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	<title>Rayo Vallecano- SoccerBlog</title>
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	<description>Blog sobre futebol</description>
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	<title>Rayo Vallecano- SoccerBlog</title>
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		<title>Rayo Vallecano: o time operário que desafia o futebol bilionário da Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 May 2026 17:09:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há histórias no futebol que parecem roteiros cuidadosamente escritos por Hollywood. Clubes bilionários, elencos galácticos, estádios futuristas e campanhas construídas sobre cifras astronômicas. Mas, de tempos em tempos, ele resolve desafiar a lógica moderna e lembrar ao mundo que ainda existe espaço para aquilo que dinheiro algum consegue fabricar: identidade. E talvez nenhuma história represente [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Há histórias no futebol que parecem roteiros cuidadosamente escritos por Hollywood. Clubes bilionários, elencos galácticos, estádios futuristas e campanhas construídas sobre cifras astronômicas. Mas, de tempos em tempos, ele resolve desafiar a lógica moderna e lembrar ao mundo que ainda existe espaço para aquilo que dinheiro algum consegue fabricar: identidade. </p>



<p class="has-medium-font-size">E talvez nenhuma história represente tão bem isso na atual temporada europeia quanto a caminhada do Rayo Vallecano na Conference League. Um clube pequeno, operário, sufocado financeiramente há décadas, que hoje se vê a apenas noventa minutos de uma final continental depois de derrotar o Strasbourg por 1 a 0 no jogo de ida das semifinais, no velho e modesto Estádio de Vallecas. Uma vitória construída não apenas com futebol, mas com alma. E justamente por isso tudo se torna ainda mais bonito. Porque o Rayo não está apenas vencendo partidas. Está vencendo a própria lógica do mundo da bola.</p>



<p class="has-medium-font-size">O contraste entre os dois clubes é quase cinematográfico. De um lado, o Strasbourg, gerido pela poderosa BlueCo, o conglomerado que também controla o Chelsea, transformando o clube francês praticamente em um laboratório de talentos para o gigante inglês. Um elenco recheado de jovens promessas internacionais, jogadores moldados para o grande mercado europeu, preparados para futuras transferências milionárias. O goleiro Mike Penders, o zagueiro Aaron Anselmino, o atacante David Datro Fofana e o capitão Emanuel Emegha representam exatamente esse perfil moderno de atleta: jovens, valiosos e cercados de expectativas globais. Enquanto isso, o Rayo Vallecano segue na direção oposta. Um elenco formado, em sua maioria, por jogadores experientes, muitos deles vivendo talvez a última grande oportunidade da carreira. Homens que jamais imaginaram disputar uma semifinal continental. Jogadores que não carregam o peso de cifras milionárias, mas sim o orgulho de vestir uma camisa que representa um bairro inteiro.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116660" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-1-e1777650573913.jpg" alt="" class="wp-image-116660"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O atacante Alemão, ex-Internacional, foi o autor do gol da vitória do Rayo Vallecano sobre o Strasbourg pelo placar mínimo em Vallecas.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E é impossível entender o Rayo Vallecano sem entender Vallecas. Porque o clube nunca foi apenas futebol. Vallecas é muito mais do que um distrito de Madrid. É um símbolo social. Um território historicamente operário, moldado pela resistência popular, pela imigração e pelas dificuldades econômicas. Tornou-se município independente em 1950, ainda durante o regime de Francisco Franco, mas mesmo depois continuou vivendo à margem da capital espanhola. </p>



<p class="has-medium-font-size">E enquanto Madrid exibia riqueza, glamour e modernidade, Vallecas sobrevivia entre trabalhadores, imigrantes e famílias humildes. E o Rayo nasceu exatamente desse cenário. O clube se transformou numa extensão emocional das ruas do bairro. Um time que nunca pertenceu às elites espanholas. Nunca frequentou os grandes círculos do poder do futebol europeu. O Rayo pertence ao povo. Às pessoas simples que atravessam diariamente as ruas apertadas de Vallecas para trabalhar e voltar para casa carregando dificuldades reais nas costas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Talvez por isso exista algo tão profundamente humano nessa campanha na Conference League. Porque os torcedores do rayistas não vivem o futebol da mesma forma que torcedores de grandes potências europeias. Para muita gente, viajar pelo continente acompanhando o clube sempre pareceu uma fantasia distante. E agora, de repente, torcedores que passaram décadas frequentando somente jogos locais se viram viajando para lugares como Bielorrússia, Macedônia do Norte, Suécia, Polônia, Turquia e Grécia. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, o futebol proporcionou ao bairro algo que vai muito além das quatro linhas. Proporcionou pertencimento continental. O Rayo Vallecano, pela primeira vez em vinte e cinco anos, voltou a disputar uma competição europeia. Apenas a segunda participação internacional de toda a sua história. E isso muda completamente a percepção de um clube que sempre viveu sufocado pelas limitações financeiras e estruturais. Para Vallecas, cada viagem europeia virou quase uma celebração coletiva da própria existência.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="116665" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-2-e1777650989997.jpg" alt="" class="wp-image-116665"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Com capacidade para 15 mil pessoas, o estádio de Vallecas é, certamente, o mais precário dentre as cinco principais ligas do futebol europeu. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O mais impressionante é que o Rayo Vallecano quase nem pôde disputar essa competição. Mais uma vez, a precariedade estrutural ameaçou impedir o sonho. O Estádio de Vallecas, pequeno, antigo e cheio de limitações, esteve novamente sob questionamento por parte da UEFA. O mesmo problema que já havia impedido o clube de disputar a Europa League na temporada 2013-14, quando o Rayo não conseguiu obter licença devido às condições do estádio e também por conta de dívidas acumuladas. </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, nenhum outro detalhe represente tão bem a realidade do Rayo Vallecano quanto a forma como os ingressos ainda são vendidos. Em uma era totalmente digitalizada, o clube continua comercializando entradas apenas presencialmente, diretamente nas bilheterias do estádio. Como se tivesse parado no tempo. Como se Vallecas resistisse silenciosamente à modernização agressiva que transformou o futebol europeu em produto global.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ao mesmo tempo, são fatos como este que fazem o Rayo Vallecano tão fascinante. Porque em meio ao futebol transformado em indústria, o clube ainda parece carregar algo artesanal. Há humanidade tanto nas arquibancadas daquele estádio apertado, barulhento e imperfeito, quando na relação entre torcida e jogadores. O Rayo não possui estrelas globais. Não possui contratos publicitários gigantescos, tampouco investidores bilionários prometendo revoluções. O que existe ali é pertencimento. Os atletas entendem rapidamente que vestir a camisa da equipe significa muito mais do que defendê-la em campo. Significa representar um povo inteiro. Isso explica porque o time joga com tanta entrega e intensidade. Porque aquele elenco entende perfeitamente o peso emocional que carrega sobre os ombros.</p>



<p class="has-medium-font-size">O Rayo Vallecano jamais foi uma equipe acomodada. Historicamente, o clube sempre tentou jogar futebol de forma agressiva e corajosa, independentemente das limitações técnicas ou financeiras. Desde os tempos de Paco Jémez até a revolução moderna promovida por Andoni Iraola, o Rayo consolidou uma identidade extremamente ofensiva, intensa e vertical. Uma equipe que prefere correr riscos a se esconder atrás da própria inferioridade financeira. E hoje, sob o comando de Íñigo Pérez, essa essência permanece viva. Muito jovem, estudioso e profundamente conectado às raízes do clube, o novato técnico de 38 anos de idade compreendeu rapidamente que treinar os <em>Franjirrojos</em> não significa apenas organizar um time, mas sim proteger uma identidade histórica, o que torna ainda o maior o mérito dessa campanha europeia.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="116674" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-3-e1777651797377.jpg" alt="" class="wp-image-116674"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Na terceira temporada em Vallecas, o sucessor de Andoni Iraola, Iñigo Pérez, coleciona 40 vitórias, 31 empates e 35 derrotas em 106 partidas à frente do Rayo Vallecano.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Porque o Rayo Vallecano não joga como um azarão assustado. Joga como um clube que acredita genuinamente no próprio futebol. Contra o Strasbourg, isso ficou evidente. Ao passo que o time francês tentava controlar o jogo através da superioridade técnica individual, o Rayo respondeu com intensidade emocional. Pressão alta, combatividade, marcação agressiva e uma atmosfera sufocante criada em Vallecas. O gol da vitória parecia carregar décadas de resistência acumuladas naquele bairro, provando que o lado mental consegue equilibrar diferenças econômicas absurdas. Os <em>Les Bleu et Blanc</em> entraram em campo representando um projeto empresarial moderno. Já os <em>Franjirrojos</em>, simbolizando pessoas. E há noites em que isso pesa muito mais do que qualquer folha salarial milionária.</p>



<p class="has-medium-font-size">Existe também algo profundamente simbólico no momento atual do futebol europeu. Em tempos dominados por multi-clubes, fundos de investimento e conglomerados financeiros, ver o Rayo Vallecano sobrevivendo — e vencendo — provoca quase uma sensação de resistência cultural, em meio a elitização do esporte mais popular do planeta. Clubes históricos viraram ativos financeiros. Torcedores passaram a ser tratados como consumidores. Arenas modernas são construídas aos montes. E então surge Vallecas. Um estádio pequeno, antigo, desconfortável e barulhento lembrando ao continente que o jogo ainda pode ser sobre identidade coletiva. </p>



<p class="has-medium-font-size">E não deixa de ser curioso perceber como o próprio bairro de Vallecas parece refletido dentro de campo. Um time aguerrido, resiliente e acostumado a sobreviver em condições adversas. Um clube que nunca teve facilidade. Nunca recebeu privilégios. Nunca ocupou espaço entre os gigantes da Espanha. Assim, enquanto Real Madrid e Atlético de Madrid monopolizam as atenções da capital espanhola, o Rayo Vallecano segue existindo quase invisivelmente nas margens, vivendo o sonho de ver a região operária ocupar o centro do futebol europeu. Não através do dinheiro, mas através da coragem.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116681" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/05/134196928221705637-4-e1777654638235.jpg" alt="" class="wp-image-116681"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A única participação do Rayo Vallecano em competições internacionais terminou mediante a queda frente o Alavés nas quartas-de-final da extinta Copa da UEFA em 2001.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Há algo poeticamente bonito também no fato de que muitos jogadores desse elenco talvez jamais vivam outra oportunidade semelhante. Diferentemente das jovens promessas do Strasbourg, que ainda possuem carreiras inteiras pela frente, muitos atletas do Rayo Vallecano entendem que esta talvez seja a grande história das suas vidas. E isso muda completamente a forma como o futebol é jogado. Há urgência emocional em cada dividida. Há senso de pertencimento em cada comemoração. O Rayo não joga pensando em mercado, ou em futuras transferências milionárias. Ele atua pensando na eternidade daquele momento, algo que sustenta essa campanha tão perigosa mesmo para adversários teoricamente superiores.</p>



<p class="has-medium-font-size">No futebol, existe uma diferença enorme entre jogar apenas por obrigação profissional e jogar carregando um significado coletivo. O Rayo Vallecano parece jogar movido por algo maior. Talvez seja o bairro. Talvez sejam os torcedores. Talvez seja a própria consciência de estar escrevendo um capítulo impossível da própria história. Porque independentemente do que aconteça daqui para frente, os pupilos de Iñigo Pérez já venceram. Já entraram para a história. O simples fato de um clube tão limitado estruturalmente alcançar uma semifinal de Conference League marca um feito extraordinário. Ainda mais enfrentando oponentes ligados diretamente às estruturas financeiras mais poderosas do continente.</p>



<p class="has-medium-font-size">E se o futebol ainda guarda algum romantismo, ele certamente passa por histórias como essa. Histórias que lembram que o esporte ainda pode produzir milagres improváveis. Que ainda existe espaço para bairros operários enfrentarem conglomerados bilionários. Que ainda existe espaço para estádios antigos respirarem mais alma do que arenas futuristas. Vallecas talvez nunca seja um centro financeiro europeu. O Rayo Vallecano talvez jamais conquiste o poder econômico dos gigantes espanhóis. Mas há algo que dinheiro algum consegue comprar: autenticidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Se o Rayo Vallecano será campeão da Conference League, ninguém sabe. O futebol raramente oferece garantias aos sonhadores. Todavia, isso já nem importa tanto agora. Porque existem campanhas que ultrapassam troféus. Histórias que permanecem eternizadas independentemente do desfecho final. E o que Vallecas está vivendo nesta temporada com certeza pertence a essa categoria. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em resumo, o bairro operário de Madrid encontrou no futebol uma maneira de contar ao continente inteiro que continua vivo. Que continua resistindo. Que continua sonhando. E enquanto houver clubes como o Rayo, talvez o esporte ainda conserve uma parte da sua alma original.</p>
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		<title>A Europa nunca esteve tão próxima de Vallecas como na atual temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2025 13:48:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 14 de março de 2001, o Rayo Vallecano derrotava o Alavés por 2 a 1 em sua última apresentação por uma competição de âmbito internacional, embora vencendo um rival local em Vallecas. Aliás, uma vitória que não foi suficiente para que o clube da capital espanhola evitasse a queda nas quartas-de-final da antiga [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">No dia 14 de março de 2001, o Rayo Vallecano derrotava o Alavés por 2 a 1 em sua última apresentação por uma competição de âmbito internacional, embora vencendo um rival local em Vallecas. Aliás, uma vitória que não foi suficiente para que o clube da capital espanhola evitasse a queda nas quartas-de-final da antiga Copa da UEFA. </p>



<p class="has-medium-font-size">De lá pra cá, mais de duas décadas se passaram em meio a quatro rebaixamentos dos <em>Bukaneros</em>, incluindo aquele à terceira divisão em 2004, e o máximo que o Rayo Vallecano conseguiu neste período foi um oitavo lugar na edição 2012-13 da LaLiga, além de duas 12ª colocações sob o comando de Andoni Iraola nas temporadas 2021-22 e 2022-23, marcadas por três vitórias sobre o Barcelona, outras contra Real Madrid e Athletic Bilbao, além de uma eliminação nas semifinais da Copa do Rei. </p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, o legado deixado por Andoni Iraola em Vallecas não deu-se apenas através de bons resultados esportivos, mas principalmente por intermédio da inovadora forma do Rayo Vallecano jogar, baseada num estilo vertical e de alta pressão, cuja finalidade é recuperar a bola na área adversária, ou caso contrário fazê-la chegar o mais rápido possível ao gol do oponente, seja com passes curtos diretos, ou longos. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="408" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/9-2-e1738758540870.jpeg" alt="" data-id="102922" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/9-2-e1738758540870.jpeg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=102922" class="wp-image-102922"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Somando 54 vitórias, 32 empates e 50 derrotas em 136 jogos no comando do Rayo Vallecano, Andoni Iraola é o terceiro treinador com mais partidas pelo clube madrilenho</strong>.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, o sucesso de Andoni Iraola logo despertou o interesse do Bournemouth, que hoje vem colhendo os frtuos do excelente trabalho desenvolvido pelo treinador considerado uma das sensações da Premier League. Ao mesmo tempo, a passagem do sucessor de Iraola em Vallecas durou míseros 28 jogos, já que Francisco&nbsp;Rodríguez foi demitido em fevereiro do ano passado após a negativa série de seis partidas sem vitórias que deixou o Rayo Vallecano próximo da zona da degola na 14ª posição na LaLiga.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a solução encontrada pela diretoria do Rayo Vallecano não poderia ter sido melhor, tendo em vista que o antigo auxiliar-técnico de Andoni Iraola, Iñigo Pérez, foi o treinador escolhido para comandar a equipe, lembrando que o discípulo de Iraola não o acompanhou rumo ao Bournemouth em virtude de um problema referente ao visto de trabalho inglês que o obrigou a permanecer em Vallecas.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, Iñigo Pérez é adepto da mesma abordagem de jogo de Andoni Iraola por ter trabalhado durante uma temporada ao seu lado no Rayo Vallecano. Em contrapartida, o jovem treinador de 37 anos de idade já afirmou em algumas ocasiões que o seu grande mentor responde pelo nome de Marcelo Bielsa, seu técnico nos tempos de Athletic Bilbao, onde inclusive atuou com Iraola.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e o progresso do Rayo Vallecano se reflete logo na primeira temporada completa de Iñigo Pérez à frente do time. Para se ter uma ideia, os <em>Bukaneros</em> encerraram a 22ª rodada da LaLiga ocupando a SEXTA colocação na classificação contabilizando 32 pontos, oriundos das 8 vitórias, 8 empates, 6 derrotas, 26 gols marcados e 24 sofridos até aqui no campeonato, o que os mantêm situados na zona de qualificação à Conference League.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">CLASIFICACIÓN | ¿En qué puesto está tu equipo en <a href="https://twitter.com/hashtag/LALIGAEASPORTS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LALIGAEASPORTS</a>? ???? <a href="https://t.co/gSWQwRm3Us">pic.twitter.com/gSWQwRm3Us</a></p>&mdash; LALIGA (@LaLiga) <a href="https://twitter.com/LaLiga/status/1886536841186423141?ref_src=twsrc%5Etfw">February 3, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Armado no 4-2-3-1, é possível afirmar que o Rayo Vallecano, de Iñigo Pérez, é uma versão melhorada em relação ao de Andoni Iraola por ser mais resiliente, ou seja, se adaptar melhor as características do adversário. No triunfo por 2 a 1 frente o Girona, por exemplo, os madrilenhos registraram um elevado índice de 57% de posse de bola, o que causou enorme desconforto aos catalães, donos do terceiro maior índice deste quesito na LaLiga, estando somente atrás de Barcelona e Real Madrid.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, no empate sem gols com o Real Madrid no Santiago Bernabéu, o Rayo Vallecano assinalou míseros 37% de posse, mas ainda assim incomodou os atuais campeões espanhóis especialmente em função da forte marcação exercida na saída de bola, isto é, uma das principais armas dos comandados de Iñigo Pérez que só é viável devido a grande capacidade física por parte dos atletas.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, isso explica porque James Rodríguez vestiu a camisa do Rayo Vallecano somente 204 minutos. Ainda que o craque colombiano tenha criticado Iñigo Pérez ao afirmar que um treinador inteligente montaria o seu time em torno de um típico camisa 10, a realidade é que sem intensidade nenhum jogador é capaz de sobreviver em Vallecas, por mais talentoso que seja.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, vide o caso de Isi Palazón, o incansável meia de Iñigo Pérez que participa intensamente dos jogos desenvolvendo papéis cruciais para o funcionamento do Rayo Vallecano tanto na fase defensiva quanto na ofensiva. Aliás, ao visualizarmos o mapa de calor dos <em>Bukaneros</em> na LaLiga notaremos que Palazón atua praticamente aberto pela direita, quer dizer, do lado mais forte da equipe. </p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="372" height="238" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/9-1.jpeg" alt="" class="wp-image-102908" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/9-1.jpeg 372w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/02/9-1-300x192.jpeg 300w" sizes="auto, (max-width: 372px) 100vw, 372px" /><figcaption><strong><em>Mapa de calor de Isi Palazón na atual edição da LaLiga.</em></strong></figcaption></figure></div>



<p class="has-medium-font-size">Outra peça que exemplifica de modo claro o modelo de jogo do Rayo Vallecano é o atacante Sergio Carmello, que apesar de ter balançado as redes apenas três vezes em 24 partidas disputados na temporada, se destaca pelas ações sem a bola, ora fechando espaços, ora pressionando a saída de bola. Além dele, Andrei Ratiu também se sobressai por ser um o lateral-direito agudo e forte fisicamente. Ademais, por vezes o romeno constrói as jogadas por dentro atuando como elemento surpresa no meio-campo.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, o Rayo Vallecano não se destaca única e exclusivamente por aspectos de ordem física, a julgar por Unai López, o jogador mais técnico do elenco <em>rayista</em>, que compensa o lado menos combativo por meio da enorme qualidade no passe, na criação e na marcação. À vista disso, o volante de contenção, Pathé Ciss, fica encarregado de destruir as jogadas no meio-campo, ao passo que o ex-atleta do Athletic Bilbao atua como segundo homem no setor.      </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, apesar de 15 rodadas ainda separarem o Rayo Vallecano do sonho de voltar a disputar torneios continentais, já é bom os torcedores <em>rayistas</em> iniciarem o processo de renovação dos seus respectivos passaportes, afinal, a Europa nunca esteve tão próxima de Vallecas como na atual temporada.</p>
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		<title>Vallecas em êxtase com Falcao García</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Oct 2021 01:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Bukaneros]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Espanhol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tão acostumado a sofrer, o Rayo Vallecano segue desfrutando uma das mais memoráveis temporadas de sua história, e muito por conta dos decisivos gols do atacante Falcao García. Com o triunfo pelo placar mínimo diante do Barcelona, em Vallecas, o Rayo Vallecano subiu para a quinta colocação na tabela da LaLiga 2021/22, somando 19 pontos [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Tão acostumado a sofrer, o Rayo Vallecano segue desfrutando uma das mais memoráveis temporadas de sua história, e muito por conta dos decisivos gols do atacante Falcao García. </h6>



<p class="has-medium-font-size">Com o triunfo pelo placar mínimo diante do Barcelona, em Vallecas, o Rayo Vallecano subiu para a quinta colocação na tabela da <em>LaLiga 2021/22</em>, somando 19 pontos em 11 partidas (6V &#8211; 1 E &#8211; 4D). Não, isso não é fake news, trata-se da atual situação dos<em> Bukaneros</em>, que regressaram nesta temporada à elite do futebol espanhol após superarem o Girona na decisão dos playoffs da edição anterior da segunda divisão. </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, mas um dos detalhes mais interessantes nesta surpreendente campanha dos <em>rayistas</em> é que o principal destaque da equipe responde pelo nome de Falcao García. Depois de passagens apagadas por Mônaco, Manchester United e Chelsea, o veterano de 35 anos de idade reencontrou o bom futebol no clube madrilenho. Por sinal, vale ressaltar que o atacante colombiano foi contratado sem custos pelo Rayo Vallecano no último dia da janela de transferências. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="704" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/10/blog-16-1024x704.jpg" alt="" data-id="47476" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/10/blog-16-e1635465659871.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=47476" class="wp-image-47476"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Falcão García precisou de 10 minutos e 24 segundos para marcar o seu primeiro gol com a camisa do Rayo Vallecano.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, o local aonde Falcao García teve mais sucesso no futebol europeu foi exatamente na capital espanhola, no período em que ele defendeu as cores do Atlético de Madrid entre os anos de 2011 a 2013, e balançou as redes o montante de 70 vezes em 91 jogos, incluindo os dois gols marcados na&nbsp;decisão da Europa League na temporada 2011/12.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, o regresso de Falcao García ao futebol espanhol era considerada uma verdadeira aposta por parte do Rayo Vallecano. Apesar dos 20 tentos assinalados nos 43 jogos pelo seu ex-clube, o Galatasaray, Falcão perdeu mais da metade das partidas disputadas nas duas temporadas em que atuou pela equipe de Istambul devido a lesões tanto no tendão de Aquiles quanto no músculo da coxa.&nbsp; </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/10/blog-17-1024x683.jpg" alt="" data-id="47478" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/10/blog-17-e1635466457230.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=47478" class="wp-image-47478"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">O gol de Falcao García rendeu ao Rayo Vallecano a quebra do longo tabu de 14 derrotas seguidas dos rayistas frente o Barcelona. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, é importante salientar que Falcao García não era a primeira opção para reforçar o ataque do Rayo Vallecano nesta temporada, tanto é, que o time espanhol priorizou as contratações de Uros Djurdjevic, do Sporting Gijón, de Lucas Pérez, atualmente no Elche, além do renegado Mariano Díaz, do Real Madrid. Sem obter sucesso em nenhuma destas negociações, surgiu o interesse em Falcao, que também tinha propostas de Genoa e Venezia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, o acerto entre Falcao García e o Rayo Vallecano acabou sendo selado nas últimas horas da janela de transferências, naquela que veio a ser a melhor escolha para ambos, haja vista o ótimo desempenho do camisa 3 até aqui. Para se ter uma ideia, Falcão já fez quatro gols em seis jogos disputados pela equipe, lembrando que ele iniciou apenas três partidas como titular, registrando assim, uma média de um tento marcado a cada 62 minutos na temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como se isso não bastasse, os gols marcados por Falcao García nos duelos contra Athletic Bilbao, Cádiz e Barcelona, foram decisivos para garantir a vitória dos <em>Bukaneros</em> na liga espanhola. Por isso, em Vallecas muitos já imaginam o Rayo Vallecano disputando torneios continentais na próxima temporada, algo que não ocorre desde a temporada 2000/01, quando os <em>rayistas</em> caíram diante do Alavés nas quartas-de-final da extinta Copa da Uefa. É esperar para ver!  </p>



<p class="has-medium-font-size">     </p>
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		<title>Dez jogos para salvar a temporada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2019 17:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Franjirrojos]]></category>
		<category><![CDATA[La Liga]]></category>
		<category><![CDATA[Paco Jémez]]></category>
		<category><![CDATA[Rayo Vallecano]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao contrário de Real e Atlético, os dois gigantes da capital espanhola, o Rayo Vallecano, modesto clube de Madrid, segue travando uma intensa luta para livrar-se do rebaixamento na La Liga, lembrando que restam apenas dez jogos para o término da competição. Rayo Vallecano de Madrid, ou simplesmente, Rayo, clube fundado no ano de 1924 (94 anos), [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao contrário de Real e Atlético, os dois gigantes da capital espanhola, o Rayo Vallecano, modesto clube de Madrid, segue travando uma intensa luta para livrar-se do rebaixamento na<em> La Liga</em>, lembrando que restam apenas dez jogos para o término da competição.</p>
<p>Rayo Vallecano de Madrid, ou simplesmente, Rayo, clube fundado no ano de 1924 (94 anos), no bairro de Vallecas, situado entre o sul e o leste de Madrid. Aliás, este nobre bairro ganhou imensa notoriedade em virtude da intensa luta de seus habitantes contra a ditadura de Franco, por esta razão, ele ficou conhecido na Espanha inteira como &#8220;A Pequena Rússia&#8221;. No final da década de 70, os <i>franjirrojos </i>receberam o apelido de &#8220;Mata Gigantes&#8221;, por conta de alguns triunfos sobre os grandes times espanhóis. De resto, o Rayo faturou apenas o título da segunda divisão na temporada passada.</p>
<p>Depois de regressar à <em>La Liga</em>, após dois longos anos na segunda divisão, o Rayo Vallecano tinha como principal objetivo permanecer na elite do futebol espanhol. Entretanto, todo o esforço dos <em>f</em><i>ranjirrojos</i> está sendo em vão até aqui, pois desde o início do campeonato, o Rayo manteve-se fora da zona do rebaixamento apenas em 4 das 28 rodadas disputadas. Aliás, os comandados de Míchel estrearam na competição levando uma sonora goleada do Sevilla por 4 a 1 em pleno estádio de Vallecas, ou seja, o time já dava indícios de que teria uma árdua temporada pela frente.</p>
<p><figure id="attachment_19813" aria-describedby="caption-attachment-19813" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19813" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/03/blog-50-e1553008338117.jpg" alt="O Rayo Vallecano é dono da pior defesa da La Liga com 51 gols sofridos em 28 partidas disputadas até o momento, registrando uma média de 1,82 gols por jogo." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-19813" class="wp-caption-text">O Rayo Vallecano é dono da pior defesa da La Liga com 51 gols sofridos em 28 partidas, registrando uma média de 1,82 gols por jogo.</figcaption></figure></p>
<p>Atualmente, o Rayo Vallecano ocupa a penúltima posição na tabela da<em> La Liga</em> (19ª colocação) com míseros 23 pontos, contabilizando 6 vitórias, 5 empates e 17 derrotas em 28 jogos, obtendo 27,4% de aproveitamento através desta pífia campanha. Desta maneira, o Rayo continua à frente apenas do Huesca, lanterna da competição (22 pontos), e a dois pontos do Celta, 18º colocado, que soma 25. Vale ressaltar ainda, que a distância para Valladolid e Villarreal, as duas primeiras equipes fora da zona do rebaixamento, já é de seis pontos, algo que preocupa demasiadamente os <em>franjirrojos</em>.</p>
<p>Curiosamente, o time de Vallecas até chegou a esboçar uma reação no campeonato, quando conseguiu ficar da 17ª a 21ª rodada sem sofrer uma única derrota, acumulando quatro vitórias e um empate neste período. Contudo, logo após esta incrível série de resultados positivos, o Rayo literalmente sucumbiu, tanto é, que de lá para cá, ele perdeu as sete partidas seguintes diante de Leganés (2 x 1), Espanyol (2 x 1), Atlético Madrid (1 x 0), Getafe (2 x 1), Girona (2 x 0), Barcelona (3 x 1) e Villarreal (3 x 1), respectivamente.</p>
<p><figure id="attachment_19817" aria-describedby="caption-attachment-19817" style="width: 580px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-19817" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2019/03/blog-51-e1553009480845.jpg" alt="Com o time na zona do rebaixamento e vindo de sete derrotas seguidas, o treinador Míchel, campeão da segunda divisão com o Rayo Vallecano na temporada passada, foi demitido pela diretoria." width="580" height="387" /><figcaption id="caption-attachment-19817" class="wp-caption-text">Com o time na zona do rebaixamento e vindo de sete derrotas seguidas, o ídolo rayista, Míchel, campeão da segunda divisão com o Rayo Vallecano na temporada passada, foi demitido pela diretoria.</figcaption></figure></p>
<p>O revés sofrido no jogo contra o Villarreal, determinou a queda do treinador Míchel, que já vinha sofrendo uma enorme pressão em decorrência da sucessão de maus resultados. O novato técnico de 43 anos de idade, esteve no comando da equipe em 89 oportunidades, colecionando o total de 34 vitórias, 23 empates e 32 derrotas nestes quase dois anos de trabalho (46,82% de aproveitamento), tendo como maior feito durante esta passagem, a inédita conquista do título da segunda divisão na última temporada. Deste modo, Míchel, que vestiu a camisa do Rayo Vallecano em mais de 300 jogos na época em que ainda era atleta profissional, escreveu mais um lindo capítulo no clube, também fora das quatro linhas.</p>
<p>A saída de Míchel não foi mera coincidência, isso porque a diretoria rayista tem como prioridade contratar Paco Jémez, outro grande símbolo do clube. Para quem não se recorda, Paco Jémez  trabalhou no Rayo Vallecano entre os anos de 2012 a 2016, e ganhou o rótulo de &#8220;louco&#8221; por armar a sua equipe de maneira extremamente ousada. Inclusive, foi justamente sob o seu comando, que os <em>franjirrojos</em> encerraram a edição 2012/13 da <em>La Liga</em> no oitavo posto da tabela, sendo esta, a melhor participação do Rayo na história do torneio até hoje.</p>
<p>No entanto, o último rebaixamento do Rayo Vallecano, em 2016, foi com Paco Jémez regendo o time no banco de reservas, porém este triste fato não manchou em nada a história do treinador junto ao clube e a torcida. Os nomes de Julio Velázquez, ex-Udinese, e Luis Milla, que estava na seleção da Indonésia, também estão dentre os prediletos da diretoria, que por sua vez, espera definir nesta semana quem será o novo comandante da equipe. Mas ao que tudo indica, o salário, que era o maior empecilho para o Rayo fechar com Paco Jémez, já está acertado, logo, o regresso do eterno ídolo rayista à Vallecas está realmente próximo de se concretizar.</p>
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