Cinco rodadas sem derrotas sustentam a reconstrução rossonera, mas o tropeço diante do Benfica expõe o desafio de transformar uma ideia de jogo em resultados contra adversários mais fortes. A quinta colocação do Milan na temporada passada não foi apenas um número na tabela. Ela representou o desfecho amargo de uma campanha que, durante boa parte da Serie A, alimentou expectativas bem maiores. O time permaneceu na disputa pelas primeiras posições, frequentou a zona de classificação à Champions League e perdeu fôlego justamente quando precisava confirmar suas ambições. A derrota por 2 a 1 para o Cagliari, em San Siro, na última rodada, encerrou a competição com 70 pontos. Para um clube acostumado a enxergar a Europa como parte da própria história, terminar fora da principal vitrine continental exigia uma resposta. Foi nesse ambiente que a segunda passagem de Massimiliano Allegri chegou ao fim. A diretoria decidiu trocar a experiência…
Milan e Ruben Amorim: um clube e um treinador feridos em busca de reconstrução
Depois de uma temporada melancólica, os Rossoneri apostam no treinador português e reformulam o elenco para recuperar espaço entre os protagonistas do futebol europeu. De alegre, a segunda passagem de Massimiliano Allegri pelo Milan não teve praticamente nada. Faltaram a segurança defensiva, a regularidade e, principalmente, a capacidade de administrar resultados que sempre caracterizaram os trabalhos do novo treinador do Napoli. Aliás, a temporada terminou de maneira melancólica, com a equipe despencando na tabela justamente quando precisava confirmar sua classificação para a Champions League. Após permanecer durante 33 das 38 rodadas entre os quatro primeiros colocados, o Milan caiu de rendimento na reta final da temporada e terminou a Serie A somente na quinta posição. Para se ter uma ideia, os Rossoneri venceram apenas uma de suas cinco últimas partidas e desperdiçaram em pleno San Siro a oportunidade de assegurar a vaga no principal torneio europeu ao perderem do Cagliari…
Manchester United se despede de 2025 navegando em águas calmas
Apesar de diversos contratempos, da 15ª colocação na tabela da Premier League, da precoce eliminação frente o Grimsby Town na Copa da Liga, além da queda diante do Tottenham na decisão da Europa League, o 2025 do Manchester United terminou sem turbulências, e o melhor: deixando boas perspectivas em relação ao novo ano. A propósito, um cenário diferente daquele que se apresentava sobretudo devido a lesão na coxa esquerda sofrida por Bruno Fernandes, que havia perdido míseros três jogos em razão de contusões ou doença desde que desembarcou em solo inglês para vestir a camisa do Manchester United em 2020, além dos desfalques de Noussair Mazraoui, Amad Diallo e Bryan Mbeumo, todos defendendo as cores das suas respectivas seleções na Copa Africana de Nações. E como o próprio Ruben Amorim afirmou é impossível qualquer jogador não apenas do Manchester United, como de toda a Premier League, substituir o líder, maior…