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	<title>Europa-SoccerBlog</title>
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	<title>Europa-SoccerBlog</title>
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		<title>Bodo/Glimt: do Círculo Polar ao topo da Champions League</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 17:43:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O futebol europeu sempre pareceu um território cercado por muralhas invisíveis. De um lado, os gigantes históricos, sustentados por orçamentos bilionários e tradição centenária. Do outro, clubes que orbitam longe dos centros de poder. Mas, às vezes, o jogo desafia essa lógica. E é exatamente desse desafio que nasce a história do Bodo/Glimt, o clube [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O futebol europeu sempre pareceu um território cercado por muralhas invisíveis. De um lado, os gigantes históricos, sustentados por orçamentos bilionários e tradição centenária. Do outro, clubes que orbitam longe dos centros de poder. Mas, às vezes, o jogo desafia essa lógica. E é exatamente desse desafio que nasce a história do Bodo/Glimt, o clube do Círculo Polar Ártico que transformou o improvável em rotina nesta edição da Champions League.</p>



<p class="has-medium-font-size">A Noruega vive um momento singular em seu cenário esportivo. Após quase três décadas de ausência — desde 1998 —, o país retorna à Copa do Mundo impulsionado por uma geração liderada por Erling Haaland. Nos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão, lidera o quadro de medalhas com 18 ouros e 41 subidas ao pódio no total. E agora, no futebol de clubes, o Bodo/Glimt consolida essa fase dourada ao eliminar a poderosa Inter de Milão e se transformar na grande sensação do continente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Para compreender a dimensão do feito, é preciso olhar para o mapa. Bodo é uma cidade com cerca de 40 mil habitantes, situada dentro do Círculo Polar Ártico. Toda a sua população caberia dentro do San Siro e ainda sobrariam lugares. E foi justamente contra um clube com 20 títulos italianos, três conquistas europeias e duas finais de Champions League disputadas nas últimas três temporadas que essa pequena comunidade escreveu uma das páginas mais impressionantes da história recente do torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">O retorno do Bodo/Glimt à primeira divisão norueguesa, em 2017, marcou o início de um processo estruturado. Sob o comando de Kjetil Knutsen, o clube adotou um modelo de jogo baseado em intensidade, transições rápidas e pressão coordenada. Não se tratou de investimento abrupto ou revolução financeira, mas de continuidade e identidade. O treinador de 57 anos de idade construiu uma cultura competitiva sólida, sustentada por disciplina tática e desenvolvimento coletivo.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="115731" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-18-e1772039248234.jpg" alt="" class="wp-image-115731"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Bodo/Glimt consolidou-se como potência norueguesa ao conquistar a Eliteserien quatro vezes entre 2020 e 2024 (2020, 2021, 2023 e 2024). O Glimt é o atual vice-campeão nacional.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A trajetória na Champions começou nas fases preliminares, passando por qualificatórias que exigiram maturidade e consistência. Já na fase de liga, os noruegueses chegaram à sexta rodada ocupando a 32ª posição entre 36 participantes. A classificação parecia improvável, quase impossível. Mas foi justamente sob pressão que o Bodo/Glimt revelou sua força emocional e tática.</p>



<p class="has-medium-font-size">O empate por 2 a 2 contra o Borussia Dortmund marcou o ponto de virada. Na sequência, veio a vitória por 3 a 1 sobre o Manchester City em Bodo, um resultado que ecoou por toda a Europa. Na última rodada, triunfo por 2 a 1 diante do Atlético de Madrid em pleno estádio Metropolitano. A classificação veio com a 23ª campanha — a penúltima vaga possível — provando que competitividade não se mede por orçamento.</p>



<p class="has-medium-font-size">Há, porém, um detalhe que torna essa campanha ainda mais extraordinária. A ascensão do Bodo/Glimt na Champions começou em novembro, exatamente quando terminou a liga norueguesa, na qual o clube foi vice-campeão. Enquanto as principais ligas europeias estavam em plena atividade, o calendário escandinavo entrava em pausa. A equipe passou a viver período de pré-temporada, contrariando a tese de que ritmo competitivo contínuo é indispensável para desempenho em alto nível.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mesmo sem jogos oficiais domésticos, o time voou em campo. O calendário norueguês, que se encerra antes do inverno rigoroso, colocou o Bodo/Glimt em um cenário atípico: disputando a Champions League em meio à preparação física e ajustes estratégicos. Ainda assim, os pupilos de Kjetil Knutsen demonstraram entrosamento, intensidade e clareza tática superiores a adversários que vinham de cronogramas mais densos e exigentes.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115738" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-19-e1772039721909.jpg" alt="" class="wp-image-115738"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Kjetil Knutsen registra o montante de 342 à frente do Bodo/Glimt (202V &#8211; 69E &#8211; 71D). Não à toa, trata-se do treinador com mais jogos pelo clube norueguês em todos os tempos. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A eliminação da Inter de Milão simbolizou mais do que um resultado esportivo. No jogo de ida, vitória por 3 a 1 com atuação dominante. Na volta, triunfo por 2 a 1 no San Siro, consolidando uma classificação histórica. O segundo gol do Bodo/Glimt sintetizou sua essência: movimentação coordenada, passes verticais precisos e eficiência cirúrgica. Não houve acaso. Houve sistema. Inclusive, ainda que os italianos tenham encerrado a partida registrando maior índice de posse de bola (71%) e mais finalizações (30 contra 7), a sensação foi a de que os noruegueses não sofreram no San Siro. </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, é importante destacar que essa não é a primeira vez que o Bodo/Glimt desafia gigantes italianos. Em 2021, aplicou 6 a 1 na Roma, de José Mourinho, na fase de grupos da Conference League e, posteriormente, ainda a eliminou nas quartas-de-final. Já na temporada passada, eliminou a Lazio na Europa League antes de cair diante do Tottenham nas semifinais. Em outras palavras, a recorrência deixou de ser surpresa e passou a ser padrão competitivo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Desde 1972, nenhuma equipe fora das cinco principais ligas europeias havia vencido quatro jogos consecutivos contra clubes dessas nações na Champions League. O Bodo/Glimt rompeu essa marca. Seu feito dialoga com momentos históricos como o Dínamo de Kiev superando o Real Madrid em 1999 sob o brilho de Andriy Shevchenko, ou a virada do Deportivo La Coruña contra o Milan em 2004. Mas, diferentemente desses casos, o clube norueguês não carregava estrelas globais ou tradição continental consolidada.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">&quot;En la Champions League ya nunca hay sorpresas. Siempre son protagonistas los mismos equipos&quot;.<br><br>EL BODO/GLIMT EN LA PRIMERA CHAMPIONS LEAGUE DE TODA SU HISTORIA: <a href="https://t.co/XNwplcWnDV">pic.twitter.com/XNwplcWnDV</a></p>&mdash; Invictos (@InvictosSomos) <a href="https://twitter.com/InvictosSomos/status/2026417186726883835?ref_src=twsrc%5Etfw">February 24, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">O segredo do sucesso reside no processo orgânico. O departamento de recrutamento prioriza jogadores com encaixe tático e um “fator X” específico — uma qualidade individual excepcional a ser integrada ao coletivo. A ideia não é acumular talentos dispersos, mas potencializar características dentro de um sistema claro. Alta intensidade, ocupação racional de espaços e disciplina posicional são pilares inegociáveis.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e vale ressaltar que para alcançar tudo isso não houve magnata estrangeiro injetando recursos ilimitados. Não houve Estado patrocinando ambição continental. Houve planejamento, continuidade e convicção. Em um território cada vez mais dominado por centenas de milhões de euros, o Bodo/Glimt reafirma que projetos estruturados ainda podem rivalizar com impérios financeiros.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, a realidade é que no frio do norte da Noruega, bem distante dos principais centros futebolísticos da Europa, nasceu uma narrativa que resgata a essência do esporte. A cada vitória, o Bodo/Glimt desafia a lógica estabelecida e recorda que o futebol ainda permite o triunfo da organização sobre o excesso. Certamente, é essa a maior beleza do jogo: ele continua aberto ao improvável.</p>



<p class="has-medium-font-size">O Bodo/Glimt pode não erguer a taça nesta temporada. Mas já construiu algo maior do que um troféu momentâneo: construiu respeito. E no futebol europeu, respeito não se compra. Respeito se conquista — com coragem, identidade e um projeto que acredita que até mesmo sob o céu polar é possível sonhar grande.</p>
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		<title>Martin O&#8217;Neill entra em cena novamente para superar a turbulência que assola o Celtic</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 16:03:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A turbulenta temporada do Celtic teve mais um nebuloso capítulo escrito após a derrota por 3 a 1, de virada, frente o Rangers em pleno Celtic Park, a julgar pela demissão de Wilfried Nancy após míseros 33 dias no cargo. Por sinal, a saída de Wilfried Nancy resultou na terceira mudança de treinador promovida pelo [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A turbulenta temporada do Celtic teve mais um nebuloso capítulo escrito após a derrota por 3 a 1, de virada, frente o Rangers em pleno Celtic Park, a julgar pela demissão de Wilfried Nancy após míseros 33 dias no cargo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, a saída de Wilfried Nancy resultou na terceira mudança de treinador promovida pelo Celtic na temporada em que os atuais tetracampeões escoceses começaram a sua caminhada com Brendan Rodgers, substituído no final de outubro pelo interino Martin O&#8217;Neill, que retorna mais uma vez ao comando da equipe depois da precoce queda do técnico permanente detentor do menor tempo à frente dos <em>Hoops</em> ao longo da história.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contratado junto ao Colombus Crew no início de dezembro, Wilfried Nancy colecionou oito partidas na curtíssima passagem por Parkhead, das quais perdeu seis e venceu apenas duas. A propósito, o Celtic conquistou a primeira vitória somente na quinta partida sob a sua liderança, após derrotas diante de Hearts (2&#215;1), Roma (3&#215;0), St. Mirren (3&#215;1) e Dundee United (2&#215;1). Logo, os triunfos sobre Aberdeen (3&#215;1) e Livingston (4&#215;2) não foram suficientes para amenizar a pressão que o assolava no clube de Glasgow, tanto é que os reveses seguintes frente Motherwell (2&#215;0) e Rangers (3&#215;1) culminaram na sua demissão.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="396" data-id="114646" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/01/134106227926637144-3-e1767707377393.jpg" alt="" class="wp-image-114646"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Wilfried Nancy é o técnico detentor da menor passagem pelo Celtic até hoje <strong>(excluindo interinos)</strong>, superando os oito meses de John Barnes na temporada 1999-00. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, o adeus de Wilfried Nancy retrata de forma evidente o equívoco do Celtic não apenas em contratá-lo, como ainda de ter lhe oferecido um contrato de dois anos, afinal o jovem treinador francês de 48 anos de idade jamais havia comandado nenhum clube europeu na carreira, tendo como únicas experiências os trabalhos realizados no CF Montreal e no Colombus Crew, ambos da Major League Soccer, onde faturou a MLS Cup de 2023 e a Leagues Cup de 2024. </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, mais do que isso o erro cometido pela cúpula diretiva do Celtic se mostra ainda maior quando analisamos que Martin O&#8217;Neill havia ganho sete dos oito jogos em que se manteve como interino dos <em>Hoops</em> entre a saída de Brendan Rodgers e a chegada de Wilfried Nancy, lembrando que o técnico norte-irlandês tem uma fortíssima ligação junto ao clube pelo qual ergueu sete canecos entre 2000 e 2005. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Manager Update</p>&mdash; Celtic Football Club (@CelticFC) <a href="https://twitter.com/CelticFC/status/2008257692696244591?ref_src=twsrc%5Etfw">January 5, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, por pior que tenha sido a trajetória de Wilfried Nancy em Parkhead, é inegável que ele não é o principal responsável pela crise vivida pelo Celtic na temporada. Na realidade, a vice-colocação na tabela da Scottish Premiership ao lado do Rangers, a exatos seis pontos de distância em comparação ao líder Hearts, é reflexo do péssimo planejamento da diretoria, sobretudo no que diz respeito a movimentação na janela de transferências, o real motivo que causou a renúncia por parte de Brendan Rodgers.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que na última janela de transferências o Celtic priorizou a parte econômica em vez de reforçar o time. Não à toa, o atacante Adam Idah acabou sendo negociado junto ao Swansea City a poucas horas do fechamento do mercado, isso depois de perder o artilheiro Kyogo Furuhashi em janeiro e por pouco não vender Nicolas Kuhn, sua principal peça, ao Como. Sem ambição, os escoceses foram eliminados pelo desconhecido Kairat Almaty na fase pré-eliminatória da Champions League, algo que, é claro, irritou o então técnico Brendan Rodgers. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, com um elenco envelhecido e limitado tecnicamente, o Celtic corre o risco de perder até a longa hegemonia de 14 títulos escoceses nos últimos treze anos, já que o Hearts figura como principal candidato à se tornar o primeiro campeão da Scottish Premiership fora do eixo dos rivais de Glasgow desde o Aberdeen, de Alex Ferguson, em 1985. Para se ter uma ideia, somente nas 20 rodadas disputadas pela atual edição do campeonato os <em>Hoops</em> já somam duas derrotas a mais do que as quatro sofridas em todas as 38 jornadas da temporada passada.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, ao desfecho da 20ª rodada da temporada anterior, o Celtic ainda permanecia invicto na Scottish Premiership contabilizando o montante de 54 pontos ganhos, isto é, nada menos que 16 a mais do que os 38 assinalados no momento, colecionando na época 17 vitórias, 3 empates, 57 gols marcados e apenas 7 sofridos. Atualmente, a classificação nos mostra que o conjunto alviverde balançou as redes 34 vezes e foi vazado em 21 oportunidades.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">📊 The top six heading into MD22<a href="https://twitter.com/WilliamHill?ref_src=twsrc%5Etfw">@WilliamHill</a> | <a href="https://twitter.com/WilliamHillSPFL?ref_src=twsrc%5Etfw">@WilliamHillSPFL</a> <a href="https://t.co/HZr7l9hZyW">pic.twitter.com/HZr7l9hZyW</a></p>&mdash; SPFL (@spfl) <a href="https://twitter.com/spfl/status/2008470766862426309?ref_src=twsrc%5Etfw">January 6, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">   </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, apesar deste obscuro cenário o regresso de Martin O&#8217;Neill renovou as esperanças pelos lados de Parkhead, considerando tanto o seu passado glorioso quanto o presente animador pelo clube, tendo em vista o Celtic venceu o Old Firm (3&#215;1) válido pelas semifinais da Copa da Liga Escocesa, além dos confrontos da Europa League contra Midtjylland e Feyenoord, dentre as seis vitórias obtidas nos sete jogos em que ele esteve à beira do campo entre os meses de novembro e dezembro, e tudo isso sofrendo seis gols no período.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, um recorte pra lá de positivo levando em conta os 18 gols sofridos e somente 11 marcados durante o breve ciclo de Wilfried Nancy em Glasgow, mesmo com o Celtic enfrentado o lanterna Livingston, o que foi fruto do futebol ofensivo e expansivo implementado pelo ex-técnico do Columbus Crew. Quer dizer, uma abordagem que necessitava de defensores melhores para o seu funcionamento ideal.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, a gota d&#8217;água para a despedida de Wilfried Nancy foi a derrota no <em>Old Firm</em>, mas antes disso ele havia perdido a decisão da Copa da Liga Escocesa para o St. Mirren — clube cujo estádio tem capacidade para 8.000 torcedores — no Hapdem Park, e ostentava o rótulo de ser o primeiro técnico dos <em>Hoops</em> a perder quatro partidas consecutivas após longos 48 anos. </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, pior do que isso praticamente não dá pra ficar e, é óbvio, que isso tranquiliza Martin O&#8217;Neill mesmo em meio a turbulência vivida em Parkhead, a ponto da batalha rumo ao pentacampeonato escocês entrar na rota do Celtic. A ver!</p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>
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		<title>Noruegueses carimbam o passaporte rumo ao Mundial de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 17:39:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Após longos 28 anos de espera, a Noruega, enfim, está de volta à Copa do Mundo. Inclusive, por intermédio de um retorno digno de aplausos mediante aos 100% de aproveitamento nas Eliminatórias, com direito a uma goleada por 4 a 1 sobre a Itália na última rodada, em pleno San Siro. A propósito, este extenso [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Após longos 28 anos de espera, a Noruega, enfim, está de volta à Copa do Mundo. Inclusive, por intermédio de um retorno digno de aplausos mediante aos 100% de aproveitamento nas Eliminatórias, com direito a uma goleada por 4 a 1 sobre a Itália na última rodada, em pleno San Siro.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, este extenso período de ausência retrata claramente que pelo menos duas gerações de torcedores da Noruega jamais sentiram a emoção de acompanhá-la em ação numa Copa do Mundo, algo que também abrange a Eurocopa, tendo em vista que a última e única participação dos noruegueses no torneio continental deu-se há exatos 25 anos, quando eles caíram na fase de grupos da Euro 2000. </p>



<p class="has-medium-font-size">E levando em consideração que a mais recente aparição da Noruega em Mundiais ocorreu em 1998, nota-se porque aquela seleção norueguesa foi sempre considerada a melhor de todos os tempos, lembrando que nomes como Henning Berg, Oyvind Leonhardsen, Ole Gunnar Solskjaer e Tore André Flo integravam a <em>Landslaget</em> que, por incrível que pareça, derrotou o Brasil por 2 a 1, de virada em Marselha, na 3ª rodada do estágio inicial da Copa do Mundo da França, alcançando assim o maior feito de sua história sob o comando do lendário Egil Olsen.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que outra emblemática figura que defendeu as cores da seleção eliminada pela Itália pelo placar mínimo nas oitavas-de-final da Copa de 1998 foi o ex-meio-campista Stale Solbakken, nada menos que o atual comandante da Noruega. Após passagens por HamKam, Copenhague, Colônia e Wolverhampton, o técnico de 57 anos de idade assumiu o comando norueguês em março de 2021. Desde então, foram 52 partidas compostas por 31 vitórias, 10 empates, 11 derrotas, 120 gols marcados e outros 52 sofridos.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="113112" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/Four-1-e1763387102250.jpg" alt="" class="wp-image-113112"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Stale Solbakken é o segundo treinador com mais jogos no comando da Noruega (52), estando somente atrás de Egil Olsen (125). Todavia, ele é o líder em taxa de vitórias com um alto índice de 59,6%.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, juntando a vasta experiência de ter vivenciado a fase mais áurea da seleção norueguesa dentro de campo, Stale Solbakken vem passando, fora das quatro linhas, todo o seu conhecimento à atual que tem tudo para superar aquela do final do século passado, a exemplo da exímia campanha dos escandivanos nas Eliminatórias, marcada pelo montante de 37 gols assinalados e apenas cinco sofridos no decorrer das oito vitórias conquistadas nos oito jogos disputados no qualificatório.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, o único jogo das Eliminatórias que os pupilos de Stale Solbakken não balançaram as redes o mínimo de três vezes ocorreu no triunfo sobre a Estônia, por 1 a 0, em Tallinn. Não à toa, eles adentraram a rodada final podendo perder da Itália por até 8 gols de diferença no San Siro, em virtude do elevadíssimo saldo construído na competição. Ainda assim, a Noruega carimbou a vaga na Copa do Mundo da maneira que lhe é mais peculiar: goleando os tetracampeões mundiais por 4 a 1.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que os noruegueses saíram em desvantagem no placar, e foram ao intervalo perdendo por 1 a 0. Em contrapartida, o gol de Antonio Nusa, aos 18 minutos da etapa final, literalmente abriu a porteira da Noruega, a julgar pelos dois tentos seguintes do artilheiro Erling Halland, além do último marcado por Strand Larsen, já nos acréscimos. Logo, o troco da duríssima queda nas oitavas-de-final da Copa de 1998 sobre a Itália, veio 27 anos depois, e com requintes de crueldade.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Seleções com mais gols marcados em 2025:<br><br>39 &#8211; 🇳🇴 Noruega<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>&#8211;<br>31 &#8211; 🇪🇸 Espanha<br>30 &#8211; 🇲🇦 Marrocos<br>29 &#8211; 🇵🇹 Portugal<br>28 &#8211; 🇳🇱 Holanda <a href="https://t.co/vpGOT2rg4H">pic.twitter.com/vpGOT2rg4H</a></p>&mdash; Sofascore Brasil (@SofascoreBR) <a href="https://twitter.com/SofascoreBR/status/1990179239484965337?ref_src=twsrc%5Etfw">November 16, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, os 39 gols da Noruega em 2025 resultam numa incrível média de 2,9 por jogo. Com 16 marcados somente nas Eliminatórias, Erling Haaland registra, sozinho, o mesmo número da França e soma mais do que outras 42 seleções, incluindo Alemanha (10), Dinamarca (14), Suiça (13) e Polônia (11), por exemplo. Pois é, e tudo isso sem que os noruegueses contassem com a presença do cerebral, Martin Odegaard, em três dos oitos compromissos no torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, isso sinaliza o quão qualificado é o conjunto norueguês, que embora tenha o privilégio de contar com um dos melhores atacantes do mundo na atualidade, se destaca pela força coletiva. Para se ter uma ideia, além do camisa 9, sete outros atletas da Noruega disputam a Premier League. Tratam-se de Martin Odegaard (Arsenal), Sander Berge (Fulham), Kristoffer Ajer (Brentford), Jorgen Strand Larsen (Wolves) e Oscar Bobb (Manchester City).</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, outros despontam em outras grandes ligas europeias, tais como o habilidoso ponta do RB Leipzig, Antonio Nusa, e o ótimo lateral-direito do Borussia Dortmund, Julian Ryerson, ambos na Bundesliga, o seguro zagueiro do Bologna, Torbjorn Heggem, na Serie A, e o goleador Alexander Sorloth, atualmente jogando a LaLiga, onde veste a camisa do Atlético de Madrid. Isso explica porque o treinador de Israel, Ran Ben Shimon, goleado pelos noruegueses no mês passado, afirmou que apenas a Espanha é capaz de rivalizar com a Noruega no momento. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">¡Noruega regresa a la <a href="https://twitter.com/hashtag/CopaMundialFIFA?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#CopaMundialFIFA</a> luego de 28 años! 🇳🇴🔙<a href="https://twitter.com/hashtag/Somos26?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Somos26</a> <a href="https://t.co/TJriQGYUY4">pic.twitter.com/TJriQGYUY4</a></p>&mdash; Copa Mundial FIFA 🏆 (@fifaworldcup_es) <a href="https://twitter.com/fifaworldcup_es/status/1990173362514252242?ref_src=twsrc%5Etfw">November 16, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda que demasiadamente exagerada, a declaração do técnico Ran Ben Shimon traduz porque essa Noruega, de Stale Solbakken, pode realmente quebrar todos os paradigmas. Soma-se a isso, o fato de que as decepcionantes campanhas nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022 e da Eurocopa de 2024, serviram para o aprendizado e a evolução deste grupo repleto de jovens jogadores, cuja média de idade é de somente 25,8 anos, o que significa que o futuro se mostra pra lá de promissor a curto, medio e longo prazos à seleção norueguesa. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a realidade é que a reunião desta série de novatos talentosos, aliada tanto ao eficaz trabalho desenvolvido pela NFF (Federação Norueguesa de Futebol) nas categorias de base, quanto ao perfil audacioso de Stale Solbakken, foram os pontos determinantes para o notável sucesso da Noruega que, como resultado, aderiu a uma identidade ofensiva e dinâmica, fugindo totalmente da marcante característica de ter seleções físicas, conservadoras e pragmáticas. </p>



<p class="has-medium-font-size">Por essas e outras, ao contrário das três participações anteriores, desta vez a Noruega jogará uma Copa do Mundo com plenas condições de competir, visto que a geração de Erling Haaland, Martin Odegaard e companhia, definitivamente, extinguiu o status de mera coadjuvante.        </p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>A saída de Brendan Rodgers é o primeiro passo do Celtic na caça ao Heart of Midlothian</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 19:41:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[Campeonato Escocês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A derrota por 3 a 1 frente o Heart of Midlothian, não apenas aumentou para oito pontos a distância do Celtic em relação à liderança da Scottish Premiership, como também resultou no fim da segunda passagem de Brendan Rodgers pelo clube de Glasgow. No entanto, embora os estragos tenham sido realmente enormes pelos lados de [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A derrota por 3 a 1 frente o Heart of Midlothian, não apenas aumentou para oito pontos a distância do Celtic em relação à liderança da Scottish Premiership, como também resultou no fim da segunda passagem de Brendan Rodgers pelo clube de Glasgow.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, embora os estragos tenham sido realmente enormes pelos lados de Parkhead, a realidade é que, ao contrário da inusitada saída de Brendan Rodgers rumo ao Leicester em 2019, desta vez o adeus do treinador irlandês não causou surpresa em meio a relação conturbada junto ao mandatário do clube, Dermot Desmond, que se acentuou pra valer após a movimentação dos <em>Hoops</em> no mercado neste meio de ano.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar da chegada de 11 novos reforços, o técnico Brendan Rodgers não ficou nada satisfeito com a montagem do plantel visando a temporada 2025-26, cujo objetivo inicial era garantir a vaga na fase regular da Champions League pelo quarto ano consecutivo, algo que acabou não se confirmando mediante a queda do Celtic frente o Kairat no estágio pré-eliminatório do torneio continental.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="ro" dir="ltr">📊🌍 Desempeño de 🏴󠁧󠁢󠁳󠁣󠁴󠁿 CELTIC en la UEFA Champions League.<br><br>Celtic&#39;s performance in the UEFA Champions League. <a href="https://t.co/cKBf6abtGB">pic.twitter.com/cKBf6abtGB</a></p>&mdash; SAG Fútbol (@sagfutbol) <a href="https://twitter.com/sagfutbol/status/1982109537046843766?ref_src=twsrc%5Etfw">October 25, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, as nuvens pesadas que já eram muitas em torno de Parkhead, ganhou proporções ainda maiores depois do início irregular do Celtic na Scottish Premiership. Para se ter uma ideia, os pupilos de Brendan Rodgers lideraram a competição em somente três das 9 rodadas disputadas até aqui. São 5 vitórias, 2 empates, 2 derrotas e 17 de 27 possíveis pontos conquistados, isto é, oito a menos em comparação ao mesmo período da temporada passada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que o Celtic não foi nem ao menos capaz de aproveitar <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/10/12/ate-o-vice-escoces-virou-desafio-ao-rangers/">a crise vivida pelo rival Rangers</a> no primeiro Old Firm da temporada, a exemplo do amargo empate sem gols no Ibrox Stadium. Soma-se a isso, a caminhada aquém das expectativas também na Europa League, na qual os atuais tricampeões escoceses ocupam o 21º lugar com míseros 4 pontos nas três rodadas iniciais.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, fica evidente porque o Celtic desembarcou em Edimburgo completamente pressionado para encarar o líder e sensação da Scottish Premiership, Heart of Midlothian. Ainda assim, a expectativa era que os <em>Hoops</em> retornassem da capital com a diferença em relação ao primeiro colocado reduzida a apenas dois pontos. Contudo, a derrota por 3 a 1 estancou de vez as feridas que já estavam abertas, a ponto de Brendan Rodgers pedir demissão do cargo.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, uma melancólica despedida consolidada como a única alternativa possível para que a paz volte a reinar no Celtic, uma vez que o clima entre Brendan Rodgers e a diretoria estava verdadeiramente insustentável. Por sinal, o ideal mesmo seria essa saída ocorrer ao término da última temporada, quando os conflitos começaram a crescer e um acordo se mostrava bastante viável, já que o contrato do ex-técnico do Leicester era válido até 2026. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Hearts are currently top of the Scottish Premier League table, eight points clear of Celtic after beating them 3-1 😮🔝<br><br>No one other than Rangers or Celtic have won the Scottish top flight since 1985, when Aberdeen did it under Sir Alex Ferguson 🤯 <a href="https://t.co/Bw2Q1loiIO">pic.twitter.com/Bw2Q1loiIO</a></p>&mdash; OneFootball (@OneFootball) <a href="https://twitter.com/OneFootball/status/1982451622451052644?ref_src=twsrc%5Etfw">October 26, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, a temporada do Celtic foi comprometida dentro de campo através do pífio desempenho esportivo, e também fora das quatro linhas, tornando-o um clube tóxico, segundo as palavras do próprio presidente Dermot Desmond, que inclusive acusou Brendan Rodgers de falso, divisivo e egoísta. Dentre os principais motivos, aparece o fato do técnico de 52 anos de idade ter afirmado que não recebeu nenhuma proposta de renovação contratual antes do início da atual temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja verdade ou não, é compreesível a total revolta por parte de Dermot Desmond, em especial porque ele comprou uma enorme briga com a torcida ao recontratar Brendan Rodgers depois que ele praticamente abandonou o Celtic para comandar o Leicester. Em todo o caso, os quatro títulos conquistados pelos <em>Hoops</em> desde então, sendo dois da Scottish Premiership, retratam que este repatriamento ainda gerou bons frutos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="403" data-id="112615" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/134056961360593197-5-e1761749728341.jpg" alt="" class="wp-image-112615"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Considerando as suas passagens pelo Celtic, Brendan Rodgers acumula o montante de 195 vitórias, 49 empates, 44 derrotas e 11 títulos, num total de 288 jogos à frente do time escocês.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, com Brendan Rodgers já fazendo parte do passado, os <em>Hoops</em> iniciaram as buscas pelo seu sucessor, tendo neste instante como principais cartas na mesa, os nomes de Kieran McKenna, Craig Bellamy, Robbie Keane, além de Ange Postecoglou, dono de memoráveis lembranças em Parkhead devido a história ali escrita entre 2021 e 2023, marcada pela conquista da tríplice coroa escocesa na temporada 2022-23, bem como pelo bicampeonato da Scottish Premiership.</p>



<p class="has-medium-font-size">Livre no mercado desde que deixou o Nottingham Forest há dez dias, Ange Postecoglou coleciona duas demissões somente este ano na Premier League, quer dizer, um recente histórico que pesa negativamente nessa hipotética ida ao Celtic. Além disso, o fato de Kieran McKenna estar empregado na atualidade, também não favorece a contratação do treinador do Ipswich Town, levando em conta que uma multa de 5 milhões de libras teria de ser paga para trazê-lo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, um panorama similar em relação a Craig Bellamy, que atravessa uma fase crucial nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 comandando a seleção de País de Gales, às vésperas dos decisivos jogos contra Liechtenstein e Macedônia do Norte, além de Robbie Keane, campeão húngaro pelo Ferencváros, clube que dirige no momento. Em outras palavras, nítidos indícios de que o velho conhecido e, hoje interino, Martin O&#8217;Neill, técnico do Celtic de 2000 a 2005, permaneça na função ao menos até o final da temporada. </p>



<p class="has-medium-font-size">Sob todos estes aspectos, no final das contas a melhor das escolhas projetando a compravada capacidade, aliada a profunda experiência de Martin O&#8217;Neill, acima de tudo em se tratando de Celtic. Logo, a caça ao Heart of Midlothian já começou!</p>
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		<title>Até o vice-escocês virou desafio ao Rangers após a cruel passagem de Russell Martin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Oct 2025 17:07:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Campeonato Escocês]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
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		<category><![CDATA[Steven Gerrard]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Embora composto por míseros 17 jogos ou apenas 123 dias, o ciclo de Russell Martin em Ibrox foi tomado pelo caos de resultados negativos, conflitos e um futebol nada convincente. Não à toa, o Rangers encerrou a 8ª rodada da Scottish Premiership ocupando a OITAVA POSIÇÃO da tabela contabilizando 8 pontos. Vale ressaltar que Russell [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Embora composto por míseros 17 jogos ou apenas 123 dias, o ciclo de Russell Martin em Ibrox foi tomado pelo caos de resultados negativos, conflitos e um futebol nada convincente. Não à toa, o Rangers encerrou a 8ª rodada da Scottish Premiership ocupando a OITAVA POSIÇÃO da tabela contabilizando 8 pontos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que Russell Martin desembarcou em Glasgow neste meio de ano com a difícil missão de assumir o posto do interino Barry Ferguson, depois da tumultuada temporada que o Rangers encerrou a Scottish Premiership na vice-posição do campeonato separado a nada menos que 17 pontos do campeão Celtic, tendo como principal feito ter chegado nas quartas-de-final da Europa League, quando os escoceses caíram frente o Athletic Bilbao.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, o sucesso de Russell Martin ao conduzir o Southampton novamente à Premier League na temporada retrasada, aliada aos 14 reforços contratados pelo Rangers na última janela de transferências, que incluem as chegadas de Mikey Moore por empréstimo junto ao Tottenham, além da vinda permanente de Youssef Chermiti, ex-Everton, renovaram por completo as expectativas pelos lados de Ibrox. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a inédita sequência de cinco partidas sem vitórias na Scottish Premiership até a conquista dos primeiros três pontos sobre o Livingston por 2 a 1, na sexta rodada da competição em 28 de setembro, já foi suficiente para acabar com as esperanças dos torcedores dos Rangers, sobretudo porque, paralelamente, os <em>Gers</em> sofreram a humilhante queda por 9 a 1 diante do Club Brugge, na soma dos placares, pela fase pré-eliminatória da Champions League, e ainda perderam de Genk e Sturm Graz nas rodadas iniciais da Europa League.   </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="397" data-id="112026" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/jhkjjkhhjf-1.jpg" alt="" class="wp-image-112026" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/jhkjjkhhjf-1.jpg 612w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/jhkjjkhhjf-1-300x195.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Rangers conquistou apenas uma vitória nos sete jogos disputados pela Scottish Premiership sob a liderança de Russell Martin, colecionando 5 empates e 1 derrota nos demais compromissos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size">  </p>



<p class="has-medium-font-size">E o pífio desempenho do Rangers foi compatível ao futebol praticado pelo time vulnerável defensivamente e nulo na parte ofensiva, isto é, um retrato de que Russell Martin não foi capaz de implementar o esquema de jogo agressivo, dominante e obcecado pela posse de bola que tanto o CEO Patrick Stewart, quanto o diretor esportivo Kevin Thelwell, esperavam ao contratá-lo nesta temporada. </p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, a demissão de Russell Martin deu-se de forma melancólica, com ele zelando pela própria integridade física ao não entrar no ônibus da delegação em virtude do protesto do grupo de ultras Union Bear após o empate em 1 a 1 com o recém-promovido Falkirk. Logo, a realidade é que a permanência do ex-treinador do Southampton à frente do Rangers até o início de outubro durou uma verdadeira eternidade, por mais que estejamos nos referindo ao trabalho mais curto de um técnico no clube de Ibrox ao longo de 153 anos de história.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, um trabalho arruinado também por conta do péssimo relacionamento de Russell Martin junto ao plantel do Rangers, especialmente com Nicolas Raskin. Em outras palavras, o principal jogador do clube, colocado para treinar em separado pelo técnico escocês depois da desclassificação contra o Club Brugge por críticas ao sistema de jogo da equipe. Como resultado, o camisa 10 acabou disputando o primeiro <em>Old Firm</em> da temporada que terminou empatado sem gols.     </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, fica claro porque Russell Martin se despediu do Rangers sendo apontado como o pior treinador do clube em todos os tempos, carregando consigo o irrelevante índice de 41,1% de aproveitamento no cargo, em função das 5 vitórias, 6 empates, 6 derrotas, 21 gols marcados e 24 sofridos em 17 partidas, lembrando que um destes triunfos foi sobre o modesto Alloa Athletic, da segunda divisão (4 a 2), no Ibrox Stadium.     </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">BREAKING: Russell Martin has been sacked by Rangers after 123 days in charge 🚨 <a href="https://t.co/fBxIxy6uxE">pic.twitter.com/fBxIxy6uxE</a></p>&mdash; Sky Sports Football (@SkyFootball) <a href="https://twitter.com/SkyFootball/status/1974940226133856516?ref_src=twsrc%5Etfw">October 5, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do exposto, a sensação é a de que a temporada do Rangers acabou em pleno mês de outubro, pelo menos no que diz respeito a Scottish Premiership, cuja diferença dos <em>Gers</em> em comparação ao líder Hearts já é de onze pontos, enquanto o rival e atual tetracampeão escocês, Celtic, se mantém a nove casas de vantagem no tabuleiro da competição. Aliás, este cenário pra lá de ruim muito provavelmente explica porque Steven Gerrard se recusou a voltar ao clube após ser procurado nos últimos dias.</p>



<p class="has-medium-font-size">Sem clube desde que pediu demissão do Al-Ettifaq no começo do ano, Steven Gerrard construiu uma fortíssima identificação junto aos torcedores dos Rangers devido a conquista do título escocês em 2021, ao quebrar a série de dez títulos consecutivos por parte do Celtic. Por sinal, de lá pra cá os católicos voltaram a erguer todos os quatro demais canecos do campeonato, o que demonstra que os protestantes regrediram depois da saída do jovem treinador de 45 anos de idade ao Aston Villa.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Should Rangers try to re-appoint Steven Gerrard as Russell Martin&#39;s successor? 🤔 <a href="https://t.co/lyLWdkgZgz">pic.twitter.com/lyLWdkgZgz</a></p>&mdash; Transfermarkt.co.uk (@TMuk_news) <a href="https://twitter.com/TMuk_news/status/1975651519593914726?ref_src=twsrc%5Etfw">October 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">   </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, é compreensível que o nome de Steven Gerrard cause enorme barulho toda vez que é especulado em Ibrox. Todavia, esse tão aguardado retorno não acontecerá nessa temporada, tendo em vista que a negociação envolvendo o treinador inglês e o Rangers não evoluíu. Por essa razão, o clube já trabalha no plano B, como é o caso de Kevin Muscat, treinador do Shangai Port desde dezembro de 2023.</p>



<p class="has-medium-font-size">Adepto a um modelo de jogo ofensivo, intenso e de alta pressão, constituído no 4-3-3, Kevin Muscat é a alternativa preferida do Rangers pelo êxito alcançado em três países diferentes, mais especificamente por Austrália, Japão e China, onde o discípulo de Ange Postecoglou faturou as ligas nacionais comandando Melbourne Victory, Yokohama F. Marinos e Shangai Port. Entretanto, pesa contra ele a decepcionante passagem de 14 jogos e somente duas vitórias pelo Sint-Truiden (5E-7D), da Bélgica, em seu único trabalho no futebol europeu.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, de acordo com alguns portais escoceses, Stephen Robinson, Kieran McKenna, Michael Carrick, Derek McInnes e Danny Rhol também aparecem como possíveis opções para suceder Russell Martin neste desafio cada vez maior de recolocar o Rangers no caminho das vitórias, ainda mais na temporada em que até o vice da Scottish Premiership já é tido como algo inalcançável.   </p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/10/12/ate-o-vice-escoces-virou-desafio-ao-rangers/">Até o vice-escocês virou desafio ao Rangers após a cruel passagem de Russell Martin</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>Enfim, boas perspectivas giram em torno de Ibrox</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jun 2025 13:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Escocês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo quarto ano consecutivo, o Rangers se despediu de uma temporada na vice-posição da Scottish Premiership e, o pior, acompanhando o rival Celtic festejando a conquista do título escocês pelas ruas de Glasgow. No entanto, é importante destacar que o Rangers percebeu cedo que o desfecho dessa última temporada seria o mesmo das três anteriores, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Pelo quarto ano consecutivo, o Rangers se despediu de uma temporada na vice-posição da Scottish Premiership e, o pior, acompanhando o rival Celtic festejando a conquista do título escocês pelas ruas de Glasgow.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, é importante destacar que o Rangers percebeu cedo que o desfecho dessa última temporada seria o mesmo das três anteriores, tanto é que a diretoria do clube escocês tentou corrigir rota em pleno mês de fevereiro ao demitir o treinador Philippe Clement, quando os <em>Gers</em> estavam separados a 13 pontos do líder Celtic na tabela da Scottish Premiership.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Na ocasião, o Rangers apostou no interino Barry Ferguson — ex-meio-campista da equipe entre os anos de 1994 e 2003, além de 2005 a 2009, acumulando o montante de 431 partidas somando essas duas passagens — para suceder Philippe Clement, ele que acumulava trabalhos em clubes de divisões inferiores do futebol escocês, como eram os casos de Clyde, Kelty Hearts e Alloa Athletic.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, essa troca no comando técnico do time não surtiu o efeito esperado, a julgar pela distância em relação ao Celtic, que aumentou para 17 pontos ao término da Scottish Premiership, ainda que o Rangers tenha chegado nas quartas-de-final da Europa League — onde foi eliminado pelo Athletic Bilbao —, e não tenha perdido nenhum dos dois <em>Old Firm&#8217;s</em> disputados sob a batuta de Barry Ferguson — somando uma vitória e uma empate no período. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133937739048655957-12.jpg" alt="" data-id="108114" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133937739048655957-12-e1750858632844.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=108114" class="wp-image-108114"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Barry Fergunson deixou o Rangers após uma curta passagem de 15 jogos, colecionando 6 vitórias, 5 empates, 4 derrotas, 29 gols marcados e 24 sofridos.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a boa campanha na Europa League não foi suficiente para assegurar a permanência de Barry Ferguson em meio aos 19 de 33 possíveis pontos conquistados na reta final da Scottish Premiership (5V-4D-2D). Ainda assim, fica claro que o movimento feito pela cúpula diretiva do clube ao promovê-lo como técnico interino do Rangers deu-se para aliviar a enorme pressão que assolava Ibrox, dada a idolatria do eterno camisa 6 junto aos torcedores. </p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, após o anúncio da saída de Barry Ferguson, o Rangers se viu envolvido em inúmeros rumores dando conta da possível vinda do filho de Carlo Ancelotti, Davide, para ser o novo treinador da equipe, enquanto outras notícias sinalizavam o retorno de Steven Gerrard, ídolo e ex-comandante dos <em>Gers</em> na conquista do único título escocês dos últimos 14 anos, na temporada 2020-21.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, o nome escolhido pela cúpula diretiva do Rangers para ocupar o antigo posto de Barry Ferguson foi o de Russell Martin, que estava livre no mercado desde a demissão do Southampton em dezembro do ano passado, devido ao péssimo começo de temporada do clube recém-promovido à Premier League, marcado por somente uma vitória nas 16 primeiras rodadas do campeonato. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, vale ressaltar que o ápice na carreira de Russell Martin foi vivido justamente no Southampton, mais especificamente com o acesso do time da costa sul da Inglaterra à Premier League na temporada retrasada, através do heróico triunfo pelo placar mínimo diante do Leeds United na decisão dos playoffs da Championship League, em Wembley. </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">✍️ Our new Head Coach, Russell Martin. <a href="https://t.co/rgL9Qx0UOX">pic.twitter.com/rgL9Qx0UOX</a></p>&mdash; Rangers Football Club (@RangersFC) <a href="https://twitter.com/RangersFC/status/1930519972783981057?ref_src=twsrc%5Etfw">June 5, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Anteriormente, Russell Martin acumulou passagens por MK Dons e Swansea City, inclusive realizando campanhas de meio de tabela nas duas temporadas pelo clube galês na Championship League (15ª e 10ª posições). Entretanto, todos os trabalhos desenvolvidos pelo jovem treinador de 39 anos de idade tiveram como principal característica o futebol impositivo, baseado no controle do jogo por intermédio da posse de bola.</p>



<p class="has-medium-font-size">E foi exatamente em função deste modelo de jogo que o Southampton, de Russel Martin, se destacou ao longo da caminhada rumo à promoção à Premier League há dois anos, na qual encarava adversários de nível técnico inferior na Championship League, e os seus jogadores eram capazes de dominar os oponentes de maneira consistente mediante a gradual troca de passes.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, essa abordagem impactou de forma oposta contra desafiantes da elite do futebol inglês, que com maior qualidade recuperavam a bola do Southampton ainda em seu campo de defesa, e evitavam com que a equipe trocasse um longa sequência de passes. Por sinal, as duas derrotas para o campeão da Championship League, Leicester, na campanha do título nos playoffs já indicava essa dificuldade.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133937739048655957-13-e1750871849911.jpg" alt="" data-id="108159" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133937739048655957-13-e1750871849911.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=108159" class="wp-image-108159"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>O Panathinaikos será o adversário do Rangers na 2ª fase do estágio pré-eliminatório da Champions League. Os embates contra os gregos já acontecerão no próximo mês (22 e 30 de julho).</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a escolha por parte do Rangers em Russell Martin se mostra tão certeira quanto na contratação de Steven Gerrard em 2018, considerando que o clube desponta como a principal força escocesa ao lado do Celtic, o que significa que o papel dos <em>Gers</em> é sempre de protagonista na Scottish Premiership, diferentemente do Southampton na Premier League, cujo objetivo é apenas um: se livrar da degola. </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, a intenção primordial do Rangers é assegurar a continuidade da principal peça do time, Niko Raskin, o único ponto de destaque em Ibrox na frustrante temporada 2024-25. Por esta razão, as tratativas visando a renovação contratual do meia belga, válido por mais dois anos, já começaram com a finalidade de vencer a concorrência frente o interesse de clubes europeus.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, os primeiros reforços já começaram a desembarcar em solo escocês para defender as cores do Rangers, a exemplo do meia Lyall Cameron, ex-Dundee, e do lateral-direito Max Aarons, contratado via empréstimo junto ao Bournemouth, após outro curto pelo Valencia. Aliás, ambos já se uniram a James Tavernier, Dujon Sterling, Rabino Matondo, Kieran Dowell, Niko Raskin e companhia limitada para as atividades da pré-temporada. </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, enfim boas perspectivas giram em torno de Ibrox, sobretudo sob a nova administração do magnata Andrew Cavenagh em parceira com a 49ers Enterprises, o braço de investimentos da franquia da NFL, San Francisco 49ers.  </p>
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		<title>Turbulência assola a Bélgica em meio aos mesmos problemas de sempre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Oct 2024 03:07:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Belgian Red Devils]]></category>
		<category><![CDATA[Bélgica]]></category>
		<category><![CDATA[Domenico Tedesco]]></category>
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		<category><![CDATA[Liga das Nações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A missão de Domenico Tedesco ao assumir o comando técnico da Bélgica tinha como principal ponto liderar o processo de transição da seleção belga, que incluía gerir o início de um novo ciclo composto por uma safra não tão brilhante quanto a geração de ouro do país, mas ainda assim promissora. Vale ressaltar ainda, que [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A missão de Domenico Tedesco ao assumir o comando técnico da Bélgica tinha como principal ponto liderar o processo de transição da seleção belga, que incluía gerir o início de um novo ciclo composto por uma safra não tão brilhante quanto a geração de ouro do país, mas ainda assim promissora.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que naquela oportunidade os <em>Diabos Vermelhos</em> atravessavam um momento pra lá de turbulento em virtude da precoce eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo de 2022. Ou seja, mais um duríssimo obstáculo a ser superado pelo jovem treinador de 37 anos de idade, que iniciava somente o primeiro trabalho à frente de uma seleção.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas apesar das dificuldades, Domenico Tedesco começou de forma avassaladora a sua trajetória no comando da seleção belga, tanto é, que ele terminou o ano de 2023 invicto no cargo, somando 8 vitórias e dois empates em dez jogos realizados, dos quais se incluem os triunfos por 3 a 2 sobre Áustria e Alemanha, ambos atuando fora de seus domínios. Não à toa, a Bélgica desembarcou em solo alemão com a confiança em alta para a disputa da Euro 2024.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, como conflitos fazem parte do DNA belga, Domenico Tedesco viu as águas calmas em que navegava se tornarem agitadas depois que Thibaut Courtois o criticou publicamente por conta da troca da faixa de capitão da equipe. Aliás, a situação foi tão grave que o goleiro do Real Madrid nunca mais defendeu as cores da Bélgica desde então, optando inclusive em ficar de fora da Euro 2024.</p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, sem Thibaut Courtois e com um ambiente interno conturbado, os comandados de Domenico Tedesco sentiram a enorme pressão, e caíram nas oitavas-de-final da Euro 2024 ao perderem da França pelo placar mínimo devido ao gol contra do veterano Jan Vertonghen, aos 40 minutos da etapa final. Deste modo, a Bélgica se despediu do torneio continental registrando 2 derrotas, 1 empate e uma mísera vitória, conquistada sobre a modesta Romênia (2 a 0).  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/10/capa-12-e1729042914868.jpg" alt="" data-id="99439" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/10/capa-12-e1729042914868.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=99439" class="wp-image-99439"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>A derrota por 1 a 0 diante da Eslováquia na estreia da Euro 2024 foi a primeira sofrida pela Bélgica após 12 jogos de invencibilidade sob o comando de Domenico Tedesco.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E como se a queda na Euro 2024 não bastasse, mais problemas extracampo assolaram os <em>Diabos Vermelhos</em> depois que Kevin De Bruyne afirmou que não aguentava mais a seleção belga. Talvez, seja por não querer carregar o pesado piano desse novo processo de reformulação como um dos últimos remanescentes da geração de ouro, seja por não ter mais motivação ou até condições físicas para vestir a camisa da Bélgica em meio ao carregado calendário do futebol europeu.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, seja lá qual for o real motivo de Kevin De Bruyne, a verdade é que ele se lesionou jogando pelo Manchester City e não deu mais as caras na seleção belga desde então, ao contrário de Romelu Lukaku, que mesmo estando em condições ideais pediu dispensa nessa última Data Fifa para aprimorar a parte física durante essas duas semanas livres no Napoli, levantando a hipótese de um possível motim de jogadores na Bélgica.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, ainda que Thibaut Courtois, Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku estejam no período final de seus respectivos ciclos na seleção da Bélgica, todos fazem — ou pelo menos faziam — parte do projeto liderado por Domenico Tedesco que visa a disputa da Copa do Mundo de 2026. Entretanto, a impressão é que isso não está nos planos do trio de medalhões, embora o treinador alemão insista que Romelu Lukaku estará de volta na última Data Fifa do ano.</p>



<p class="has-medium-font-size">Á vista disso, coube a Youri Tielemans assumir a faixa de capitão da Bélgica tanto no empate em 2 a 2 com a Itália, quanto na derrota por 2 a 1 ante a França pela Liga das Nações da UEFA, que tiveram os belgas com um jogador a mais em campo nas duas ocasiões, porém diferentemente da partida frente os italianos, em que os <em>Diabos Vermelhos</em> conseguiram igualar o marcador, contra os franceses eles não tiveram a mesma sorte ou competência para converter em gols as chances criadas ao longo do jogo.    </p>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, o terceiro revés para a França em 2024 rendeu duríssimas críticas ao técnico Domenico Tedesco não apenas nas redes sociais como no próprio King Baudouin Stadium, onde ele foi notoriamente vaiado pelos torcedores, por mais que a Bélgica tenha realizado sua melhor partida no ano ao assinalar 20 finalizações, sendo sete delas no alvo, além de um total de 38 ações na área adversária.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🌍 | Les Bleus win in Brussels!<br><br>• Shots (on target): 20 (7) – 14 (4)<br>• Big chances: 3 – 2<br>• Touches in pen. area: 38 – 27<br>• Possession: 46% – 54%<br><br>An eventful clash saw France beat Belgium in their fifth consecutive meeting to all but secure their place in the <a href="https://twitter.com/hashtag/NationsLeague?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#NationsLeague</a>… <a href="https://t.co/9h0XX87Jzt">pic.twitter.com/9h0XX87Jzt</a></p>&mdash; Sofascore Football (@SofascoreINT) <a href="https://twitter.com/SofascoreINT/status/1845929146658279576?ref_src=twsrc%5Etfw">October 14, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, a Bélgica caiu para a terceira posição do grupo 2 da Liga das Nações da UEFA, contabilizando 4 pontos em quatro rodadas, contra 10 pontos da líder Itália, e 9 da vice-colocada França, o que significa que os <em>Diabos Vermelhos</em> precisarão vencer os próximos dois compromissos contra italianos e israelenses para manterem reais as possibilidades de avançar de fase na Liga das Nações da UEFA.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, a campanha na Liga das Nações da UEFA acabou ficando em segundo plano em decorrência dos rumores da possível demissão de Domenico Tedesco, já que razões para efetivá-la a RBFA (Federação Belga de Futebol) tem de sobra, pois além de perder o controle sobre os principais líderes do elenco, o ex-treinador do RB Leipzig também vem lidando com a escassez de resultados positivos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, uma provável desclassificação na Liga das Nações da UEFA seria somente a cereja do bolo pra coroar a saída de Domenico Tedesco a menos de dois anos do Mundial de 2026.</p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>O status da Áustria mudou sob o comando de Ralf Rangnick</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Jun 2024 16:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[DAS Team]]></category>
		<category><![CDATA[Euro2024]]></category>
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		<category><![CDATA[Ralf Rangnick]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem França, tampouco Holanda, a seleção que avançou às oitavas-de-final da Euro 2024 como líder do grupo D responde pelo nome de Áustria, que vive uma nova realidade sob o comando de Ralf Rangnick. A propósito, quando Ralf Rangnick foi nomeado como novo treinador da Áustria em abril de 2022, nem o mais otimista dos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Nem França, tampouco Holanda, a seleção que avançou às oitavas-de-final da Euro 2024 como líder do grupo D responde pelo nome de Áustria, que vive uma nova realidade sob o comando de Ralf Rangnick.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, quando Ralf Rangnick foi nomeado como novo treinador da Áustria em abril de 2022, nem o mais otimista dos torcedores austríacos imaginava que o destino da seleção que não disputa uma Copa do Mundo há 26 anos mudaria por completo, sobretudo em função da curta e deprimente passagem de seis meses do sucessor de Franco Foda pelo conturbado Manchester United.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, levando em consideração o histórico de Ralf Rangnick, a aposta da OFB (Federação Austríaca de Futebol) se mostrava mais do que certa, especialmente porque, em 2012, o treinador de 65 anos de idade assumiu a gestão esportiva do RB Salzburg e do RB Leipzig, trabalhando no desenvolvimento das categorias de base dos dois clubes e, consequentemente, acompanhando a evolução de diversos jogadores que defendem as cores da Áustria na atualidade.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Considerado a maior contratação como treinador da Áustria em todos os tempos, Ralf Rangnick se mudou ao país a fim de conhecer a sua cultura e um pouco mais dos seus costumes, o que facilitou na rápida construção de uma boa relação junto aos atletas, além da implementação de um sistema de jogo baseado na forte pressão, alta energia e espírito ofensivo no <em>Das Team</em>. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="710" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/14-1-1024x710.jpg" alt="" data-id="95259" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/14-1-e1719493631424.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=95259" class="wp-image-95259"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em 25 jogos à frente da seleção austríaca, Ral Rangnick coleciona 15 vitórias, 4 empates e seis derrotas, registrando 65,3% de aproveitamento através desta ótima performance.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e passados 756 dias, após uma ótima campanha nas Eliminatórias da Euro 2024 &#8211; composta por uma mísera derrota nos oito jogos disputados -, os austríacos festejam a classificação às oitavas-de-final do torneio continental como líderes o grupo D. Contudo, o fato que mais surpreende é o futebol ofensivo, enérgico e pró-ativo praticado por essa remodelada Áustria, que disputa a competição sem Alexander Schlager e David Alaba, isto é, o goleiro e o capitão do time, duas importantes peças do setor defensivo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, o sistema da Red Bull, elaborado por Ralf Rangnick, vem provando a sua funcionalidade independente de quem estiver em campo. Não à toa, no jogo anterior contra a Holanda o técnico alemão poupou os desgastados e pendurados Christoph Baumgartner&nbsp;e&nbsp;Konrad Laimer, e ainda assim a Áustria venceu a partida apresentando a mesma fluidez, movimentação e qualidade, não sentindo o impacto de atuar sem quatro relevantes jogadores, ou seja, uma condição que afetaria qualquer outra seleção.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que os pupilos de Ralf Rangnick estrearam na Eurocopa perdendo da favorita ao título, França, pelo placar mínimo em Dusseldorf. Em seguida, eles derrotaram poloneses e holandeses, por 3 a 1 e 3 a 2, respectivamente,   encerrando a primeira fase da Eurocopa registrando 2 vitórias, 1 derrota, 6 gols marcados e quatro sofridos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, é inegável que o excelente trabalho realizado por Ralf Rangnick no decorrer dos últimos dois anos poderia se tornar um fiasco se a Áustria não vencesse a Polônia depois do revés ante os franceses. Quer dizer, um cenário que até se desenhou após os poloneses igualarem o marcador, e sustentarem o empate até os 21 minutos da etapa final, instante em que Christoph Baumgartner colocou os austríacos novamente em vantagem no placar, finalizado com o pênalti convertido por Marko Arnautovic. </p>



<p class="has-medium-font-size">Já no embate frente a Holanda, os austríacos permitiram o empate dos holandeses em duas oportunidades, mas da mesma forma tiveram forças para buscar a vitória, o que demonstra tanto a capacidade de reação quanto o poderio ofensivo da Áustria, dona do segundo melhor ataque da Euro 2024 (6), apenas atrás da Alemanha (8), registrando uma média de dois gols por jogo até aqui.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">📊 How Group D finished&#8230;  <a href="https://twitter.com/hashtag/EURO2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EURO2024</a> <a href="https://t.co/TgJLWSc4yz">pic.twitter.com/TgJLWSc4yz</a></p>&mdash; UEFA EURO 2024 (@EURO2024) <a href="https://twitter.com/EURO2024/status/1805663131370406289?ref_src=twsrc%5Etfw">June 25, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, Ralf Rangnick está sendo capaz de marcar uma nova era na Áustria, seleção que viveu somente três grandes momentos no futebol. O primeiro deles, na década de 1930, período que o &#8220;Wunderteam&#8221; ostentou uma invencibilidade de 14 jogos, mas não ganhou uma Copa do Mundo, e posteriormente quando os austríacos foram semifinalistas do Mundial de 1954, e derrotaram a Alemanha Ocidental em 1978, na partida que ficou eternizada como &#8220;o milagre de Córdoba&#8221;, por ter sido a primeira vitória sobre os alemães depois de 47 anos. </p>



<p class="has-medium-font-size">Coincidentemente, é justo um alemão que resgatou o prestígio da seleção austríaca junto aos torcedores, e agora tem a incumbência de conduzí-la às quartas-de-final de uma Eurocopa pela primeira vez na história, lembrando que o <em>Das Team</em> tem como melhor campanha a queda diante da Itália nas oitavas-de-final da edição passada do torneio e na próxima fase enfrentará a Turquia, vice-colocada do grupo F.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, é importante destacar que a Áustria está situada no lado mais fácil do estágio mata-mata da Eurocopa, tendo somente a Inglaterra, dentre as principais candidatas ao título, pelo caminho rumo à final em Berlim, já que França, Espanha, Alemanha e Portugal brigarão na parte oposta do chaveamento. Inclusive, se os austríacos passarem pelos turcos, eles poderão reencontrar os holandeses nas quartas-de-final, e ingleses, eslovacos, italianos ou suíços, nas semifinais da competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, com uma equipe forte, preparada e organizada taticamente, afinada em meio a euforia e a crença por parte da torcida, não seria nenhuma surpresa se o fenômeno ocorrido com a Grécia, em 2004, se repetir com a Áustria, vinte anos depois, no país de Ralf Rangnick. A ver!</p>
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		<title>O déjà-vu belga na Euro 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 01:31:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O ano é 2024, a competição é a Eurocopa, o local é a Alemanha, e o treinador é Domenico Tedesco. Contudo, a impressão deixada pela Bélgica após a surpreendente queda diante da Eslováquia é que os Diabos Vermelhos ainda estão em 2022, na Copa do Mundo do Catar, sendo comandados por Roberto Martínez. Pois é, [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2024/06/18/o-deja-vu-belga-na-euro-2024/">O déjà-vu belga na Euro 2024</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">O ano é 2024, a competição é a Eurocopa, o local é a Alemanha, e o treinador é Domenico Tedesco. Contudo, a impressão deixada pela Bélgica após a surpreendente queda diante da Eslováquia é que os <em>Diabos Vermelhos</em> ainda estão em 2022, na Copa do Mundo do Catar, sendo comandados por Roberto Martínez. </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, se você não se recorda, embora situada em uma chave pra lá de acessível ao lado de Croácia, Marrocos e Canadá, a Bélgica caiu na fase de grupos da última Copa do Mundo ao somar míseros quatro pontos em três jogos disputados, contabilizando uma vitória, uma derrota e um empate em solo catari. Consequentemente, o longo ciclo de seis anos de Roberto Martínez foi encerrado de maneira melancólica à frente da seleção belga, ao passo que o de Domenico Tedesco começou dois meses depois.</p>



<p class="has-medium-font-size">Embora inexperiente e sem ter realizado nenhum longo trabalho no decorrer da carreira, Domenico Tedesco foi o técnico escolhido para liderar o novo processo de reconstrução da Bélgica, que incluiu as saídas de importantes nomes como Dries Mertens, Michy Batshuayi, Christian Benteke, Thorgan Hazard, Dennis Praet e Leander Dendoncker, e a chegada de uma nova e promissora geração formada por Zeno Debast, Amadou Onana, Arthur Vermeeren, Aster Vranckx, Johan Bakayoko, Jérémy Doku e Charles De Ketelaere.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a empolgação dos torcida belga aumentou pra valer depois do ótimo início de Domenico Tedesco, que desembarcou invicto na Alemanha para a disputa da Eurocopa contabilizando 10 vitórias e quatro empates no comando da Bélgica, classificada como líder do grupo F das Eliminatórias com 20 pontos.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, nem o mais pessimista dos torcedores da Bélgica imaginava que a Eurocopa seria uma espécie de déjà-vu da Copa de 2022 aos <em>Diabos Vermelhos</em>, a julgar pela derrota por 1 a 0 sofrida frente os eslovacos na estreia de ambos em Frankfurt. A propósito, neste que veio a ser primeiro revés dos belgas para a seleção da Eslováquia depois de quatro enfrentamentos ao longo da história (2E-1V-1D).  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">What a win for Slovakia! 🇸🇰👏<a href="https://twitter.com/hashtag/EURO2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EURO2024</a> | <a href="https://twitter.com/hashtag/BELSVK?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#BELSVK</a> <a href="https://t.co/Ap1uK9xQKR">pic.twitter.com/Ap1uK9xQKR</a></p>&mdash; UEFA EURO 2024 (@EURO2024) <a href="https://twitter.com/EURO2024/status/1802762612842659984?ref_src=twsrc%5Etfw">June 17, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, as chances desperdiçadas por Romelu Lukaku, aliadas a sua falta de sorte, também compõe o &#8220;déjà-vu belga&#8221;, lembrando que o maior artilheiro da Bélgica em todos os tempos, que passou em branco no Mundial anterior, teve três oportunidades para marcar, e nas outras duas vezes que até chegou a balançar as redes acabou tendo os gols anulados. O primeiro deles, em razão de um impedimento, à medida que o segundo tento foi invalidado devido a uma mão na bola de Lois Openda, assinalado através de uma nova ferramenta da UEFA bastante similar a um exame de cardiograma, usada para detectar esse tipo de infração. Portanto, nem a tecnologia estava a favor de <em>Big Rom</em>.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Evidentemente, o talento de Romelu Lukaku é indiscutível. Não à toa, ele é o terceiro maior goleador por seleções em atividade com 85 gols em 115 jogos, estando somente atrás de Cristiano Ronaldo (130) e Lionel Messi (108). No entanto, como qualquer atleta da posição, o atacante da Roma está sujeito a falhas, haja vista a Copa do Mundo de 2022.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Ao analisarmos a escalação da Bélgica fica evidente que Domenico Tedesco armou a seleção em torno de Romelu Lukaku, utilizando os pontas Jérémy Doku, pela direita, e Leandro Trossard, pela esquerda, além de Kevin De Bruyne posicionado um pouco mais atrás jogando como meia centralizado, todos com a tarefa de municiar o camisa 10. Por isso, quando ele não acerta a pontaria tudo acaba mal aos <em>Diabos Vermelhos</em>.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Acontece, que essa Eurocopa tem uma relevância maior para Romelu Lukaku. A começar porque ao que tudo indica será a última da sua carreira, tendo em vista que na próxima edição ele estará com 35 anos de idade. Além disso, Lukaku precisa provar o seu valor para que algum clube europeu esteja disposto a comprá-lo por cerca de 45 milhões de euros junto ao Chelsea, após passagens via empréstimo por Inter de Milão e Roma nas últimas duas temporadas. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/16-7-1024x683.jpg" alt="" data-id="94896" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/16-7-e1718730988767.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94896" class="wp-image-94896"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Essa é a terceira Eurocopa na carreira de Romelu Lukaku. No geral, o camisa 10 acumula seis gols pelo torneio, sendo dois marcados em 2016, e outros quatro em 2021. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, apesar do resultado negativo é inegável o fato de que Domenico Tedesco tentou todas as possibilidades possíveis para evitar a sua primeira derrota no cargo, tanto é, que a Bélgica encerrou a partida com Youri Tielemans, Louis Openda, Dodi Lukebakio, Kevin De Bruyne e Romelu Lukaku em campo, depois de ter alterado os lados de Jérémy Doku e Leandro Trossard no retorno do intervalo.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, o gol de Ivan Schranz &#8211; marcado aos 7 minutos da etapa inicial -, o VAR que pela primeira vez anulou dois gols de um mesmo jogador em uma única partida de um grande torneio de seleções, a falta de pontaria de Romelu Lukaku, e as ótimas exibições tanto do goleiro Martin Dúbravka quanto do meio-campista Stanislav Lobotka, culminaram com o fim da extensa invencibilidade de 14 jogos por parte dos belgas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a pressão que Domenico Tedesco jamais viveu desde que assumiu o selecionado belga em fevereiro do ano passado, surgiu justamente depois da rodada inicial da Euro 2024. Inclusive, vale ressaltar que o atual vínculo contratual do ex-treinador do RB Leipzig é válido somente até o final do torneio continental, o que significa que a sua continuidade depende única e exclusivamente de uma boa campanha da Bélgica.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, ao contrário do que ocorreu há um ano e meio no Catar, a tendência é que a Bélgica avance às oitavas-de-final da Eurocopa. Para isso, serão necessários no mínimo um empate e uma vitória nos próximos compromissos ante Romênia e Ucrânia, o que garantiria aos pupilos de Domenico Tedesco a classificação como um dos quatro melhores terceiros colocados da competição, ou então como vice-líder do grupo E. </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, no caso de duas vitórias os <em>Diabos Vermelhos </em>ainda poderão se qualificar como líderes, porém tudo dependerá dos demais resultados. Em outras palavras, uma condição que já retrata o quão decepcionante é a campanha Bélgica na chave mais fácil da Euro 2024. </p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>
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		<title>Borussia Dortmund x Real Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 May 2024 15:23:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Noventa minutos separam os finalistas da 69ª edição da Champions League, Borussia Dortmund e Real Madrid, do título continental no estádio de Wembley. A inédita decisão do próximo sábado (01), começa às 16:00 (horário de Brasília). Borussia Dortmund Após onze anos, o Borussia Dortmund retornará ao mesmo palco da sua última final de Champions League, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Noventa minutos separam os finalistas da 69ª edição da Champions League, Borussia Dortmund e Real Madrid, do título continental no estádio de Wembley. A inédita decisão do próximo sábado (01), começa às 16:00 (horário de Brasília). </p>



<h3 class="wp-block-heading">Borussia Dortmund</h3>



<p class="has-medium-font-size">Após onze anos, o Borussia Dortmund retornará ao mesmo palco da sua última final de Champions League, ou seja, o estádio de Wembley, onde os auri-negros, na época sob a liderança de Jurgen Klopp, caíram por 2 a 1 diante do rival Bayern de Munique, que encerrou a temporada com a tríplice coroa.<br>Pois é, e a caminhada do Borussia Dortmund rumo à Wembley não foi nada fácil, a julgar que, primeiramente, os alemães precisaram encarar o grupo da morte da Champions League, composto por PSG, Milan e Newcastle. Em seguida, após se classificarem como líderes da chave, os comandados de Edin Terzic superaram PSV Eindhoven, Atlético de Madrid e, novamente, o Paris Saint-Germain, para confirmarem a vaga na decisão.<br>Para finalizar, o lateral-esquerdo Ramy Bensebaini será o único desfalque do Borussia Dortmund contra o Real Madrid devido a uma lesão no joelho.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="691" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-1-1024x691.jpg" alt="" data-id="94104" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-1-e1717007655608.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94104" class="wp-image-94104"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em 2013, Marco Reus decidia a Champions League no estádio de Wembley em seu primeiro ano no Borussia Dortmund. Em 2024, ele retornará ao mesmo local para jogar outra final em seu último ano no clube. </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Real Madrid</h3>



<p class="has-medium-font-size">Pela quinta vez nos últimos dez anos o Real Madrid é finalista da Champions League, o que significa que os espanhóis disputam uma final a cada dois anos. <br>Todavia, por mais que Napoli, Braga, Union Berlin e RB Leipzig retratem que a jornada dos comandados de Carlo Ancelotti foi tranquila até as quartas-de-final, os duelos seguintes ante Manchester City e Bayern de Munique exigiram o máximo do Real Madrid, que se vingou da queda frente o City na temporada passada o derrotando nas penalidades em pleno Etihad Stadium e, posteriormente, desclassificou os bávaros nos acréscimos das semifinais. Sim, o fator camisa continua pesando a favor dos <em>merengues</em> na Champions League.     <br>Por fim, o departamento médico madridista vetou a presença dos contundidos David Alaba e Aurélien Tchouaméni, à medida que o goleiro Andriy Lunin&nbsp;se recuperou de um forte resfriado.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="94142" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-2-e1717077207783.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94142" class="wp-image-94142"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em busca da <em>quinta</em> orelhuda, Carlo Ancelotti , o treinador mais vezes campeão europeu, disputará a sua sexta final de Champions League na carreira.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Dados Estatísticos</h3>



<p class="has-medium-font-size">O registro histórico do confronto aponta que Borussia Dortmund e Real Madrid se enfrentaram o total de 14 vezes, sendo oito válidas pela fase de grupos e outras seis em duelos eliminatórios da Champions League, lembrando que os espanhóis acumulam seis vitórias contra três triunfos por parte dos alemães, à medida que cinco partidas terminaram empatadas.<br>Curiosamente, o Real Madrid é o oponente que o Borussia Dortmund encarou o maior número de oportunidades pela Champions League ao longo da história com 14 enfrentamentos, ao passo que o Borussia Dortmund é o terceiro adversário que o Real Madrid mais se deparou no torneio, estando apenas atrás de Bayern de Munique e Juventus com 22 e 16 embates, respectivamente.<br>Não obstante, essa será a 18ª final de Champions League disputada pelo Real Madrid, o maior finalista e vencedor do torneio com 14 títulos. Em contrapartida, em Wembley o Borussia Dortmund decidirá a competição pela terceira vez, após uma vitória sobre a Juventus em 1997, e uma derrota diante do rival Bayern de Munique em 2013, no mesmo palco da finalíssima da atual temporada. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-1024x683.jpg" alt="" data-id="94091" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/05/15-e1717006336489.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94091" class="wp-image-94091"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Em 2002, o Real Madrid levou a melhor sobre o Bayer Leverkusen ao vencê-lo por 2 a 1 na última final de Champions League disputada entre clubes espanhóis e alemães.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<h3 class="wp-block-heading">Escalações</h3>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Borussia Dortmund</strong> (4-2-3-1): Kobel; Ryerson, Hummels, Schlotterbeck&nbsp;e Maatsen; Sabitzer e Can; Sancho, Brandt e Adeyemi; Fullkrug. Técnico: Edin Terzic.</p>



<p class="has-medium-font-size"><strong>Real Madrid</strong> (4-3-1-2): Courtois; Carvajal, Rudiger, Nacho e Mendy; Valverde, Camavinga e Kroos; Bellingham; Rodrygo e Vinícius Jr. Técnico: Carlo Ancelotti.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Previsão</h3>



<p class="has-medium-font-size">Apesar dos diversos casos de lesões, em especial no setor defensivo, o Real Madrid, campeão espanhol com dez pontos de vantagem em relação ao vice-colocado Barcelona, conseguiu evitar qualquer queda de rendimento, o que é mérito das manobras realizadas por Carlo Ancelotti. Não à toa, a equipe chega no último jogo da temporada com a possibilidade de faturar a dobradinha.<br>Por outro lado, o Borussia Dortmund que encerrou a Bundesliga na quinta colocação e só garantiu a classificação à próxima edição da Champions League graças a abertura da quinta vaga no futebol alemão, é o mesmo que venceu os fortes Milan, PSV Eindhoven, Atlético de Madrid e PSG no percurso rumo à Londres, provando que as cirscuntâncias mudam completamente em copas.<br>Contudo, é difícil imaginar outro resultado que não a vitória do Real Madrid em Wembley, representada pela conquista da 15ª <em>orelhuda</em>. <br><strong>Previsão:</strong> Borussia Dortmund 0 x 2 Real Madrid <br></p>
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