadas por ali, e também pelo simples fato de Konrad Laimer e Michael Olise jogarem naquele setor do campo, o que deixava o lado esquerdo, &#8216;descompensado&#8217;.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a vinda de Luis Díaz, aliada a mudança de Konrad Laimer para a lateral oposta, fortaleceram o corredor esquerdo do Bayer de Munique, já que o camisa 27 tem como grande virtude jogar de forma ofensiva por ser um verdadeiro meia de formação — é assim que ele joga na seleção da Áustria. Logo, ambos triangulam bastante durante os jogos, ainda contando com o suporte de Serge Gnabry, que passou a se movimentar frequentemente do centro para o lado do campo, invertendo de posição com o próprio atacante colombiano. Portanto, fica claro porque as saídas de Leroy Sané e Kingsley Coman não foram sentidas pelo <em>Gigante da Baviera</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, com os pontas Michael Olise e Luis Díaz atuando no mais alto nível, a artilharia de Harry Kane aumentou nesta temporada em que ele desponta como o principal goleador dentre as cinco principais ligas europeias. Para se ter uma ideia, o atacante de 32 anos de idade já contabiliza a bagatela de 18 gols em dez jogos disputados no período. Desde a sua estreia na Bundesliga, são 73 em 69 aparições, isto é, mais de um por partida.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Harry Kane’s start to the season has been absurd 🎯 <a href="https://t.co/toj1ddbQrl">pic.twitter.com/toj1ddbQrl</a></p>&mdash; B/R Football (@brfootball) <a href="https://twitter.com/brfootball/status/1975175823381409926?ref_src=twsrc%5Etfw">October 6, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Para finalizar, seria injusto não colocar Joshua Kimmich nessa &#8216;conversa&#8217;, afinal o volante alemão é, sem sombra de dúvidas, a principal peça da engrenagem do Bayern de Munique, a exemplo dos 95% de acertos de passes no campo de defesa, exatamente no local em que ele inicia o processo de construção do jogo, passando pelos 87% de efetividade do lado ofensivo, o que também é uma marca pra lá de elevada, se equiparando as de Pedri e Vitinha, por exemplo. Além disso, são outros 81% de aproveitamento em bolas longas e 78% em trocas curtas conectadas próximas a própria grande área.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, as estatísticas confirmam que Joshua Kimmich é a peça-chave do sistema de jogo de Vincent Kompany, que acertou em cheio ao escalá-lo novamente no meio-campo. Soma-se a isso, o empenho do Bayern de Munique ao longo das partidas, com os dez jogadores recompondo a marcação, correndo intensamente, seja para ajudar na defesa, seja para colaborar no ataque, incluindo até o craque Karry Kane. Em outras palavras, todos confiam no treinador belga e estão caminhando juntos na mesma direção, uma situação que não se viu nos trabalhos anteriores de Niko Kovac, Julian Nagelsmann e Thomas Tuchel.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, o Bayern de Munique lidera a Bundesliga com 18 pontos, quatro a frente do vice-colocado Borussia Dortmund, o seu próximo adversário na 7ª rodada, o que significa que essa distância pode aumentar para 7 casas no tabuleiro da competição. Ou seja, uma diferença que garantiria ao <em>Gigante da Baviera</em> a possibilidade de focar única e exclusivamente na batalha pela Champions League no segundo semestre da temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por essas e outras, o rótulo de favorito à conquista do título alemão do Bayern de Munique, já se estende também para o certame do futebol europeu.</p>
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		<title>Um nada! Isso define a Alemanha a 9 meses do ínicio da Copa de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 19:38:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[DFB-Team]]></category>
		<category><![CDATA[Die Mannschaft]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2026]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Julian Nagelsmann]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caminhada da Alemanha rumo à Copa do Mundo de 2026 não começou nada bem, a julgar pela derrota por 2 a 0 diante da Eslováquia, que aumentou para quatro o número de jogos sem vitórias dos comandados de Julian Nagelsmann. A propósito, um retrospecto negativo que teve início a partir da queda frente a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A caminhada da Alemanha rumo à Copa do Mundo de 2026 não começou nada bem, a julgar pela derrota por 2 a 0 diante da Eslováquia, que aumentou para quatro o número de jogos sem vitórias dos comandados de Julian Nagelsmann.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, um retrospecto negativo que teve início a partir da queda frente a Espanha nas quartas-de-final da Euro 2024, disputada em solo alemão, seguido do empate em 3 a 3 com a Itália depois da Alemanhã sair ao intervalo vencendo o jogo por 3 a 0, e terminando com as derrotas para Portugal (2&#215;1) e França (2&#215;0), respectivamente, pela <em>Final Four</em> da Liga das Nações, também realizada no próprio país.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, fica evidente porque a pressão em torno da Alemanha aumentou ainda mais após o revés por 2 a 0 para a Eslováquia nas estreia das Eliminatórias, que resultou na primeira derrota sofrida pelos alemães como visitantes no torneio qualificatório ao longo da história — depois de 53 compromissos até então —, sendo a quarta na competição considerando jogos dentro e fora de seus domínios.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Ao perder em Bratislava, a 🇩🇪 Alemanha sofreu a sua 1.ª derrota de sempre fora de casa na fase de qualificação para o Campeonato do Mundo, ao 53.º jogo<br><br>Derrotas da Alemanha em fase de qualificação para o Mundial:<br>1985 🇵🇹 Portugal, 0-1<br>2001 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿 Inglaterra, 1-5<br>2021 🇲🇰 Macedónia do… <a href="https://t.co/wolkxDZbZB">pic.twitter.com/wolkxDZbZB</a></p>&mdash; Playmaker (@playmaker_PT) <a href="https://twitter.com/playmaker_PT/status/1963997121331306833?ref_src=twsrc%5Etfw">September 5, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, mais uma vez o principal problema apresentado pela Alemanha foi a falta de criatividade da equipe, o que é oriundo da ausência de Jamal Musiala — lesionado desde a Copa do Mundo de Clubes da FIFA —, além da falta de uma base sólida e consistente não construída por Julian Nagelsmann em meio a &#8220;eterna&#8221; reformulação feita pelo jovem treinador de 38 anos de idade desde setembro de 2023.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, em momentos como o atual, sem a presença de Jamal Musiala, Florian Wirtz não é capaz de assumir o protagonismo na seleção alemã. Entretanto, foi a total apatia dos atletas que mais irritou técnico Julian Nagelsmann na derrota em Bratislava, tanto é que ele colocou cinco novos titulares contra a Irlanda do Norte — Waldemar<strong> </strong>Anton, David Raum, Robert Koch, Jamie Leweling e Pascal Groß, nos lugares de Maximilian Mittelstädt, Nnamdi Collins, Leon Goretzka, Jonathan Tah e Angelo Stiller.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, embora repleta de mudanças e enfrentando o selecionado que ocupa somente a 71ª posição no ranking da FIFA, a <em>Mannschaft</em> terminou o primeiro tempo empatando em 1 a 1 com a Irlanda do Norte, e só conseguiu abrir o marcador aos 24 minutos da etapa final, através do tento de Nadiem Amiri. Aliás, as entradas tanto do meia do Mainz 05 quanto de Maximilian Beier, foram cruciais para determinar o triunfo dos alemães por 3 a 1, confirmado posteriormente com o gol de falta de Florian Wirtz.</p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, a Alemanha somou os primeiros três pontos nas Eliminatórias, encerrando a segunda rodada na terceira posição do grupo A atrás da Eslováquia — com 100% de aproveitamento —, sendo superada pela vice-colocada Irlanda do Norte nos critérios de desempate, lembrando que apenas o líder se classifica automaticamente à Copa do Mundo de 2026. Logo, para evitar a repescagem a <em>Mannschaft</em> não tem mais margens para tropeços, sendo obrigada a vencer todos os demais jogos, em especial o confronto direto diante dos eslovácos, em novembro.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🚨 🇸🇰 Slovakia scored a 90th-minute winner for a 1-0 win at 🇱🇺 Luxembourg, opening Group A with 2/2 wins!<br><br>✅ 🇩🇪 Germany struggled again, but in the end managed to prevail and defeat 🇬🇧 Northern Ireland 3-1 tonight! <a href="https://t.co/eobCuHJADq">pic.twitter.com/eobCuHJADq</a></p>&mdash; Football Rankings (@FootRankings) <a href="https://twitter.com/FootRankings/status/1964792004895969497?ref_src=twsrc%5Etfw">September 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, a campanha da Alemanha nas Eliminatórias não preocupa levando em conta que o jogo mais importante contra a Eslováquia na última rodada será em Leipzig, antes dos encontros frente os modestos Luxemburgo e Irlanda do Norte. Em contrapartida, é inegável que a nove meses do início da Copa de 2026, os tetracampeões mundiais se encontram distantes dos grandes concorrentes na briga pelo título mundial, como são os casos de Espanha, França, Portugal, Inglaterra e Argentina.</p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, pior do que isso é que os alemães não demonstram nenhum sinal de evolução, basta pegarmos como parâmetro a Espanha, que progrediu bastante desde que derrotou a Alemanha na Euro 2024, no último duelo entre as duas há cerca de 14 meses. E por mais que Julian Nagelsmann tenha herdado uma geração sem muitos talentos e abalada emocionalmente depois das eliminações na fase de grupos dos Mundiais de 2018 e 2022, a expectativa era de crescimento sob o comando do ex-técnico do Bayern de Munique.</p>



<p class="has-medium-font-size">E são as constantes mudanças táticas que continuam impedindo o avanço da <em>Mannschaft</em>. Não é novidade que o ideal seria Julian Nagelsmann definir um sistema de jogo e entrosar os jogadores o mais rápido possível. Por sinal, de acordo com o perfil dos atletas e do próprio treinador, o 4-2-2-2, que funcionou tão bem nos seus tempos de RB Leipzig, encaixaria perfeitamente na Alemanha. No entanto, ele prefere alternar time e esquema a cada partida. Na Eslováquia, foi a vez de utilizar o 4-2-3-1 e promover a estreia de Collins Nnamdi, enquanto em Colônia, a ideia acabou sendo jogar com três zagueiros, no 3-4-2-1.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, a aguardada evolução poderia até não ocorrer no aspecto tático, mas ao menos em termos de competitividade, tendo em vista que a seleção da Alemanha nunca jogou um futebol envolvente de encher os olhos, porém jamais deixou de lutar por vitórias em campo, algo que não vemos desde a conquista da Copa do Mundo de 2014, que abrange o fim do ciclo de Joachim Low, a curta passagem de Hansi Flick, e o atual trabalho de Julian Nagelsmann. </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, a realidade é que os alemães seguem estagnados da mesma forma que antes da Euro 2024, quando uma boa fase parecia reascendê-los. À vista disso, com tanto tempo desperdiçado Julian Nagelsmann terá apenas mais oito partidas até a estreia da Copa do Mundo de 2026 para, no mínimo, corrigir o maior problema da Alemanha neste instante, ou seja: a fragilidade defensiva do time que foi vazado o montante de 12 vezes nos últimos sete jogos. </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, ainda que em condições para uma reviravolta, ajustes inimagináveis ao treinador que, nos dois anos à frente da Alemanha, não construiu absolutamente nada mediante aos passos dados na direção errada. A ver!</p>
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		<title>Termina a passagem relâmpago de Erik ten Hag por Leverkusen</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Sep 2025 17:36:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[B04]]></category>
		<category><![CDATA[Bayer Leverkusen]]></category>
		<category><![CDATA[Bundesliga]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Alemão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Passados dois meses, ou míseros três jogos, e a passagem de Erik ten Hag pela Alemanha chegou ao fim, tendo em vista que o Bayer Leverkusen confirmou oficialmente a demissão do treinador holandês na manhã desta segunda-feira (01). É inegável que o desafio de Erik ten Hag era enorme ao assumir o Bayer Leverkusen, a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Passados dois meses, ou míseros três jogos, e a passagem de Erik ten Hag pela Alemanha chegou ao fim, tendo em vista que o Bayer Leverkusen confirmou oficialmente a demissão do treinador holandês na manhã desta segunda-feira (01).</p>



<p class="has-medium-font-size">É inegável que o desafio de Erik ten Hag era enorme ao assumir o Bayer Leverkusen, a começar pela ingrata missão de substituir de Xabi Alonso, campeão da tríplice coroa alemã, marcada pela inédita conquista da Bundesliga na temporada retrasada. Além disso, os <em>Werkself</em> sofreram um verdadeiro desmanche neste meio de ano, a julgar pelas transferências de Florian Wirtz, Jeremie Frimpong, Granit Xhaka, Jonathan Tah, além de Lukas Hradecky e Amine Adli.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, mais de 170 milhões de euros foram desembolsados nas contratações de Malik Tillman, Jarell Quansah, Ernest Poku, Loïc Badé, Eliesse Ben Seghir, Ibrahim Maza, Lucas Vázquez e Mark Flekken. Deste modo, Erik ten Hag desembarcou em solo alemão precisando liderar a reconstrução do Bayer Leverkusen em meio a recente imagem do futebol envolvente e ofensivo praticado sob o comando do antecessor Xabi Alonso, somada as saídas de importantes peças do elenco.</p>



<p class="has-medium-font-size"> Vale ressaltar ainda, que a desconfiança por parte da opinião pública era outro obstáculo a ser superado por Erik ten Hag no Bayer Leverkusen em função do trabalho bastante aquém das expectativas realizado pelo treinador de 55 anos de idade à frente do Manchester United, simbolizado pela 8ª colocação na Premier League em sua segunda temporada no Old Trafford, isto é, a pior campanha dos <em>Red Devils</em> na competição, superada em seguida pelo mais recente 15º lugar com Ruben Amorim à beira do gramado. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="359" data-id="110619" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/09/teste-1-e1756735280751.jpg" alt="" class="wp-image-110619"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Manchester United investiu 710 milhões de euros durante a passagem de Erik ten Hag pelo clube. Como retorno, vieram apenas os títulos da Copa da Liga (2023) e da FA Cup (2024).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, por pior que fosse o cenário nem o mais pessimista dos torcedores do Bayer Leverkusen imaginava que a trajetória de Erik ten Hag pelo clube terminaria após o encerramento da 2ª rodada da Bundesliga, em que os <em>Werkself</em> empataram em 3 a 3 com o Werder Bremen depois de estarem vencendo por 3 a 1 até os 31 minutos da etapa final com um jogador a mais em campo, lembrando que na estreia do campeonato eles haviam sido derrotados pelo Hoffenheim por 2 a 1, de virada, em plena BayArena.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, é importante salientar que os problemas envolvendo Erik ten Hag e o Bayer Leverkusen tiveram início antes mesmo da bola rolar na Bundesliga, mais espeficamente na pré-temporada quando o diretor-esportivo Simon Rolfes notou uma certa falsidade do sucessor de Xabi Alonso, primeiro ao pedir a antecipação do jogo amistoso contra o time sub-21 do Flamengo, no Rio de Janeiro, e depois da derrota ele responsabilizar a mudança na data da partida pelo revés. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em seguida, veio o consentimento interno entre treinador e direção no que diz respeito a ida de Granit Xhaka ao Sunderland, algo que não foi visto publicamente com Erik ten Hag questionando o Bayer Leverkusen por conta da transferência do então capitão do time. Soma-se a isso, o fato do péssimo trato do ex-treinador do Manchester United junto aos jogadores, a ponto de inexistir qualquer tipo de diálogo até mesmo nas vésperas das partidas, isto é, um comportamento diferente ao que o grupo estava acostumado com Xabi Alonso.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, antes mesmo do primeiro jogo da temporada que terminou com a goleada por 4 a 0 sobre o modesto Sonnenhof Grossaspach, da quarta divisão alemã, pela DFB Pokal, o Bayer Leverkusen já estava decidido a demitir Erik ten Hag por perceber que não haveriam condições de alcançar os objetivos estabelecidos com ele no cargo. Entretanto, a ideia foi esperar a chegada da Data FIFA para confirmar o rompimento do seu contrato — válido até 2027 — apenas 62 dias depois da assinatura, querendo ou não, uma confissão do erro em contratá-lo.  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">According to various reports, just three games into the season, former Manchester United manager Erik ten Hag has been sacked by Bayer Leverkusen 😯 <a href="https://t.co/k9RoFsWzva">pic.twitter.com/k9RoFsWzva</a></p>&mdash; Transfermarkt.co.uk (@TMuk_news) <a href="https://twitter.com/TMuk_news/status/1962454202216538578?ref_src=twsrc%5Etfw">September 1, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, ao menos o Bayer Leverkusen acertou ao corrigir rapidamente a rota sem que a situação do clube se agravasse, pois embora os <em>Werkself</em> tenham finalizado a 2ª rodada da Bundesliga contabilizando 1 ponto na 12ª posição da tabela, ainda existe tempo suficiente para um novo treinador chegar e mudar o rumo da temporada, tanto é que eles nem estrearam na Champions League.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a intenção do Bayer Leverkusen é anunciar o nome de um novo treinador o quanto antes para que ele tenha o máximo de dias possíveis pra preparar o time até o jogo frente o Eintracht Frankfurt na BayArena, no próximo dia 13. Em contrapartida, o clube promete prudência a fim de não repetir o equívoco cometido após a saída de Xabi Alonso, já que naquela oportunidade a principal opção era Cesc Fàbregas, mas com a negativa do Como, as conversas dos alemães se intensificaram junto a Erik ten Hag pela pressão de escolher logo um técnico.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, de acordo com o jornal <em>Bild</em>, a lista de potenciais treinadores do Bayer Leverkusen inclui Xavi Hernández, além dos ex-comandantes do Borussia Dortmund, Marco Rose e Edin Terzic. Seja como for, independente da escolha será necessária muita paciência para que um novo trabalho seja desenvolvido em Leverkusen, visto que a química da equipe, renovada mediante a tantas chegadas e saídas, só é adquirida com o decorrer dos jogos. Quer dizer, existe um longo processo até lá.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, longe de querer defender o trabalho de Erik ten Hag, é fato que uma posição no <em>G-4</em> da Bundesliga, aliada a uma vaga nos playoffs de repescagem da Champions League, já estaria de bom tamanho ao Bayer Leverkusen nesta primeira temporada pós-Xabi Alonso. Contudo, tanto o CEO Fernando Carro, quanto o diretor Simon Rolfes, acreditam que o caminho dos títulos ainda é o ideal ao clube, ou seja, uma tarefa impossível para qualquer treinador.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, se as dificuldades que o Bayer Leverkusen enfrentaria já eram reconhecidas antes do início da temporada, na prática elas somente se converteram à realidade. </p>
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		<title>O otimismo voltou ao Borussia Dortmund sob o comando de Niko Kovac</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2025 18:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[Borussia Dortmund]]></category>
		<category><![CDATA[Bundesliga]]></category>
		<category><![CDATA[BVB09]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Alemão]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Niko Kovac]]></category>
		<category><![CDATA[SoccerBlog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No início do ano, Niko Kovac desembarcava na região do Rhur tendo pela frente o enorme desafio de assumir o Borussia Dortmund, na ocasião, ocupando a 11ª colocação da Bundesliga a 9 pontos da zona da degola e a quatro do G-4. Na realidade, o Borussia Dortmund que também já havia sido eliminado pelo Wolfsburg [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">No início do ano, Niko Kovac desembarcava na região do Rhur tendo pela frente o enorme desafio de assumir o Borussia Dortmund, na ocasião, ocupando a 11ª colocação da Bundesliga a 9 pontos da zona da degola e a quatro do G-4.</p>



<p class="has-medium-font-size">Na realidade, o Borussia Dortmund que também já havia sido eliminado pelo Wolfsburg logo no primeiro compromisso da DFB-Pokal, sentia o impacto das duríssimas consequências do erro cometido por ter escolhido Nuri Sahin para comandar a equipe. Não à toa, a passagem do sucessor de Edin Terzic pelo Signal Iduna Park durou míseros 27 jogos, deixando como &#8220;legado&#8221; o pior começo de ano do clube nas últimas 25 temporadas da Bundesliga.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do exposto, a demissão de Nuri Sahin até demorou para ser concretizada, algo que ficou ainda mais evidente após a chegada de Niko Kovac, a julgar pelos 28 de 42 possíveis pontos conquistados pelos <em>Aurinegros</em> sob o comando do técnico croata na Bundesliga. Com isso, ao embalar uma série de cinco vitórias nas cinco rodadas finais do campeonato, o Borussia Dortmund garantiu a inesperada vaga na Champions League em função do 4º lugar na classificação.  </p>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="363" data-id="109844" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-11-e1755005505459.jpg" alt="" class="wp-image-109844"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Dos 57 pontos assinalados pelo Dortmund na Bundesliga, 28 foram conquistados por Niko Kovac em 14 jogos, contra 29 pontos em 20 partidas com Nuri Sahin à beira do campo. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, foi notório o progresso do Borussia Dortmund com Niko Kovac à frente do time. A propósito, tanto o CEO esportivo Lars Ricken, quanto o diretor-técnico Sebastian Kehl, levaram em consideração o perfil rígido do ex-técnico do Wolfsburg para contratá-lo, uma vez que uma enorme onda de marasmo havia contagiado o clube do Rhur mediante ao temperamento pra lá de leve de Nuri Sahin.</p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, o Borussia Dortmund tornou-se mais intenso, fluido e competitivo em campo, sobretudo em virtude da intensificação dos trabalhos físicos do elenco, que fizeram com que alguns jogadores de maior qualidade técnica como Marcel Sabitzer, Julian Brandt e até mesmo o capitão Emre Can perdessem espaço na equipe. Além deles, o talentoso Jamie Gittens também deixou de ser titular por não cumprir as funções defensivas exigidas por Niko Kovac, diferentemente de Karim Adeyemi. Aliás, isso explica porque o ponta inglês foi negociado junto ao Chelsea por 56 milhões de euros nessa janela de meio de ano.</p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, o excelente final de temporada do Borussia Dortmund aumentou as expectativas pelos lados do Signal Iduna Park, apesar da tímida movimentação dos <em>Aurinegros</em> no mercado, composta somente pela vinda do meio-campista Jobe Bellingham, lembrando que 56,5 milhões de euros já foram investidos pelo clube alemão na atual janela de transferências, sendo 30,5 milhões para efetivar a contratação do ex-jogador do Sunderland, e outros 26 milhões oriundos das obrigações de compra dos laterais Yan Couto e Daniel Svensson. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">JOBE BELLINGHAM É O NOVO CAMISA DE NÚMERO 7 DO BORUSSIA DORTMUND! 🏴󠁧󠁢󠁥󠁮󠁧󠁿7️⃣<br><br>A camisa de número 7, anteriormente usada por Giovanni Reyna, foi um dos “presentes” usados pelo Borussia Dortmund para seduzir o meio-campista inglês de 19 anos nas negociações contratuais. 🎁 <a href="https://t.co/UXTPpqE00a">pic.twitter.com/UXTPpqE00a</a></p>&mdash; Bundesliga Insider (@BundesInsider) <a href="https://twitter.com/BundesInsider/status/1953469428219191397?ref_src=twsrc%5Etfw">August 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, a estratégia do Borussia Dortmund em conter gastos nessa janela deve fracassar em razão da recente lesão muscular sofrida por Niklas Sule no jogo amistoso contra a Juventus, o que significa que ele é o terceiro zagueiro do plantel a integrar o departamento médico, se juntando à Emre Can e Nico Schlotterbeck. Em outras palavras, relevantes perdas para o técnico Niko Kovac, adepto a um esquema tático formado por uma linha de três homens na defesa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por este motivo, o Borussia Dortmund já manitora alguns nomes no mercado, a exemplo de Diego Aguado, do Real Madrid, e Juan Giménez, do Rosario Central, embora principal o alvo dos <em>Aurinegros</em> seja o norueguês Eivind Helland, zagueiro do SK Brann, avaliado em 3,5 milhões de euros. Com 1,96m de altura, o jovem de 20 anos de idade também pode atuar como lateral-direito e volante, uma condição que agrada bastante o técnico Niko Kovac. Todavia, o maior empecilho do negócio é a concorrência do Manchester United.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, o Borussia Dortmund também não descarta a possibilidade de trazer um meia, um ponta e um atacante, a exemplo dos interesses em Facundo Buonanotte, James McAtee, Jadon Sancho e Fábio Silva, por mais que todos estes possíveis reforços não sejam tratados como prioridades, ao contrário de um zagueiro, lembrando que Niko Kovac planeja um grupo curto de 22 atletas, a fim de diminuir o risco de descontentamento por parte daqueles com menor minutagem.   </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="109879" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-12.jpg" alt="" class="wp-image-109879"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Serhou Guirassy foi o jogador de linha mais utilizado por Niko Kovac no Borussia Dortmund com 24 aparições, uma menos em relação ao goleiro Gregor Kobel.</strong></figcaption></figure>
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<p class="has-medium-font-size">Seja como for, a contratação de reforços acabou ficando em segundo plano em meio ao bom trabalho desenvolvido por Niko Kovac no Borussia Dortmund, fruto da rápida identificação do treinador junto ao clube, motivada pela cultura da própria cidade operária baseada em valores como trabalho árduo, luta, esforço e momentos lúdicos. Quer dizer, foi o casamento perfeito, o que se subentende que o atual contrato válido até o encerramento da temporada será renovado.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que apesar do estilo linha dura, Niko Kovac caiu nas graças dos <em>Aurinegros</em> por respeitar as principais lideranças do vestiário, das quais se destacam Emre Can, Waldemar Anton, Pascal Gross e Nico Schlotterbeck. Além disso, tendo a oportunidade de realizar a primeira pré-temporada no Borussia Dortmund, ele vem se mostrando bastante simpático fora das quatro linhas, apesar do alto nível de exigência nas atividades em campo, criando assim, um clima harmonioso de trabalho em prol da evolução do clube e dos jogadores.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, é difícil imaginar os pupilos de Niko Kovac brigando pelo título alemão na próxima temporada. Por sinal, mesmo com o diretor esportivo da DFB, Rudi Völler, prevendo que Bayern de Munique e Borussia Dortmund iniciarão a Bundesliga com cinco pontos de desvantagem por terem disputado a Copa do Mundo de Clubes, é inegável que os <em>Aurinegros</em> estão alguns passos atrás dos atuais campeões na corrida pela <em>Meisterschale</em>, vide a larga distância de 25 pontos entre eles na edição passada da competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o simples fato de começar a Bundesliga com as perspectivas de lutar pelas primeiras posições já anima — e muito — a torcida do Borussia Dortmund, que há um ano só imaginava o pior. </p>



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