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	<title>Boca Juniors- SoccerBlog</title>
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	<title>Boca Juniors- SoccerBlog</title>
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		<title>Boca Juniors busca a tríplice coroa nacional para encerrar 2022 com chave de ouro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Oct 2022 18:31:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com a ajuda do rival River Plate, o Boca Juniors sagrou-se campeão argentino pela 35ª vez na história. Entretanto, o clube ainda busca a tríplice coroa para fechar a temporada com chave de ouro. Passados quase cinco meses da duríssima queda do Boca Juniors diante do Corinthians nas oitavas-de-final da Copa Libertadores, que inclusive culminou [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Com a ajuda do rival River Plate, o Boca Juniors sagrou-se campeão argentino pela 35ª vez na história. Entretanto, o clube ainda busca a tríplice coroa para fechar a temporada com chave de ouro.      </h6>



<p class="has-medium-font-size">Passados quase cinco meses da duríssima queda do Boca Juniors diante do Corinthians nas oitavas-de-final da Copa Libertadores, que inclusive culminou com a demissão do treinador Sebastián Battaglia e colocou em xeque a continuidade do atacante Darío Benedetto na equipe, os torcedores <em>xeneizes</em> voltaram a chorar na Bombonera, porém desta vez derrubando lágrimas de alegria pela conquista do título da Superliga da Argentina.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, mas um dos principais responsáveis pela reviravolta do Boca Juniors nesta temporada responde pelo nome de Hugo Ibarra, ex-jogador e ídolo do clube pelo qual contabilizou 324 jogos e doze títulos conquistados dentro das quatro linhas. Ainda assim, <em>El Negro</em> jamais havia comandado um time profissional na carreira como treinador, o que aumentou a pressão sobre ele e a diretoria, em especial o vice-presidente Juan Román Riquelme.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-32-1024x683.jpg" alt="" data-id="63933" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-32-e1666711883673.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63933" class="wp-image-63933"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em 23 partidas à frente do Boca Juniors, Hugo Ibarra coleciona 15 vitórias, 4 empates e quatro derrotas, registrando 71% de aproveitamento através deste ótimo desempenho.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E apesar das três derrotas e duas vitórias em seus cinco primeiros compromissos à frente do Boca Juniors, Hugo Ibarra conduziu a equipe a uma sequência de 15 partidas de invencibilidade depois do revés frente o Patronato por 3 a 0, somando 12 vitórias e três empates neste período que inclui o triunfo pelo placar mínimo no <em>Superclásico</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar, que o Newell&#8217;s Old Boys foi o adversário capaz de interromper esta incrível série positiva do Boca a duas rodadas do término da Superliga, o que significa que naquela altura do campeonato os <em>xeneizes</em> já estavam brigando diretamente pelo título argentino, quer dizer, algo inimaginável para quem ocupava a 11ª colocação no momento em que Ibarra assumiu o cargo.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-33-1024x683.jpg" alt="" data-id="63941" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/10/wall-33-e1666712773396.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=63941" class="wp-image-63941"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Desde dezembro de 2019 na vice-presidência do Boca Juniors,</strong> <strong>Juan Román Riquelme já viu o time dar cinco voltas olímpicas ao longo de sua gestão como dirigente.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o Boca Juniors só confirmou o título argentino na última rodada da Superliga e, detalhe, graças ao triunfo do River Plate sobre o Racing por 2 a 1 em Avellaneda, já que o empate em 2 a 2 contra o Independiente, não seria suficiente para os pupilos de Hugo Ibarra vencerem o campeonato no caso de uma vitória da <em>Academia</em>, que por sua vez, além de perder um pênalti, sofreu um gol nos acréscimos da partida.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, a dúvida agora envolve o futuro de Hugo Ibarra, a julgar que o contrato do treinador junto ao Boca Juniors é válido somente até o final da temporada, o que se subentende que ele voltará a dirigir o conjunto B do clube. De qualquer forma, <em>El Negro</em> ainda terá a chance de erguer o caneco da Copa da Argentina, lembrando que os <em>xeneizes</em> enfrentarão o Patronato nas semifinais da competição, à medida que Banfield e Talleres duelarão do outro lado da chave.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, o Boca Juniors se consolidou ainda mais como o clube mais vencedor do futebol argentino ao faturar o seu 73º título em 107 anos de história, aumentando para quatro taças a distância em relação ao River Plate. Ademais, o Boca espera encerrar o ano com a tríplice coroa, pois além da Superliga, ele já ganhou a Copa da Liga e está a 180 minutos de conquistar a Copa nacional, o que tornaria 2022 totalmente azul e dourado no país de Maradona e Messi. </p>
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		<title>De volta à Bombonera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2020 01:22:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Os torcedores xeneizes estão sedentos pelo início da temporada de 2020, afinal, a série de mudanças pelas quais passou a direção do Boca Juniors, prometem levar o time seis vezes campeão da Copa Libertadores novamente ao caminho dos títulos. Sem erguer nenhum caneco no ano passado, o Boca Juniors viveu uma temporada tenebrosa em 2019, sobretudo porque o [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os torcedores <em>xeneizes</em> estão sedentos pelo início da temporada de 2020, afinal, a série de mudanças pelas quais passou a direção do Boca Juniors, prometem levar o time seis vezes campeão da Copa Libertadores novamente ao caminho dos títulos.</p>
<p>Sem erguer nenhum caneco no ano passado, o Boca Juniors viveu uma temporada tenebrosa em 2019, sobretudo porque o conjunto azul e ouro foi mais uma vez eliminado da Copa Libertadores pelo seu maior rival, River Plate, porém nesta ocasião, na fase semifinal do torneio. Aliás, foi exatamente este revés que determinou a saída do treinador Gustavo Alfaro, da Bombonera. Nem mesmo a boa campanha da equipe na Superliga da Argentina foi capaz de livrar a cabeça de Alfaro da degola, lembrando que os <em>xeneizes</em> ocupam a vice-posição na tabela do campeonato com 29 pontos, um a menos que o surpreendente líder, Argentinos Juniors.</p>
<p>Após sondar alguns medalhões, dentre eles Luiz Felipe Scolari, o nome escolhido pela diretoria do Boca Juniors para assumir o comando da equipe na temporada que está por vir, foi o de um velho conhecido da torcida. Trata-se de Miguel Ángel Russo, experiente técnico de 63 anos de idade, campeão da Copa Libertadores em 2007 à frente do Boca. Vale ressaltar ainda, que o sucessor de Gustavo Alfaro acumula passagens por outros grandes clubes do futebol argentino como são os casos de Racing, Estudiantes, Rosario Central, San Lorenzo e Vélez Sarsfield. Fora do cenário nacional, o novo treinador boquense já trabalhou no México, Colômbia, Peru, Paraguai e até na Espanha, aonde dirigiu o Salamanca há mais de duas décadas.</p>
<p><figure id="attachment_25961" aria-describedby="caption-attachment-25961" style="width: 2048px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-25961" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6.jpg" alt="O Cerro Porteño foi o último time comandado por Miguel Ángel Russo. Apesar de não ter erguido nenhum caneco pela equipe, ele a levou às quartas de final da Copa Libertadores em 2019. " width="2048" height="1365" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6.jpg 2048w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-300x200.jpg 300w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-768x512.jpg 768w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-1024x683.jpg 1024w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-270x180.jpg 270w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-369x246.jpg 369w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-6-99x66.jpg 99w" sizes="(max-width: 2048px) 100vw, 2048px" /><figcaption id="caption-attachment-25961" class="wp-caption-text">O Cerro Porteño foi o último time comandado por Miguel Ángel Russo. Apesar de não ter erguido nenhum caneco pela equipe, ele levou os paraguaios às quartas de final da Copa Libertadores 2019.</figcaption></figure></p>
<p>No entanto, a mudança mais radical realizada pelo Boca Juniors deu-se na diretoria, visto que Juan Román Riquelme, ídolo dos <em>xeneizes</em>, foi nomeado vice-presidente do clube, depois que a chapa composta por ele e Jorge Ameal, o novo presidente do Boca, venceu as eleições presidenciais no final do ano passado. Segundo a mídia argentina, mais de 38 mil eleitores participaram da votação, sendo que na última partida do Boca Juniors como mandante em 2019, contra o Argentinos Juniors, milhares de torcedores foram à Bombonera usando máscaras estampando o rosto de Riquelme.</p>
<p>Por essas e outras, a vitória de Jorge Ameal e Juan Román Riquelme nas urnas acabou não chamando a atenção, já que o eterno camisa 10 é extremamente amado pela torcida do Boca, até mais do que os célebres Diego Maradona, Carlos Bianchi, Jorge Bermúdez, Martín Palermo, Guillermo Barros Schelotto e Carlos Tévez. Por esta razão, a temporada de 2020 é tão aguardada pelos <em>xeneizes</em>, que vêem no astro três vezes campeão da Copa Libertadores defendendo as cores do Boca, a saída para que o clube mais glorioso do futebol argentino volte a ser o que sempre foi, ou seja, um time vencedor.</p>
<p><figure id="attachment_25995" aria-describedby="caption-attachment-25995" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-25995" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2020/01/blog-8-e1578617887953.jpg" alt="Campeão da Libertadores em 2000, 2001 e 2007 pelo Boca Juniors, Juan Román Riquelme é considerado um verdadeiro Deus pelos torcedores xeneizes." width="580" height="356" /><figcaption id="caption-attachment-25995" class="wp-caption-text">Campeão da Libertadores em 2000, 2001 e 2007 pelo Boca Juniors, Juan Román Riquelme é considerado um verdadeiro Deus pelos torcedores xeneizes.</figcaption></figure></p>
<p>Todavia, nem tudo é festa pelos lados da Bombonera, uma vez que poucos dias após Jorge Ameal e Juan Román Riquelme assumirem a direção do Boca Juniors, o volante Daniele De Rossi, anunciou a sua aposentadoria dos gramados. Desta maneira, o atleta de 36 anos vestiu a camisa da equipe azul e ouro em apenas sete oportunidades, das quais marcou um único gol, em uma passagem marcada pelo excessivo número de lesões sofridas. Apesar de alguns veículos argentinos entenderem que existia uma pequena rusga entre ele e Riquelme, o ex-jogador da Roma afirmou que a saudades da família foi o que de fato, motivou-o a pendurar as chuteiras.</p>
<p>Como não poderia deixar de ser, o grande objetivo do Boca Juniors em 2020 é erguer o caneco da Copa Libertadores, uma façanha que o time argentino não alcança há exatos treze anos. Mas para que este longo tabu seja quebrado, os <em>xeneizes</em> precisarão se reforçar, especialmente o setor ofensivo da equipe, que desde a saída de Darío Benedetto ao Olympique Marseille, vem deixando bastante a desejar. Sabendo disso, a nova diretoria do clube segue se movimentando no mercado, e inclusive chegou a iniciar conversas para contratar o atacante Paolo Guerrero. Entretanto, o ídolo da seleção peruana manifestou publicamente que a sua intenção é continuar no Internacional.</p>
<p>Contudo, a negativa por parte de Paolo Guerrero não incomodou em nada o treinador Miguel Ángel Russo, que por sua vez, entende que o ataque está bem servido com Ramón Ábila, Mauro Zárate e o veterano Carlos Tévez. Deste modo, a diretoria depositará todas as suas fichas na contratação de Guillermo Pol Fernández, atleta criado nas categorias de base do Boca, e que atualmente está no Cruz Azul. Nesta temporada, o meia de 28 anos jogou 12 partidas pela equipe mexicana, porém apenas quatro delas como titular, e não marcou nenhum gol. Logo, é esperado que os <em>xeneizes</em> não encontrem dificuldades para contratá-lo. Ainda assim, mesmo que nenhum novo reforço desembarque na capital argentina para defender o Boca Juniors em 2020, os <em>xeneizes</em> estarão eufóricos pois o lendário Juan Román Riquelme já está na Bombonera,</p>
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		<title>Portas abertas para Heinze</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Oct 2019 18:18:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Como não poderia deixar de ser, a eliminação do Boca Juniors frente o River Plate nas semifinais da Copa Libertadores de 2019, acabou gerando um imensa crise pelos lados da Bombonera, tanto é, que até mesmo o treinador Gustavo Alfaro já jogou a toalha. Perder clássicos é uma das piores coisas que podem acontecer na vida [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como não poderia deixar de ser, a eliminação do Boca Juniors frente o River Plate nas semifinais da Copa Libertadores de 2019, acabou gerando um imensa crise pelos lados da Bombonera, tanto é, que até mesmo o treinador Gustavo Alfaro já jogou a toalha.</p>
<p>Perder clássicos é uma das piores coisas que podem acontecer na vida de um clube de futebol, tendo por vezes, o mesmo peso de sofrer uma goleada ou até passar por um rebaixamento, obviamente, dependendo das circunstâncias desta derrota. Foi exatamente isso que aconteceu com o Boca Juniors, que após a queda diante do River Plate pelas semifinais da Copa Libertadores de 2019, entrou em um verdadeiro colapso, lembrando que os pupilos de Gustavo Alfaro acabaram sendo eliminados do torneio depois de perderem o jogo de ida no Monumental de Núñez por 2 a 0, e vencerem o jogo de volta na Bombonera pelo placar mínimo.</p>
<p>No entanto, era evidente que a desclassificação do Boca Juniors causaria fortes estragos na equipe, sobretudo porque os <em>Xeneizes</em> já haviam sido derrotados pelo próprio River Plate, na polêmica final envolvendo os dois clubes na edição anterior da Copa Libertadores. Vale ressaltar ainda, que o retrospecto recente do conjunto de La Boca é péssimo em relação ao seu maior rival, considerando somente confrontos eliminatórios válidos por competições internacionais. Para se ter uma ideia, o último triunfo do Boca sobre o River deu-se apenas em 2004. De lá para cá, os <em>Milionários</em> levaram a melhor nos outros duelos disputados entre eles pela Copa Sul-Americana 2014, além das Copas Libertadores de 2015, 2018, e esta de 2019.</p>
<p><figure id="attachment_24840" aria-describedby="caption-attachment-24840" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-24840" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/10/blog-52-e1572444118575.jpg" alt="A eliminação do Boca Juniors diante de seu maior rival na Copa Libertadores, deixou a situação do técnico Gustavo Alfaro praticamente insustentável na Bambonera." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-24840" class="wp-caption-text">A eliminação do Boca Juniors diante de seu maior rival na Copa Libertadores, deixou um clima de extrema pressão na Bombonera, principalmente sobre o técnico Gustavo Alfaro.</figcaption></figure></p>
<p>Como é de praxe no futebol, o técnico foi apontado como o grande responsável pela desclassificação dos <em>Xeneizes</em> na Copa Libertadores de 2019. Logo, a pressão sobre o treinador Gustavo Alfaro aumentou consideravelmente neste período pós eliminação. Entretanto, jamais poderíamos deixar de destacar que <em>Lechuga</em> (apelido de Alfaro) nunca teve o nome bem quisto entre os torcedores boquenses, tudo em virtude do estilo de jogo praticado por suas equipes, adeptas de uma filosofia mais defensiva e pragmática.</p>
<p>Todavia, o bom trabalho de Gustavo Alfaro à frente do Huracán, foi preponderante para que a diretoria o contratasse para suceder Guillermo Barros Schelotto. Aliás, um dado curioso é que desde a segunda passagem de Carlos Bianchi pelo clube, a diretoria boquense nunca mais conseguiu achar o treinador ideal para dirigir a equipe. Uma das alternativas encontradas pelos <em>Xeneizes</em> foi a de trazer jogadores simbólicos para comandar o time dentro das quatro linhas, como foram os casos de Rodolfo Arruabarrena e do próprio Schelotto.</p>
<p><figure id="attachment_24852" aria-describedby="caption-attachment-24852" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-24852" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/10/blog-53-e1572455983357.jpg" alt="Guillermo Barros Schelotto foi o melhor treinador do Boca Juniors na &quot;era pós Carlos Bianchi&quot;, haja vista o bicampeonato argentino (2016/17 e 2017/18) conquistados por ele." width="580" height="407" /><figcaption id="caption-attachment-24852" class="wp-caption-text">Guillermo Barros Schelotto foi o melhor treinador do Boca Juniors na &#8220;era pós Carlos Bianchi&#8221;, haja vista o bicampeonato argentino (2016/17 e 2017/18) conquistado por ele.</figcaption></figure></p>
<p>Com contrato válido somente até o final deste ano junto ao Boca Juniors, a permanência de Gustavo Alfaro no comando técnico dos <em>Xeneizes</em> em 2020 certamente não ocorrerá, ainda mais depois da entrevista concedida pelo ex-treinador do Huracán após o jogo contra o River Plate. As palavras de <em>Lechuga </em>em total tom de despedida, escancaram de forma clara e objetiva que<em> </em>o seu futuro não será na Bombonera, confira:</p>
<pre>"Tenho orgulho de ter estado no Boca, é bom ser fã do Boca. Nem todo mundo tem a dignidade 
dos fãs do Boca. Quero terminar esses jogos da melhor maneira possível e depois ir para minha 
casa e recuperar minha vida", completou o treinador.</pre>
<p>Diante deste cenário, diversos nomes passaram a ser especulados para dirigir o Boca Juniors, dentre eles, os brasileiros Renato Portaluppi e Luiz Felipe Scolari. Por incrível que pareça, até o português José Mourinho chegou a ser sondado pela mídia argentina, mas de concreto mesmo, tudo indica que Gabriel Heinze, atual técnico do Vélez Sarsfield, será o comandante dos <em>Xeneizes</em> a partir de 2020. O novato treinador de 41 anos de idade, está em seu terceiro ano à frente do <em>Fortín</em>, 5º colocado na Superliga Argentina, ao passo que nas temporadas anteriores, ele deixou a equipe na 16ª e na 6ª posições, respectivamente.</p>
<p>A propósito, Gabriel Heinze segue realizando um trabalho de formiguinha no Vélez Sarsfield, e com méritos vem colocando o time novamente no caminho das vitórias, uma vez que a equipe de Liniers passou por uma fase extremamente turbulenta nos últimos anos. Além da capacidade de comandar jovens atletas, Heinze é adepto de um estilo de jogo ofensivo, costuma armar o seu time no 4-3-3, posicionando as suas linhas bastante avançadas. Talvez, sejam estes as razões pelas quais o Boca tenha escolhido o ex-jogador de PSG, Manchester United e Olympique Marseille para dirigir os <em>Xeneizes</em>. Contudo, precisaremos esperar a chegada de 2020 para vê-lo em ação na Bombonera!</p>
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		<title>Novo comandante na Bambonera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Dec 2018 17:11:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
		<category><![CDATA[Boca Juniors]]></category>
		<category><![CDATA[CABJ]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Argentino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como já era esperado, o revés do Boca Juniors diante do eterno rival, River Plate, na decisão da Copa Libertadores de 2018, custou caro ao treinador Guillermo Barros Schelotto, que embora tenha uma enorme identificação com os torcedores xeneizes, foi oficialmente demitido poucos dias após a fatídica derrota do conjunto de La Boca no estádio Santiago Bernabéu. A trajetória de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Como já era esperado, o revés do Boca Juniors diante do eterno rival, River Plate, na decisão da Copa Libertadores de 2018, custou caro ao treinador Guillermo Barros Schelotto, que embora tenha uma enorme identificação com os torcedores <em>xeneizes</em>, foi oficialmente demitido poucos dias após a fatídica derrota do conjunto de La Boca no estádio Santiago Bernabéu.</p>
<p>A trajetória de Guillermo Barros Schelotto no comando do Boca Juniors durou apenas dois anos, isso porque o novato treinador de 43 anos de idade foi demitido pela diretoria na semana passada. Embora o Boca da era Schelotto tenha conquistado o título do campeonato argentino duas vezes seguidas, o fraco desempenho da equipe em copas, além do pífio retrospecto do time nos confrontos diretos contra o River Plate, foram determinantes para a saída de <em>Mellizo</em> da Bambonera.</p>
<p>Os Estados Unidos certamente será o destino do treinador argentino, visto que o Los Angeles Galaxy, franquia pela qual atua o craque sueco Zlatan Ibrahimovic, já manifestou publicamente seu interesse em contar com Guillermo Barros Schelotto. Além do time de LA, o Colombus Crew, equipe de <em>Mellizo</em> entre os anos de 2007 e 2010, época em que ele ainda era atleta profissional, também está na briga para contratá-lo.</p>
<p><figure id="attachment_17803" aria-describedby="caption-attachment-17803" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17803" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/12/blog-54-e1545833193189.jpg" alt="Dois campeonatos argentinos, estes foram os títulos conquistados por Mellizo à frente do Boca Juniors." width="580" height="419" /><figcaption id="caption-attachment-17803" class="wp-caption-text">Dois campeonatos argentinos, estes foram os títulos conquistados por Mellizo à frente do Boca Juniors desde a sua chegada ao clube em 2016.</figcaption></figure></p>
<p>Enquanto isso, o Boca Juniors anunciou na véspera de Natal, que o técnico Gustavo Alfaro, que estava no Huracán, será o novo comandante da equipe. Carinhosamente chamado de <em>Lechuga</em>, Alfaro iniciou a sua carreira fora das quatro linhas em 1992, ano em que assumiu o Atlético Rafaela. De lá para cá, o treinador passou por uma série de clubes argentinos como Patronato, Quilmes, Belgrano, Olimpo, San Lorenzo, Arsenal de Sarandí, Rosario Central, Tigre, e mais recentemente, o Huracán.</p>
<p>Vale ressaltar, que o melhor momento de Gustavo Alfaro até hoje foi no período em que ele dirigiu o Arsenal de Sarandí, lembrando que o novo técnico do Boca teve duas passagens pela equipe de Avellaneda. Em 2007, o <em>El Viaducto </em>conseguiu a façanha de erguer a taça da Copa Sul-Americana, enquanto em 2012, o time faturou o caneco do Torneio Clausura e da Supercopa da Argentina. No ano seguinte, foi a vez de conquistar a Copa da Argentina. Por esta razão, Gustavo Alfaro é considerado um verdadeiro ídolo para os torcedores do Arsenal de Sarandí.</p>
<p><figure id="attachment_17807" aria-describedby="caption-attachment-17807" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-17807" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/12/blog-55-e1545834686108.jpg" alt="Conseguirá Gustavo Alfaro repetir no Boca Juniors o mesmo sucesso alcançado no Arsenal de Sarandí?" width="580" height="414" /><figcaption id="caption-attachment-17807" class="wp-caption-text">Conseguirá Gustavo Alfaro repetir no Boca Juniors o mesmo sucesso alcançado no Arsenal de Sarandí?</figcaption></figure></p>
<p>Atualmente, Gustavo Alfaro estava realizando um ótimo trabalho à frente do Huracán, tanto é, que o time ocupa a 4ª posição do Campeonato Argentino com 26 pontos ganhos. Colecionando o total de 7 vitórias, 5 empates e apenas duas derrotas em 14 partidas realizadas, o <em>Globo</em> obtém 61,9% de aproveitamento na competição. A campanha da equipe de Parque Patricios é tão surpreendente no torneio, que fortes adversários como River Plate, Boca Juniors e Independiente permanecem atrás dela na tabela do torneio.</p>
<p>Ao que tudo indica, as mudanças não ocorrerão somente no banco de reservas da Bambonera, uma vez que alguns atletas darão adeus ao Boca. O primeiro deles é o meia colombiano Edwin Cardona, que acertou sua transferência ao Pachuca (México), depois do <em>Xeneize</em> não ter aceitado pagar R$ 23 milhões para comprá-lo em definitivo. Já o zagueiro Lisandro Magallán, está de malas prontas para Amsterdam, dado que ele jogará Ajax. Outro jogador que está de saída, é o lateral-esquerdo Emmanuel Mas, provável reforço do Grêmio na próxima temporada.</p>
<p>O ciclo de Gustavo Alfaro no Boca Juniors começa a partir do dia 03 de janeiro, data da apresentação do elenco para o início da pré-temporada na <em>Casa Amarilla</em>. A meta primordial estipulada pela diretoria ao novo treinador, é conquistar o heptacampeonato da Copa Libertadores no ano que vem, ou seja, um objetivo pra lá de complicado. No entanto, caso os <em>Xeneizes</em> consigam segurar nomes como Wilmar Barrios, Nahitan Nández, Dario Benedetto e Cristian Pavón no plantel, além de contratem tanto um meia quanto um zagueiro para suprir as perdas de Cardona e Magallán, respectivamente, com certeza teremos um Boca ainda mais forte em 2019.</p>
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		<title>River Plate x Boca Juniors</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Dec 2018 14:27:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A 59ª edição da Copa Libertadores da América, terá o seu campeão definido na tarde deste domingo (09), depois que River Plate e Boca Juniors se enfrentarem no estádio Santiago Bernabéu. Após empatarem por 2 a 2 na Bambonera, os eternos rivais da capital argentina decidirão qual deles ficará com o título da competição, a partir das 17:30 (horário de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A 59ª edição da Copa Libertadores da América, terá o seu campeão definido na tarde deste domingo (09), depois que River Plate e Boca Juniors se enfrentarem no estádio Santiago Bernabéu. Após empatarem por 2 a 2 na Bambonera, os eternos rivais da capital argentina decidirão qual deles ficará com o título da competição, a partir das 17:30 (horário de Brasília), nesta, que já é considerada a final mais polêmica do torneio ao longo dos tempos.</p>
<h4>River Plate</h4>
<p>O empate por 2 a 2 no jogo de ida na Bambonera, foi bastante comemorado pelo River Plate, isso porque os pupilos de Marcelo Gallardo chegaram a ficar atrás do marcador em duas oportunidades, mas através de um enorme poder de reação, eles conseguiram igualar o placar através dos gols de Carlos Izquierdoz (gol contra) e Lucas Pratto. Desta maneira, basta uma simples vitória para que o conjunto de Núñez fature a Copa Libertadores frente o seu maior rival no mundo da bola.<br />
No entanto, quem pensa que a vida dos<em> Millionários</em> será fácil na decisão da Copa Libertadores está completamente enganado, visto que o treinador Marcelo Gallardo não poderá contar com o colombiano Rafael Santos Borré, suspenso devido ao acumulo de cartões amarelos. Por esta razão, <em>El Muñeco</em> (Gallardo) provavelmente mudará todo o esquema tático de sua equipe, optando em utilizar o 4-3-2-1, com os meias Pity Martínez e Nacho Fernández servindo o atacante Lucas Pratto.</p>
<p><figure id="attachment_16951" aria-describedby="caption-attachment-16951" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16951" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-39-e1542977516284.jpg" alt="No comando do River desde 2014, o treinador e ídolo Marcelo Gallardo corre atrás de sua segunda Copa Libertadores na carreira. " width="580" height="416" /><figcaption id="caption-attachment-16951" class="wp-caption-text">No comando do River desde 2014, o treinador e ídolo dos Millionários, Marcelo Gallardo, corre atrás de sua segunda Copa Libertadores na carreira, lembrando que a primeira foi conquistada em 2015.</figcaption></figure></p>
<h4>Boca Juniors</h4>
<p>Enquanto isso, o Boca Juniors sabe que desperdiçou uma ótima oportunidade de sair da Bambonera com uma vantagem para o jogo de volta da decisão da Copa Libertadores, afinal, os atuais bicampeões argentinos chegaram a ficar duas vezes à frente no placar, graças aos tentos de Ramón Ábila e Dario Benedetto. Contudo, os comandados de Guillermo Barros Schelotto deixaram a vitória escapar, e no final das contas, o empate de 2 a 2 teve um sabor amargo de derrota, sobretudo porque agora eles serão obrigados a derrotar o River Plate na capital espanhola, para faturarem a taça de campeão do torneio pela sétima vez.<br />
A boa notícia aos torcedores <em>boquenses</em>, é que o departamento médico liberou o ponta-esquerda Cristian Pavón, que estava vetado da decisão, em virtude de uma lesão no tendão. Além dele, o goleiro Esteban Andrada também recuperou-se da contusão no maxilar, e iniciará a final deste domingo entre os onze titulares do Boca Juniors.</p>
<p><figure id="attachment_16956" aria-describedby="caption-attachment-16956" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-16956 size-full" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-40-e1542979178762.jpg" alt="Com a ausência de Cristian Pavón, o atacante Dario Benedetto, autor de um dos gols do Boca contra o River no jogo de ida, estará em campo no Monumental de Núñez." width="580" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-16956" class="wp-caption-text">O retrospecto recente do Boca Juniors é totalmente favorável sobre o River Plate, dado que os Xeneizes venceram três dos últimos quatro Superclássicos disputados como visitantes.</figcaption></figure></p>
<h4>Dados Estatísticos</h4>
<p>O registro histórico do Superclássico, aponta que os rivais da capital argentina se enfrentaram o total de 94 vezes ao longo da história, e a vantagem é do Boca Juniors que soma 35 vitórias mediante 26 triunfos do River Plate, ao passo que o empate prevaleceu em outras 33 oportunidades.<br />
Este será o quarto confronto envolvendo os dois clubes em 2018, sendo que o Boca Juniors permanece invicto diante do River Plate no ano, colecionando duas vitórias e um empate neste período. Vale ressaltar, que o embate mais recente entre eles, foi justamente o jogo de ida da atual edição da Copa Libertadores, realizada no mês passado, no estádio da Bambonera. Como citei anteriormente, o clássico terminou empatado por 2 a 2.<br />
Curiosamente, River Plate e Boca Juniors nunca decidiram uma final de Copa Libertadores da América, portanto esta é uma decisão inédita do torneio, pois tanto em 2004 quanto em 2015, <em>Millionários</em> e <em>Xeneizes</em> estiveram frente a frente pelas semifinais da competição.</p>
<p><figure id="attachment_16962" aria-describedby="caption-attachment-16962" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16962" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/11/blog-41-e1542981800739.jpg" alt="O Boca Juniors já ergueu a taça da Copa Libertadores seis vezes ao longo da trajetória, enquanto o River corre atrás de sua quarta conquista continental." width="580" height="386" /><figcaption id="caption-attachment-16962" class="wp-caption-text">O Boca Juniors já ergueu a taça da Copa Libertadores seis vezes ao longo da trajetória, enquanto o River corre atrás de sua quarta conquista continental.</figcaption></figure></p>
<h4>Escalações</h4>
<p><strong>River Plate</strong> (4-3-2-1): Armani; Montiel, Maidana, Pinola e Casco; Enzo Pérez, Leonardo Ponzio e Palacios; Pity Martínez e Nacho Fernández; Lucas Pratto. Técnico: Marcelo Gallardo.</p>
<p><strong>Boca Juniors</strong> (4-3-3): Andrada; Buffarini, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Barrios e Pablo Pérez; Pavón, Ábila e Villa. Técnico: Guillermo Barros Schelotto.</p>
<h4>Previsão</h4>
<p>A final da edição de 2018 da Copa Libertadores da América colocará frente a frente os dois maiores clubes do futebol sul-americano. A decisão deste ano é tão marcante, que é como se a Champions League fosse decidida entre Real Madrid x Barcelona, considerando tamanha rivalidade e grandeza dos envolvidos.<br />
O River Plate era o favorito ao título, isso porque o time de Marcelo Gallardo atuaria no Monumental de Núñez, necessitando de uma mísera vitória. Entretanto, como a final será disputada em Madrid, os <em>Millionários</em> acabaram sendo os grandes prejudicados, uma vez que eles jogarão duas vezes fora de seus domínios.<br />
Já o Boca Juniors, dono da camisa mais pesada do continente, ainda tenta melar o jogo nos bastidores, algo que dificilmente ocorrerá. No final das contas, o adiamento da partida beneficiou os <em>Xeneizes</em>, que agora poderão contar com o goleiro Esteban Andrada, além do habilidoso Cristian Pavón, principal astro da equipe de Guillermo Barros Schelotto. Todavia, a equipe de Núñez têm se apresentado melhor dentro das quatro linhas, um fato que preocupa bastante os bicampeões argentinos.<br />
<strong>Palpite:</strong> River Plate 2 x 1 Boca Juniors.</p>
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		<title>A batalha continua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Oct 2018 19:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Argentina]]></category>
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		<category><![CDATA[Guillermo Barros Schelotto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A delegação do Boca Juniors embarcou rumo à capital paulista, tendo em mente a meta de classificar-se à grande final da Copa Libertadores pela 11ª vez ao longo da história. Acontece, que o oponente dos atuais campeões argentinos será nada mais nada menos do que o líder do Campeonato Brasileiro, Palmeiras, portanto, águas vão rolar no Allianz Parque. [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A delegação do Boca Juniors embarcou rumo à capital paulista, tendo em mente a meta de classificar-se à grande final da Copa Libertadores pela 11ª vez ao longo da história. Acontece, que o oponente dos atuais campeões argentinos será nada mais nada menos do que o líder do Campeonato Brasileiro, Palmeiras, portanto, águas vão rolar no Allianz Parque.</p>
<p>Como todos nós sabemos, o Boca Juniors é a equipe mais temida do continente sul-americano, afinal, os <em>xeneizes</em> são detentores de seis títulos da Copa Libertadores, conquistados nas edições de 1977,1978, 2000, 2001, 2003 e 2007 do torneio. Logo, o Boca permanece atrás apenas do arquirrival Independiente, que coleciona sete troféus no currículo. Além disso, o clube de La Boca venceu 22 competições internacionais ao longo de sua gloriosa trajetória, tornando-se o verdadeiro bicho-papão da América do Sul.</p>
<p>Dentre as principais vítimas do Boca Juniors estão clubes brasileiros, aliás, para se ter uma ideia, dos 17 confrontos mata-matas realizados contra equipes tupiniquins pela Copa Libertadores, o time argentino contabiliza o montante de 14 classificações e apenas três eliminações. O embate mais recente, ocorreu pelas quartas de final da atual edição do torneio, quando os pupilos de Guillermo Barros Schelotto derrotaram o Cruzeiro na Bombonera por 2 a 1, e empataram o jogo de volta no Mineirão por 1 a 1, garantindo dessa forma, a classificação às semifinais da competição.</p>
<p><figure id="attachment_16441" aria-describedby="caption-attachment-16441" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16441" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/10/blog-81-e1540912229509.jpg" alt="O último clube brasileiro eliminado pelo Boca Juniors antes do Cruzeiro na atual edição da Copa Libertadores, foi o Corinthians, nas oitavas de final em 2013. " width="580" height="386" /><figcaption id="caption-attachment-16441" class="wp-caption-text">A última visita do Boca Juniors à São Paulo pela fase eliminatória da Copa Libertadores, foi em 2013, pelas oitavas de final do torneio. Naquela oportunidade, o Boca eliminou o Corinthians no Pacaembú, vencendo os paulistas por 1 a 0 (gol de Riquelme).</figcaption></figure></p>
<p>O registro histórico ainda nos mostra que Palmeiras e Grêmio, os únicos dois times brasileiros semifinalistas da Copa Libertadores 2018, já sofreram nas mãos do Boca Juniors, uma vez que os paulistas perderam dos <em>xeneizes</em> na final da competição em 2000, e posteriormente, foram eliminados nas semifinais em 2001, à medida que os gaúchos sucumbiram diante da equipe na época comandada pelo treinador Miguel Ángel Russo, ao perderem a decisão do torneio por 2 a 0, em pleno estádio Olímpico, no ano de 2007.</p>
<p>Mas como o passado não entra em campo, vamos mencionar o presente, dado que os primeiros noventa minutos do embate entre Boca Juniors x Palmeiras, terminou com o triunfo dos hexacampeões da Libertadores por 2 a 0, graças aos dois tentos do atacante Darío Benedetto, aos 38 e aos 43 minutos da segunda etapa da partida. Com este excelente resultado, o time comandado por Guillermo Barros Schelotto poderá até perder por um gol de diferença no Allianz Parque, que mesmo assim voltará à Buenos Aires classificado.</p>
<p><figure id="attachment_16439" aria-describedby="caption-attachment-16439" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16439" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/10/blog-80-e1540911973292.jpg" alt="Ainda na fase de grupos, o Boca Juniors foi derrotado pelo Palmeiras por 2 a 0 em plena Bambonera. Por esta razão, os palmeirenses acreditavam que seu time pusesse surpreender os argentinos desta vez nas semifinais, porém Darío Benedetto colocou água no chopp alviverde." width="580" height="417" /><figcaption id="caption-attachment-16439" class="wp-caption-text">Ainda na fase de grupos, o Boca Juniors foi derrotado pelo Palmeiras por 2 a 0 em plena Bambonera. Por esta razão, os palmeirenses acreditavam que seu time pudesse surpreender os argentinos nas semifinais, porém Darío Benedetto colocou água no chopp alviverde.</figcaption></figure></p>
<p>Mesmo com a vantagem no placar, Guillermo Barros Schelotto, eterno ídolo dos <em>xeneizes</em>, sabe que encontrará enormes dificuldades para segurar o ímpeto palmeirense diante de sua fanática torcida, por este motivo, a luz de alerta continua acesa no Boca Juniors. Ainda mais agora, que a Conmebol proibiu o treinador argentino de entrar no Allianz Parque, devido ao atraso na volta do Boca no intervalo do primeiro para o segundo tempo do jogo contra o Palmeiras. Vale ressaltar, que além desta punição, o clube da Bambonera recebeu uma multa de 1,5 mil dólares (cerca de R$ 5,5 mil).</p>
<p>Outro problema que surgiu no time da capital argentina às vésperas das semifinais da Copa Libertadores, responde pelo nome de Erwin Cardona, isso porque o meia colombiano foi cortado por Guillermo Barros Schelotto inclusive do banco de reservas na partida de ida contra o Palmeiras, atitude que irritou bastante o camisa 10 do Boca. Como todos imaginavam, o atleta não foi nem ao menos relacionado para a viajar com o restante da delegação ao Brasil para disputar o jogo de volta, dando indícios de que seu ciclo na Bambonera chegou mesmo ao fim.</p>
<p><figure id="attachment_16448" aria-describedby="caption-attachment-16448" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-16448" src="http://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2018/10/blog-82-e1540914090177.jpg" alt="Ídolo: Guillermo Barros Schelotto ergueu a taça da Copa Libertadores duas vezes na época em que defendia o Boca dentro de campo. Fora dos gramados, El Chapita busca realizar a mesma façanha. " width="580" height="421" /><figcaption id="caption-attachment-16448" class="wp-caption-text">Ídolo: Guillermo Barros Schelotto ergueu a taça da Copa Libertadores em quatro ocasiões na época em que defendia o Boca dentro de campo (2000, 2001, 2003 e 2007). Fora dos gramados, &#8216;El Mellizo&#8217; busca realizar esta façanha pela primeira vez.</figcaption></figure></p>
<p>Diante deste cenário, fica difícil imaginarmos a classificação do Palmeiras à decisão da Copa Libertadores, mesmo sabendo que o elenco alviverde é um dos mais qualificados do futebol sul-americano. Além do mais, o Boca Juniors nunca foi eliminado depois que venceu um jogo de ida em seus domínios por dois gols de diferença. A propósito, este feito aconteceu em nove oportunidades até hoje, sendo duas delas nesta edição da competição. Me refiro aos duelos frente o Libertad (2 x 0), pelas oitavas de final, e contra o Cruzeiro (2 x 0), pelas quartas de final.</p>
<p>Os últimos noventa minutos da batalha entre Boca Juniors x Palmeiras, que vale uma vaga na grande decisão do torneio continental, terão início a partir das 21:45 (horário de Brasília) desta quarta-feira (31). Ao que tudo indica, o treinador Guillermo Barros Schelotto mandará à campo o mesmo time que encarou o <em>Verdão</em> na Bambonera com: Rossi; Jara, Izquierdoz, Magallán e Olaza; Nández, Barrios e Pablo Pérez; Villa, Abila e Pavón. É assim que o Boca tentará manter vivo o sonho de igualar-se ao Independiente, como o maior campeão da Copa Libertadores. Aguardemos as cenas dos próximos capítulos que poderão ter um final feliz ou trágico para os <em>xeneizes.</em></p>
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