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	<title>Azzurra- SoccerBlog</title>
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		<title>Itália fora da Copa de 2026 e crise histórica se agrava ainda mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 16:54:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em 2017, foi a Suécia. Quatro anos depois, a Macedônia do Norte. Desta vez, a carrasca atende pelo nome de Bósnia e Herzegovina, apenas a 71ª colocada no ranking mundial, responsável por eliminar a seleção italiana na repescagem das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. Pois é, um novo golpe, mais um capítulo de um [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">Em 2017, foi a Suécia. Quatro anos depois, a Macedônia do Norte. Desta vez, a carrasca atende pelo nome de Bósnia e Herzegovina, apenas a 71ª colocada no ranking mundial, responsável por eliminar a seleção italiana na repescagem das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026. </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, um novo golpe, mais um capítulo de um roteiro que parecia impensável há pouco mais de uma década. A <em>Azzurra</em>, tetracampeã mundial, agora acumula ausências que já não cabem mais na categoria de acidente. Trata-se de uma sequência que escancara uma transformação profunda. Um abismo de longos 12 anos sem disputar um Mundial. E quando olhamos esse cenário com frieza, a conclusão é inevitável: a Itália deixou de ser exceção e passou a ser ausência recorrente.</p>



<p class="has-medium-font-size">É impressionante observar como a percepção mudou ao longo do tempo. A primeira ausência foi tratada como um acidente de percurso, algo fora da curva. A segunda já levantou questionamentos mais profundos, mas ainda assim envolta em certo grau de incredulidade. Porém, a terceira elimina qualquer margem para ilusão. Agora não se trata mais de coincidência, tampouco de fatalidade. Trata-se de uma realidade consolidada. Uma queda estrutural que vai muito além de um jogo ou de uma geração específica. A camisa pesa, a história impõe respeito, mas o presente já não responde à altura. E no futebol de elite, tradição sem desempenho é apenas memória.</p>



<p class="has-medium-font-size">Para os italianos mais velhos, isso soa como um trauma interminável. Para os mais jovens, uma normalidade inquietante. Há uma geração inteira que simplesmente nunca viu a Itália disputar uma Copa do Mundo. E se a classificação só vier em 2030, estaremos falando de 16 anos de ausência. Um intervalo que muda completamente a relação emocional de um país com sua seleção. O que antes era rotina se torna expectativa distante. O que antes era orgulho natural, hoje precisa ser reconstruído. E isso diz muito sobre a profundidade da crise.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="580" height="387" data-id="116206" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-e1775405611383.jpg" alt="" class="wp-image-116206"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A Itália se tornou a primeira seleção campeã do mundo a ficar de fora de três Copas consecutivas. Os italianos não disputam o mata-mata de um Mundial desde o título de 2006.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A última imagem da Itália em uma Copa do Mundo remonta a 2014, no Brasil. Naquele momento, sob o comando de Cesare Prandelli, a <em>Azzurra</em> se despediu ainda na fase de grupos após derrota para o Uruguai, com gol de Diego Godín na Arena das Dunas. Um jogo que, à época, já representava frustração, mas que hoje ganha contornos ainda mais pesados. Porque aquela eliminação não foi o fundo do poço, mas sim o início de um ciclo de declínio. E quando revisitamos aquela escalação, percebemos que poucos nomes ainda seguem em atividade. O tempo passou, e com ele, a capacidade de reposição também se perdeu.</p>



<p class="has-medium-font-size">Naquele Mundial, a Itália caiu em um grupo que, em teoria, não era dos mais complicados, com Uruguai, Costa Rica e Inglaterra. Inclusive, venceu os ingleses na estreia, o que dava sinais de competitividade. Mas o desempenho ao longo da fase de grupos revelou fragilidades importantes. E mais do que isso, expôs problemas estruturais que seriam agravados nos anos seguintes. A partir dali, a seleção tetracampeã do mundo entrou em um ciclo de instabilidade que nunca mais foi completamente corrigido. O que veio depois foram eliminações traumáticas e uma crescente perda de identidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Grande parte desse cenário está diretamente ligada à desorganização da Federação Italiana de Futebol (FIGC). A falta de um projeto sólido de desenvolvimento nas categorias de base comprometeu a renovação do elenco. A Itália passou a revelar menos jogadores, perdeu competitividade na formação e, como consequência, viu sua seleção principal sofrer com escassez de talento. A ponto de recorrer à naturalização de atletas como solução emergencial. Um recurso que, por si só, já evidencia o tamanho do problema. Porque quando uma potência histórica precisa importar identidade, algo está profundamente errado.</p>



<p class="has-medium-font-size">E é importante deixar claro: não é necessário ter Roberto Baggio, Francesco Totti ou Alessandro Del Piero para superar a Bósnia numa repescagem de Eliminatórias. A questão vai muito além da ausência de craques históricos. Trata-se também de um problema coletivo, tático e de ideia de jogo. A Itália até continua produzindo bons treinadores, como Francesco Farioli, Raffaele Palladino, Vincenzo Italiano e Simone Inzaghi, além de referências como Carlo Ancelotti e Antonio Conte. Mas a seleção não consegue traduzir essa riqueza em campo. Há um desalinhamento claro entre o que se produz nos clubes e o que se pratica na equipe nacional.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="441" data-id="116217" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-1-e1775406577365.jpg" alt="" class="wp-image-116217"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Curiosamente, a Itália ocupa apenas a 12ª colocação no ranking de seleções da FIFA, não estando situada nem mesmo entre os Top 10 do futebol mundial na atualidade.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A escolha por replicar modelos de sucesso recentes, como o sistema com três zagueiros utilizado pela histórica Juventus eneacampeã italiana, e nos dias atuais pela Inter de Milão, acabou se tornando uma armadilha. O 3-5-2 exige características muito específicas, especialmente no ataque. Jogadores como Lautaro Martínez e Marcus Thuram conseguem potencializar esse sistema. A Itália, não. E quando se tenta reproduzir um modelo sem ter as peças ideais, o resultado é previsibilidade. Falta criatividade, falta improviso, falta aquele jogador capaz de quebrar linhas. E o jogo se torna mecânico, facilmente neutralizado por adversários mais organizados.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mesmo com um meio-campo tecnicamente interessante, formado por nomes como Manuel Locatelli, Nicolò Barella e Sandro Tonali, a equipe não consegue dar o salto de qualidade necessário. Porque falta o maestro. Falta aquele jogador capaz de ditar o ritmo, de controlar o tempo do jogo, de criar a partir do caos. O coletivo até funciona em determinados momentos, mas esbarra na limitação individual. E no futebol moderno, especialmente em jogos decisivos, essa diferença pesa. E pesa muito.</p>



<p class="has-medium-font-size">As escolhas no comando técnico também tiveram papel determinante nesse cenário. A passagem de Luciano Spalletti, embora curta, ainda apresentava alguma coerência de ideia. Ele assumiu após a saída surpreendente de Roberto Mancini, campeão da Euro 2020, e tentou dar continuidade a um projeto. Mas a e eliminação na Liga das Nações e a derrota pesada para a Noruega fragilizaram sua posição. O ciclo foi interrompido cedo demais. E, mais uma vez, a Itália optou por recomeçar em vez de ajustar.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="580" height="387" data-id="116226" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2026/04/esboco-2-e1775407277121.jpg" alt="" class="wp-image-116226"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Estônia, Israel, Moldávia, Noruega, Irlanda do Norte e Bósnia. Estes foram os oponentes da Itália nos oito jogos sob a liderança de Gennaro Gattuso (6V-1E-1D).</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">A chegada de Gennaro Gattuso simboliza bem essa mudança de direção. A aposta foi muito mais emocional do que racional. Um ídolo, um nome forte, alguém capaz de resgatar a competitividade. Mas intensidade sem estrutura não sustenta projeto. E os números falam por si. Diante de adversários mais frágeis, os resultados até vieram. Mas nos jogos decisivos, contra seleções mais organizadas, a Itália falhou. A goleada por 4 a 1 sofrida para a Noruega em pleno San Siro é um retrato claro disso. E contra a própria Bósnia, a incapacidade de vencer selou o destino.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ideia da Federação, liderada por Gabriele Gravina e com o apoio de Gianluigi Buffon, era resgatar o espírito combativo. Algo semelhante ao que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tentou ao apostar em Dunga no passado. Mas o futebol exige muito mais do que motivação. Exige organização, leitura de jogo, adaptação. E nesse aspecto, Gennaro Gattuso ficou aquém. Sua limitação tática acabou sendo determinante. E embora não seja possível afirmar que com Luciano Spalletti o desfecho seria diferente, é razoável dizer que as chances de classificação seriam maiores.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com a eliminação confirmada, a Itália já inicia um novo processo de reconstrução. Gabriele Gravina e Gianluigi Buffon deixaram seus cargos, Gennaro Gattuso não permanecerá, e a Federação busca um nome experiente para liderar o próximo ciclo. Entre os favoritos, surgem nomes como Massimiliano Allegri, Antonio Conte, Gian Piero Gasperini e até mesmo um possível retorno de Roberto Mancini. O objetivo é claro: reconstruir a identidade e preparar a <em>Azzurra</em> para 2030. Mas o desafio vai muito além da escolha de um treinador.</p>



<p class="has-medium-font-size">Porque, no fim das contas, o sinal mais preocupante não é a eliminação em si. É a naturalização dela. A Itália já não surpreende mais ao ficar fora de uma Copa do Mundo. E isso, talvez, seja o maior sintoma da crise. Um país que já foi sinônimo de tradição, de solidez defensiva, de competitividade máxima, hoje busca se reencontrar. E enquanto essa reconexão não acontece, a seleção italiana segue distante do lugar que um dia foi seu por direito: o topo do futebol mundial.</p>
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		<title>180 minutos separam a Itália da Copa do Mundo de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 16:40:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O dia 24 de junho de 2014 pode ser considerado um verdadeiro marco na história do futebol italiano, afinal trata-se da data da última aparição da Itália numa Copa do Mundo, em que a Azzurra se despediu de forma precoce na fase de grupos da edição realizada no Brasil, devido a derrota por 1 a [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O dia 24 de junho de 2014 pode ser considerado um verdadeiro marco na história do futebol italiano, afinal trata-se da data da última aparição da Itália numa Copa do Mundo, em que a <em>Azzurra</em> se despediu de forma precoce na fase de grupos da edição realizada no Brasil, devido a derrota por 1 a 0 frente o Uruguai na Arena das Dunas .</p>



<p class="has-medium-font-size">De lá pra cá, foram duas duríssimas quedas diante de Suécia e Macedônia do Norte, respectivamente, nos playoffs das duas Eliminatórias passadas, que impediram com que a Itália participasse das Copas de 2018 e 2022. Até aí nenhuma novidade, mas a grande surpresa é que aquele fatídico 24 de junho de 2014 parece se eternizar na memória dos torcedores italianos, tendo em vista que o fantasma da repescagem voltou a assombrá-los pela terceira vez consecutiva.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, embora situada num grupo considerado acessível antes do início das Eliminatórias ao lado de Noruega, Israel, Estônia e Moldávia, <a href="https://www.soccerblog.com.br/2025/11/17/noruegueses-carimbam-o-passaporte-rumo-ao-mundial-de-2026/">a Itália não imaginava que Erling Haaland, Martin Odegaard e companhia despontariam através de uma campanha de 100% de aproveitamento no torneio.</a> E olha que o alerta já foi sinalizado pelos escandinavos logo na partida de estreia contra a própria seleção italiana, derrotada por 3 a 0 em Oslo. </p>



<p class="has-medium-font-size">Consequentemente, por mais que a Itália tenha vencido os seis demais jogos até o reencontro com os noruegueses, a realidade é que os tetracampeões mundiais adentraram a última rodada das Eliminatórias tendo a missão quase impossível de vencê-los por 9 gols de diferença em Milão. A propósito, no final das contas uma goleada que até aconteceu, porém por parte da Noruega ao bater os comandados de Gennaro Gattuso por 4 a 1 em pleno San Siro. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="396" data-id="113187" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-13-e1763471905681.jpg" alt="" class="wp-image-113187"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>A Itália estreou e deu adeus a fase de grupos das Eliminatórias perdendo da Noruega. De resto, foram seis vitórias nos outros seis compromissos.</strong></figcaption></figure>
</figure>



<p class="has-medium-font-size"></p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, o trauma dos italianos em Eliminatórias é tamanho que o revés por 3 a 0 para a Noruega logo na rodada inicial rendeu a demissão do técnico Luciano Spalletti após menos de dois anos, ou míseros 23 jogos no cargo,&nbsp;lembrando que mesmo sabendo da saída ele ainda chegou a dirigir a <em>Azzurra</em> na partida seguinte contra a Moldávia, dando adeus registrando 11 vitórias, seis empates, seis derrotas, e uma decepcionante campanha na Eurocopa de 2024. </p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, os seis jogos restantes das Eliminatórias foram disputados pela Itália sob a liderança de Gennaro Gattuso, que embora não fosse o plano A acabou sendo o nome que sobrou na mesa juntamente com Daniele De Rossi para suceder Luciano Spalletti, depois da negativa por parte de Claudio Ranieri. Em outras palavras, uma situação que retrata a total desorganização da FIGC (Federação Italiana de Futebol) ao promover a demissão de um técnico sem nem ao menos ter uma segunda alternativa como opção da próxima escolha.</p>



<p class="has-medium-font-size"> A explicação para essa aposta era resgatar o espírito da seleção tetracampeã mundial em 2006 por intermédio do seu perfil enérgico, intenso e de extrema paixão de Gennaro Gattuso, da mesma maneira que ocorria em relação ao principal concorrente pela vaga Daniele De Rossi, atualmente no Genoa. Seja como for, os motivos só poderiam ser os apontados, visto que o técnico de 47 anos de idade acumulou trabalhou de razoáveis a ruins em suas passagens por Milan, Napoli, Valencia, Olympique de Marselha e Hadjuk Split.</p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, ainda que seja injusto apontar o treinador como o grande responsável pelos problemas que já assolam a Itália há quase uma década, é inegável que a seleção italiana não apresentou nenhuma evolução com Gennaro Gattuso, apesar das cinco vitórias conquistadas nos cinco primeiros jogos desde a sua chegada, que o transformaram no terceiro treinador da história da <em>Azurra</em> a alcançar tal feito, depois de Edmondo Fabbri (1962 e 1963) e Azeglio Vicini (1986 e 1987). </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="390" data-id="113264" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/11/134056961360593197-15-e1763485030288.jpg" alt="" class="wp-image-113264"/><figcaption class="wp-element-caption"><strong>Seis vitórias, duas derrotas, 21 gols marcados, 12 tentos sofridos e 75% de aproveitamento, definem em números, a caminhada da Itália nas Eliminatórias da Copa de 2026. </strong></figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, será com Gennaro Gattuso à beira do campo que a Itália terá a última oportunidade para superar o drama dos playoffs, o que significa que o momento é de analisar os prós e contras da seleção, como por exemplo, achar uma grande liderança dentro das quatro linhas, uma condição rara no futebol italiano onde Luka Modric segura as rédeas no Milan, Lautaro Martínez e Hakan Çalhanoglu na Inter de Milão, enquanto Romelu Lukaku rege com maestria a orquestra do Napoli, vide a crise vivida sem o camisa 9. </p>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, trata-se de uma circunstância mais atual considerando que a Itália sempre teve emblemáticos líderes em campo, indo desde Gianluigi Buffon a Fabio Cannavaro a Gennaro Gattuso, ou desde Alessandro Del Piero a Francesco Totti a Andrea Pirlo, e isso levando em conta somente este período recente, ao qual podemos incluir também a Euro 2020, ganha pelos próprios italianos com Giorgio Chiellini, Leonardo Bonucci e Jorginho assumindo o peso da responsabilidade.</p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, cabe a Gennaro Gattuso desenvolver essa virtude que já nasce com o atleta, sobretudo porque Sandro Tonali e Nicolò Barella apresentam esse tipo de perfil. Ademais, o que a Itália mais necessita é quebrar alguns paradigmas, dentre os principais, o conceito tático em que driblar é praticamente um crime mediante a adoração pela aplicação defensiva, pelo posicionamento, e pela circulação de bola com, no máximo, dois toques.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em contrapartida, é claro que essa drástica mudança na filosofia de jogo já deveria ter sido planejada há pelo menos quatro anos, e não às vesperas dos playoffs das Eliminatórias com um treinador que não tem o mínimo potencial para promovê-la. Por essa razão, o ideal é Gennaro Gattuso depositar todas as fichas no desenvolvimento de uma liderança e, em especial, no traballho do lado mental dos jogadores, certamente, abalados pelas últimas duas campanhas no qualificatório. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vice-colocada do grupo I das Eliminatórias, a Itália é uma das 16 seleções que disputará a repescagem, porém será uma das quatro cabeças de chave dos playoffs. Assim, a <em>Azzurra</em> enfrentará um oponente do quarto pote na semifinal, em 26 de março, e caso avance o vencedor do duelo entre as seleções do segundo e terceiro potes na decisão, em 31 de março, quando saberemos ao certo se os italianos marcarão um &#8220;hat-trick&#8221; de ausência em Copas, ou estarão de volta após doze longos anos.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ver!</p>
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		<title>O fantasma da terceira ausência seguida em Copas já começou a assombrar a Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 16:48:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A estreia da Itália nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 não poderia ter sido pior, tendo em vista que os italianos retornaram de Oslo com um duríssimo revés por 3 a 0 diante da Noruega na babagem. Como resultado, o velho fantasma de não ter disputado as últimas duas Copas em virtude das [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">A estreia da Itália nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026 não poderia ter sido pior, tendo em vista que os italianos retornaram de Oslo com um duríssimo revés por 3 a 0 diante da Noruega na babagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">Como resultado, o velho fantasma de não ter disputado as últimas duas Copas em virtude das pífias campanhas realizadas nas Eliminatórias de 2018 e 2022 voltou a assombrar novamente os tetracampeões mundiais, que optaram pela demissão de Luciano Spalletti, conforme informado pelo próprio treinador — ao invés do presidente da FIGC (Federação Italiana de Futebol), Gabriele Gravina — às vésperas do jogo contra a Moldávia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, vale ressaltar que o modus operandis dessa demissão foi alvo de duras críticas por parte da mídia italiana, isso porque Gabriele Gravina queria anunciá-la publicamente somente depois da partida frente a Moldávia, porém Luciano Spalletti, visivelmente emocionado, deu a notícia na entrevista coletiva pré-jogo, inclusive relatando que abrirá mão dos salários que tem direito a receber até o final do contrato que se encerrará depois do Mundial da América do Norte.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Logo, a realidade é que Luciano Spalletti cumpriu uma espécie de aviso prévio no triunfo da seleção italiana sobre a modesta Moldávia, por 2 a 0, em Régio da Emília, que lhe garantiu a 3ª colocação do grupo I das Eliminatórias, mesmo tendo jogos a menos em comparação aos demais concorrentes. Assim, o ex-treinador do Napoli se despediu da <em>Azzurra</em> após uma curta passagem de 24 jogos, compostos por 12 vitórias, 6 empates, 6 derrotas, 40 gols marcados e 29 sofridos. </p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Grupo I</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Pontos</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Jogos</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>V-E-D</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Gols M-S</strong></td><td class="has-text-align-center" data-align="center"><strong>Aprov.</strong></td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">1º Noruega</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">12</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4-0-0</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">13-2</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">100%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">2º Israel</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">6</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2-0-1</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">7-6</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">66%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">3º Itália</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1-0-1</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2-3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">50%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">4º Estônia</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">4</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">1-0-3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">5-8</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">25%</td></tr><tr><td class="has-text-align-center" data-align="center">5º Moldávia</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0-0-3</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">2-10</td><td class="has-text-align-center" data-align="center">0%</td></tr></tbody></table></figure>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Considerando a inferioridade técnica dos adversários da Itália nas Eliminatórias, cujo melhor posicionado no ranking da FIFA é a Noruega ocupando somente o 38º lugar, parecia bastante improvável que a Itália consegueria a façanha de não se classificar à Copa do Mundo pela terceira vez consecutiva, o que justificava as palavras de Luciano Spalletti no momento da sua demissão, ao afirmar que qualificaria a <em>Azzurra</em> ao Mundial de 2026.</p>



<p class="has-medium-font-size">Em todo o caso, a situação não é tão simples como parece, já que apenas o líder do grupo garante vaga direta na Copa do Mundo. Portanto, como os italianos já perderam por 3 a 0 da Noruega, e os nórdicos venceram a terceira seleção mais forte da chave como é o caso de Israel, fora de seus domínios, tudo indica que a Itália terá outra repescagem pela frente.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-6 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="375" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-10-e1749572360700.jpg" alt="" data-id="107470" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-10-e1749572360700.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=107470" class="wp-image-107470"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Buffon, Barzagli, Bonucci e Chiellini; De Sciglio, Verratti (Thiago Motta), Marchisio, Pirlo e Darmian; Balotelli (Parolo) e Immobile (Cassano). Eis a formação da Itália na última partida em Copas.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, ainda que o trabalho de Luciano Spalletti não fosse digno de demissão, é inegável que a Itália jamais convenceu sob o comando do técnico de 66 anos de idade. Ao mesmo tempo, é importante destacar que a atual geração italiana é uma das mais fracas da história — se não a mais —, vide a eliminação por 2 a 0 frente a Suíça nas oitavas-de-final da Eurocopa no ano passado.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante do exposto, é impossível imaginar uma acentuada melhora da seleção italiana após a chegada de um novo treinador, seja ele quem for. A propósito, a busca da FIGC pelo sucessor de Luciano Spalletti teve início de maneira negativa, a julgar que o principal candidato, Claudio Ranieri, rejeitou a oferta recebida pela entidade, contrariando completamente as expectativas.</p>



<p class="has-medium-font-size">Nos últimos dias, o assunto envolvendo a ida de Claudio Ranieri à <em>Squadra Azzurra</em> tomou conta do noticiário esportivo italiano, em especial porque este movimento poderia infringir a lei de que um profissional ligado a qualquer clube não pode trabalhar pararelamente junto à seleção. Todavia, a própria Roma deu sinal verde a favor da negociação ao informar que Ranieri passará a realizar um serviço sem vínculo algum como conselheiro consultor do proprietário Dan Friedkin, isto é, a mesma função que Zlatan Ibrahimovic exerce no Milan.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, as esperanças dos torcedores italianos se renovaram com a possibilidade de Claudio Ranieri assumir a Itália, é claro, em razão do excelente trabalho desenvolvido pelo técnico que abriu mão da aposentadoria para salvar a temporada da Roma, que subiu da 12ª para a 5ª posição da da Serie A depois do seu retornou ao clube da capital após cinco anos.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-7 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="372" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-12-e1749573690220.jpg" alt="" data-id="107488" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2025/06/133911863474932653-12-e1749573690220.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=107488" class="wp-image-107488"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Desde a chegada de Claudio Ranieri, a Roma fez a melhor campanha da Serie A ao lado de Inter de Milão e Napoli, todos somando 56 pontos em 26 jogos.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, com a inesperada negativa por parte de Claudio Ranieri, a FIGC já se debruça encima de outros nomes como Stefano Pioli, atualmente no Al-Nassr e com contrato válido por mais uma temporada, além de Roberto Mancini, campeão da Euro 2020 com a <em>Azzurra</em>, e disponível no mercado após uma decepcionante passagem pela Arábia Saudita, lembrando que ele deixou a Itália justamente para dirigir o selecionado saudita há dois anos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, essa ação de Roberto Mancini ao trocar a Itália pela Arábia Saudita em 2023, pesa totalmente contra ele que, na época, disse ter priorizado o audacioso projeto esportivo saudita, e não as altíssimas cifras que lhe seriam pagas. Pois é, acredita quem quer. Por este motivo, alguns dos tetracampeões mundiais de 2006 também surgiram como possíveis alternativas para comandar a seleção italiana, dentre os principais, Fabio Cannavaro, o que significa que Gennaro Gattuso e Daniele De Rossi correm por fora nessa disputa.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, fica claro que até o tempo não está ajudando a Itália, visto que neste período recente Antonio Conte anunciou sua permanência no Napoli, Carlo Ancelotti aceitou o desafio de liderar a Seleção Brasileira na Copa de 2026, Massimiliano Allegri retornou ao Milan, Simone Inzaghi transferiu-se ao Al-Hilal, e Gian Piero Gasperini substituirá Claudio Ranieri na Roma. Em outras palavras, opções que, certamente, estariam no radar da FIGC, uma vez que estrangeiros estão fora de cogitação.</p>



<p class="has-medium-font-size">Isto posto, fica evidente a fase que aflige a Itália é pra lá de crítica a um ano da Copa do Mundo, a ponto da derrota pelo placar mínimo contra o Uruguai em junho de 2014 na Arena das Dunas se prolongar ainda mais como a última aparição dos italianos no torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">A ver! </p>
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		<title>Estreia à moda italiana da Azzurra na Euro 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 16:51:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Euro2024]]></category>
		<category><![CDATA[Eurocopa]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Spalletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O erro pra lá de infantil cometido por Federico Dimarco em uma cobrança de lateral nos primeiros 23 segundos do jogo entre Itália x Albânia, resultou no gol mais rápido da história da Eurocopa em Dortmund. No entanto, a Itália rapidamente retomou as rédeas da partida igualando o placar através do gol de Alessandro Bastoni, [...]</p>
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<p class="has-medium-font-size">O erro pra lá de infantil cometido por Federico Dimarco em uma cobrança de lateral nos primeiros 23 segundos do jogo entre Itália x Albânia, resultou no gol mais rápido da história da Eurocopa em Dortmund. </p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, a Itália rapidamente retomou as rédeas da partida igualando o placar através do gol de Alessandro Bastoni, aos 11 minutos, e virando por intermédio do tento de Nicolò Barella, quatro minutos depois. Em resumo, uma vitória que não apenas teve a assinatura da Inter de Milão, como também ampliou para dez jogos a invencibilidade dos italianos em Eurocopas (7V-3E).</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, uma estreia bem diferente daquela da edição anterior do torneio, em que os atuais campeões europeus derrotaram a Turquia por 3 a 0 no pulsante estádio Olímpico de Roma. A propósito, em termos de comparação podemos dizer que a Itália viveu um verdadeiro flashback da última decisão da Eurocopa, na qual a Inglaterra abriu o marcador aos 2 minutos, em Wembley.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-8 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="580" height="464" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/capa-7-e1718633160689.jpg" alt="" data-id="94783" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/capa-7-e1718633160689.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94783" class="wp-image-94783"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>A última derrota sofrida pela Itália no tempo regulamentar de um jogo válido pela Eurocopa deu-se em junho de 2016, quando os italianos caíram diante da Irlanda por 1 a 0 em Lille.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Logo, o poder de reação da Itália foi o principal ponto positivo em sua estreia na Euro 2024, acima de tudo porque eram diversos os questionamentos sobre a escalação de Luciano Spalletti, como por exemplo, a opção por Riccardo Calafiori como parceiro de Alessandro Bastoni na defesa, já que o jovem zagueiro do Bologna somava míseros dois jogos pela <em>Azzurra</em>, sendo somente um completo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por sinal, a função de Riccardo Calafiori foi similar ao papel desempenhado por ele na equipe da Emilia-Romagna, a julgar pelos seus avanços ao ataque como um típico lateral-esquerdo, que transformavam o homem de origem na posição, Federico Dimarco, num ponta. Consequentemente, a Itália atacava a Albânia com um bloco de sete jogadores, deixando Jorginho recompondo a zaga com Alessandro Bastoni e Giovanni Di Lorenzo.   </p>



<p class="has-medium-font-size">Ademais, é importante destacar que Nicolò Barella passou as últimas duas semanas se recuperando de uma distensão na coxa, o que significa que a sua condição física na primeira aparição da Itália na Eurocopa era repleta de incertezas. Por outro lado, é inegável que o treinador Luciano Spalletti, no cargo há apenas dez meses, acertou nas decisões tomadas.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">🌟 | PLAYER OF THE MATCH<br><br>Nicolò Barella v Albania:<br><br>👌 117 touches<br>⚽️ 1 goal<br>🎯 1 shot (0.08 xG)<br>🔑 1 key pass<br>🔭 6/6 accurate long balls<br>👟 105/108 accurate passes (0.11 xA)<br>⚔️ 2/4 duels won<br>🦵 2 tackles<br>📈 8.0 Sofascore Rating<br><br>That was impressive! 🇮🇹✨<a href="https://twitter.com/hashtag/ITAALB?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#ITAALB</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/EURO2024?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#EURO2024</a> <a href="https://t.co/OuyCalf7Xa">pic.twitter.com/OuyCalf7Xa</a></p>&mdash; Sofascore (@SofascoreINT) <a href="https://twitter.com/SofascoreINT/status/1802084452098539619?ref_src=twsrc%5Etfw">June 15, 2024</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p></p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e como tudo na Itália sempre gera muitas expectativas e emoções, muitos jornalistas já perguntavam a Luciano Spalletti na entrevista pós-jogo se a <em>Azzurra</em> retornará ao país com o caneco da Eurocopa na bagagem, detalhe este, que não impressiona pelo fato dos italianos terem sido vice-campeões continentais em 2012, e campeões em 2021, apesar das ausências nos últimos dois Mundiais.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas, mais do que isso, a impressão deixada é que essa Itália é um produto evoluído da seleção comandada por Cesare Prandelli, em 2012, e por Roberto Mancini, em 2021. Na realidade, ambas jogavam um futebol baseado no domínio através da posse de bola, porém o conjunto campeão europeu que tinha como pilares no controle das partidas a dupla de meio-campistas formada por Jorginho e Marco Verratti, contava com o forte apoio de Leonardo Spinazzola pela esquerda, bem como o poderio do um contra um de Federico Chiesa.</p>



<p class="has-medium-font-size">Com isso, na estreia frente a Albânia, a Itália registrou o montante de 750 trocas de passes, lembrando que 186 deles foram no terço final do campo. Desta vez, Jorginho iniciava com qualidade a saída de bola, e orientava constantemente os companheiros sobre possíveis movimentos e ações como se fosse um treinador dentro das quatro linhas. Não à toa, o volante do Arsenal encerrou a partida assinalando o total de 120 passes dados.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-9 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/capa-8.jpg" alt="" data-id="94803" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2024/06/capa-8-e1718638025118.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=94803" class="wp-image-94803"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Jorginho se transformou no terceiro jogador com mais passes em um jogo de noventa minutos da Eurocopa, estando somente atrás de Xavi Hernández, com 127, e Toni Kroos, com 121.  </strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No final das contas, além de Jorginho (120), Giovanni Di Lorenzo (114), Alessandro Bastoni (110) e Nicolò Barella também encerraram a partida frente a Albânia contabilizando um número superior a 100 passes trocados, o que coloca a Itália ao lado da Espanha, ante a Suécia em 2021, como as duas seleções com quatro atletas a atingir essa marca em uma única partida de Eurocopa. </p>



<p class="has-medium-font-size">Portanto, essa nova versão do <em>Tiki-Taka</em>, implementada há uma década, segue à tona na seleção tetracampeã mundial em meio ao fim do processo de transição vivido após as saídas da lendária formação defensiva composta por Gianluigi Buffon, Andrea Barzagli, Giorgio Chiellini e Leonardo Bonucci. Por sinal, o sucessor de Buffon e também Gianluigi, Donnarumma, salvou a Itália de sofrer o empate da Albânia nos instantes finais do jogo no Signal Iduna Park, que seria trágico no grupo ainda formado por Espanha e Croácia.   </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, a Itália respondeu como se deve, vencendo em campo, a provocação de torcedores albaneses que sem o mínimo pudor cortavam o <em>spaghetti</em> de seus respectivos pratos no almoço realizado antes da bola em Dortmund, algo que é considerado uma enorme ofensa aos italianos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, resta saber agora se o &#8220;Tiki-Taka italiano&#8221; funcionará contra a progenitora deste sistema de jogo, Espanha, adversária que a <em>Azzurra</em> não vence desde o triunfo por 2 a 0 nas oitavas-de-final da Euro 2016, ou há exatos cinco compromissos que terminaram com três derrotas e dois empates. A ver! </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>
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		<title>O fantasma dos playoffs assombra a Itália novamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Oct 2023 12:45:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Euro2024]]></category>
		<category><![CDATA[Eurocopa]]></category>
		<category><![CDATA[featured]]></category>
		<category><![CDATA[Luciano Spalletti]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois da desgastante caminhada rumo ao título italiano na temporada passada à frente do Napoli, a ideia de Luciano Spalletti era passar um período sabático ao lado da família nas vinhas de sua vinícola, conhecida como La Rimessa. No entanto, os planos de Luciano Spalletti mudaram por completo assim que Roberto Mancini aceitou a proposta [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size">Depois da desgastante caminhada rumo ao título italiano na temporada passada à frente do Napoli, a ideia de Luciano Spalletti era passar um período sabático ao lado da família nas vinhas de sua vinícola, conhecida como La Rimessa.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, os planos de Luciano Spalletti mudaram por completo assim que Roberto Mancini aceitou a proposta para comandar a seleção da Arábia Saudita e, consequentemente, deixou em aberto o posto de treinador da Itália após a disputa das semifinais da Liga das Nações da UEFA e o começo das Eliminatórias da Eurocopa de 2026, já que o presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, escolheu o atual campeão da Serie A para sucedê-lo no cargo.</p>



<p class="has-medium-font-size">Deste modo, realizando um grande sonho na carreira, Luciano Spalletti iniciou a sua trajetória na seleção italiana tendo pela frente uma dificílima estreia contra a Macedônia do Norte, aquela mesma que acabou com as possibilidades da <em>Azzurra</em> disputar a Copa do Mundo de 2022 ao derrotá-la pelo placar mínimo em Palermo, devido ao tento de Alex Trajkovski nos acréscimos do segundo tempo, contando com a falha de Gianluigi Donnarumma.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, apesar deste trágico retrospecto, a Itália regressou de Skopje com um empate em 1 a 1 na bagagem. Posteriormente, os tetracampeões mundiais venceram as seleções de Ucrânia e Malta, ambas atuando em seus domínios, jogando um ótimo futebol. Não à toa, o placar de 2 a 1 diante dos ucranianos não refletiu o que foi a partida, ao contrário da goleada por 4 a 0 sobre os malteses.</p>



<p class="has-medium-font-size">Aliás, a principal mudança feita por Luciano Spalletti na seleção italiana foi a implementação do esquema 4-3-3, atuando com uma linha de quatro homens na zaga, diferentemente do antecessor Roberto Mancini que vinha jogando com três zagueiros, no 3-5-2. Além disso, Spalletti passou a escalar Giorgio Scalvini, Destiny Udogie e Domenico Berardi entre os titulares, ao passo que deixou de convocar Leonardo Bonucci, Leonardo Spinazzola e Jorginho. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-10 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/10/8-4-1024x683.jpg" alt="" data-id="83863" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2023/10/8-4-e1697735819714.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=83863" class="wp-image-83863"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Luciano Spalletti herdou a seleção italiana com uma vitória (Malta, 2 a 0) e uma derrota (Inglaterra, 2 a 1) nas Eliminatórias.</strong> <strong>Sob o seu comando, a Azzurra obteve 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota em quatro jogos.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Mas apesar do ótimo futebol praticado neste início de trabalho de Luciano Spalletti, o primeiro revés sofrido pela Itália frente a Inglaterra como mandante desde 1961 (2 a 1), nos últimos jogos de Roberto Mancini no comando técnico da <em>Azzurra</em>, já havia feito renascer o fantasma que assombra os italianos em Eliminatórias, a julgar que eles não participaram dos dois Mundiais anteriores em virtude de quedas nos playoffs da repescagem.</p>



<p class="has-medium-font-size">Por este motivo, o primeiro reencontro entre italianos e ingleses em Wembley após a decisão da Eurocopa de 2020 &#8211; disputada em 2021, em razão da pandemia -, era encarado como  uma verdadeira decisão pelos comandados de Luciano Spalletti, e não somente porque uma vitória os deixaria em uma situação extremamente confortável em sua chave nas Eliminatórias, mas também em decorrência do total clima de vingança criado pela Inglaterra.</p>



<p class="has-medium-font-size">Entretanto, o que Luciano Spalletti e todos os torcedores italianos não esperavam é que o escândalo envolvendo apostas esportivas fosse estourar justamente às vésperas do embarque rumo à Londres, quando a polícia visitou o centro de treinamento de Coverciano para notificar os envolvidos Sandro Tonali e Nicolò Zaniolo que, por razões óbvias, foram afastados e, assim como os lesionados Federico Chiesa e Ciro Immobile, desfalcaram a <em>Azzurra</em> em Wembley.</p>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, vale ressaltar que Sandro Tonali e o jovem meio-campista da Juventus, Nicolò Fagioli, assumiram que cometeram o erro de realizar apostas em plataformas ilegais por questões de vício, o que significa que esse tema deveria começar a ser abordado com maior ênfase na sociedade, levando em conta que os casos de atletas metidos com apostas não para de crescer, vide a facilidade encontrada por eles para entrar nesse universo, pois basta baixar um aplicativo no celular para que isso aconteça.</p>



<p class="has-medium-font-size">Seja como for, as inesperadas dispensas de Sandro Tonali e Nicolò Zaniolo deixaram um certo trauma na seleção italiana, que aumentou ainda mais depois que o famoso paparazzo Fabrizio Corona, conhecido por chantagear atletas, afirmou publicamente que pelo menos mais dez jogadores serão indiciados nos próximos dias &#8211; dentre eles Stephan El Shaarawy -, algo que, inclusive, gerou um enorme desgaste até mesmo junto ao técnico Luciano Spalletti.</p>



<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Bombas nas capas de jornais esportivos italianos:<a href="https://twitter.com/Gazzetta_it?ref_src=twsrc%5Etfw">@Gazzetta_it</a>: Tonali teria apostado em partidas do Milan, embora em eventos que não teriam interferência no resultado.<a href="https://twitter.com/tuttosport?ref_src=twsrc%5Etfw">@tuttosport</a>: Fagioli acumulou 3 milhões em dívidas de jogo e chegou a ser ameaçado fisicamente pelos… <a href="https://t.co/UYwHxQgVc8">pic.twitter.com/UYwHxQgVc8</a></p>&mdash; Calciopédia (@calciopedia) <a href="https://twitter.com/calciopedia/status/1714417417030451255?ref_src=twsrc%5Etfw">October 17, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>



<p class="has-medium-font-size">Logo, foi exatamente sob este clima de tensão que a Itália, com oito modificações em comparação ao time que goleou Malta, perdeu de virada da Inglaterra por 3 a 1. À vista disso, além de não repetir as façanhas de 1973, 1997 e 2021&nbsp;em Wembley, a seleção quatro vezes campeã do mundo encerrou a penúltima data FIFA do ano situada na terceira posição do grupo C das Eliminatórias com 10 pontos, seis a menos em relação aos já classificados ingleses, e a três da vice-colocada Ucrânia.</p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, é importante salientar que a Ucrânia registra um jogo a mais que a Itália nas Eliminatórias, o que se subentende que com quatro pontos nos últimos dois jogos os italianos garantem a vaga na próxima edição da Eurocopa, lembrando que eles terminarão a sua campanha na competição recebendo a Macedônia do Norte e visitando os ucranianos.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Diante deste cenário, fica claro e evidente porque o fantasma dos playoffs perdidos para a Suécia e a Macedónia do Norte já assombra tanto a torcida italiana quanto o técnico Luciano Spalletti, que abriu mão da vida tranquila na Toscana para correr o iminente risco de ver os filmes de 2018 e 2022 se repetirem novamente, porém desta vez, com ele à beira do campo no lugar de Gian Piero Ventura e Roberto Mancini.   </p>



<p class="has-medium-font-size">      </p>



<p class="has-medium-font-size">     </p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>



<p class="has-medium-font-size">   </p>
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		<title>Itália inicia retomada visando a Copa de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo]]></category>
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		<category><![CDATA[Liga das Nações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como recompensa pela perda da vaga no Mundial do Catar, a Itália avançou à Final Four da Liga das Nações da UEFA, após superar Hungria, Alemanha e Inglaterra no grupo A3 do torneio continental. Não é novidade pra ninguém que a Itália acompanhará a próxima Copa do Mundo como telespectadora, assim como ocorreu há quatro [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Como recompensa pela perda da vaga no Mundial do Catar, a Itália avançou à <em>Final Four</em> da Liga das Nações da UEFA, após superar Hungria, Alemanha e Inglaterra no grupo A3 do torneio continental.</h6>



<p class="has-medium-font-size">Não é novidade pra ninguém que a Itália acompanhará a próxima Copa do Mundo como telespectadora, assim como ocorreu há quatro anos. Todavia, a enorme frustração por parte dos italianos pôde ser minimamente recompensada com a qualificação da <em>Azzurra</em> à <em>Final Four</em> da Liga das Nações, lembrando que além dos tetracampeões mundiais, as seleções de Espanha, Croácia e Holanda, também estarão presentes no estágio que antecede a finalíssima da competição.</p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer maneira, o treinador Roberto Mancini avalia essa classificação da seleção italiana como o início de um novo ciclo, e já trabalha visando a Copa do Mundo de 2026. A propósito, é importante salientar que Mancini igualou a marca dos lendários Arrigo Sacchi e Vittorio Pozzo, ao tornar-se o técnico com o maior número de vitórias à frente da Itália no período de até 55 jogos, contabilizando o total de 34 triunfos no cargo.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-11 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/09/wall-22-1024x682.jpg" alt="" data-id="62429" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/09/wall-22-e1664465520459.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=62429" class="wp-image-62429"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>Líder do grupo A3 da Liga das Nações somando 11 pontos em seis jogos, a Itália disputará a <em>Final Four</em> em junho do próximo ano.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, e este novo projeto de reconstrução da Itália, liderado por Roberto Mancini, se constata através da escalação dos atuais campeões europeus no confronto diante da Hungria, tendo em vista que os jovens Wilfried&nbsp;Gnonto e Giacomo Raspadori, de 18 e 22 anos, respectivamente, formaram a dupla de ataque italiana em Budapeste. Aliás, o atacante do Napoli foi o autor do primeiro dos dois tentos da <em>Azzurra</em>, na vitória por 2 a 0. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que Tommaso Pobega e Alessio Zerbin também tiveram a oportunidade de defender as cores da Itália, porém jogando a parte final do jogo frente os húngaros. Além deles, Salvatore Esposito foi outro novato que ganhou minutos em campo na partida anterior contra a Inglaterra. Ademais, podemos incluir nesse &#8220;combo&#8221;, o meio-campista do Sassuolo, Davide Frattesi, que também estreou internacionalmente nesta edição da Liga das Nações.   </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-12 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="654" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/09/wall-23-1024x654.jpg" alt="" data-id="62462" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/09/wall-23-e1664472513776.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=62462" class="wp-image-62462"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption"><strong>A solidez defensiva italiana ficou evidente na Liga das Nações. Para se ter uma ideia, a Itália sofreu apenas um gol em seis jogos disputados pelo torneio.</strong></figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Por fim, as excelentes atuações do lateral-esquerdo Federico Dimarco na Liga das Nações, provalvelmente lhe renderão a titularidade na seleção tetracampeã mundial. Contudo, a verdade é que ao enfrentarem as gigantes Alemanha e Inglaterra, e encararem tanto cenários quanto situações adversas, tais como precisar vencer a Hungria com a Puskas Arena tomada por mais de 65 mil torcedores, estes jovens jogadores já vão ganhando experiência dentro da seleção italiana para a disputa da Copa de 2026. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Estamos trabalhando, infelizmente vamos sofrer até dezembro, a decepção de não se classificar para a Copa do Mundo não passa. Não merecíamos ficar de fora, mas precisamos esperar quatro anos, então vamos focar para vencer em 2026. Este é o nosso objetivo&#8221;, disse Mancini.</p></blockquote>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, a trágica derrota para a Macedônia do Norte, que culminou com a queda da Itália na repescagem das Eliminatórias da Copa de 2022, permanece viva na memória dos italianos. Entretanto, é fundamental recordar que há exatos 14 meses, a <em>Azzurra</em> conquistava a sua segunda Eurocopa praticando um ótimo futebol. Logo, ainda que a disputa da <em>Final Four</em> não tenha o peso de uma vaga no Mundial, ela deve ser exaltada por significar o início de uma retomada.    </p>
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		<title>O apocalipse italiano, parte II</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 03:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela segunda vez consecutiva, a Itália caiu na repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo, o que significa que os italianos terão de&#160;esperar um mínimo de 12 anos para voltar a um Mundial. A Itália está de luto novamente. Pois é, quatro anos após a fatídica queda diante da Suécia, os tetracampeões mundiais voltaram a [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Pela segunda vez consecutiva, a Itália caiu na repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo, o que significa que os italianos terão de&nbsp;esperar um mínimo de 12 anos para voltar a um Mundial.</h6>



<p class="has-medium-font-size">A Itália está de luto novamente. Pois é, quatro anos após a fatídica queda diante da Suécia, os tetracampeões mundiais voltaram a dar vexame na repescagem das Eliminatórias, porém desta vez, diante da modesta Macedônia do Norte, pelo placar mínimo, em pleno estádio La Favorita, lembrando que o atacante Aleksandar Trajkovski balançou as redes aos 47 minutos da segunda etapa, o que tornou a eliminação dos italianos ainda mais dolorosa.</p>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, o mais difícil de imaginar é que há oito meses, esta mesma Itália faturava o segundo título europeu ao desbancar a Inglaterra no pulsante estádio de Wembley, lotado com mais de 67 mil torcedores e, detalhe, praticando um futebol intenso e ofensivo. De qualquer maneira, a verdade é que a conquista da <em>Euro2020</em> não passou de um simples lampejo do futebol italiano, que precisará aguardar pelo menos mais quatro anos para disputar uma Copa do Mundo.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-13 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/blog-2-1024x683.jpg" alt="" data-id="53557" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/blog-2-e1648173170420.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=53557" class="wp-image-53557"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Curiosamente, esta foi a primeira vez que a Itália perdeu uma partida decisiva de classificação à Copa do Mundo atuando em seus domínios. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">E como não poderia deixar de ser, a catastrófica eliminação da Itália na capital siciliana já colocou em xeque a continuidade de Roberto Mancini à frente da seleção, apesar do presidente da Federação Italiana de Futebol (FIGC), Gabriele Gravina, bancar a permanência do técnico de 57 anos de idade, que por sua vez, viu a <em>Azzurra</em> sofrer a sua segunda derrota nos últimos 42 compromissos. </p>



<p class="has-medium-font-size">Todavia, o mandatário do futebol italiano precisará convencer o próprio Roberto Mancini a seguir no cargo, já que ele deixou o seu futuro em aberto após o revés contra a Macedônia do Norte. Além disso, a hashtag &#8220;ManciniOut&#8221; liderava os trending topics do Twitter na Itália até o momento da postagem deste artigo, o que retrata a insatisfação dos torcedores junto ao treinador.    </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-14 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/blog-3-1024x683.jpg" alt="" data-id="53564" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/blog-3-e1648175152465.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=53564" class="wp-image-53564"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Roberto Mancini coleciona 30 vitórias, 13 empates e quatro derrotas, em 47 jogos à frente da Azzurra, registrando 73% de aproveitamento através desta ótima performance.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Obviamente, Roberto Mancini deve ser responsabilizado pelo novo apocalipse italiano, em especial porque a Itália mostrou mais uma vez a sua deficiência em marcar gols, algo que já havia acontecido nos empates em 0 a 0 contra Suíça e Irlanda do Norte, pelas próprias Eliminatórias. Por outro lado, os jogadores não ficam para trás, salvo algumas exceções como Marco Verratti, Giacomo Raspadori e, talvez, Alessandro Bastoni.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-style-large is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>Em julho passado, experimentei a mais bela alegria da minha carreira na Eurocopa. Agora vivi a maior decepção. Isso é futebol. Às vezes coisas incríveis acontecem e esta noite aconteceu. O título europeu foi merecido, e depois a sorte que nos acompanhou se transformou em total azar. Não sei o que dizer&#8221;, exclamou o técnico Roberto Mancini.</p></blockquote>



<p class="has-medium-font-size">Em última análise, é importante ressaltar que oito jogos já haviam sido disputados até o marcante momento em que a Itália sofreu o gol de uma seleção que ocupa a 47ª colocação do ranking da Fifa, nos acréscimos da primeira partida decisiva da repescagem das Eliminatórias da Copa de 2022. Portanto, a segunda ausência consecutiva dos italianos de um Mundial, não foi obra do azar, mas sim de incompetência. E que isto sirva de exemplo para 2026!</p>



<p class="has-medium-font-size">  </p>
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		<title>Itália espera apagar mancha deixada há quatro anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Mar 2022 19:58:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quatro anos depois da histórica queda diante da Suécia, a Itália está de volta à repescagem das Eliminatórias, porém desta vez, preparada para encarar as decisões. “O objetivo não é ir à Copa do Mundo, mas vencê-la”. Pois é, estas foram algumas das palavras ditas pelo treinador da Itália, Roberto Mancini, na última entrevista coletiva [...]</p>
<p>O post <a href="https://www.soccerblog.com.br/2022/03/23/italia-espera-apagar-mancha-deixada-ha-quatro-anos/">Itália espera apagar mancha deixada há quatro anos</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.soccerblog.com.br">SoccerBlog</a>.</p>
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<h6 class="wp-block-heading">Quatro anos depois da histórica queda diante da Suécia, a Itália está de volta à repescagem das Eliminatórias, porém desta vez, preparada para encarar as decisões.</h6>



<p class="has-medium-font-size">“O objetivo não é ir à Copa do Mundo, mas vencê-la”. Pois é, estas foram algumas das palavras ditas pelo treinador da Itália, Roberto Mancini, na última entrevista coletiva concedida por ele antes do decisivo confronto diante da Macedônia do Norte, pela repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. Todavia, apesar de todo o otimismo por parte do técnico de 57 anos de idade, os italianos não se mostram tão convencidos em relação a ida da <em>Azzurra</em> ao Catar. </p>



<p class="has-medium-font-size">De qualquer forma, a verdade é que a ausência da Itália na Copa do Mundo de 2018, ainda permanece viva na memória dos italianos. Entretanto, é importante salientar que a situação vivida pelos tetracampeões mundiais é totalmente distinta neste momento. Não à toa, os pupilos de Roberto Mancini, campeões da Eurocopa há oito meses, perderam somente um dos últimos 41 compromissos, somando 29 vitórias e 11 empates neste período. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-15 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="688" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/wall-25-1024x688.jpg" alt="" data-id="53430" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/wall-25-e1648054149640.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=53430" class="wp-image-53430"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Campeão da Euro2020, Roberto Mancini coleciona 30 vitórias, 12 empates, e apenas três derrotas, em 46 jogos à frente do selecionado italiano.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, a participação da Itália nas Eliminatórias não foi como na <em>Euro2020</em>. Embora invictos, os atuais campeões europeus ficaram na vice-colocação do grupo C com 16 pontos &#8211; dois a menos do que a líder Suíça. Deste modo, passados quatro anos da histórica queda diante da Suécia, a <em>Azzurra</em> terá de disputar novamente a repescagem do torneio.</p>



<p class="has-medium-font-size">Ainda assim, 180 minutos separam a seleção italiana do Mundial do Catar, já que o regulamento da atual edição das Eliminatórias europeias prevê a realização de duas partidas, ambas apenas de ida, para as seleções que se classificarão à Copa do Mundo através das repescagens, lembrando que o primeiro adversário da <em>Azzurra</em> será a Macedônia do Norte, no<em> </em>estádio La Favorita, em Palermo.  </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-16 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="658" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/wall-26-1024x658.jpg" alt="" data-id="53451" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2022/03/wall-26-e1648059318189.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=53451" class="wp-image-53451"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">A Itália registra 13 vitórias, um empate e uma derrota, em 15 partidas disputadas na capital siciliana.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">A propósito, entidades liberaram a lotação de 100% do estádio La Favorita, quer dizer, um aspecto pra lá de positivo aos italianos. E como se isso não bastasse, a Macedônia do Norte sofreu importantes baixas após a inédita participação na Eurocopa, haja vista as saídas tanto do ídolo Goran Pandev, quanto do treinador Igor Angelovski. Além deles, o meio-campista do Napoli, Eljif Elmas, não enfrentará a Itália devido a uma suspensão.    </p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, os italianos precisarão melhorar o aproveitamento nas finalizações, visto que eles marcaram míseros 13 tentos em oito jogos nas Eliminatórias, isto é, um desempenho ruim se comparado ao da defesa, que foi vazada duas vezes no torneio. Logo, necessitando de gols e com pouco tempo para treinar o time, é esperado que Roberto Mancini mande à campo o trio de ataque do Sassuolo, formado por Domenico Berardi, Giacomo Raspadori e Gianluca Scamacca.</p>



<p class="has-medium-font-size">Mas de fato, não é a Macedônia do Norte que realmente preocupa os italianos nesta repescagem, e sim Portugal, que se vencer a Turquia no outro confronto da chave, será o adversário da <em>Azzurra</em> na fase seguinte, o que significa que pela segunda vez seguida, a Itália pode ser um dos campeões mundiais ausentes na Copa do Mundo, considerando que França, Alemanha, Espanha, Inglaterra, Brasil e Argentina já se classificaram, à medida que o Uruguai está quase lá. A ver! </p>
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		<title>Fantasma da repescagem não assusta a Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 03:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[Azzurra]]></category>
		<category><![CDATA[Eliminatórias 2022]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A não classificação à próxima Copa do Mundo através da fase de grupos das Eliminatórias, não preocupa os italianos como em 2017. Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar. Este famoso dito popular não faz o menor sentido aos italianos, afinal, quatro anos depois da Itália disputar a repescagem das Eliminatórias da Copa [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">A não classificação à próxima Copa do Mundo através da fase de grupos das Eliminatórias, não preocupa os italianos como em 2017. </h6>



<p class="has-medium-font-size"><em>Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar</em>. Este famoso dito popular não faz o menor sentido aos italianos, afinal, quatro anos depois da Itália disputar a repescagem das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2018, contra a Suécia, ela voltou a fracassar no torneio ao não conseguir o acesso imediato ao Mundial, agora do Catar, em função do empate sem gols contra a velha conhecida Irlanda do Norte, que em 1958, despachou a <em>Azzurra</em> do próprio torneio.  </p>



<p class="has-medium-font-size">Pois é, mas o que aconteceu com a Itália campeã da <em>Euro2020</em>, e que permaneceu 37 jogos invicta até o mês passado? Na verdade nada mudou, ocorre que os tetracampeões mundiais viveram uma espécie de &#8220;ressaca&#8221; após a conquista do torneio continental, o que era de se esperar em razão da enorme dedicação dos italianos. Todavia, é importante recordar que desta vez o intervalo entre a Eurocopa e a Copa do Mundo será de um ano, algo que atrapalhou a <em>Azzurra</em>.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-17 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/11/blog-16-1024x683.jpg" alt="" data-id="48331" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/11/blog-16-e1637194032974.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=48331" class="wp-image-48331"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">A Itália viu a sua invencibilidade de três anos e 37 jogos acabar em virtude da derrota frente à Espanha por 2 a 1 pelas semifinais da Liga das Nações da UEFA 2020/21.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">Além disso, a Itália só não garantiu a sua classificação ao Mundial do Catar de forma antecipada em virtude de alguns tropeços como no jogo a contra Bulgária, em Florença. Na ocasião, a <em>Azzurra</em> teve 70% de posse de bola e sofreu apenas um chute em seu gol no decorrer da partida. Ainda assim, os búlgaros regressaram à Sofia com o empate na bagagem. </p>



<p class="has-medium-font-size">Vale ressaltar ainda, que os italianos concederam nada menos do que 27 arremates na meta da Bulgária, na partida que marcou o retorno dos tetracampeões mundiais ao San Siro depois da conquista da Eurocopa. E em decorrência do excessivo erro de finalizações, o atacante Ciro Immobile passou a receber diversas críticas tanto por parte da mídia quanto dos torcedores. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-18 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="691" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/11/blog-17-1024x691.jpg" alt="" data-id="48337" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/11/blog-17-e1637195290142.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=48337" class="wp-image-48337"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">O último tento marcado por Ciro Immobile pela Itália deu-se no duelo diante da Suíça, pela fase de grupos da Euro2020. Ou seja, o atacante da Lazio não balança as redes há seis jogos pela seleção.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p class="has-medium-font-size">No entanto, as cobranças não ficam restritas única e exclusivamente ao atacante Ciro Immobile, tendo em vista que o volante Jorginho também vive uma fase de vilão junto ao torcedor, e tudo em razão das penalidades desperdiçadas pelo jogador do Chelsea nas partidas contra a Suíça na Basiléia e na capital italiana, que certamente garantiriam os seis pontos à <em>Azzurra</em>, já que ambos os jogos terminaram empatados, por 0 a 0, e 1 a 1, respectivamente.</p>



<p class="has-medium-font-size">Assim, com a confiança em baixa, a Itália viajou à Belfast para enfrentar a Irlanda do Norte na última rodada das Eliminatórias. Não à toa, o jornal <em>Il Corriere della Sera</em> descreveu este encontro como &#8220;Grande Medo&#8221; em sua capa. E para piorar a situação, os atuais campeões europeus teriam de encarar o fortíssimo sistema defensivo dos norte-irlandeses que não sofreu gols em seis jogos disputados este ano, aliás, sete já somando este embate frente os italianos.</p>



<p class="has-medium-font-size">Contudo, apesar da Itália ter fracassado na missão de conquistar a sua vaga à Copa de 2022 através da fase de grupos das Eliminatórias, é inegável que a atual condição da <em>Azzurra</em> é completamente distinta daquela vivida há quatro anos, haja vista o recente título da Eurocopa, ou uma única derrota sofrida nos últimos 41 compromissos. Portanto, como disse Roberto Mancini: &#8220;O que importa é se classificar. Não como você se classifica&#8221;.</p>



<p class="has-medium-font-size"> </p>
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		<title>Itália x Inglaterra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[JoaoRicardo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jul 2021 23:48:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O último capítulo da Euro2020 será escrito na tarde do próximo domingo (11), visto que italianos e ingleses decidirão qual deles dará a volta olímpica no estádio de Wembley. A inédita final europeia começa a partir das 16:00 (de Brasília). Itália Quando Roberto Mancini conduziu o Manchester City à surpreendente conquista da Premier League em [...]</p>
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<h6 class="wp-block-heading">O último capítulo da <em>Euro2020</em> será escrito na tarde do próximo domingo (11), visto que italianos e ingleses decidirão qual deles dará a volta olímpica no estádio de Wembley. A inédita final europeia começa a partir das 16:00 (de Brasília). </h6>



<h4 class="wp-block-heading">Itália</h4>



<p>Quando Roberto Mancini conduziu o Manchester City à surpreendente conquista da Premier League em 2012, muitos acreditavam que o técnico de 56 anos de idade jamais viveria um momento magistral como aquele novamente na carreira. Pois é, estavam todos enganados, já que se vier, o título da <em>Euro2020</em> será ainda mais significativo ao treinador italiano, afinal, a <em>Azzurra</em> não ergue o caneco europeu há exatos 53 anos. Além disso, Mancini é um dos símbolos do &#8220;renascimento&#8221; da Itália, que chega na final em Wembley após ter ficado de fora da última Copa do Mundo.<br>Alias, a campanha da Itália na <em>Euro2020</em> é digna de uma seleção quatro vezes campeã mundial, tendo em vista que os pupilos de Roberto Mancini encerraram a fase de grupos do torneio como líderes do grupo A com 100% de aproveitamento, e posteriormente, desbancaram as seleções de Áustria (2 a 1), Bélgica (2 a 1) e Espanha (nas penalidades), respectivamente, para chegar à tão sonhada final da <em>Euro2020</em>.     <br>Por fim, Leonardo Spinazzola segue fora de combate, devido a uma lesão no tendão de Aquiles.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-19 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-10-1024x683.jpg" alt="" data-id="43919" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-10-e1625857339359.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=43919" class="wp-image-43919"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Nove anos após livrar o Manchester City do longo jejum de 44 anos sem erguer o caneco inglês, Roberto Mancini tentará tirar a Itália da fila de 53 anos sem vencer a Eurocopa. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Inglaterra</h4>



<p>O maior jogo dos <em>Three Lions</em> nos últimos 55 anos! Assim os torcedores ingleses se referem ao confronto diante da Itália no estádio de Wembley, especialmente porque esta será a primeira final internacional da Inglaterra desde a histórica vitória sobre a Alemanha por 4 a 2 na decisão da Copa do Mundo de 1966. <br>E passadas mais de cinco décadas do título mundial<em> </em>da Inglaterra, agora é a vez da geração de Harry Kane, Raheem Sterling, Harry Maguire e companhia, trazer de volta ao povo inglês o entusiasmo junto à seleção, algo que eles vêm conseguindo com maestria até aqui . Apesar de não arrancar suspiros em campo, os <em>Three Lions</em> chegaram invictos na final da <em>Euro2020</em>, somando quatro vitórias e dois empates em seis jogos, sendo que cinco deles foram disputados em Wembley. Ademais, é importante salientar que os comandados de Gareth Southgate sofreram apenas um gol na competição, marcado pelo dinamarquês Mikkel Damsgaard na partida anterior, válida pelas semifinais, isto é, um dado que demonstra a enorme solidez defensiva do <em>English Team</em>. </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-20 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-12-1024x683.jpg" alt="" data-id="43964" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-12-e1625870666843.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=43964" class="wp-image-43964"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">A Inglaterra é o 13º país a chegar a uma final de Eurocopa. Somente a antiga Iugoslávia (1960, 1968) e a Bélgica (1980) chegaram em decisões e não venceram o torneio. </figcaption></figure></li></ul></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Dados Estatísticos</h4>



<p>O registro histórico do confronto aponta que italianos e ingleses se enfrentaram 27 vezes ao longo da trajetória, e a vantagem é da Itália, que contabiliza dez vitórias mediante oito triunfos da Inglaterra, ao passo que o empate prevaleceu em outras nove oportunidades. <br>Se a Itália vencer a <em>Euro2020</em>, Roberto Mancini se juntará ao lendário Alf Ramsey como os únicos treinadores que venceram tanto o título inglês quanto um outro grande torneio por seleções, lembrando que Ramsey conquistou a Copa do Mundo de 1966 à frente da Inglaterra, quatro anos depois de ganhar a liga nacional comandando o Ipswich Town.<br>Curiosamente, os últimos dois países que sediaram a Eurocopa e chegaram na decisão do torneio, acabaram ficando com o vice-título. Tratam-se de Portugal, derrotado pela Grécia em 2004, e da França, que caiu frente os portugueses em 2016.<br>Campeã europeia em 1968, a Itália será finalista da Eurocopa pela quarta vez (1968, 2000, 2012, 2021), ao contrário da estreante em decisões, Inglaterra.     </p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-21 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="691" src="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-11-1024x691.jpg" alt="" data-id="43960" data-full-url="https://www.soccerblog.com.br/wp-content/uploads/2021/07/blog-11-e1625868931412.jpg" data-link="https://www.soccerblog.com.br/?attachment_id=43960" class="wp-image-43960"/><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Invicta há 33 jogos, a Itália terá de encarar a Inglaterra, que não perde há 12 partidas e jamais foi derrotada em fases finais de grandes torneio no estádio de Wembley.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Escalações</h4>



<p><strong><em>Itália</em></strong> (4-3-3): Donnarumma;&nbsp;Di Lorenzo, Bonucci, Chiellini e Emerson Palmieri;&nbsp;Jorginho, Barella e Verratti;&nbsp;Chiesa, Immobile e Insigne. Técnico: Roberto Mancini.</p>



<p><strong><em>Inglaterra</em></strong> (4-2-3-1): Pickford;&nbsp;Walker, Stones, Maguire e Luke Shaw;&nbsp;Declan Rice e Phillips;&nbsp;Saka, Mason Mount e Sterling;&nbsp;Harry Kane. Técnico: Gareth Southgate.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Previsão</h4>



<p>A decisão deste domingo em Wembley marca o retorno de dois pesos pesados do mundo da bola ao auge após alguns anos em baixa. Embora a Inglaterra domine o futebol de clubes em função da Premier League, o mesmo não ocorre quando nos referimos às seleções, tanto é, que eles não disputavam uma final desde o título mundial de 1966. Por outro lado, a Itália, que tradicionalmente fica no topo, passou momentos pra lá de turbulentos na década passada, não à toa, a <em>Azzurra</em> ficou de fora da Copa do Mundo da Rússia, em 2018. <br>Entretanto, a reestruturação do futebol desde as seleções de base em ambos países, além dos ótimos trabalhos realizados pelos técnicos Roberto Mancini e Gareth Southgate, foram cruciais para que italianos e ingleses chegassem à finalíssima da <em>Euro2020</em>.  <br>E como toda final, esta é mais uma aonde fica difícil projetarmos qualquer resultado, porém pelo o que Itália e Inglaterra apresentaram até aqui, é esperada uma partida bastante intensa, de ritmo acelerado e de forte marcação, com a <em>Azzurra </em>propondo mais o jogo, e os <em>Three Lions</em> explorando os contra-ataques e, principalmente, as bolas paradas.<br><em><strong>Palpite:</strong></em> <em>1 a 1, com a Itália campeã nas penalidades</em>        </p>



<p> </p>
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