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		<title>Real Madrid reencontra sua essência na hora mais improvável sob o comando de Arbeloa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:30:44 +0000</pubDate>
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<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2026/03/25/real-madrid-reencontra-sua-essencia-na-hora-mais-improvavel-sob-o-comando-de-arbeloa/">Real Madrid reencontra sua essência na hora mais improvável sob o comando de Arbeloa</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<p class="has-medium-font-size">O Real Madrid chega à última Data FIFA da temporada respirando um ar que há meses parecia rarefeito. Um ar de estabilidade, de confiança reconstruída, de um vestiário que volta a acreditar no próprio reflexo. Não é apenas uma sequência de vitórias que sustenta esse momento, mas algo mais intangível, mais profundo, quase invisível aos olhos mais apressados. É o sentimento de que, depois de um período de turbulência, o clube mais exigente do mundo voltou a encontrar algum tipo de eixo. E quando os <em>Merengues</em> encontram um eixo, ainda que provisório, o futebol europeu aprende a olhar novamente para Madrid com respeito — e, por vezes, com temor.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque estabilidade, no universo madridista, nunca é apenas estabilidade. É sempre um prenúncio. Um sinal de que algo pode estar sendo construído, mesmo que em silêncio. Sob o comando de Álvaro Arbeloa, o clube vive hoje talvez o seu momento mais sólido da temporada. E isso, por si só, já diz muito. Não porque o caminho tenha sido linear — longe disso —, mas justamente porque ele foi acidentado. Porque a confiança que hoje se vê foi forjada em meio à dúvida, ao questionamento e, sobretudo, à desconfiança.</p>



<p class="has-medium-font-size">Quando Arbeloa foi anunciado como substituto de Xabi Alonso, no dia 12 de janeiro, a sensação dominante não era de esperança, mas de incerteza. Um técnico jovem, com apenas seis meses à frente do Castilla, assumindo o maior palco do futebol mundial. Não era uma aposta. Era um salto no escuro que carregava consigo mais perguntas do que respostas. Qual seria sua ideia de jogo? Teria personalidade para lidar com estrelas? Conseguiria sustentar o peso de um escudo que não aceita processos longos?</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116117" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/03/134175321766992735-12-e1774465655333.jpg" alt="" class="wp-image-116117"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Em 17 jogos à frente do Real Madrid, Álvaro Arbeloa obteve 13 vitórias e quatro derrotas. Foram 40 gols marcados e 19 sofridos neste período pós-Xabi Alonso.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">As dúvidas se intensificaram rapidamente. Logo na estreia, a eliminação para o modesto Albacete, pela Copa do Rei, caiu como um balde de água fria. Não era apenas uma derrota. Era um sinal. Um daqueles sinais que, em Madrid, costumam antecipar tempestades. A mídia espanhola reagiu com velocidade e intensidade, como sempre faz. Nomes como Mauricio Pochettino, Jürgen Klopp e Unai Emery começaram a circular com força. Não como alternativas futuras, mas como soluções urgentes. Arbeloa, naquele momento, parecia um técnico em contagem regressiva.</p>



<p class="has-medium-font-size">E o panorama não melhorou nas semanas seguintes. As derrotas para Osasuna, em Pamplona, e para o Getafe, em pleno Santiago Bernabéu, ampliaram a sensação de fragilidade. O Real Madrid não transmitia segurança, o ambiente era de desconfiança e, nos bastidores, já se falava abertamente sobre a possibilidade de mudança no comando técnico. O clube parecia perdido entre ideias que não se sustentavam e resultados que não chegavam. Era, talvez, o momento mais delicado da temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas o futebol, como tantas vezes acontece, guarda suas reviravoltas para os momentos em que menos se espera. E foi justamente quando o cenário parecia mais sombrio que surgiu a luz. Os confrontos contra o Manchester City, pelas oitavas-de-final da Champions League, não apenas mudaram a narrativa — eles a reescreveram por completo. Duas vitórias contundentes, seguras, maduras. Não apenas resultados. Declarações. O Real Madrid voltou a se comportar como o Real Madrid.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque há algo na Champions League que transcende o racional quando se trata do clube merengue. É como se a competição ativasse uma memória coletiva, uma identidade adormecida que desperta nos momentos decisivos. E foi exatamente isso que se viu contra o Manchester City. Um time resiliente, competitivo, capaz de sofrer, mas também de golpear. Mesmo sem peças fundamentais como Rodrygo, Kylian Mbappé, Jude Bellingham e Éder Militão, o Real Madrid encontrou soluções, caminhos e, acima de tudo, confiança.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">5X1 NO AGREGADO!!!! 🔥<br><br>O Real Madrid venceu os dois jogos contra o Manchester City com autoridade!!!<br><br>Acerte na Xsports!<a href="https://twitter.com/hashtag/Xsports?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Xsports</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/ChampionsLeague?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ChampionsLeague</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/RealMadrid?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#RealMadrid</a> <a href="https://t.co/3XLmbGopw9">pic.twitter.com/3XLmbGopw9</a></p>&mdash; Xsports (@xsportsbrasil) <a href="https://twitter.com/xsportsbrasil/status/2034026915925733459?ref_src=twsrc%5Etfw">March 17, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E nesse contexto, Álvaro Arbeloa começou a ganhar algo que até então lhe faltava: crédito. Não apenas da diretoria ou da imprensa, mas, principalmente, do elenco. Porque no futebol de elite, a confiança dos jogadores é o ativo mais valioso que um treinador pode conquistar. E Arbeloa, ao contrário de seu antecessor, parece ter entendido isso com rapidez. Sua abordagem mais próxima, mais humana, menos rígida, transformou o ambiente. O vestiário, antes tensionado, hoje respira leveza.</p>



<p class="has-medium-font-size">A saída de Xabi Alonso deixou marcas que vão além dos resultados. Sua exigência extrema em análises de vídeo, a intensidade elevada nos treinamentos e a tentativa de impor uma disciplina mais rígida no dia a dia criaram atritos com jogadores-chave. Era um projeto de controle. Um projeto que, em teoria, fazia sentido. Mas que, na prática, encontrou resistência. E no Real Madrid, quando o vestiário não compra a ideia, dificilmente o projeto sobrevive.</p>



<p class="has-medium-font-size">Álvaro Arbeloa seguiu por outro caminho. Uma direção mais liberal, mais intuitiva, menos engessada. Não é um treinador que se destaca por discursos táticos elaborados ou por modelos de jogo complexos. Tampouco busca protagonismo nas coletivas. Sua força está em outro lugar. Está na gestão de grupo. Na capacidade de ouvir, de se aproximar, de criar conexões. E isso, neste momento específico, tem sido suficiente. Mais do que suficiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Os reflexos dessa mudança são visíveis dentro de campo. Vinícius Júnior voltou a sorrir — e quando Vinícius sorri, o jogo do Real Madrid ganha outra dimensão. Federico Valverde tem sido decisivo, aparecendo com assistências e gols importantes em momentos-chave. Brahim Díaz cresce em confiança e protagonismo. E o jovem Thiago Pitarch, promovido por Arbeloa, simboliza essa nova fase: uma equipe que mistura experiência, talento e renovação.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">¡<a href="https://twitter.com/fedeevalverde?ref_src=twsrc%5Etfw">@FedeeValverde</a> ha participado en 16 goles en lo que va de 2026!<br>8 goles 🤝 8 asistencias <a href="https://t.co/Szwluj92N6">pic.twitter.com/Szwluj92N6</a></p>&mdash; Real Madrid C.F. (@realmadrid) <a href="https://twitter.com/realmadrid/status/2036880803196526674?ref_src=twsrc%5Etfw">March 25, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">E talvez o dado mais impressionante desse recorte recente seja justamente o contexto das vitórias. O Real Madrid superou o Manchester City sem contar com alguns de seus principais nomes. Isso não é detalhe. Isso é identidade. É a prova de que o clube não depende apenas de estrelas, mas de uma estrutura emocional que o sustenta nos momentos críticos. Ou seja, uma condição que, por muito tempo, parecia abalada — e que agora dá sinais claros de reconstrução.</p>



<p class="has-medium-font-size">Desde a vitória por 3 a 0 no Santiago Bernabéu, no jogo de ida contra o Manchester City, o Real Madrid engatou uma sequência de cinco vitórias consecutivas. Entre elas, um triunfo no dérbi contra o Atlético de Madrid, que reforça ainda mais a solidez do momento. Não se trata apenas de vencer, mas sim de como se vence. Com autoridade, com confiança, com a sensação de que o time sabe o que está fazendo — mesmo que esse “saber” não esteja necessariamente amparado por uma estrutura tática rígida.</p>



<p class="has-medium-font-size">Claro, o futuro de Álvaro Arbeloa ainda está em aberto. No Real Madrid, o presente nunca garante o amanhã. Resultados continuam sendo a moeda mais forte para a permanência do jovem treinador de 43 anos de idade. Mas há algo que ele conquistou nas últimas semanas que nenhum contrato pode assegurar: legitimidade. Algo que, em Madrid, vale tanto quanto títulos — pelo menos no curto prazo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque no fim das contas, o que Arbeloa fez até aqui não foi apenas ganhar jogos. Foi mudar o clima. Foi transformar um ambiente carregado em um espaço mais leve. Foi devolver aos jogadores a sensação de liberdade. E, ao fazer isso, reacendeu algo que parecia adormecido: o espírito competitivo de um dos maiores clubes da história. E quando o Real Madrid reencontra esse espírito, o futebol europeu, inevitavelmente, precisa se preparar.</p>
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		<title>A montanha-russa do Real Madrid e o preço das escolhas equivocadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Mar 2026 13:58:13 +0000</pubDate>
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<p class="has-medium-font-size">A temporada 2025-2026 do Real Madrid é uma montanha-russa que parece não encontrar trilhos. Quando a equipe dá sinais de reação, a realidade a puxa de volta para o chão. A classificação dramática diante do Benfica nos playoffs da Champions League, após ter perdido a vaga direta justamente para os portugueses na fase de liga, parecia marcar um ponto de virada. Mas no futebol de alto nível, narrativa não sustenta desempenho. Dias depois, o modesto Getafe silenciou o Santiago Bernabéu. E ali, mais do que três pontos, o que se perdeu foi credibilidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">A derrota frente o Getafe pelo placar mínimo quebrou uma sequência de 16 jogos de invencibilidade do Real Madrid contra o rival no Bernabéu. Foi também a primeira vitória de José Bordalás no estádio desde que assumiu o comando da equipe azulona. Em uma LaLiga onde cada detalhe pesa, a quarta derrota merengue após 26 rodadas mantém o clube quatro pontos atrás do Barcelona. Pode parecer administrável, com 36 pontos ainda em disputa, mas o contexto torna o cenário preocupante. Os comandados de Álvaro Arbeloa não dependem apenas de si. E isso, para a realeza da capital espanhola, é sempre desconfortável.</p>



<p class="has-medium-font-size">O dado mais alarmante talvez seja o desempenho como mandante. Duas das quatro derrotas sofridas na LaLiga aconteceram no Bernabéu, diante de Celta de Vigo e agora Getafe. O estádio que já foi símbolo de intimidação europeia e fortaleza doméstica tornou-se palco de insegurança. O Real Madrid não perdia dois jogos consecutivos no campeonato desde 2019. A derrota anterior havia sido para o Osasuna. Agora, a equipe demonstra fragilidade estrutural. Não é apenas uma questão de resultado, mas de identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">A demissão de Xabi Alonso, no meio da temporada, foi tratada como solução emergencial. Ele era apontado como o grande responsável pela irregularidade do Real Madrid. No entanto, sua saída não corrigiu os vícios coletivos. Ao contrário, escancarou que os problemas são mais profundos. O ex-treinador era apenas a face visível de um projeto mal calibrado. O fantasma não estava no banco, mas na construção do elenco e nas decisões institucionais. E isso pesa ainda mais quando falamos de um clube acostumado a ditar tendências.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">💙🔝❤ ¡El <a href="https://twitter.com/FCBarcelona_es?ref_src=twsrc%5Etfw">@FCBarcelona_es</a> amplía la ventaja esta jornada y es MÁS LÍDER de <a href="https://twitter.com/hashtag/LALIGAEASPORTS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LALIGAEASPORTS</a>! <a href="https://t.co/AmuASqISjU">pic.twitter.com/AmuASqISjU</a></p>&mdash; LALIGA (@LaLiga) <a href="https://twitter.com/LaLiga/status/2028606023225803237?ref_src=twsrc%5Etfw">March 2, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Contra o Getafe, o roteiro era previsível. José Bordalás montou uma equipe compacta, reativa, física, agressiva na marcação. Em seis minutos, sete faltas cometidas. Era o sinal claro do que viria. O Real Madrid teve a bola, mas não teve lucidez. Dos três chutes do Getafe no jogo, um entrou. Eficiência fria. Do outro lado, David Soria realizou sete defesas, mas também contou com a pouca criatividade merengue. O primeiro tempo foi pobre. No segundo, o desespero substituiu o plano.</p>



<p class="has-medium-font-size">Álvaro Arbeloa, treinador interino, ainda não demonstrou estatura para o cargo. Terminar a partida com cinco atacantes é mais um ato de desorganização do que de coragem. Faltou coordenação, faltou leitura estratégica, faltou maturidade. O Real Madrid é um clube que exige autoridade tática. Não basta conhecer o escudo; é preciso sustentar o peso dele. E o jovem treinador de 43 anos de idade, por enquanto, parece engolido na função. A camisa branca não perdoa improvisos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Enquanto isso, o Barcelona constrói sua campanha com consistência doméstica. Das quatro derrotas catalãs, todas aconteceram fora de casa. Em seus domínios, 13 jogos, 13 vitórias. Cem por cento de aproveitamento. É a regularidade que sustenta títulos. O contraste com o Real Madrid é evidente. A diferença de quatro pontos ganha proporção psicológica. Não é apenas matemática; é estabilidade contra oscilação. E campeonatos longos premiam equilíbrio.</p>



<p class="has-medium-font-size">As ausências agravam o cenário. Kylian Mbappé, artilheiro da La Liga com 23 gols, está fora por problema no tornozelo. Sua ausência retira profundidade, aceleração e definição. Jude Bellingham também ficou de fora do último compromisso. Lesões e suspensões desmontam qualquer tentativa de continuidade. Franco Mastantuono expulso, Álvaro Carreras e Dean Huijsen suspensos. O plantel parece curto para a ambição que carrega. E a temporada começa a cobrar planejamento.</p>



<p class="has-medium-font-size">A próxima rodada reserva visita ao Balaídos, contra um Celta competitivo, sexta colocado na LaLiga, dono da quarta melhor defesa do campeonato. O outro oponente além do Getafe que já venceu o Real Madrid no Bernabéu. Jogar na Galícia nunca foi simples. Agora, torna-se ainda mais delicado. O ambiente externo pressiona, o interno vacila. O <em>Merengues</em> entrarão em campo com dúvidas. E quando a dúvida se instala, o futebol costuma ser impiedoso.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="in" dir="ltr">🏁 FP: <a href="https://twitter.com/realmadrid?ref_src=twsrc%5Etfw">@RealMadrid</a> 0-1 <a href="https://twitter.com/GetafeCF?ref_src=twsrc%5Etfw">@GetafeCF</a><br>⚽ 39&#39; Satriano<br>👉 <a href="https://twitter.com/emirates?ref_src=twsrc%5Etfw">@Emirates</a> <a href="https://t.co/QGBjo2DYge">pic.twitter.com/QGBjo2DYge</a></p>&mdash; Real Madrid C.F. (@realmadrid) <a href="https://twitter.com/realmadrid/status/2028592427720704157?ref_src=twsrc%5Etfw">March 2, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Como se não bastasse, a Champions League impõe um novo teste. Manchester City no horizonte, oitavas-de-final, no próprio Bernabéu. Sem Mbappé, possivelmente sem força máxima. O torneio onde o Real Madrid construiu sua mística, sua aura quase mitológica. O clube das 15 conquistas europeias sempre encontrou forças onde outros sucumbiram. Entretanto, mística não substitui organização. História inspira, mas não corre.</p>



<p class="has-medium-font-size">A eliminação precoce na Copa do Rei, diante do Albacete, na estreia de Álvaro Arbeloa, já havia deixado sinais claros. Um clube do tamanho do Real Madrid não pode normalizar derrotas para adversários da segunda divisão. Não pode tratar tropeços como acidentes isolados. Quando eles se acumulam, deixam de ser exceção. Tornam-se padrão. E o padrão atual é pra lá de preocupante.</p>



<p class="has-medium-font-size">O Real Madrid carrega o título de “Real” desde 1920, concedido pelo rei Alfonso XIII. Representa simbolicamente a realeza da capital espanhola. Mas realeza exige postura, estratégia, visão de longo prazo. O Santiago Bernabéu, palco de tantas remontadas épicas, hoje observa uma equipe desconectada de sua tradição competitiva. O problema não é perder. O problema é não convencer.</p>



<p class="has-medium-font-size">O presidente Florentino Pérez sempre foi visto como arquiteto de ciclos vitoriosos. Galácticos, reestruturação financeira, protagonismo global. Todavia, decisões recentes levantam questionamentos. A montagem do elenco, a troca precipitada de comando técnico, a falta de equilíbrio estrutural. O Real Madrid não está apenas vivendo uma fase ruim. Está enfrentando as consequências de escolhas estratégicas equivocadas. E, se não reagir rapidamente, poderá ver a segunda temporada consecutiva escorrer por entre os dedos sem títulos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda restam 12 rodadas. Ainda há Champions League. No entanto, a margem de erro desapareceu. O Real Madrid precisa reencontrar sua identidade antes que o título da LaLiga se torne apenas uma lembrança distante. A montanha-russa segue em movimento. Resta saber se o clube conseguirá retomar o controle dos trilhos — ou se a temporada 2025-26 ficará marcada como aquela em que a realeza perdeu o próprio trono.</p>
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		<title>Entre o brilho e a ruptura: o Barcelona de Flick encara suas próprias contradições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Feb 2026 14:38:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O futebol é, por natureza, um território onde confiança e vulnerabilidade coexistem em uma tensão permanente. Nenhuma equipe caminha em linha reta até o sucesso, e o Barcelona, que até pouco tempo liderava a LaLiga com autoridade e convicção, agora se vê diante de suas próprias contradições. A derrota por 2 a 1 para o [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2026/02/18/entre-o-brilho-e-a-ruptura-o-barcelona-de-flick-encara-suas-proprias-contradicoes/">Entre o brilho e a ruptura: o Barcelona de Flick encara suas próprias contradições</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">O futebol é, por natureza, um território onde confiança e vulnerabilidade coexistem em uma tensão permanente. Nenhuma equipe caminha em linha reta até o sucesso, e o Barcelona, que até pouco tempo liderava a LaLiga com autoridade e convicção, agora se vê diante de suas próprias contradições. A derrota por 2 a 1 para o Girona, na 24ª rodada, não foi apenas mais um resultado adverso. Foi o símbolo de uma equipe que, pela primeira vez em muitas semanas, começou a olhar para trás em vez de olhar para frente. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que os comandados de Hansi Flick entraram em campo carregando o peso emocional de uma goleada devastadora sofrida dias antes, o 4 a 0 contra o Atlético de Madrid no jogo de ida das semifinais da Copa do Rei. Aquela noite na capital espanhola não representou apenas uma derrota, mas uma ruptura psicológica. E contra o Girona, o <em>Barça</em> precisava responder. Não respondeu. Pelo contrário, aprofundou suas próprias dúvidas.</p>



<p class="has-medium-font-size">A consequência imediata dessa derrota foi tão simbólica quanto dolorosa. Após dez rodadas consecutivas ocupando o topo da tabela, o Barcelona perdeu a liderança da LaLiga. Desde a 14ª rodada, o clube havia construído uma narrativa de solidez, consistência e evolução sob a batuta de Hansi Flick. Mas o futebol não perdoa oscilações, e o Real Madrid, mesmo vivendo uma temporada turbulenta, marcada por críticas, desconfiança e a presença de um treinador provisório, aproveitou a oportunidade para assumir o primeiro lugar. Este detalhe é particularmente revelador. Quando um rival fragilizado consegue ultrapassá-lo, não se trata apenas de mérito alheio, mas de fragilidade própria. Os <em>blaugranas</em> deixaram escapar o controle do próprio destino, e isso expõe a dimensão do momento conturbado que eles atravessam.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">CLASIFICACIÓN | ¡Así está la tabla tras la disputa de la jornada 24 en <a href="https://twitter.com/hashtag/LALIGAEASPORTS?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#LALIGAEASPORTS</a>! 📊<br><br>¿En qué puesto está tu equipo? 🔍 <a href="https://t.co/mIcMDkuEL3">pic.twitter.com/mIcMDkuEL3</a></p>&mdash; LALIGA (@LaLiga) <a href="https://twitter.com/LaLiga/status/2023524261366055080?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Do ponto de vista estrutural, os problemas defensivos do Barcelona não são novos. Eles são, na verdade, uma consequência direta da filosofia que sustenta o modelo de jogo de Hansi Flick. Suas equipes são projetadas para atacar, pressionar alto e dominar o território adversário. Mas esse domínio territorial cobra um preço. A linha defensiva extremamente alta cria espaços generosos nas costas da defesa, e adversários organizados encontram nesses espaços oportunidades valiosas. Não é coincidência que o <em>Barça</em> tenha sofrido com transições rápidas ao longo de toda a temporada. Essa vulnerabilidade é o efeito colateral de uma proposta ofensiva ambiciosa. O problema não é sofrer gols. O problema é a facilidade com que os adversários conseguem criá-los.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contra o Girona, essa fragilidade ficou ainda mais evidente, especialmente pelo lado direito da defesa. A combinação entre Jules Koundé na lateral e Pau Cubarsí pelo lado direito da zaga revelou-se vulnerável diante das investidas adversárias. O Girona encontrou ali um corredor de oportunidades, explorando a profundidade e a desorganização momentânea da recomposição. Não se trata de uma falha individual, mas de um desequilíbrio coletivo. Quando o sistema depende excessivamente da perfeição posicional, qualquer atraso, qualquer hesitação, qualquer perda de tempo na transição defensiva abre portas que, neste nível, são rapidamente exploradas. O Barcelona, hoje, vive perigosamente no limite entre o controle e o caos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Essa oscilação de rendimento também encontra explicação fora das quatro linhas, mais especificamente nas limitações impostas aos catalães pelo Fair Play Financeiro. Sem margem para atuar de forma incisiva no mercado de transferências, o Barcelona é dono de um elenco mais curto e com menos alternativas capazes de sustentar o mesmo nível competitivo ao longo de uma temporada tão exigente. Hansi Flick, diante desse cenário, encontra poucas soluções no banco de reservas, especialmente no setor defensivo, onde as opções são escassas e muitas vezes inexperientes. A saída inesperada de Iñigo Martínez no início da temporada, transferido para o futebol árabe, agravou ainda mais esse quadro, reduzindo a profundidade de um setor que já operava no limite. Sem reposições à altura, o sistema defensivo tornou-se mais vulnerável ao desgaste físico, às lesões e às oscilações naturais de desempenho, tornando essa queda de regularidade não apenas um reflexo de falhas táticas ou técnicas, mas também uma consequência direta das restrições estruturais que hoje moldam o presente do clube.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Final. <a href="https://t.co/NP4nwYhhaO">pic.twitter.com/NP4nwYhhaO</a></p>&mdash; FC Barcelona (@FCBarcelona_es) <a href="https://twitter.com/FCBarcelona_es/status/2023517505957081093?ref_src=twsrc%5Etfw">February 16, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Mas talvez o fator mais determinante dessa fragilidade esteja no meio-campo, mais especificamente na ausência de Pedri. Sua lesão representa muito mais do que a perda de um jogador criativo. Pedri é o ponto de equilíbrio do Barcelona. Ele organiza o ritmo, dita o tempo e oferece sustentação silenciosa a defesa. Na temporada passada, foi o líder em desarmes da equipe, um dado que revela a dimensão de sua importância além da criação. Sua inteligência posicional permite que o <em>Barça</em> pressione alto sem perder completamente sua estrutura. Sem ele, o time perde fluidez ofensiva e solidez defensiva simultaneamente. Nem Dani Olmo, com seu perfil mais ofensivo, nem Fermín López, com sua energia e mobilidade, conseguem reproduzir sua capacidade de leitura e controle.</p>



<p class="has-medium-font-size">A consequência dessa ausência é perceptível no comportamento coletivo. Frenkie de Jong, atuando como primeiro volante, oferece qualidade na construção, mas não possui o mesmo instinto defensivo de Pedri. O resultado é um meio-campo que constrói bem, mas protege mal. Esse desequilíbrio aumenta a exposição da defesa, ampliando o número de situações em que os zagueiros são obrigados a defender em campo aberto, uma das condições mais desfavoráveis possíveis. O Barcelona perde, assim, sua principal camada de proteção. O sistema continua funcionando ofensivamente, mas perde sua sustentação estrutural. E quando a base de sustentação falha, todo o edifício começa a oscilar.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, se a fragilidade defensiva é um problema estrutural conhecido, o verdadeiro paradoxo deste Barcelona está no setor ofensivo. O time cria, mas não converte. Domina, mas não define. Os atuais campeões espanhóis são os líderes em gols esperados (xG) na LaLiga — um indicador que mede a qualidade e o volume das chances criadas. Nenhuma equipe produz tanto ofensivamente quanto a de Flick. Mas o futebol não premia a criação. Premia a execução. Contra o Girona, os <em>blaugranas</em> poderiam ter construído uma vantagem confortável ainda no primeiro tempo. Criaram oportunidades suficientes para isso. Não aproveitaram. E no futebol, oportunidades desperdiçadas frequentemente retornam como punições.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115626" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-13-e1771422429418.jpg" alt="" class="wp-image-115626"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Barcelona (com 26 finalizações contra o Girona) não perdia um jogo pela LaLiga após marcar o primeiro gol desde a queda por 2 a 1 diante do Atlético de Madrid em dezembro de 2024.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Esse desperdício é confirmado por outro dado igualmente revelador. O Barcelona é o time que mais acertou a trave na LaLiga nesta temporada, com 26 bolas no poste. Esse número é simbólico. Ele representa a distância mínima entre o sucesso e o fracasso. Não é falta de criação, tampouco de qualidade. É falta de precisão nos momentos decisivos. É a incapacidade de transformar domínio em vantagem real. O <em>Barça</em> vive no território das quase conquistas, das quase definições, dos quase gols. E no futebol de elite, o quase nunca é suficiente.</p>



<p class="has-medium-font-size">A perda do pênalti por Lamine Yamal contra o Girona reforça esse padrão. Embora seja um cobrador tecnicamente confiável, o jovem atacante desperdiçou uma oportunidade que poderia ter mudado completamente o rumo da partida. Esse erro não é isolado. O Barcelona é, até o momento, o time que mais desperdiçou pênaltis na LaLiga, com três erros em sete cobranças. Isso não é apenas uma estatística. É um reflexo de um problema psicológico coletivo. A pressão, o peso das expectativas e o momento emocional da equipe parecem influenciar diretamente sua capacidade de execução nos momentos críticos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Outro fator preocupante é a dependência crescente de Raphinha. Sua importância dentro do sistema de Flick tornou-se absoluta. Ele não é apenas um atacante. É o ponto de desequilíbrio, o motor criativo, o elemento que conecta intensidade e objetividade. Sua saída contra o Girona, por volta dos 60 minutos, coincidiu diretamente com o colapso ofensivo da equipe. Sem o camisa 11, o Barcelona perdeu profundidade, perdeu agressividade e perdeu presença no último terço. A equipe deixou de ameaçar. Deixou de pressionar. Deixou de existir ofensivamente. Esse nível de dependência é perigoso, especialmente em um calendário onde desgaste e lesões são inevitáveis.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="115630" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134149434988248003-14-e1771422984163.jpg" alt="" class="wp-image-115630"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Barcelona só saiu derrotado na temporada 2025-26 quando Raphinha não esteve em campo. Aproveitamento com o atacante brasileiro é de 91%, sem ele cai para 60%.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Essa realidade se torna ainda mais preocupante quando observamos o contexto da temporada. O Barcelona está entrando na fase mais decisiva do ano. A Champions League, com confrontos contra gigantes europeus como Arsenal, Bayern de Munique e Paris Saint-Germain, exigirá um nível de eficiência e consistência muito superior ao que a equipe tem apresentado. A goleada sofrida contra o Atlético de Madrid não foi apenas uma derrota. Foi um aviso. Um alerta de que, contra adversários de elite, as fragilidades são expostas com brutalidade. E o futebol europeu não oferece margem para erros recorrentes.</p>



<p class="has-medium-font-size">Apesar de tudo isso, este ainda é um Barcelona em construção. A abordagem de Hansi Flick é ambiciosa, corajosa e ofensiva. Ela exige tempo, adaptação e maturidade coletiva. O paradoxo é claro: o modelo que torna o <em>Barça</em> tão dominante ofensivamente é o mesmo que o torna vulnerável defensivamente. O desafio do técnico alemão não é abandonar sua identidade, mas refiná-la. Encontrar equilíbrio sem perdê-la. Encontrar eficiência sem abrir mão da criatividade. Encontrar solidez mantendo a audácia.</p>



<p class="has-medium-font-size">O Barcelona ainda controla o seu próprio destino. Mas o tempo, no futebol, é um recurso escasso. A temporada está entrando em sua fase decisiva, e as margens estão desaparecendo. Cada erro agora custa mais. Cada oportunidade perdida pesa mais. Cada falha é amplificada. Os <em>blaugranas</em> vivem um momento de definição. Entre o brilho e a ruptura. Entre o domínio e a fragilidade. Entre aquilo que pode se tornar e aquilo que corre o risco de não ser. O futebol, como sempre, será o juiz final.</p>
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		<title>Atlético de Madrid: muito investimento, pouca evolução e uma identidade em crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 21:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Atlético Madrid]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[Colchoneros]]></category>
		<category><![CDATA[Diego Simeone]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[LaLiga]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada do Atlético de Madrid caminha para a metade com uma sensação incômoda de frustração contida. Não se trata de um colapso esportivo, nem de uma crise a ponto de derrubar o incaível Diego Simeone. Todavia, o desempenho aquém das expectativas só faz aumentar os questionamentos pelos lados do Metropolitano. Embora situado em seu habitat natural, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A temporada do Atlético de Madrid caminha para a metade com uma sensação incômoda de frustração contida. Não se trata de um colapso esportivo, nem de uma crise a ponto de derrubar o incaível Diego Simeone. Todavia, o desempenho aquém das expectativas só faz aumentar os questionamentos pelos lados do Metropolitano.</p>



<p class="has-medium-font-size">Embora situado em seu habitat natural, isto é, na terceira colocação da LaLiga, era esperado muito mais dos comandados de Diego Simeone em função dos altíssimos investimentos realizados nas últimas duas temporadas, lembrando que Atlético de Madrid é, disparadamente, o clube que mais gastou com reforços neste período no futebol espanhol ao desembolsar quase MEIO BILHÃO de euros (€ 418 milhões).</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, a larga distância de dez pontos em comparação ao líder Barcelona, aliado aos nove em relação ao vice-colocado Real Madrid, demonstra que, mais uma vez, o Atlético de Madrid não foi capaz de figurar entre os protagonistas na briga pelo título da LaLiga apesar dos elevados gastos, algo que também se estende a Champions League, onde os espanhóis disputarão os playoffs de repescagem em razão do pífio 14º lugar na fase de liga.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, a última aparição do Atlético de Madrid na Champions League deixou a impressão de que nem o estádio Metropolitano, até então considerado a verdadeira fortaleza dos<em> Rojiblancos</em>, já não assusta mais os oponentes, a julgar pela queda diante do Bodo/Glimt por 2 a 1, de virada, ainda que esta tenha sido a primeira derrota sofrida pelo <em>Atleti</em> atuando em seus domínios na temporada, lembrando que o Elche era o único adversário que havia lhe tirado pontos em casa (13V-1E-1D).  </p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">League phase 2025/26 ✅<a href="https://twitter.com/hashtag/UCL?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UCL</a> <a href="https://t.co/fVUwH2Sq6d">pic.twitter.com/fVUwH2Sq6d</a></p>&mdash; UEFA Champions League (@ChampionsLeague) <a href="https://twitter.com/ChampionsLeague/status/2016643972932812826?ref_src=twsrc%5Etfw">January 28, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, fica evidente que a atual performance do Atlético de Madrid não combina com o grupo cada vez mais caro e ambicioso que Diego Simeone tem em mãos. Não à toa, o clube recorreu a janela de transferências de janeiro a fim de fortalecer a equipe e, consequentemente, passar a jogar um futebol mais convincente e competitivo, caso contrário, a movimentação no mercado não seria necessária.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, a atuação do Atlético de Madrid no mercado movimentou o total de 54 milhões de euros em virtude das contratações de Rodrigo Mendoza (16m), Obed Vargas (3m), além de Ademola Lookman (35m), o reforço mais impactante apresentando pelos <em>Colchoneros</em> numa negociação que ainda envolveu a ida de Giacomo Raspadori à Atalanta. Aliás, Conor Gallagher também seguiu a mesma direção, porém transferindo-se ao Tottenham.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que todas as contratações dos <em>Rojiblancos</em> foram concretizadas no último dia da janela (Deadline Day) e nem todos os pedidos de Diego Simeone foram atendidos, já que a negociação envolvendo a vinda de Marcos Leonardo junto ao Al-Hilal não teve um desfecho positivo. Além do ex-jogador do Santos, o também brasileiro Éderson, da Atalanta, não firmou acordo apesar do enorme desejo de vestir a camisa do Atlético de Madrid.   </p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, são mais jogadores qualificados tecnicamente desembarcando na capital espanhola para defender as cores do Atlético de Madrid, o que ao mesmo tempo faz aumentar as dúvidas de se Diego Simeone tem condições de torná-lo capaz de praticar um futebol condizente com as atuais peças, visto que a melhor versão do <em>Atleti</em> desde a chegada do técnico há 15 anos deu-se na temporada 2013/14, marcada pela conquista do título espanhol e pelo vice da Champions League, jogando de maneira reativa, raçuda e explorando tanto os contra-ataques quanto as bolas paradas através da fisicalidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, o futebol do Atlético de Madrid foi decaindo na mesma proporção que os investimentos foram crescendo, o que fez o <em>Cholismo</em> perder sua essência e o time, sem identidade, cair de rendimento em campo. Por este motivo, o clube hoje é caro, tecnicamente melhor no papel, porém incapaz de transformar esse talento em domínio, seja no cenário doméstico ou europeu.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="115341" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/02/134141645045500836-2-e1770149222695.jpg" alt="" class="wp-image-115341"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Atlético de Madrid foi terceiro colocado da LaLiga em 8 das 14 temporadas sob o comando de Diego Simeone. De resto, foram dois títulos, dois vices, e um quarto e quinto lugares. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, a chegada dos três novos reforços não significa que veremos o progresso do Atlético de Madrid, tendo em vista que essas contratações soam mais como tentativa de correção emergencial do que como continuidade de um plano sólido. Quer dizer, se reforçar no meio da temporada revela urgência, não convicção, e é neste ponto que o debate inevitavelmente recai sobre Diego Simeone.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, uma suposta saída de Diego Simeone não é — e nunca foi — sequer questionada pelos torcedores, tampouco pela diretoria do Atlético de Madrid, dada a enorme idolatria de <em>Cholo</em>. Em contrapartida, uma avaliação do seu trabalho seria fundamental na forma de cobrança: por que a equipe não evolui mesmo em meio a chegada de diversos jogadores acima da média? Não se trata de apagar sua história nem seus méritos, mas de questionar sua capacidade atual de extrair o melhor de um plantel que já não corresponde ao <em>Atleti</em> físico, reativo e intenso que o consagrou.</p>



<p class="has-medium-font-size">Atualmente, os <em>Colchoneros</em> são mais técnicos, mais criativos e menos confortáveis dentro dos antigos padrões de Diego Simeone. Preso entre a identidade que abandonou e aquela que nunca consolidou, o Atlético de Madrid vive uma transição mal resolvida. A temporada ainda pode ser salva, mas o alerta está ligado: a Champions League virou questão de sobrevivência simbólica, e Simeone precisa provar capacidade de reinvenção. Afinal, o problema do clube será elenco, treinador ou projeto? Ou todos eles, convivendo mal há tempo demais?</p>



<p class="has-medium-font-size">No fim, o Atlético de Madrid chega a um ponto decisivo da sua trajetória recente. Ou transforma investimento em identidade e talento em funcionamento coletivo, ou seguirá preso a um ciclo de competitividade estéril, sempre perto, mas raramente suficiente. É preciso escolher um caminho — porque continuar estagnado, neste nível de gastos, já não é mais uma opção. </p>
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		<title>Xabi Alonso se despede do Real Madrid após míseros sete meses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 14:55:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Espanhol]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[LaLiga]]></category>
		<category><![CDATA[Real Madrid]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No artigo publicado ontem (13) aqui no SoccerBlog, cujo tema foi a conquista da Supercopa por parte do Barcelona, já dizíamos que o título da competição de menor relevância do futebol espanhol não empolgava tanto o vencedor mas era capaz de conturbar o ambiente do perdedor — o equivalente aos Estaduais para nós, no Brasil. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">No artigo publicado ontem (13) aqui no <em>SoccerBlog</em>,<a href="https://www.soccerblog.com.br/2026/01/12/a-supremacia-do-barcelona-segue-intacta-na-espanha-desde-a-chegada-de-hansi-flick/"> cujo tema foi a conquista da Supercopa por parte do Barcelona</a>, já dizíamos que o título da competição de menor relevância do futebol espanhol não empolgava tanto o vencedor mas era capaz de conturbar o ambiente do perdedor — o equivalente aos Estaduais para nós, no Brasil.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, a derrota por 3 a 2 diante do Barcelona resultou na queda de Xabi Alonso em pleno mês de janeiro, uma demissão que embora surpreendente, não causou surpresa. Na realidade, também já afirmávamos aqui, seja através do Blog, seja por intermédio dos vídeos no nosso canal do YouTube, que a Supercopa seria o verdadeiro teste de fogo para garantir a sobrevivência, ou não, do ex-treinador do Bayer Leverkusen no Real Madrid.</p>



<p class="has-medium-font-size">À vista disso, é inegável que o Real Madrid precisava de um fato concreto para promover a saída de Xabi Alonso, e o segundo vice consecutivo na Supercopa frente o maior rival serviu perfeitamente para que isso se concluísse, afinal diversos eram os indícios de que o treinador espanhol não tinha mais clima para seguir no Santiago Bernabéu, a começar pelo desentendimento junto ao craque Vinícius Júnior no primeiro <em>El Clásico</em> da temporada, quando o camisa 7 o desrespeitou por ter sido substituído e, ainda assim, o clube permaneceu ao lado do atleta. Ou seja, uma clara demonstração de que ele não tinha o respaldo da diretoria.</p>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="403" data-id="114831" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/01/134106227926637144-6-e1768313138472.jpg" alt="" class="wp-image-114831"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Embora descontente, Vinícius Júnior foi o quarto jogador do Real Madrid com a maior minutagem durante a passagem de Xabi Alonso, registrando 2.480&#8242; minutos em ação sob a liderança do treinador espanhol.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A reclamação pública de Federico Valverde por atuar improvisado como lateral-direito também demonstrava que o estrelado vestiário madridista não se mostrava dividido com o trabalho de Xabi Alonso, o que é fruto da má gestão de grupo do jovem treinador de 44 anos de idade, em especial no que diz respeito ao controle de minutos dos jogadores, a exemplo de Franco Mastantuono, que iniciou a temporada como uma das principais peças no time titular e, do nada, perdeu espaço nos últimos meses. Ademais, o mesmo se estende a Arda Guler.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, é óbvio que a insatisfação do plantel não era unânime e, certamente, um dos jogadores que apoiavam Xabi Alonso era o principal destaque do Real Madrid na temporada, Kylian Mbappé, artilheiro e líder de participação em gols dos <em>Merengues</em>, que evoluiu ainda mais sob o comando do sucessor de Carlo Ancelotti, a julgar pelos com 29 gols e quatro assistências do atacante francês, ao longo das 25 aparições no período.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Real Madrid</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Xabi Alonso</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Jogos</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">34</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">V-E-D</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">24-4-6</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Gols Marcados (média)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">72 (2,12)</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Gols Sofridos (média)</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">38 (1,12)</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">Aproveitamento</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">74,5%</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, a estremecida relação com os jogadores colaborou demasiadamente para que as ideias de Xabi Alonso não emplacassem no Real Madrid, tendo em vista que a filosofia de jogo que ele gostaria de implementar no time espanhol não foi vista em momento algum, isto é, um futebol baseado na intensidade, forte marcação em linha alta, pressão na recuperação pós-perda de bola, além do controle através da posse de bola, tudo isso jogando no 3-4-2-1 durante a fase ofensiva, e no 5-4-1 na defensiva. </p>



<p class="has-medium-font-size">Em outras palavras, um modelo similar ao do Bayer Leverkusen, campeão da tríplice coroa alemã com Xabi Alonso há dois anos. Aliás, isso explica porque ele disse na primeira entrevista concedida como treinador do Real Madrid que esperava um futebol elétrico no estilo Rock and roll, quer dizer, uma abordagem completamente oposta em comparação aos antecessores Zinedine Zidane e Carlo Ancelotti, ambos adeptos do 4-3-3, priorizando mais o lado defensivo e rápidas transições.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, sem jogadores com o perfil necessário para fazer a engrenagem funcionar, Xabi Alonso precisou se adaptar ao Real Madrid, tanto é que ele armou a defesa com uma linha de quatro homens na grande maioria dos jogos por não ter zagueiros construtores como nos tempos de Bayer Leverkusen, com Odilon Kossounou, Edmond Tapsoba e Piero Hincapié, nenhum volante líder, destruidor e criador de jogadas igual a Granit Xhaka, tampouco alas agudos como Jeremie Frimpong e Alejandro Grimaldo, e meias capazes de ajudar tanto na defesa quanto no ataque, como eram os casos de Florian Wirtz e Jonas Hofmann.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="114835" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/01/134106227926637144-7-e1768313549702.jpg" alt="" class="wp-image-114835"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O esquema mais vezes utilizado por Xabi Alonso no Real Madrid foi o 4-2-3-1, em 12 oportunidades, seguido dos: 4-3-3 (9); 4-4-2 (6), 4-3-2-1 (2); 3-5-2 (2); 3-4-3 (2); e do 4-1-4-1 (1). </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, Xabi Alonso deixou o Real Madrid após míseros 34 jogos e, detalhe: assinalando exatamente o mesmo número de triunfos, empates e reveses de Hansi Flick no mesmo recorte de partidas à frente do Barcelona. Portanto, um claro sinal de que a cúpula diretiva madridista, definitivamente, não confiava no treinador, algo que se constata também ao levarmos em consideração que ele se despediu do clube registrando uma elevada média de 70,6% de taxa de vitórias, nada menos que a quinta maior até hoje.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, ao mesmo tempo que a saída de Xabi Alonso foi anunciada, o Real Madrid informou que Álvaro Arbeloa será o seu substituto até o término da temporada. Assim, os <em>Merengues</em> repetem o mesmo movimento feito há exatos dez anos. Na ocasião, Zinedine Zidane era promovido de forma interina subindo como uma aposta do RM Castilla, também no mês de janeiro, para assumir o posto de Rafa Benítez. O final da história todos nós sabemos!</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Comunicado Oficial: Álvaro Arbeloa.</p>&mdash; Real Madrid C.F. (@realmadrid) <a href="https://twitter.com/realmadrid/status/2010763454571847767?ref_src=twsrc%5Etfw">January 12, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Decerto, Álvaro Arbeloa tem a seu favor o calendário tranquilo do Real Madrid até meados de fevereiro com enfrentamentos ante Albacete, pelas oitavas-de-final da Copa do Rei, Levante, Villarreal, Rayo Vallecano e Valencia, todos pela LaLiga, além das duas rodadas finais da fase de liga da Champions League contra o Monaco, no Santiago Bernabéu, e a visita ao Benfica na capital portuguesa. </p>



<p class="has-medium-font-size">E curiosamente, Álvaro Arbeloa foi apresentado como novo reforço do Real Madrid junto com Xabi Alonso em 24 de agosto de 2009, os dois vindos do Liverpool naquela oportunidade. Foram cinco anos defendendo as cores do clube, marcados por uma estreita amizade envolvendo até familiares, bem como pelas conquistas de importantes títulos, dentre os quais se destaca a Champions League na temporada 2013-14. Todavia, ontem a trajetória dos ex-companheiros também de seleção espanhola foi interrompida de maneira bastante precoce em Valdebebas. </p>



<p class="has-medium-font-size">Sim, o futebol é, por vezes, cruel e isento de compaixão, de modo que até a agenda do Real Madrid foi avaliada para definir a demissão de Xabi Alonso, que dá adeus ao Santiago Bernabéu muito menor do que quando chegou no começo da temporada, e cedendo o lugar ao amigo que terá a primeira chance de assumir um grande time fora das quatro linhas.</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2026/01/13/xabi-alonso-se-despede-do-real-madrid-apos-miseros-sete-meses/">Xabi Alonso se despede do Real Madrid após míseros sete meses</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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		<title>A supremacia do Barcelona segue intacta na Espanha desde a chegada de Hansi Flick</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2026 14:48:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Catalunha amanheceu em festa na manhã desta segunda-feira (12), afinal o Barcelona ergueu o primeiro caneco na temporada ao retornar da Arábia Saudita com o bicampeonato da Supercopa da Espanha na bagagem. Pois é, e embora estejamos nos referindo a competição menos relevante do futebol espanhol, é inegável que ela causa enormes estragos pra [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A Catalunha amanheceu em festa na manhã desta segunda-feira (12), afinal o Barcelona ergueu o primeiro caneco na temporada ao retornar da Arábia Saudita com o bicampeonato da Supercopa da Espanha na bagagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e embora estejamos nos referindo a competição menos relevante do futebol espanhol, é inegável que ela causa enormes estragos pra quem a perde, sobretudo em se tratando do <em>El Clásico</em>. Por falar nisso, é importante destacar que o sob o comando de Hansi Flick o Barcelona conquistou a quinta vitória no sexto duelo contra o Real Madrid, dos quais se incluem duas finais de Supercopa e uma da Copa do Rei, o que demonstra a enorme superioridade do <em>Barça</em> sobre o arquirrival desde a chegada do treinador alemão há um ano e meio.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o principal nome da conquista da Supercopa não foi Hansi Flick, mas sim Raphinha, autor de dois dos três gols da vitória do Barcelona por 3 a 2, que resultaram no sétimo tento do atacante brasileiro nos últimos cinco <em>El Clásicos</em> disputados, lembrando que ele se despediu do torneio como o melhor jogador e artilheiro máximo ao balançar as redes 4 vezes e ainda conceder uma assistência na semifinal diante do Athletic Bilbao.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="ht" dir="ltr">Raphael Dias Belloli. ✨ <a href="https://t.co/hqTaC5RQW4">pic.twitter.com/hqTaC5RQW4</a></p>&mdash; LALIGA (@LaLiga) <a href="https://twitter.com/LaLiga/status/2010438525817352586?ref_src=twsrc%5Etfw">January 11, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, fica claro e evidente que a conquista em Jeddah teve um sabor pra lá de especial ao Barcelona, que além de ganhar uma motivação extra para o restante da temporada, conseguiu abalar as estruturas do Real Madrid, especialmente se levarmos em conta o fato de que TODOS os campeões das edições da Supercopa da Espanha realizadas na Arábia Saudita, exceto na pandemia, venceram a LaLiga naqueles respectivos anos.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, a vitória sobre o Real Madrid na final da Supercopa expôs alguns pontos fracos do Barcelona que precisam ser corrigidos por Hansi Flick, principalmente para não comprometer a caminhada dos <em>blaugranas</em> na Champions League, onde o grau técnico dos adversários é maior em comparação a LaLiga. A começar pela ultra-dependência de Raphinha, sem sombra de dúvidas o melhor e único componente do setor ofensivo do <em>Barça</em> que segue atuando no mesmo nível da última temporada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, o Barcelona perdeu somente um dentre os 17 jogos com Raphinha em ação até aqui na temporada. Em termos de números ele ainda não é o melhor jogador do Barça, porém logo será com os registros aumentando a cada partida. Portanto, é fundamental Hansi Flick encontrar uma alternativa viável para superar a &#8220;RaphinhaDependência&#8221; a fim de evitar uma queda de rendimento em campo nos momentos em que o camisa 11 não estiver à disposição, apesar dos atuais campeões espanhóis contarem com a sua presença nas grandes partidas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, este é outro fator que precisa ser debatido: a dificuldade do Barcelona em grandes jogos. Para se ter uma ideia, o atual triunfo sobre o Real Madrid foi apenas o segundo dentre os cinco dos catalães na temporada, a exemplo da vitória por 3 a 1 sobre o Atlético de Madrid, e das derrotas frente PSG (2&#215;1) e Chelsea (3&#215;0), ambos pela Champions League, além do revés por 2 a 1 no <em>El Clásico</em> válido pela 10ª rodada da LaLiga.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, trata-se de um sonoro alerta das dificuldades do Barcelona ao enfrentar adversários mais fortes, acima de tudo na parte defensiva, a julgar pelos dez gols sofridos pelos comandados de Hansi Flick nestes cinco compromissos. À vista disso, mesmo com o recorde de cinco partidas seguidas sem serem vazados até a goleada por 5 a 0 sobre o Athletic Bilbao na semifinal da Supercopa da Espanha, a realidade é que a defesa continua sendo o ponto fraco barcelonista.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="fr" dir="ltr">🏆 SUPER CUP CHAMPIONS 🏆 <a href="https://t.co/cugAio9vpb">pic.twitter.com/cugAio9vpb</a></p>&mdash; FC Barcelona (@FCBarcelona) <a href="https://twitter.com/FCBarcelona/status/2010458178035875868?ref_src=twsrc%5Etfw">January 11, 2026</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A alta linha defensiva do Barcelona é questionada desde a temporada anterior, ainda que com as conquistas da Supercopa da Espanha, da Copa do Rei e da LaLiga no ano de estreia de Hansi Flick, e o ex-treinador do Bayern de Munique e da seleção alemã segue tentando solucionar esse problema que se intensificou depois da inusitada transferência de Iñigo Martínez ao Al-Nassr, tanto é que mesmo jogando de maneira reativa e explorando os contra-ataques, no 3-5-2, o Real Madrid foi capaz de marcar dois gols no <em>Barça</em> — e só não fez o terceiro por conta de preciosas intervenções do goleiro Joan García nos acréscimos da decisão.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Inclusive, nas vitórias por 2 a 0 contra Villarreal e Espanyol, o Barcelona só não sofreu gol em virtude do baixíssimo poderio ofensivo dos dois oponentes. A propósito, isso explica porque os catalães realmente continuam sobrando no certame do futebol espanhol, no qual sustentam uma sequência de 12 vitórias consecutivas considerando todas as competições, o que não abrange a Champions League, vide o empate em 3 a 3 com o Club Brugge, a derrota por 3 a 0 para o Chelsea, além da sofrida virada por 2 a 1 sobre o Eintracht Frankfurt em pleno Camp Nou, nas últimas três rodadas do torneio continental.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ofensivamente, o Barcelona encontrou inúmeros espaços em campo para atacar o defensivo Real Madrid que abriu mão de ter a bola, haja vista os 68% de posse por parte dos catalães. Todavia, mesmo sob essa condição favorável eles não mostraram nem de longe a mesma efetividade e letalidade da temporada passada, algo que é oriundo de uma menor rotação e intensidade, além da falta de ritmo e de maior regularidade de peças como Fermín Lopez, Lamine Yamal, Ferran Torres e Robert Lewandowski.      </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, o bicampeonato da Supercopa reforça a tese da supremacia barcelonista na Espanha, pois mesmo distante do nível esperado o Barcelona venceu o fragilizado Real Madrid, que não vem jogando bem e ainda entrou em campo desfalcado de Éder Militão, Kylian Mbappé, e com Federico Valverde atuando improvisado na lateral-direita, um panorama que, certamente, seria diferente se do outro lado estivessem Arsenal, PSG ou Bayern de Munique.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em resumo: o Barcelona precisa evoluir — e muito — se quiser, ao menos, competir pelo título da Champions League, ao mesmo tempo que vem tranquilamente trilhando o caminho rumo aos bicampeonatos da LaLiga e da Copa do Rei, depois do bi da Supercopa. </p>
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		<title>As fichas de Xabi Alonso estão se esgotando no Real Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Dec 2025 18:49:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A única vitória conquistada pelo Real Madrid nos últimos cinco compromissos já é um motivo pra lá de razoável para abalar as estruturas do Santiago Bernabéu, acima de tudo porque o mais recente empate contra o Girona resultou aos Merengues a perda da liderança da LaLiga, agora ocupada pelo rival Barcelona. Desta maneira, por mais [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A única vitória conquistada pelo Real Madrid nos últimos cinco compromissos já é um motivo pra lá de razoável para abalar as estruturas do Santiago Bernabéu, acima de tudo porque o mais recente empate contra o Girona resultou aos <em>Merengues</em> a perda da liderança da LaLiga, agora ocupada pelo rival Barcelona.</p>



<p class="has-medium-font-size">Desta maneira, por mais curto que seja esse recorte ele serve exatamente como termômetro para medirmos a pressão que assola o Real Madrid e, em especial, o técnico Xabi Alonso, que agora não tem mais a primeira colocação da LaLiga para se sustentar em meio ao início aquém das expectativas no clube espanhol, tendo a campanha na Champions League como a última &#8220;ficha&#8221; restante no momento.</p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar que a sequência negativa do Real Madrid teve início a partir da derrota diante do Liverpool, na qual placar de 1 a 0 não correspondeu ao amplo domínio por parte dos ingleses em Anfield. De lá pra cá, foram meros empates com Rayo Vallecano (0x0), Elche (2&#215;2) e Girona (1&#215;1), além da vitória sobre o Olympiacos (4&#215;3), em Atenas, que ao menos, momentaneamente, amenizou o clima de tensão no clube.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, não são os resultados que mais preocupam os torcedores madrididistas, mas sim o futebol praticado pelos <em>Merengues</em>. Prestes a completar os primeiros seis meses à frente do Real Madrid, Xabi Alonso ainda não conseguiu replicar o trabalho tão autoral desenvolvido no Bayer Leverkusen, tampouco construir uma identidade de jogo ao time madrilenho, algo que já era de se presumir mediante ao pouquíssimo tempo no clube, bem como a enorme mudança tática implementada por ele.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, isso explica porque muitos jogadores não se mostram confortáveis em suas respectivas funções e, consequentemente, Xabi Alonso vem travando embates com alguns deles como Federico Valverde e Vinícius Júnior, afinal o elenco ainda não tem conviccção nas ideias do novo treinador que também não se ajuda, seja por conta das escalações e substituições feitas no decorrer das partidas, seja por intermédio da rotação da equipe.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="113740" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/12/134083241464562418-6-e1764773065399.jpg" alt="" class="wp-image-113740"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Xabi Alonso coleciona 18 vitórias, 4 empates e três derrotas em 25 jogos sob a liderança do Real Madrid, registrando 77,3% de aproveitamento através desta performance. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a hipotética demissão de Xabi Alonso não é cogitada pelos lados do Santiago Bernabéu, visto que a diretoria madridista entende que o jovem treinador de 44 anos de idade precisa de tempo e de novos reforços para repetir o sucesso alcançado no Bayer Leverkusen. Não à toa, é provável que o Real Madrid se movimente na janela de transferências de janeiro, o que é bastante incomum em se tratando dos <em>Merengues</em>.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, tão anormal que o Real Madrid não contratou nenhum defensor nem mesmo quando Carlo Ancelotti perdeu os zagueiros Éder Militão e David Alaba, além do lateral Dani Carvajal no primeiro semestre da temporada passada. Seja como for, uma condição que mudou completamente a partir da chegada de Xabi Alonso no meio do ano, vide o 167,5 milhões de euros investidos nas contratações de Dean Huijsen, Álvaro Carreras, Franco Mastantuono e Trent Alexander-Arnold.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, o principal reforço solicitado por Xabi Alonso acabou não sendo contratado, como era o caso de Martín Zubimendi, que preferiu defender as cores do Arsenal após deixar a Real Sociedad. À vista disso, o Real Madrid entende que precisa de outros jogadores que se enquadrem nas características de jogo do ex-treinador do Bayer Leverkusen para que este novo sistema tático realmente se consolide a ponto de render os frutos esperados.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="113782" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/12/134083241464562418-7-e1764787555287.jpg" alt="" class="wp-image-113782"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Kylian Mbappe é único o destaque positivo do Real Madrid, de Xabi Alonso. São 23 gols em 19 jogos disputados pelo atacante francês na temporada 2025-26.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, antes de pensar em novas aquisições o Real Madrid planeja negociar alguns atletas a fim de equilibrar a balança referente a compras e vendas. Por este motivo, já é certo que Endrick será emprestado ao Lyon até o final da temporada, ao passo que Fran Garcia, Dani Ceballos e Rodrygo também poderão entrar na lista de transferíveis, porém todos de forma definitiva devido ao péssimo custo-benefício representado pelo baixo aproveitamento e o alto salário do trio. Para se ter uma ideia, o brasileiro acumula 30 jogos sem balançar as redes.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por outro lado, um zagueiro está na mira do Real Madrid, visto que os contratos de Antonio Rudiger, de 32 anos, e David Alaba, de 33, terminam no meio do ano que vem, e dentre eles é praticamente certo que o austríaco não continuará no clube. Diante deste cenário, rumores dão conta de que Ibrahim Konaté, Marc Guéhi e Dayot Upamecano podem desembarcar na capital espanhola já no mês de janeiro, uma vez que o vínculo de todos também se encerra em 2026.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, há um consenso sobre a necessidade do Real Madrid trazer um meio-campista capaz de controlar o ritmo do jogo, na realidade uma carência que se vê desde as saídas de Toni Kroos no ano anterior, e Luka Modric há cinco meses. E com o fracasso na negociação envolvendo Martín Zubimendi, o principal alvo madridista passou a ser Adam Wharton, do Crystal Palace, enquanto Kees Smit, do AZ Alkmaar, aparece como a segunda alternativa.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer modo, resta saber se com as possíveis vindas de um zagueiro e de um meio-campista com capacidade de construção de jogo, a engrenagem do Real Madrid, enfim, funcionará sob a batura de Xabi Alonso, cujas fichas estão se esgotando no Santiago Bernabéu. </p>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size"></p>
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		<title>Os dilemas de Xabi Alonso em meio ao futuro, já incerto, no Real Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 13:51:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato Espanhol]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao desembarcar na capital espanhola na metade do ano, Xabi Alonso encavara o enorme desafio de trocar a idolatria no Bayer Leverkusen pela incerteza de suceder Carlo Ancelotti no comando técnico do Real Madrid, apesar da forte identificação junto ao clube pelo qual brilhou atuando no meio-campo ao lado de Luka Modric e Toni Kroos, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Ao desembarcar na capital espanhola na metade do ano, Xabi Alonso encavara o enorme desafio de trocar a idolatria no Bayer Leverkusen pela incerteza de suceder Carlo Ancelotti no comando técnico do Real Madrid, apesar da forte identificação junto ao clube pelo qual brilhou atuando no meio-campo ao lado de Luka Modric e Toni Kroos, entre 2009 e 2014.</p>



<p class="has-medium-font-size">E a caminhada de Xabi Alonso se tornou ainda mais longa e árdua pelo fato do jovem treinador de 43 anos de idade implementar uma filosofia de jogo totalmente diferente no Real Madrid, baseada numa abordagem posicional, intensa, dinâmica, com marcação em linha alta, pressão pós-perda, e que visa o controle através da posse de bola. Em outras palavras, a intenção foi reproduzir no Santiago Bernabéu o sistema que funcionou tão bem no Bayer Leverkusen, a ponto de conduzí-lo à conquista da tríplice coroa alemã na temporada retrasada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, outra significativa mudança esperada no Real Madrid seria na estruturação tática do time, tendo em vista que Xabi Alonso é adepto a um sistema com três zagueiros. Todavia, embora os <em>Merengues</em> tenham se reforçado com as chegadas de Trent Alexander-Arnold, Álvaro Carreras, Dean Huijsen e Franco Mastantuono — que por característica tornariam a execução do 3-4-2-1 completamente plausível —, o ex-treinador do Bayer Leverkusen utilizou formações com linha de quatro defensores em TODAS as 16 partidas disputadas até o momento na temporada, incluindo tanto a LaLiga quanto a Champions League.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Real Madrid de Xabi Alonso 25/26:<br><br>👕 16 partidos<br>✅ 13 victorias<br>❌ 2 derrotas<br>🟰 1 empate<br>⚽️ 34 goles marcados<br>🥅 12 goles encajados <br>🔒 8 porterías a cero<br>🥇 Líder La Liga con 3 puntos de diferencia<br>🌟 3 ganados de 4 en Champions League <a href="https://t.co/O4V55I9Fvk">pic.twitter.com/O4V55I9Fvk</a></p>&mdash; MT2 (@madrid_total2) <a href="https://twitter.com/madrid_total2/status/1987901057838567438?ref_src=twsrc%5Etfw">November 10, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, passados os primeiros cinco meses de Xabi Alonso no Real Madrid, já é difícil imaginá-lo tendo um futuro longo no clube. Apesar da liderança na LaLiga com três pontos de vantagem sobre o vice-colocado Barcelona, além da sétima posição na tabela da fase de liga da Champions League, que o mantém dentre os oito melhores que avançam diretamente às oitavas-de-final, a realidade é que o treinador espanhol enfrenta um obstáculo jamais vivido na carreira: domar o estrelado vestiário madridista.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, isso ficou escancarado na vitória do Real Madrid sobre o Barcelona por 2 a 1, um resultado que tinha tudo para ser festejado depois das quatro derrotas nos quatro <em>El Clásicos</em> da temporada anterior. Em contrapartida, o que se viu no Santiago Bernabéu foi Vinícius Júnior deixar o campo extremamente revoltado e xingando o próprio treinador no instante em que foi substituído por Rodrygo, aos 27 minutos da etapa final.</p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, a insatisfação de Vinícius Júnior não nasceu naquele exato momento, na verdade a explosão é resultado do acumulo de descontentamento que já vem há tempos. É inegável que em qualquer clube deve existir hierarquia e respeito, por essa razão o ato do jogador brasileiro foi absolutamente inaceitável. Por outro lado, é necessário compreender que tratou-se da reação a uma ação gerada pelo próprio Xabi Alonso ao controlar tão mal a minutagem do elenco do Real Madrid, tanto é que até essa última Data Fifa do ano, por exemplo, o camisa 7 acumula 1.139&#8242; minutos em campo, sendo o sexto do plantel na temporada com maior rodagem.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="113065" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-12-e1762965222558.jpg" alt="" class="wp-image-113065"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Embora Vinicius Júnior tenha disputado os 16 jogos do Real Madrid na temporada, ele terminou apenas cinco destas partidas sem ser substituído.</strong> <strong>São 5 gols e 4 assistências no período, tudo pela LaLiga.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, se trouxermos Rodrygo e Endrick para este mesmo assunto a situação se agrava. Não à toa, o ex-jogador do Palmeiras vem acertando os últimos detalhes para efetivar o empréstimo ao Lyon no segundo semestre da temporada, algo que ele já deveria ter feito no meio do ano projetando a Copa do Mundo de 2026. De qualquer maneira, é natural que o grupo reaja de forma negativa com esse tipo de administração de minutos, especialmente quando ela é feita por um treinador de perfil frio como Xabi Alonso.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que os atletas do Real Madrid estavam acostumados a uma condução leve e harmoniosa com Zinedine Zidane e Carlo Ancelotti, o que torna a missão de Xabi Alonso mais complicada, pois além da parte de relacionamento, existe o ponto do jogo mais físico e combativo em campo, ou seja, atributos que a maioria dos jogadores não gostam mas, ainda assim exercem, quando compram as ideias do treinador, o que não parece ser o caso no clube espanhol.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, isso explica porque Federico Valverde reclamou publicamente ao ser deslocado por Xabi Alonso para a lateral-direita nos períodos das ausências de Trent Alexander-Arnold e Dani Carvajal, uma oposição que jamais ocorreu durante a segunda passagem de Carlo Ancelotti pelo Real Madrid. Soma-se a isso, o pedido de desculpa de Vinícius Júnior depois do <em>El Clásico</em> através das redes sociais, citando os companheiros, a diretoria, os profissionais do clube, a torcida, porém não mencionando o treinador da equipe em nenhuma parte da nota.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="es" dir="ltr">Hoy quiero pedir disculpas a todos los madridistas por mi reacción al ser sustituido en el Clásico.<br><br>Así como ya lo he hecho en persona durante el entrenamiento de hoy, también quiero pedir disculpas nuevamente a mis compañeros, club y presidente.<br><br>A veces la pasión me gana por…</p>&mdash; Vini Jr. (@vinijr) <a href="https://twitter.com/vinijr/status/1983508825849114975?ref_src=twsrc%5Etfw">October 29, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, a sensação é a de que apenas os resultados estão favorecendo Xabi Alonso, ainda que o Real Madrid venha de uma derrota diante do Liverpool e um empate com o Rayo Vallecano nos últimos dois jogos, o que já é suficiente para gerar uma pequena crise no Santiago Bernabéu, considerando também o futebol pouco convincente apresentado na temporada. Por este motivo, dúvidas começam a surgir no clube, a desconfiança aumenta e um terreno fértil se constitui, munindo somente vertentes destrutivas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, com margem para melhorar é fundamental que Xabi Alonso gerencie três variáveis essenciais para resistir no instável banco madridista: a primeira, não se preocupar com o clima em torno do Real Madrid, onde a pressão e críticas são constantes, e as semanas equivalem a uma única temporada; a segunda, gerenciar os egos do vestiário, lidando com as peculiaridades de cada um dos seus jogadores; e por último, se manter fiel às convicções que o consagraram no Bayer Leverkusen.</p>



<p class="has-medium-font-size">Só assim Xabi Alonso conquistará inflûencia sobre os jogadores e, como resultado, espantará todos os rumores envolvendo o seu futuro já incerto no Real Madrid. Caso contrário, o que virá à tona é a questão da falta de comunicação, seguida das escolhas equivocadas na escalação da equipe, das más substituições nas partidas e, com mais uma derrota, caso ela venha em breve, uma crise completa assolará o Santiago Bernabéu intensificada por sua demissão.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, só resta saber qual destes caminhos será trilhado por Xabi Alonso. A resposta virá ao longo da temporada. A ver!</p>
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		<title>Agora com o ataque também devendo, a conta chegou ao Barcelona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Oct 2025 14:45:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro dias após a dura queda diante do Paris Saint-Germain na Champions League, o Barcelona voltou a ser derrotado, ou melhor, goleado pelo Sevilla por 4 a 1 no pior revés dos Blaugranas desde a chegada de Hansi Flick ao clube na temporada passada. Diante deste cenário, fica evidente que o clima vivido pelo Barcelona [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Quatro dias após a dura queda diante do Paris Saint-Germain na Champions League, o Barcelona voltou a ser derrotado, ou melhor, goleado pelo Sevilla por 4 a 1 no pior revés dos <em>Blaugranas</em> desde a chegada de Hansi Flick ao clube na temporada passada.</p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, fica evidente que o clima vivido pelo Barcelona é péssimo nesta penúltima Data Fifa de 2025, acima de tudo levando em consideração que a goleada na Andaluzia resultou na perda do primeiro posto da tabela LaLiga, tendo em vista que os atuais campeões espanhóis foram superados pelo novo líder, Real Madrid, que fez bem a lição de casa ao derrotar o Villarreal por 3 a 1 no Santiago Bernabéu.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, a queda de rendimento do Barcelona até se justifica através das ausências dos lesionados Raphinha e Lamine Yamal, afinal tratam-se das duas principais peças da equipe. Em outras palavras, seria o mesmo que sacar Vinícius Júnior e Kylian Mbappé do Real Madrid, ou Harry Kane e Michael Olise do Bayern de Munique. Em contrapartida, é importante destacar que na rodada anterior da Champions League o PSG venceu os catalães por 2 a 1 em pleno estádio Olímpico de Montjuic, encarando os desfalques de Khvicha Kvaratskhelia, Désiré Doué e Ousmane Dembélé, ou seja, nada menos que o seu trio de ataque titular.</p>



<p class="has-medium-font-size">Soma-se a isso, o fato de que o Sevilla não lembra nem de longe aquele time multi-campeão da Europa League, tanto é que os andaluzes ainda não haviam vencido NENHUM jogo da LaLiga disputado no Ramón Sánchez Pizjuán — colecionando duas derrotas e um empate —, lembrando que eles iniciaram a 8ª rodada ocupando somente o décimo lugar do campeonato separados a cinco pontos da zona da degola, ostentando um incômodo jejum de dez partidas sem vencer o Barcelona.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="369" data-id="111893" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/10/gettyimages-2239104651-612x612-1-e1759842556841.jpg" alt="" class="wp-image-111893"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>O Barcelona não era derrotado pelo Sevilla desde fevereiro de 2021. De lá pra cá, foram 9 vitórias do Barça e um empate. Já pela LaLiga, o tabu era válido por dez anos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, pior do que ser goleado pelo mesmo Sevilla que brigou contra o rebaixamento na temporada passada, foi notar a facilidade com que a defesa do Barcelona foi superada pelo simples fato do adversário explorar a linha alta de marcação dos catalães ao posicionar Isaac Romero antes do meio-campo e, nas diversas situações de contra-ataque criadas, lançá-lo para que ele atacasse a bola e o espaço contra a vulnerável defesa do <em>Barça</em>.  </p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, algo que o próprio PSG também já havia feito ao derrotar o Barcelona em Montjuic, com Senny Mayulu, Bradley Barcola e Ibrahim Mbaye exercendo o mesmo papel. Todavia, um detalhe que ficou realmente explícito quando o técnico Luis Enrique promoveu a entrada de Gonçalo Ramos no segundo tempo, dada a característica do atacante português de jogar centralizado como referência no ataque, assim como Isaac Romero. </p>



<p class="has-medium-font-size">E o que isso significa? Simplesmente, que o modelo de jogo do Barcelona não surpreende mais os oponentes, muito pelo contrário, ele já é reconhecido por todos, vide o exemplo do Sevilla, que apesar de todas as dificuldades foi capaz de goleá-lo. E o pior de tudo é saber que o histórico demonstra que o trabalho de Hansi Flick costuma fracassar depois que a sua filosofia &#8220;para de funcionar&#8221;. Foi assim no Bayern de Munique. Após uma primeira temporada épica marcada pela sêxtupla coroa, o treinador alemão foi demitido no ano seguinte em meio a abrupta queda de rendimento da equipe.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, as passagens de Hansi Flick por Barcelona e Bayern de Munique são muito similares em todos os aspectos, tanto na proposta de jogo desenvolvida quanto no sucesso imediato dos clubes. Entretanto, a partir do instante em que a abordagem dos bávaros se tornou previsível, sobretudo no que diz respeito ao bloco alto, o trabalho do treinador de 60 anos de idade sucumbiu da mesma forma que ocorreu, posteriormente, na seleção alemã, onde ele não conseguiu desenvolver outro sistema tático para evitar a sua demissão na <em>Mannschaft</em>.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">⚠️ Barça de Hansi Flick em 25/26:<br><br>— Não consegue ficar 2 jogos seguidos sem tomar gol<br>— 12 gols sofridos<br>— 27 grandes chances concedidas aos adversários <br>— 2 pênaltis cometidos<br>— Perdeu 21 das 35 grandes chances criadas<br><br>😬 Tudo isso em 10 jogos de temporada.<br><br>📊 |… <a href="https://t.co/8PEvZjrL4C">pic.twitter.com/8PEvZjrL4C</a></p>&mdash; Radio Culer (@RadioCuler) <a href="https://twitter.com/RadioCuler/status/1974899714903478620?ref_src=twsrc%5Etfw">October 5, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, o excessivo número de gols sofridos pelo Barcelona devido aos conceitos totalmente ofensivos de Hansi Flick não é novidade. Não por um acaso, os <em>Blaugranas</em> foram vazados o montante de 72 vezes em 60 jogos na última temporada. Já nos dez compromissos da atual, eles tiveram as redes balançadas em 12 oportunidades. No entanto, a realidade é que o poderoso ataque barcelonista acabava deixando o déficit da defesa em segundo plano, haja vista a mais recente vitória por 4 a 3 na última edição do <em>El Clásico</em>.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, fica evidente que Hansi Flick precisa resolver o problema defensivo do Barcelona não mudando por completo o estilo de jogo do time, mas sim fazendo alguns ajustes durante as partidas como, por exemplo, controlá-las por intermédio da posse de bola durante os momentos mais complexos para, ao menos, assegurar resultados positivos. Além disso, o primeiro ano do ex-técnico da Alemanha no clube catalão se notabilizou pelo avanço na parte física dos jogadores, um ponto que não vemos na atualidade, mediante a total perda de intensidade do <em>Barça</em>, destacada pela baixíssima rotação de Dani Olmo.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Hansi Flick está chateado com a fraqueza ou falta de comprometimento de Dani Olmo na pressão.<br><br>🗞️ <a href="https://twitter.com/el_pais?ref_src=twsrc%5Etfw">@el_pais</a> <a href="https://t.co/Drc2CEHHoi">pic.twitter.com/Drc2CEHHoi</a></p>&mdash; Blaugranizando (@blaugranizando) <a href="https://twitter.com/blaugranizando/status/1975553137227538614?ref_src=twsrc%5Etfw">October 7, 2025</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, apesar das boas atuações de Eric García, a inusitada saída de Iñigo Martínez no começo da temporada é outro fator que agravou os problemas defensivos do Barcelona, o que se ressalta ainda mais nos jogos em que o camisa 24 não está à disposição como ocorreu na Andaluzia, já que Ronald Araújo e Andreas Christensen não se encaixam no padrão de jogo de Hansi Flick. Ao mesmo tempo, a lateral-esquerda continua destoando em comparação as demais posições, seja com Gerrard Martín, fraquíssimo no apoio ao ataque, seja com Alejandro Baldé, deixando bastante à desejar nas fases sem a bola.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do exposto, por mais que não existam motivos para pânico é inegável que a luz de alerta deve ser ligada no Barcelona, cuja prioridade nessa Data Fifa é a recuperação de Lamine Yamal e Raphinha, levando em conta que o primeiro <em>El Clásico</em> da temporada se apresenta no caminho dos <em>Blaugranas</em> após o retorno da paralisação. E embora Marcus Rashford esteja atendendo as expectativas, o setor ofensivo perde muita qualidade com Ferran Torres e Robert Lewandowski atuando juntos no ataque, principalmente, porque ambos são mais lentos e não pressionam na marcação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em resumo, mesmo que estes contratempos pareçam meramente circunstânciais, é fundamental que eles sejam corrigidos para que lá na frente eles não comprometam a temporada do Barcelona, até porque há tempo de sobra para Hansi Flick repará-los. </p>
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		<title>A Guerra Fria entre Real Madrid e Rodrygo pode estar com os dias contados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 15:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Espanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A temporada 2025-26 marcou o início de uma nova era no Real Madrid, simbolizada pela chegada de Xabi Alonso para suceder Carlo Ancelotti no comando técnico madridista, por mais que este ciclo já tenha começado há um mês na Copa do Mundo de Clubes. Aliás, um tema bastante discutido aqui no SoccerBlog desde que a [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">A temporada 2025-26 marcou o início de uma nova era no Real Madrid, simbolizada pela chegada de Xabi Alonso para suceder Carlo Ancelotti no comando técnico madridista, por mais que este ciclo já tenha começado há um mês na Copa do Mundo de Clubes. <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/08/14/desafios-nao-faltarao-para-xabi-alonso-neste-novo-ciclo-madridista/">Aliás, um tema bastante discutido aqui no <em>SoccerBlog</em> desde que a contratação do ex-treinador do Bayer Leverkusen foi efetivada.</a></p>



<p class="has-medium-font-size">Não à toa, a estreia do Real Madrid na nova edição da LaLiga foi repleta de expectativas, gerando uma dose extra de ansiedade tanto ao técnico Xabi Alonso quanto aos torcedores, que também estavam diante do primeiro contato junto aos recém-contratados Trent-Alexander Arnold, Álvaro Carreras, Dean Huijsen, Franco Mastantuono, além do jovem oriundo do RM Castilla, Gonzalo García, destaque da equipe no Mundial com 4 gols e 1 assistência, em 6 jogos disputados.</p>



<p class="has-medium-font-size">E como já era de se esperar os <em>Merengues</em> conquistaram os primeiros três pontos na LaLiga ao derrotarem o Osasuna, porém ao contrário do que a torcida imaginava, pelo placar mínimo graças ao tento de Kylian Mbappé, de pênalti, aos 6 minutos da etapa final. Pois é, apesar do amplo domínio por parte do Real Madrid, refletido nas 18 finalizações, sendo cinco delas no alvo, além do elevado índice de 71% de posse de bola, a partida terminou com o magro 1 a 0 no marcador, por sinal, o primeiro dos madrilenhos por intermédio de uma penalidade num jogo de primeira rodada.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="387" data-id="110267" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-19-e1755784865676.jpg" alt="" class="wp-image-110267"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A vitória contra o Osasuna foi a 17ª consecutiva do Real Madrid numa partida de estreia da LaLiga. Ou seja, um novo recorde na história da competição.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, embora somente com 90 minutos de bola rolando já foi possível notar um Real Madrid mais intenso, dinâmico e ofensivo sob o comando de Xabi Alonso, o que já era realmente previsto mediante ao trabalho pra lá de autoral realizado por ele no Bayer Leverkusen, ainda que o habitual sistema com três zagueiros não tenha sido utilizado com os <em>Merengues</em> atuando no 4-3-3, isto é, a mesma formação usada pelos antecessores Zinedine Zidane e Carlo Ancelotti.</p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, a principal diferença foi que o Real Madrid jogou avançado com as linhas altas, e priorizou o controle do jogo, dominando as ações do início ao fim. De qualquer maneira, a tendência é que Xabi Alonso implemente o seu esquema preferido ao decorrer da temporada, tendo em vista que trata-se de uma mudança muito radical que demanda um tempo maior para a total adaptação dos jogadores no que diz respeito a aspectos táticos e físicos, a julgar pela altíssima rotação do Bayer Leverkusen campeão da tríplice coroa alemã.</p>



<p class="has-medium-font-size">Inclusive, diante do exposto é bastante provável que Trent-Alexander Arnold atue aberto pela direita na linha do meio-campo, seja como ala, seja como meia, enquanto Dani Carvajal faça as vezes de lateral ou até terceiro zagueiro, considerando a qualidade ofensiva e as deficiências defensivas do ex-jogador do Liverpool, que podem ser compensadas com as virtudes do experiente jogador de 33 anos na defesa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, o fato que mais chamou a atenção na estreia do Real Madrid na temporada não ocorreu dentro de campo, mas sim fora das quatro linhas devido a ausência de Rodrygo, o que já se tornou rotina desde a vinda de Xabi Alonso ao Santiago Bernabéu, tanto é que o atacante brasileiro só esteve em ação em 93&#8242; dos 630&#8242; minutos disputados no período. Em outras palavras, o equivalente a irrelevante média de 14,7% de participação no time.  </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="612" height="408" data-id="110277" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20.jpg" alt="" class="wp-image-110277" srcset="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20.jpg 612w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20-300x200.jpg 300w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20-270x180.jpg 270w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20-369x246.jpg 369w, https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-20-99x66.jpg 99w" sizes="auto, (max-width: 612px) 100vw, 612px" /><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Dentre o atual plantel madridista, Rodrygo é o jogador com mais jogos pelo Real Madrid com 270 partidas, estando apenas atrás de Federico Valverde (324) e Vinicius Júnior (323).  </strong></figcaption></figure>
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<p class="has-medium-font-size">Obviamente, essa baixíssima minutagem de Rodrygo tomou os holofotes do noticiário esportivo europeu, acima de tudo por se tratar de um dos principais nomes do elenco madridista. Ao mesmo tempo, sempre que questionado Xabi Alonso nega qualquer problema junto ao camisa 11 que, por sua vez, manifesta sempre o interesse de seguir defendendo as cores do Real Madrid.</p>



<p class="has-medium-font-size">De acordo com a mídia espanhola, no último dia 17 foi relatado que Rodrygo se atrasou 12 minutos aos treinamentos do Real Madrid, marcados para as 09:30 da manhã. Por isso, em razão da austeridade de Xabi Alonso, ele acabou recebendo como punição ficar de fora da partida contra o Osasuna. A propósito, uma situação que já havia se repetido com Florian Wirtz no Bayer Leverkusen.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, a realidade é que a permanência de Rodrygo no banco de reservas não se justifica através do atraso da semana passada, especialmente levando em conta que Xabi Alonso promoveu a estreia de Franco Mastantuono no segundo tempo, mesmo em meio aos seis dias treinamentos do meia argentino, e além disso deu a oportunidade para Brahim Díaz começar o jogo entre os titulares do ataque ao lado de Kylian Mbappé e Vinicius Júnior, que saiu para a entrada de Gonzalo García nos 12 minutos finais da partida. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" data-id="110301" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/08/133981792581294576-21.jpg" alt="" class="wp-image-110301"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Rodrygo aparece somente como o 17º jogador do Real Madrid com mais minutos em campo sob a liderança de Xabi Alonso.</strong></figcaption></figure>
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<p class="has-medium-font-size">Portanto, fica evidente que Rodygo se tornou a SEXTA opção do ataque para Xabi Alonso. Apesar disso, outra tese levantada é a de que falta intensidade ao ex-jogador do Santos, atributo indispensável para o novo comandante madridista. Seja como for, a única certeza é que existe, sim, uma Guerra Fria entre clube e jogador, mas não sabemos ao certo se partindo de cima, quer dizer, da diretoria do Real Madrid, ou então do próprio treinador, uma vez que essa condição teve início na reta final da temporada anterior, ainda com Carlo Ancelotti.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, acredito que o Real Madrid esteja mostrando ao mercado a intenção de negociar Rodrygo, porém sem afastá-lo para não desvalorizar uma esperada negociação superior a 100 milhões de euros, à medida que o jogador recentemente convocado na pré-lista da Seleção Brasileira continua no aguardo de propostas que tanto demoram a chegar, tendo calma ao evitar se expôr ou entrar em rota de colisão com o clube, como vem fazendo, por exemplo, Alexander Isak no Newcastle.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, todo esse imbróglio deve estar com os dias contados pois após longos e extensos dias, enfim, ofertas vindas da Premier League podem surgir no Santiago Bernabéu, já que a ida de Eberechi Eze ao Arsenal, em decorrência da grave lesão sofrida por Kai Havertz, acabou abrindo a possibilidade para o Tottenham contratar Savinho e, consequentemente, o Manchester City trazer uma nova peça ao ataque, no caso, Rodrygo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, tudo nos leva a crer que dez dias separam Rodrygo do Real Madrid, afinal, ficar sem jogar, sobretudo numa temporada de Copa do Mundo, não é coisa boa para nenhum jogador. A ver!</p>
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